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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

A um posto de trabalho permanente deve corresponder um contrato efectivo

Intervenção de Jerónimo de Sousa em Molelos, Tondela

 

«Temos uma ideia fundamental, a um posto de trabalho permanente deve corresponder um contrato efectivo.

É uma condição fundamental e a lei deve prever isso: que esse trabalhador num posto permanente passe, de facto, para um contrato de trabalho efectivo»

 

Gente Séria

Comício Coliseu 2015-09-20

Bem se pode dizer que a CDU é gente séria.

Gente séria porque honramos a palavra dada. Com a CDU, os trabalhadores e o povo sabem com que podem contar, conhecem que o que dizemos cumprimos, que não andamos a semear promessas e mentiras para ganhar votos, porque na CDU o voto de cada um é integralmente respeitado.

Gente séria porque estamos na política não para nos servir, mas para servir os interesses dos trabalhadores, do povo e do país. Na CDU não fazemos dos cargos públicos uso para garantir privilégios. Os nossos eleitos e deputados recebem de remuneração o mesmo que ganhavam nas suas profissões e empresas. Gente reconhecida pelo seu trabalho, a sua honestidade, a sua competência.

Gente séria porque leva a sério os problemas dos trabalhadores, dos reformados, dos pequenos e médios empresários, dos jovens, porque na sua acção a CDU dá resposta às suas inquietações e justas aspirações, porque ligada à vida conhece e responde às suas preocupações e intervém na defesa de todos os que são atingidos pela política de direita.

Gente séria porque não vira a cara à luta. Porque como os portugueses sabem foi com a CDU que contaram nas horas más, foi na CDU que encontraram a coerência e a coragem quando mais difícil era resistir e combater a política de destruição das condições de vida, porque é na CDU que reside a garantia de pesar na hora de se bater por uma política patriótica e de esquerda.

Gente séria porque não precisa de esconder o seu percurso. Sim porque a CDU não precisa de disfarçar as suas posições passadas, mandar para trás das costas responsabilidades pelo rumo de declínio, porque precisa de se pôr em bico de pés para procurar apresentar-se agora como aquilo que não é. A CDU apresenta-se de cabeça levantada com a razão acrescida que vida lhe deu e dá razão, com a clareza de quem denunciou e combateu a política de desastre de sucessivos governos do PS, PSD e CDS, com a autoridade de quem tem afirmado e defendido soluções e medidas que se tivessem sido aprovadas teriam poupado os portugueses a tantas dificuldades e teriam contribuído para construir um país menos desigual e mais justo.

Gente séria com uma política a sério para dar resposta aos problemas nacionais. Gente que não se refugia na mentira, no semeio de desilusões e falsos fatalismos mas que pelo contrário afirma com confiança que há solução para os problemas do País, que Portugal tem recursos e meios para assegurar um futuro melhor, com mais produção e uma distribuição de riqueza que beneficie quem trabalha.

Gente séria porque não desiste de um Portugal a sério. Porque na CDU não prescindimos de lutar pelo direito inalienável do País a afirmar-se como nação soberana e independente, de colocar os interesses nacionais à frente dos projectos daqueles que querem manter o país submetido ao capital transnacional e ao directório de potências. 

Jerónimo de Sousa

 

Comício Coliseu 2015-09-20_1

 

«Avante!» mais espaço, mais festa, futuro com Abril

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Na Abertura da 38ª edição da Festa do Avante, Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP, transmitiu a concretização de uma aspiração que se alimentou desde a altura da aquisição da Quinta da Atalaia: o alargamento do terreno da Festa.

"Há 25 anos, na abertura da décima terceira edição da Festa do «Avante!», em Loures, o camarada Álvaro Cunhal anunciou a aquisição da Quinta da Atalaia e dizia que terminava assim «o jogo indigno de Governos e outras entidades de cederem temporariamente terrenos abandonados, cheios de mato e pedras com a esperança de nos verem afundar-nos neles».

