Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2019

Porquê agora a Venezuela?

venezuela_bandeira_manifestacao.jpg

Porquê tão violenta ofensiva contra a Venezuela Bolivariana?

 

Porquê tanto rancor, tanta hipocrisia, tanta mentira?

Porquê a santa aliança que juntou na mesma operação golpista a pior reacção e a social-democracia, Trump e Bolsonaro com Pedro Sanchez, Merkel e demais dirigentes do bloco imperialista europeu?

Porquê tão indecente coro da comunicação social, reproduzindo as campanhas de mentiras que enquadraram as agressões à Jugoslávia, ao Iraque, à Líbia, à Síria?

Por que é que CDS e PSD batem palmas à inadmissível posição seguidista do governo minoritário do PS?

 

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publicado por António Vilarigues às 17:52
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Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2019

Quem é afinal Juan Guaidó?

Juan Guaidó - Foto Carlos Garcia RawlinsReuters.j

O Governo português está a apoiar um golpe de Estado de extrema-direita na Venezuela, é disto que se trata.

 

Um golpe de Estado protagonizado por um homem a soldo de Trump, Bolsonaro, o regime colombiano e por outros regimes de direita e extrema-direita.

Um homem que durante anos foi literalmente treinado por várias organizações conspirativas norte-americanas subsidiárias da CIA, pago por oligarcas venezuelanos, nomeadamente no exílio, e por sectores do grande capital colombiano e norte-americano.

Tudo para minar e tentar derrubar governos democraticamente eleitos na Venezuela, levar a cabo sucessivas acções de desestabilização e fundar uma organização de extrema direita – o Vontade Popular – que esteve envolvida em vários crimes, como as hediondas «guarimbas», e que está igualmente ligada às tentativas de assassinato de Maduro.

O homem a quem o Governo português reconhece «necessária legitimidade para uma transição pacífica» é o dirigente de uma organização

  • que esteve envolvida em crimes como os de 2017, em que foram mortas mais de uma centena de pessoas, algumas queimadas vivas;

  • que se recusou a participar nas eleições presidenciais, apesar de estas terem sido antecipadas a pedido da oposição, sabendo que as ia perder;

  • que recusou todas as propostas de diálogo feitas pelo presidente Maduro;

  • que apela à intensificação do boicote económico e às sanções contra o seu próprio povo;

  • que já verbalizou a ameaça de uma guerra civil;

  • que está a utilizar a cartada «humanitária» para preparar uma possível invasão da Venezuela

  • e que acaba de recusar uma proposta de mediação do Papa Francisco.

A solução que o Governo português entende ser a melhor para «restituir aos venezuelanos o poder de decidir livremente o seu destino» é promover o homem

  • que em Dezembro do ano passado se deslocou em segredo à Colômbia, ao Brasil e a Washington para articular as manobras de desestabilização interna;

  • que avançou para a auto-proclamação após receber a ordem do vice presidente dos EUA;

  • que está a articular todos os seus passos com sinistras figuras como Michael Pompeo ou John Bolton e que tem o acalorado apoio do governo israelita.

Não há hipocrisia ou oportunistas equidistâncias que consigam esconder o que está em causa.

 

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publicado por António Vilarigues às 20:44
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Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2019

O que os move é voltarem a meter a mão nas enormes riquezas naturais da Venezuela

Escudo Venezuela.png

A Venezuela bolivariana e o seu povo enfrentam mais uma tentativa de Golpe de Estado e é alvo da ameaça de uma agressão imperialista.

A estratégia é similar a muitos outros crimes do imperialismo. Boicote e asfixia económica, desestabilização interna com o apoio a organizações terroristas e fascistas, descarada ingerência externa e despudoradas mentiras que tentam transformar numa férrea ditadura uma democracia em que o legítimo presidente foi eleito com mais de 67% dos votos numas eleições com 200 observadores internacionais.

Os candidatos a carrascos do povo venezuelano e os seus megafones da comunicação social dominante acenam com a “insustentável situação” da economia e das condições de vida do povo venezuelano. Que desfaçatez camaradas! Que imunda hipocrisia! É que esses são exactamente os mesmos que estiveram por detrás da sabotagem económica; que impuseram sanções e instauraram o bloqueio económico e financeiro; e que roubam descaradamente os activos financeiros e outras riquezas venezuelanas para financiar o Golpe e a agressão.

