TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Segunda-feira, 12 de Março de 2018
Acordo unitário estrutural PSUV-PCV (26 de fevereiro de 2018)

Acuerdo-psuv-pcv-2018-02-26.jpg

Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV)-Partido Comunista da Venezuela (PCV)

 

O PSUV e o PCV denunciam, perante o mundo, que o imperialismo – através do governo dos EUA e com a subordinada cumplicidade de governos da América Latina e da extrema direita venezuelana –, insiste em criar um expediente artificial em organizações multilaterais contra o nosso país, para tentar justificar uma intervenção internacional, com a possibilidade real de os governos direitistas da Colômbia, do Brasil ou da Guiana criarem uma provocação nas fronteiras.

Ler o texto integral do Acordo

Mapa Venezuela_agresion

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Sábado, 22 de Outubro de 2016
Colômbia

mapa colombia5

 

As questões da História estão no centro da luta ideológica entre o capital e o trabalho, entre as forças do progresso social e da paz e as forças da reacção e da guerra.

Rever a História, tergiversar e falsificar processos e acontecimentos marcantes, apagar, diminuir e caluniar a resistência e a luta libertadora dos trabalhadores e dos povos é o modo de estar e o dia a dia da classe dominante.

A luta pela verdade histórica é uma componente fundamental da luta contra o grande capital e o imperialismo no plano mundial e em cada uma das frentes em que esta luta se desdobra em todos os continentes, da Síria ao Brasil, da Península da Coreia à África Austral, da Ucrânia à Venezuela bolivariana.

 

Veja-se o caso concreto da Colômbia onde após mais de quatro anos de negociações em Havana entre o governo colombiano e as Forças Armadas Revolucionárias Colombianas – Exército do Povo se chegou a um Acordo de paz que, após meio século de guerra e de corajosas lutas populares, num processo original em que se combinaram criativamente todas as formas de luta, abriu ao povo colombiano a perspectiva de uma paz com justiça social. É certo que contra este Acordo se mobilizaram poderosas forças da reacção e da tenebrosa oligarquia colombiana e que, num plebiscito com enorme abstenção, o Acordo não recolheu, por margem mínima, a maioria dos votos expressos. Mas é uma evidência que o povo colombiano quer a paz e a prová-lo estão as grandes demonstrações populares que em todo o país reclamam a sua implementação.

Neste quadro de aguda luta política, a atribuição do Prémio Nobel da Paz ao presidente José Manuel Santos vem objectivamente valorizar os esforços de paz e contrariar as forças da guerra que, recorrendo ao terrorismo de Estado e aos bandos paramilitares fascistas, sempre procuraram o esmagamento puro e simples da guerrilha revolucionária e que, em conluio com os EUA, aplicaram o «Plano Colômbia», assassinaram milhares de sindicalistas e membros da União Patriótica, alimentaram os sinistros negócios dos mais célebres cartéis da droga do mundo. Foi assim que as próprias FARC-EP interpretaram publicamente um prémio que ostensivamente as descrimina e que encerra um grau de ambiguidade que não podemos deixar de assinalar, pois facilita a revisão da história do conflito colombiano, das suas raízes socioeconómicas e políticas, dos responsáveis por tanta morte e sofrimento, daqueles que efectivamente lutaram, não pela paz dos cemitérios, mas por uma paz com justiça social. É preciso não esquecer que foram os latifundiários (que agora saem a perder com o compromisso que o Acordo de Paz significa) e o poder político que desencadearam a violência terrorista contra os camponeses espoliados das suas terras. A autodefesa camponesa e as FARC-EP surgiram como resposta à violência reaccionária que, numa espiral sem fim, encheu as prisões e os cemitérios de combatentes contra a ditadura, numa luta heróica pela democracia, o progresso, a justiça social e a soberania nacional em que os comunistas, estreitamente ligados ao povo, tiveram e têm o mérito principal.

Quando a reacção procura subverter e liquidar o processo de paz, os comunistas portugueses defendem a verdade histórica, rejeitam a tentativa de criminalização da resistência, reiteram a sua solidariedade com os comunistas, os revolucionários e o povo colombianos na sua luta pela conquista da paz com justiça social.