Uma outra aspiração se alimentou desde a primeira hora: o alargamento do terreno da Festa. Prosseguiram-se esforços com esse objectivo ao longo de 25 anos mas sem resultados. Surgiu finalmente a oportunidade, que não podíamos desperdiçar, de concretizar essa aspiração. Adquirir a «Quinta do Cabo da Marinha» um terreno contíguo à Quinta da Atalaia com um enquadramento paisagístico de grande qualidade, arvoredo, espaço aberto, que permitirá aumentar em mais um terço o espaço disponível da Festa e alargar significativamente a sua ligação à Baía do Seixal. A Quinta do Cabo permitirá uma ainda maior valorização da Festa, o seu alargamento, o encontrar de melhores soluções para a reformulação dos seus espaços e enriquecimento dos seus conteúdos, para a melhoria da sua preparação, funcionamento e acolhimento dos visitantes.

É uma decisão que corresponde a uma grande aspiração, do colectivo partidário, dos visitantes da Festa, de todos os que a reconhecem como a maior realização político-cultural do País.

É uma decisão audaciosa porque se afirmamos a nossa independência e autonomia em relação ao Estado e ao poder económico não será uma aquisição por cedência, dádiva ou favor do Estado, por favor da banca ou de qualquer grupo económico. É um empreendimento e um compromisso nosso. Lançaremos uma campanha de fundos porque é preciso assegurar o seu pagamento completo, dirigindo-nos aos militantes e amigos do Partido, aos amigos da Festa do «Avante!», aos democratas e patriotas, apelando para criar as condições para uma Festa do «Avante!» ainda maior e melhor."
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Comício da Festa do «Avante!»: Intervenção de Jerónimo de Sousa

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Comemoramos os 40 anos da Revolução de Abril nesta edição da Festa do «Avante!», nesta Festa que é de Abril. Celebração do acto e do processo mais avançado e transformador da nossa época contemporânea, em que apesar do grau de destruição das suas conquistas e realizações, os seus valores continuam indestrutíveis e perenes, valores da fraternidade, militância, participação, da justiça social, democracia e socialismo, paz e amizade, que ancorados no coração e na consciência de muitos portugueses se renovam e rejuvenescem nesta Festa do «Avante!», nesta Festa de Abril, com a participação da juventude que, sem lhe chamar esse nome, se identifica com esses valores da Revolução.

Num tempo em que os executantes da política de direita negam às novas gerações o direito ao sonho, o direito ao trabalho com direitos, nós queremos apelar à juventude para que tomem nas suas mãos, com a sua luta, a exigência de uma outra política que lhes permita construírem as suas vidas, agarrando nos valores de Abril e contando com o PCP.

Esta é uma festa que vai muito para lá das suas próprias fronteiras e da fronteira do nosso País. Queremos por isso saudar todos aqueles que, com a sua presença, transformaram a Atalaia na Festa da Solidariedade Internacionalista e da luta. Uma saudação calorosa que transmitimos às mais de 50 delegações estrangeiras de Partidos Comunistas e outras forças revolucionárias e progressistas presentes na nossa Festa.

Ler texto integral

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O COMÍCIO DA FESTA - 7 Domingo, 18H00, Palco 25 Abril

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A 7 de Setembro, às 18 horas, a Festa do Avante! tem o seu ponto alto com a realização do comício de encerramento, no Palco 25 de Abril da Quinta da Atalaia. Esta iniciativa contará com a participação do Secretário-Geral do PCP, Jerónimo de Sousa, do director do «Avante!», Manuel Rodrigues, e da dirigente da JCP, Elsa Severino, bem como com a presença de muitos milhares de militantes e simpatizantes do Partido Comunista Português, numa demonstração de força e combatividade que, como já é habitual, farão deste o maior comício político realizado em Portugal.

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Somos o Partido com uma pronta resposta e soluções para os problemas do País

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É preciso dizer com total clareza que não aceitamos que, em nome da crise, se possa invocar o direito de não cumprir a Constituição.

Tal como não se pode aceitar que, em nome da obediência à troika, se possa instalar uma espécie de “estado de sítio” não declarado no país.

O que está mal não é a Constituição, e é mau sinal que o PS já admita a sua revisão. O que é preciso mudar não é a Lei fundamental do país, garante do regime democrático. O que é preciso mudar, e com urgência, é este governo e esta política que estão a conduzir Portugal e os portugueses para o abismo

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