Não camaradas, não é o povo venezuelano, a democracia ou a saúde económica daquele País que preocupa o imperialismo e o seu fantoche Guaidó. O que os move é voltarem a meter a mão nas enormes riquezas naturais daquele País. O que eles não toleram é o facto de a Venezuela ter escolhido o caminho da soberania e da justiça social, e de ter dado uma contribuição central para avanços progressistas na América Latina.

É por isso que deste nosso Encontro nos dirigimos àquele povo, às suas forças progressistas, ao seu legítimo Governo e ao Presidente Nicolas Maduro para lhes garantir que contam e podem continuar a contar com a solidariedade do Partido Comunista Português e que com a sua luta e a nossa solidariedade, a Venezuela vencerá!

A tentativa de golpe na Venezuela encerra perigos que vão muito para lá das suas fronteiras. Aqueles que em Portugal alimentam e dão cobertura ao Golpe, seja por acção, seja por omissão ou falsas equidistâncias, serão responsáveis por decisões contrárias à Constituição da República e ao Direito Internacional e pelas consequências de uma possível agressão à Venezuela, nomeadamente para a comunidade portuguesa que ali vive e trabalha.

Como sempre, o Governo português invoca a vergonhosa posição da União Europeia para justificar o seu grave alinhamento com Trump, Bolsonaro, Macri e outros. É sempre assim camaradas. Foi assim na Jugoslávia, no Iraque, na Ucrânia, na Líbia, na Síria, nas Honduras e no Brasil, apenas para dar alguns exemplos. Para os mais distraídos aqui está a prova da submissão do Governo português à agenda e interesses do imperialismo e aqui está a prova que a União Europeia não é um contra-peso ao imperialismo norte-americano e à sua política belicista e de ingerência.

Sublinhados meus

 

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publicado por António Vilarigues às 12:55
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Domingo, 27 de Janeiro de 2019

A guerra conduzida pelos Estados Unidos contra a Venezuela está em marcha

Mapa Venezuela_agresion

Quanto mais o imperialismo intensifica a guerra económica para infernizar a vida do povo venezuelano, mais a comunicação social dominante serve de caixa de ressonância da urgência ‘humanitária’ no país.

Sem ponta de imparcialidade e equilíbrio informativo, a campanha em curso vira do avesso a realidade venezuelana.

O vídeo da dignidade

 

«Nos dias anteriores à minha chegada, dizia-se que a maioria dos semáforos em Caracas estavam avariados. Passaram-se dias até encontrar um que não funcionasse.»

«Jornais, rádios e televisões repetem até à exaustão que há uma ditadura e uma crise humanitária na Venezuela. E eu flutuo numa realidade paralela. Parto à procura dessa crise humanitária de que todos falam.»

«O ano de 2019 inicia-se na América Latina sob a ameaça de conflitos de grandes proporções tendo como objectivo concretizar a consigna norte-americana de erradicar a «troika da tirania», expressão em que o secretário de Estado, John Bolton, agregou Cuba, Nicarágua e Venezuela.»

«A guerra conduzida pelos Estados Unidos contra a Venezuela está em marcha. Independentemente dos contornos militares que vier a assumir, o pretexto político já foi definido – a suposta «ilegitimidade» do novo mandato de Nicolás Maduro –, os encontros conspirativos regionais sucedem-se e as provocações belicistas também, enquanto as pressões diplomáticas se intensificam.»

Eleições presidenciais Maio 2018 Venezuela.png

«El exjefe del Gobierno español José Luis Rodríguez Zapatero ha asegurado que las elecciones presidenciales venezolanas de mañana domingo serán libres y contarán con las garantías básicas, al iniciar este viernes su misión como observador electoral. “Vamos a estar en los colegios electorales constatando si los venezolanos votan libremente, yo no tengo ninguna duda de que votan libremente”, ha asegurado el exmandatario en una rueda de prensa, tras reunirse con autoridades del Consejo Nacional Electoral (CNE).
A su juicio, el sistema de votación venezolano es “perfectible” como otros, pero ofrece las “garantías básicas”.»

 

«Na cerimónia da tomada de posse realizada no Tribunal Supremo de Justiça estiveram representados oficialmente 38 países – África do Sul, Bolívia, China, Cuba, México, Nicarágua, Federação Russa, etc. – e 16 organizações internacionais, como a ONU e diversas das suas agências, a União Africana ou a Liga Árabe. Estiveram ainda representadas delegações de forças políticas de 94 países, incluindo dos EUA, do Canadá e de países que integram a UE, de que é exemplo o PCP.»