(sublinhados meus)

AQUI

 

Juan Manuel Santos-Rodrigo Londoño

 

 Para Ler:

 NOTA: Os artigos estão ordenados de forma ascendente

 

Marcha pela Paz Colômbia1 2016-10

 

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Domingo, 24 de Julho de 2016
24 de Julho de 1783 – Nasce Simón Bolívar

Simón Bolívar Av

Militar, revolucionário e estadista venezuelano, Simón Bolívar, «O Libertador», é um dos vultos maiores da história latino-americana.

Nascido numa família da aristocracia colonial, Bolívar cedo abraçou a causa de independência e unidade dos povos da América Latina.

As muitas batalhas que travou, a fundação da Grande Colômbia (federação que abrangia os actuais territórios da Colômbia, Venezuela, Panamá e Equador) e sobretudo as suas ideias políticas granjearam-lhe inimigos nas oligarquias locais.

Bolívar libertou os escravos, restituiu as terras aos índios, instituiu a educação gratuita, criou hospitais, asilos e creches, protegeu a produção nacional da livre concorrência, incentivou a indústria e o comércio, nacionalizou as minas e decretou o monopólio estatal das riquezas do subsolo, defendeu a soberania nacional.

A Igreja excomungou-o, os inimigos chamaram-lhe «caudilho dos descamisados», «tirano libertador de escravos».

Vencido pela aliança dos que se opunham ao «ideal bolivariano», Simón Bolívar morreu três anos depois da eclosão, em 1827, das guerras civis que levaram ao desmembramento da Grande Colômbia.

Quase 200 anos depois, o projecto revolucionário bolivariano permanece vivo em toda a América Latina.

AQUI

 


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Sexta-feira, 1 de Julho de 2016
Colômbia: Acordo histórico em Havana

Colômbia diálogos paz1

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo (FARC – EP) e o governo colombiano assinaram na quinta-feira, 23, em Havana, um acordo histórico de cessar-fogo e de desarmamento.

O acordo, considerado um passo decisivo para pôr fim a um conflito que dura há mais de meio século, foi assinado pelo presidente colombiano, Juan Manuel Santos, e o líder das FARC, Rodrigo Londoño "Timochenko". A capital cubana, sede desde Novembro de 2012 das negociações de paz, acolheu a cerimónia em que participaram o anfitrião e presidente cubano, Raúl Castro, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Noruega, Borge Brende, em representação dos países garantes do processo de paz, e os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro, e do Chile, Michelle Bachelet, como nações acompanhantes dos diálogos de paz.

O momento histórico foi ainda acompanhado pelos presidentes da República Dominicana, de El Salvador e do México, além do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, na qualidade de convidado especial, que se fez acompanhar pelos presidentes do Conselho de Segurança, Francois Delattre, e da Assembleia geral da ONU, Mogens Lykketoft.

Ler texto integral

 

«Miguel Urbano, um dos revolucionários que mais escreveu sobre a heroica luta das FARC-EP e mais divulgou a sua epopeia faz, nesta hora de refluxo, o comentário possível aos acordos recentemente assinados em Havana, entre aquela organização revolucionária e o governo da Colômbia.
Termina, confessando a sua dificuldade em «imaginar que tipo de «reconciliação» (…) será possível, num contexto em que a classe dominante não esconde a sua fidelidade ao neoliberalismo ortodoxo e à íntima aliança com os Estados Unidos».
»

 

Bandeira_FARC-EP.jpg

«A paralisação de camponeses, assalariados rurais e indígenas colombianos dura há mais de uma semana e já obrigou o governo a comprometer-se com a segurança dos manifestantes.»

Juan Manuel Santos1.jpg

 

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Domingo, 23 de Junho de 2013
Colômbia: Entre o céu e o inferno

É preciso entender que este não é um processo de submissão, mas de construção de paz. Não se trata de uma incorporação da insurgência ao sistema político vigente, assim como está, sem que se opere nenhuma mudança a favor das maiorias excluídas. Então, qual foi o intuito da luta? O melhor epílogo desta guerra deve ser rubricado por mudanças estruturais no político, econômico e social que propiciem a superação da pobreza e da desigualdade.

Temos que defender este processo de paz, esta esperança. Todos, resolutamente, governo, guerrilha das FARC e as organizações sociais e políticas do país, devem somar vontades para alcançar, após décadas de confronto bélico, a ansiada reconciliação com justiça social. O que nos importa Uribe e Fedegan se estamos determinados a alcançar a paz?

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   Nesta entrevista com Pablo Catacumbo, membro do Estado-Maior Central das FARC-EP explica como e por que razão as FARC-EP a negociar com o governo de Juan Manuel Santos: «Sentimos que havia a possibilidade de alcançar uma solução política, que nunca esteve ausente da nossa abordagem estratégica». 

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Domingo, 9 de Junho de 2013
As FARC-EP, meio século de luta pela paz

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Os Diálogos para a Paz entre as FARC e o governo colombiano chegaram a um importante acordo sobre a Reforma Agrária [ler texto em baixo]. O difícil processo negocial prossegue. As FARC estão conscientes de que a conquista da Paz é inseparável do desmantelamento da oligarquia que utiliza o Estado como instrumento da sua política de classe, marcada por uma repressão feroz.

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«Após discutir durante meses nossa problemática rural e de buscar soluções que, efetivamente, reivindiquem e redimam o camponês, as comunidades indígenas e afrodescendentes, e que favoreçam o bem viver dos colombianos, avançamos na construção de um acordo, com exceções pontuais, que necessariamente terão que ser retomadas, antes da concretização de um acordo final.»

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«Nas últimas semanas o governo de Barack Obama alterou profundamente a sua estratégia para a América Latina.

Três acontecimentos quase simultâneos assinalaram o início de uma perigosa ofensiva que visa a desestabilizar os governos progressistas da Região: o recebimento por Juan Manuel Santos de Capriles Radonski - o líder da extrema-direita venezuelana, derrotado nas eleições presidenciais - a visita a Bogotá de Joe Binden, vice dos EUA, e a notícia de que a Colômbia prepara a sua adesão à NATO

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Quarta-feira, 3 de Abril de 2013
O debate que há hoje nas FARC-EP não é sobre a validade ou não da luta armada

   Uma entrevista muito importante não apenas para a compreensão da situação actual na Colômbia, nomeadamente no que diz respeito às perspectivas dos diálogos de Havana, mas também para compreender o relacionamento histórico entre a FARC e o PC Colombiano, e a questão da luta armada no quadro da luta política pela terra e pelas liberdades democráticas.

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Segunda-feira, 18 de Março de 2013
Colômbia: Por uma paz digna, com justiça, democracia e soberania

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A delegação de Paz das FARC-EP e a direção do MCB, reunida em Havana, Cuba, território livre da América e avançada da segunda independência latino-caribenha, exorta aos povos deste continente e do mundo a impulsionar com renovado entusiasmo e intensa participaçom, o desenvolvimento exitoso dos diálogos que têm local nesta cidade heróica.

Nada pode ser mais imperioso que conseguir uma saída política justa e digna a este desgarrador conflito social armado para um povo que, como o colombiano, sofreu e sofre os rigores de umha guerra encarniçada, imposta ao longo de meio século por um Estado, por umha classe dominante-governante e uma superpotência imperialista, os Estados Unidos, empenhada em assumir o terror como meio de submetimento e saque.

Urge, portanto, deter essa tendência cruel e destrutiva, acordando quanto antes melhor, um cessamento de fogo bilateral que despeje o clima de confrontaçom violenta que ainda perdura; favorecendo assim o exame cuidadoso, detito, desapaixonado e profundo das causas económicas, sociais, políticas e culturais do estado de guerra a superar.

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Segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2013
As FARC-EP em Havana - a verdade e a mentira sobre uma guerrilha heróica

 

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Bases dos EUA na Colômbia. As legendas são da responsabilidade exclusiva de quem fez o mapa.

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As negociações de Havana estão desde o início armadilhadas. Mas tal não impede que o balanço actual seja muito positivo. O interesse que as conversações de Havana e o prólogo de Oslo suscitaram permitiu que a voz da guerrilha chegasse a milhões de pessoas em dezenas de países. Em conferências de imprensa, em entrevistas e artigos, dirigentes como os comandantes Ivan Marquez, Rodrigo Granda, Jesus Santrich e outros projectaram a imagem real das FARC e da sua organização revolucionária, incompatível com a perversa caricatura que delas exportam Santos e os seus generais.