«Augusto Santos Silva afirmou que a Venezuela precisa de «eleições livres», ignorando o presidente democraticamente eleito, Nicolás Maduro, e dando «legitimidade» ao autoproclamado presidente interino.»

«Os EUA levaram a ingerência ao Conselho de Segurança da ONU mas o objectivo de garantir «um apoio pleno» a Juan Guaidó falhou.»

«Após semanas de tentativas de acesso, o Reino Unido, pressionado por vários membros do governo de Donald Trump, congelou o acesso da Venezuela às suas reservas de ouro no Banco de Inglaterra.»

bandeira venezuela.jpg

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publicado por António Vilarigues às 09:47
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Segunda-feira, 12 de Março de 2018

Acordo unitário estrutural PSUV-PCV (26 de fevereiro de 2018)

Acuerdo-psuv-pcv-2018-02-26.jpg

Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV)-Partido Comunista da Venezuela (PCV)

 

O PSUV e o PCV denunciam, perante o mundo, que o imperialismo – através do governo dos EUA e com a subordinada cumplicidade de governos da América Latina e da extrema direita venezuelana –, insiste em criar um expediente artificial em organizações multilaterais contra o nosso país, para tentar justificar uma intervenção internacional, com a possibilidade real de os governos direitistas da Colômbia, do Brasil ou da Guiana criarem uma provocação nas fronteiras.

Ler o texto integral do Acordo

Mapa Venezuela_agresion

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publicado por António Vilarigues às 16:27
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Sexta-feira, 4 de Novembro de 2016

UPP: Nascimento e afirmação do movimento operário em Portugal

UPP Curso Ranita 2016

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publicado por António Vilarigues às 12:39
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Quarta-feira, 24 de Junho de 2015

Intelectuais no combate do povo

PCP_Folheto4_2015-06

Nenhum outro ideal, mais do que o ideal dos comunistas, corresponde à aspiração mais profunda dos intelectuais no domínio das suas actividades específicas: a aspiração à completa realização das suas capacidades e potencialidades – científicas, artísticas, pedagógicas, técnicas – e à fruição social dos bens em que o seu trabalho se concretiza.

Portugal Democrático, para defender a sua soberania e progredir, precisa do empenhamento, do trabalho, da obra dos intelectuais.

 

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publicado por António Vilarigues às 14:51
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Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2015

A importância da teoria

Lenin_CL_Colour.jpg

«Sem teoria revolucionária não pode haver também movimento revolucionário»

 

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publicado por António Vilarigues às 12:48
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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2015

As raízes históricas do leninismo

Marx Engels Lenine

 As raízes históricas do leninismo

 

«O leninismo cresceu e tomou a sua forma definitiva nas condições do imperialismo, quando as contradições do capitalismo chegaram a um ponto extremo, quando a revolução proletária se tornou uma questão prática imediata, quando o antigo período de preparação da classe operária para a revolução terminou e se transformou no período de assalto directo contra o capitalismo.

(...)

O conteúdo do método de Lénine já existia, no essencial, na doutrina de Marx, a qual, segundo a sua própria expressão, «pela sua essência, é crítica e revolucionária». É precisamente este espírito crítico e revolucionário que impregna, do princípio ao fim, o método de Lénine. Mas seria errado pensar que o método de Lénine é apenas a reconstituição do que nos foi dado por Marx. Na realidade, o método de Lénine não só é a reconstituição, mas também a concretização e o desenvolvimento subsequente do método crítico e revolucionário de Marx, a sua dialética materialista.»

 

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Domingo, 22 de Junho de 2014

Marcar o território

     O PCP cumpriu a sua missão política no presente e marcou o território para o futuro.

A ida do secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, ao Palácio de Belém, para uma audiência com o Presidente da República, Cavaco Silva, onde pediu a demissão do Governo chefiado por Pedro Passos Coelho e a convocação de eleições, pode ter passado despercebida a muitos.

Muitos dos que nela repararam, podem ter achado estranho – e outros até pensado que era absurdo – o líder de um partido minoritário sentir-se com legitimidade para pedir a queda de um Governo eleito, mesmo tendo em conta que a coligação governamental do PSD e do CDS saiu derrotada nas europeias do mês passado.

Mas o acto político desempenhado pelo secretário-geral do PCP nada tem de absurdo ou de inusitado, antes é um sinal de coerência e também um sinal do empenhamento e da atenção com que os comunistas portugueses vivem o actual momento político.

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publicado por António Vilarigues às 11:11
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