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Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2013
Sobre a 1ª etapa dos diálogos de Havana entre as FARC-EP e o governo colombiano

    Concluiu-se a primeira etapa dos diálogos de Havana. Para as forças democráticas e defensoras da paz, o balanço é positivo. Mas o prosseguimento do processo até que seja alcançada uma paz estável e duradoura enfrentará ainda muitas dificuldades e incertezas. À mesa das negociações sentam-se forças de classe antagónicas. E no desenvolvimento do processo pesará de forma determinante a posição do imperialismo, que tem na Colômbia uribista o seu mais fiel aliado na América Latina.

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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012
Comunicado das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia - Exército do Povo

Clicar na imagem para visualizar a ligação

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Terça-feira, 6 de Novembro de 2012
As FARC-EP lutam pela Paz, o governo simula negociar

As FARC-EP lutam pela Paz, o governo simula negociar

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«O presidente Juan Manuel Santos, um oligarca neofascista, sentiu a necessidade de abrir o diálogo de paz com as FARC, opção que ao tomar posse qualificava de impensável. Mudou de atitude na convicção de que não há solução militar para o conflito e também alarmado com o êxito alcançado pela Marcha Patriótica e com a adesão de milhões de colombianos à campanha promovida pelo movimento «Colombianos por la Paz».
Trata de ganhar tempo. Juan Manuel Santos sabe que Washington se opõe a uma paz negociada com as FARC e são fortíssimas as pressões da oligarquia e das transnacionais para impedir que a mesa de diálogo de Havana atinja os objectivos do Acordo assinado. Sabotar a Agenda é agora a tarefa de Humberto Calle e do general Mora.
Do outro lado estão as heroicas FARC-EP, assumindo na mesa de diálogo o mesmo papel que na luta armada sempre definiram como seu: defender o povo e a democracia, defender uma Colômbia de progresso e de paz.
»

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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2012
Colômbia: Texto do acordo entre Governo e FARC-EP

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Acordo Geral para o termo do conflito e a construção de uma paz estável e duradoura

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Domingo, 12 de Agosto de 2012
A situação na Colômbia e o projecto das FARC-EP
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Influentes media nos EUA manifestam preocupação face à situação socio-política e militar na Colômbia. Têm muitas razões para essa súbita preocupação: divergências no interior do regime; denuncia publica de envolvimento de chefes militares com a rede narco paramilitar; agravamento da crise económica; os efeitos dos Tratados de Livre Comercio impostos pelos EUA e pela União Europeia; o avolumar do descontentamento popular e, sobretudo, uma série de derrotas infligidas pelas FARC-EP a forças do Exército e da Polícia Nacional.

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«Os recentes acontecimentos de profunda repercussão nacional evidenciam que a imagem de uma Colômbia paradisíaca, que os últimos governos se encarregaram de difundir a nacionais e estrangeiros, não passa de uma criação mediática e virtual, inventada com o objectivo de atrair o capital de investimento transnacional em crise noutras latitudes, e é animada pelo objectivo deliberado de enriquecer uma elite local privilegiada, com grave prejuízo para os interesses das grandes maiorias colombianas e da nossa própria existência como nação soberana.»

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Terça-feira, 5 de Junho de 2012
FARC: 48 anos de luta Revolucionária

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Não há precedente na história da América Latina para uma saga revolucionária comparável à das FARC. Fundada há quase meio século, a guerrilha das FARC luta contra o mais poderoso exército do Sul do Hemisfério, armado e financiado pelo imperialismo estado-unidense.

Sucessivos governos anunciaram ao longo dos anos em Bogotá o seu fim iminente. Mas não há calúnia nem discurso dos presidentes e generais da oligarquia colombiana que possa esconder o óbvio: as FARC-EP - guerrilha-partido marxista-leninista - prosseguem a luta por uma Colômbia independente, democrática e progressista.

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Domingo, 4 de Março de 2012
FARC - A luta continua

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O comunicado das FARC sobre a renúncia aos sequestros motivou uma chuva de comentários, interpretando a decisão como prólogo do fim da guerrilha. O andamento da história vai desmentir tais profecias. O comandante Timoleon Jimenez, seu actual comandante-chefe, já informou que a organização revolucionária continuará a sua luta por uma Colômbia livre, democrática e independente.

Ler Texto Integral

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Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012
Colômbia: O porquê da guerra

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Uma luta duríssima como a que as FARC-EP travam desde 1964 não podia subsistir sem um forte apoio popular e um programa que correspondesse aos anseios da população que lhes garante apoio, cobertura e a renovação de guerrilheiros e quadros.

Nesta resposta de Timóleon Jimenez, Comandante do Estado-Maior Central das FARC-EP, à carta-aberta que lhes foi dirigida pelo professor e académico colombiano Medófilo Medina, pode o leitor ver - sem a intermediação das agências ao serviço do imperialismo - o que é e por que luta a heroica guerrilha colombiana.

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Domingo, 6 de Fevereiro de 2011
José Saramago, por Jorge Restrepo

JOSÉ SARAMAGO, José Restrepo, Colômbia

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011
Paraguai: Comunistas retiram apoio a Lugo

O Partido Comunista Paraguaio decidiu retirar o seu «apoio crítico» ao governo do presidente Fernando Lugo, considerando que, apesar de inúmeras tentativas da sua parte, não foi possível obter uma «rectificação do rumo político» e «a recuperação do programa de mudanças votado em Abril de 2008».

O Comité Central do partido, na sua reunião de 18 e 19 de Dezembro, considerou que «o governo continuou e continua sua política de direita, cujo início se deu com o convénio de Setembro de 2008, assinado com o narcoterrorista presidente da Colômbia à época, Álvaro Uribe».

Os comunistas paraguaios denunciam ainda «o projecto privatizador de rodovias, rios e aeroportos que o poder executivo enviou ao Congresso e que foi aprovado, para depois avançar mais e enviar o projecto específico de privatização de aeroportos, incluindo o aeroporto de Marechal Estigarribia, que é militar».

Também a posição favorável do governo à instalação da transnacional do alumínio Rio Tinto Alcan é vista como uma amputação da soberania nacional e uma cedência à política de dominação imperialista interessada em se apoderar dos ricos recursos naturais do Paraguai.

Todavia, o Partido Comunista Paraguaio valoriza os passos positivos dados pelo novo poder, designadamente no campo da saúde pública e no apoio às famílias em situação de pobreza extrema, e declara o seu empenhamento «incondicional» na «defesa do processo de mudança», sublinhando que «não vacilaremos um instante em defender o governo constitucional diante de um possível golpe da direita, patrocinado pelos ianques».


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Segunda-feira, 15 de Novembro de 2010
Mais contributos para o assassinato da democracia

Timisoara, Roménia, no final de 1989: «Pela primeira vez na história da humanidade, cadáveres acabados de enterrar ou alinhados nas mesas das morgues foram desenterrados à pressa e torturados para, em frente das câmaras, simular o genocídio que devia legitimar o novo regime. O que o mundo inteiro teve debaixo dos olhos em directo nos ecrãs da televisão, como sendo verdade era a não verdade absoluta; e embora a falsificação por vezes fosse evidente, era de qualquer modo autenticada como uma verdade pelo sistema mundial dos meios de comunicação, para que se tornasse claro que a verdade passara a ser apenas um momento do movimento necessário da falsidade». Palavras de Giorgio Agamben, filósofo, que não é propriamente um crítico da ideologia dominante. O chamado «massacre de Timisoara» ficará nos anais da história como o exemplo de mais uma página vergonhosa da actuação da comunicação social dominante.

Mas a saga não pára! Sabemos que o que se silencia é, na maior parte das vezes, tão ou mais importante do que o que se publica. A palavra de ordem do momento é «o que não se sabe é como se não existisse».

Honduras 28 de Julho de 2009, um golpe de estado militar derruba o presidente democraticamente eleito Manuel Zelaya. Uma consulta sem força de lei foi transformada em referendo. A CNN e a BBC difundem para todo o mundo que o golpe era legal porque o referendo (que era consulta) era ilegal. Assunto encerrado e quanto menos se falar dele melhor. O bloqueio informativo estava montado. Desde o golpe, em 17 meses, foram assassinados mais de mil hondurenhos. Dos quais 10 eram jornalistas. Onde estava a comunicação social dominante?

Colômbia 2010, só durante os primeiros 75 dias de mandato do novo presidente, Juan Manuel Santos, 22 activistas políticos e sociais, um jornalista e um juiz foram assassinados no país. Em 2010, já foram assassinados 37 sindicalistas, 201 foram ameaçados, 5 encontram-se desaparecidos, 1 foi detido e 20 foram alvo de atentados. Cerca de 60 por cento dos sindicalistas assassinados no mundo são colombianos. A maior vala comum da América Latina foi encontrada neste país, em Macarena. Ali estavam depositados mais de 2 mil cadáveres. Suspeita-se que sejam de jovens aliciados para trabalhar e, posteriormente, executados pelo exército e apresentados à comunicação social como se de guerrilheiros das FARC se tratasse. Na Colômbia existem mais de 7500 presos políticos.

E se estes acontecimento tivessem ocorrido em Cuba, ou na Venezuela, ou na Bolívia, ou …?

Portugal 2010. Um órgão de comunicação social, dito de referência, não comparece em qualquer iniciativa do PCP entre as eleições autárquicas de 2009 e Abril 2010. Nem a uma! De silêncios e omissões é feita a discriminação do PCP na generalidade da comunicação social dominante. E nem o facto de 4 jovens raparigas, menores, militantes de JCP terem sido integralmente despidas numa esquadra da PSP em Lisboa parece alterar os «critérios jornalísticos» em prática.

No nosso país, mais de uma centena de órgãos de comunicação social estão nas mãos de cinco grandes grupos económicos. Será que o intrigante facto de nenhum órgão de comunicação social, nem os especializados em assuntos de economia, dissecar os agora omnipresentes e omnipotentes «mercados financeiros» tem alguma coisa a ver com este facto?...

Não lhes interessa o conteúdo e a forma do conceito que papagueiam acriticamente todos os dias? Porque não dão a conhecer os rostos e os nomes dos administradores e accionistas dos bancos, seguradoras, empresas de especulação financeira, aqueles que, de jure e de facto, constituem «os mercados»? E dos accionistas de referência dessas mesmas empresas? Porquê?

Nota final: para quem não sabe recorde-se que o PCP difunde mais de mil posições públicas por ano (só dos seus organismos centrais ou estruturas nacionais)…

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

In jornal "Público" - Edição de 12 de Novembro de 2010

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Sábado, 9 de Outubro de 2010
Ataque aos direitos nos EUA

Pacifistas, anti-racistas e militantes políticos de esquerda dos EUA responderam com uma energia e indignação sem precedentes à rusga coordenada do FBI a nível nacional contra as casas de respeitados dirigentes políticos. Na semana seguinte, houve acções de protesto em 46 cidades. Foi criado o Comité Fim à Repressão do FBI para coordenar a contestação aos ataques da polícia federal de investigação. Dezenas de organizações locais, regionais e nacionais, incluindo o San Francisco Labour Council, pronunciaram-se contra os raids do FBI.

A última acção repressiva começou a 24 de Setembro quando agentes do FBI munidos de mandados do grande júri invadiram as casas de vários pacifistas e activistas pelos direitos sociais em Minnesota, Michigan e Illinois. A 2 de Outubro, 13 deles já haviam sido intimados a comparecer perante o grande júri, em Chicago, a 5 de Outubro. Para esta data foi marcado novo protesto para exigir o fim das intimações e o slogan «Não à investigação do grande júri» deve tornar-se o lema do movimento nacional para pôr cobro a este perigoso precedente.

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Sábado, 18 de Setembro de 2010
Colômbia, o Israel da América (II)

Alvaro Uribe entrega a faixa presidencial a Juan Manuel Santos, Desenho de Carlos Latuff

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Para Ler:


Rebelión:

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Quinta-feira, 16 de Setembro de 2010
Colômbia, o Israel da América (I)

Alvaro Uribe, Desenho no novo sítio de Carlos Latuff

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Para Ler:


Rebelión:
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Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010
Juan Manuel Santos: Narcotraficante de turno na Presidência da Colômbia

Com uma cara que não engana, Juan Manuel Santos é o membro destacado para a vida política activa de uma das mais poderosas famílias colombianas. Ligada à comunicação social desde a compra de El Tiempo em 1913 (o único diário colombiano de circulação nacional), a família Santos domina ainda, entre outros negócios fora da comunicação social, 4 semanários, 1 TV, 1 TV por subscrição, o serviço informativo e de entretenimento dos possuidores de telemóveis da rede da Vivemovil, 11 revistas e 8 portais de internet.

Sobrinho-neto de Eduardo Santos, presidente da Colômbia em 1938-1942, a saga de Juan Manuel Santos e da família confunde-se com a história da exploração desenfreada, da repressão e da tortura, do assassínio político, do crescimento exponencial do narcotráfico e do paramilitarismo nos últimos 80 anos da Colômbia.

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Sexta-feira, 20 de Agosto de 2010
Colômbia, notícias silenciadas: Matem à vontade, que eu pago!

Foi nisto que se converteu uma instrução secreta de Uribe datada de 2005. Agora, o Comité de Direito Humanos da ONU questiona-a porque resultou na execução extrajudicial de mais de mil inocentes. Em nome do Comité, Fabian Savioli quer saber se a «Colômbia vai abandonar os incentivos económicos (... ) e tirar conclusões dos chamadosfalsos positivos’ (...) são muito casos (...) de execuções sumárias que foram camufladas para receber uma recompensa». O governo uribista argumenta que instruções de 2008 e 2009 substituíram a de 2005. Entretanto, os mortos continuam.

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Para estas notícias divulgadas neste blog, a comunicação social dominante não tem tempo nem espaço...

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Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010
Colômbia, notícias silenciadas: A pobreza é um «crime» que se paga com a morte...

Felipe Zuleta é o autor deste documentário fundamental para conhecer alguns aspectos do drama dos «falsos positivos» e que se pode ver AQUI e AQUI. Nesse trabalho é denunciado o drama das famílias de onze jovens de Soacha que foram recrutados e abatidos pelo exército colombiano alegadamente por serem guerrilheiros. Zuleta é advogado, político e jornalista, vem da oligarquia bogotana – neto de presidente da República – e já exerceu vários cargos públicos. É igualmente um opositor a Uribe Vélez, a quem acusa de estar ligado a grupos de narcotraficantes e paramilitares e de promover a limitação das liberdades e direitos civis. Para que não se pense que Felipe Zuleta é esquerdista, acrescente-se que viveu refugiado no Canadá durante nove anos, alegadamente por ameaças das FARC. Agora está de volta em Bogotá, onde publica uma coluna no jornal El Espectador.

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Quarta-feira, 18 de Agosto de 2010
Colômbia, notícias silenciadas: Bases militares são ilegais...

É assim que opina Jorge Ivan Palácio, em resposta a uma petição para declarar inconstitucional a instalação das sete bases militares de Washington. Para o jurista do Tribunal Constitucional, a sua aprovação corresponde ao parlamento (não ao governo) e pediu um período de um ano para que se cumpram os prazos constitucionais. O juiz afirma que se trata de um novo acordo militar e não a continuação de um anterior já assinado. De facto, a Sala de Consulta do Conselho de Estado já tinha afirmado a necessidade de que o acordo contasse com a aprovação do legislativo, porque as condições que o rodeavam não estavam dentro dos parâmetros do acordo de cooperação bilateral já existente. Essa não foi a opinião de Uribe Vélez, que passou descaradamente por cima da recomendação de vários advogados. O Tribunal tem até 17 de Agosto para decidir sobre a tese do magistrado.

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Terça-feira, 17 de Agosto de 2010
Colômbia, notícias silenciadas: Vala comum... tão comum que não surpreende!

No momento em que o embaixador deliquente Luis Alfonso Hoyos apresentava as tais provas «irrefutáveis» sobre o apoio de Caracas aos guerrilheiros colombianos, outra notícia, esta absolutamente verdadeira, era silenciada. Nesse mesmo dia, uma comissão internacional composta por euroedeputados e sindicalistas britânicos confirmava a existência, em Macarena, no Meta, da maior vala comum jamais vista na América Latina. Os camponeses da região falam em dois mil corpos, a revista Semana, dias depois, em «centenas de cadáveres», o governo diz que esses não são os números. Claro, uma vala comum na Colômbia não é notícia! Imaginemos como seria se o achado fosse em terras venezuelanas, bolivianas ou equatorianas!


Ao que tudo indica, este macabro acontecimento está ligado à política dos «falsos positivos» de Uribe Vélez. O sacerdote Javier Giraldo, em declarações à Semana afirma que esses mortos sem identificar correspondem a «execuções extrajudiciais». A senadora liberal Piedad Córdoba esclarece: «Aqui foi onde começou realmente a política que se conhece como falsos positivos; os assassínios a sangue-frio para reclamar recompensas, para conseguir promoções, para pedir férias...»

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publicado por António Vilarigues às 00:03
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Segunda-feira, 16 de Agosto de 2010
Colômbia, notícias silenciadas: Denúncia é cortina de fumo…

Ramiro Bejarano é ex-chefe da DAS, Departamento Administrativo de Segurança ou serviço secreto colombiano. Como tal, é muito o que sabe e talvez ainda mais o que esconde. Numa entrevista recentemente dada à RCN, principal rede de estações de rádio da Colômbia, afirmou que considera que a denúncia feita pelo seu governo no sentido de que os guerrilheiros se escondem na Venezuela, foi uma «cortina de fumo» para desviar a atenção das declarações de um ex-funcionário do serviço secreto que comprometem Uribe. Esse antigo membro da DAS, que agora está preso, é Fernando Tabares e durante interrogatórios realizados de 9 a 13 de Julho revelou que o presidente estava envolvido nos casos de espionagem a magistrados, políticos e jornalistas.

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publicado por António Vilarigues às 00:04
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Quarta-feira, 23 de Junho de 2010
Para nós o Poder Popular não é outro senão o Socialismo

Carlos Lozano Guillén (CL): - Quais são as causas da actual situação na Grécia?
Aleka Papariga (AP): - A causa da profunda crise em que a Grécia se encontra é a mesma de todos os países capitalistas desenvolvidos. Trata-se de uma clássica crise cíclica da economia capitalista. De facto, é uma crise generalizada e profunda. Independentemente da forma em que se manifesta neste ou naquele país, é o resultado da sobre-acumulação de lucros e capitais e da dificuldade em encontrar novas saídas, sem obstáculos, de rentabilidade contínua, o que é impossível de ultrapassar sem uma depreciação do capital.

Isto é o que os governos, os organismos internacionais imperialistas e os vários analistas, utilizando todos os meios, tratam de ocultar aos povos.

Na Grécia, a crise apresenta-se como um problema de grande dívida pública e de grande défice estatal. Vale a pena mencionar que no nosso país, nos últimos 15-20 anos, houve altas taxas de crescimento, com um aumento escandaloso dos lucros de todos os sectores da plutocracia. Este «milagre» grego foi levado a cabo por governos social-democratas e liberais, tendo como guia uma estratégia comum que foi apoiada pela União Europeia (UE): medidas contra os trabalhadores, reformas reaccionárias em todos os sectores, reformas laborais e na segurança social, privatizações, mercantilização da saúde e da educação, financiamento estatal e provocadoras medidas de isenção de impostos para o capital.

O objectivo foi o de fortalecimento dos monopólios, tanto gregos como europeus, nas suas actividades dentro e fora da UE.

Ao povo grego foi dito que esta é a via, que esta estratégia assegura o desenvolvimento contínuo e que o resultado final beneficiará também o povo. Os factos vieram dar razão ao Partido Comunista da Grécia [KKE, sigla em grego], que desde o princípio advertiu que esse caminho só ia trazer problemas ao povo e crise.

Agora, a classe burguesa e os seus partidos políticos cooperam para que o povo pague a crise e os impasses do capitalismo. Querem descarregar nas costas dos trabalhadores e dos sectores pobres do povo os novos empréstimos públicos para financiar a concentração de capitais que se asfixiam e correm o risco de desaparecer. Ao mesmo tempo, utilizam a crise para aplicar medidas reaccionárias que queriam implementar há vários anos, a fim de embaratecer a força de trabalho e retirar da produção grandes sectores de trabalhadores autónomos e pequenos empresários.

A crise capitalista não é a doença, mas um sintoma da incurável doença do capitalismo, cujo desenvolvimento continua a ser anárquico e desigual, em todos os sectores da economia e na fase em que prevalecem os monopólios. As medidas anti-populares dos governos, na fase de desenvolvimento, bem como na própria crise, são uma demonstração evidente de que o capitalismo está obsoleto. Todas as suas contradições se agudizaram ao máximo e sobretudo a contradição fundamental entre o capital e o trabalho.

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publicado por António Vilarigues às 00:06
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