Sexta-feira, 11 de Agosto de 2017

11 de Agosto de 1919 – Nasce a República de Weimar

República Weimar Agosto1919

A República de Weimar é o período da história alemã compreendido entre o fim da I Guerra Mundial e a ascensão do partido nazi ao poder (1919 a 1933).

Após as eleições para a Assembleia Constituinte, reunida em Weimar, que dão a maioria ao Partido Social Democrata, é promulgada a Constituição que transforma a Alemanha numa República Parlamentar.

A situação é de grande instabilidade política e económica até 1923, a que se sucede uma fase de aparente recuperação e estabilidade com os investimentos de capital norte-americano.

Atrelada à bolsa de Nova Iorque, a economia alemã é atingida em cheio com a crise capitalista de 1929.

Com o apoio do capital alemão, receoso da «ameaça» comunista, os nazis aproveitam a crise e fazem de Hitler o Chanceler da Alemanha, em 1933.

No ano seguinte, Hitler torna-se o chefe único do Estado, o Führer, e começa o Terceiro Reich.

AQUI

 

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Sábado, 3 de Dezembro de 2016

A confiança dos que lutam

A Paixão de Sacco e Vanzetti

 

«Eles agora vão morrer e não resta nenhuma esperança.» De facto, Nicola Sacco e Bartolomeo Vanzetti, dois italianos que partiram para os Estados Unidos da América em busca de trabalho e melhores condições de vida, morreram na cadeira eléctrica, em 1927, sete anos depois do crime de que foram acusados.

«Enquanto houver vida há esperança – respondeu o comunista.» Nos EUA e por todo o mundo, desencadearam-se intensas campanhas de solidariedade. Em Outubro de 1921, O Comunista, órgão do PCP, dava notícia dos «protestos, moções, telegramas contra o iníquo assassinato» que caíam sobre os consulados americanos.

«Sei que aqueles homens estão inocentes, e contudo têm de morrer. A minha fé na decência humana morrerá com eles.» A forma como decorreu o julgamento pôs em causa o sistema de justiça. O juiz, o governo, a universidade, todos alinharam pelos mesmos preconceitos contra os trabalhadores, contra socialistas, comunistas e anarquistas, contra imigrantes. Forjaram-se testemunhos e provas de forma a encaixarem na história, ao mesmo tempo que se desvalorizaram os argumentos da defesa.

«– A sua fé morre facilmente – disse o comunista.» Artistas de todo o mundo sensibilizaram-se com o caso, tanto na altura, envolvendo-se na campanha pela libertação de Sacco e Vanzetti, como depois, lembrando a injustiça da sentença e o laço que liga o destino desses dois homens aos trabalhadores de todo o mundo. Por isso, ainda hoje as figuras de Sacco e Vanzetti aparecem em peças de teatro, filmes, séries de televisão, músicas, pinturas, jogos de computador, e em livros, muitos livros.

«– Acha? A sua fé é mais forte? Onde reside a sua fé, senhor?» «– Nos trabalhadores da América – respondeu o comunista.» Um desses artistas foi Howard Fast, que publicou dezenas de livros mas se destacou sobretudo pelo seu papel incontornável na divulgação do romance histórico. Vários dos seus livros tiveram adaptações para o cinema, dos quais sobressai Spartacus, realizado por Stanley Kubrick e com interpretações de Kirk Douglas e Laurence Olivier. Também aí, Howard Fast mostra a universalidade da luta dos trabalhadores, onde todos são Spartacus.

«– E os trabalhadores… onde estão?» «– Em toda a parte.» Howard Fast, à semelhança de outros militantes comunistas americanos, foi chamado a depor perante o Comité das Actividades Anti-Americanas, onde se recusou a fornecer nomes, sendo por isso condenado a três meses de prisão. Foi, aliás, nesse período na prisão que escreveu Spartacus. Dois anos depois publicaria este A Paixão de Sacco e Vanzetti, que as Edições «Avante!» lançam agora na colecção Biblioteca Avante!. Neste livro, onde os personagens – à excepção de Sacco e Vanzetti, os seus familiares e Celestino Medeiros (um emigrante português que confessou o crime e foi também executado) – não têm nome, o leitor acompanha o dia da execução, o ânimo dos condenados, o medo dos carrascos, a confiança dos que lutam.

«–Os comunistas?» «– Não, os comunistas não. Os trabalhadores. E aqueles que assassinam Sacco e Vanzetti odeiam os comunistas somente porque sabem que os comunistas estão ligados com os trabalhadores.»

(sublinhados meus)

AQUI

 

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Sexta-feira, 11 de Novembro de 2016

O Papa Francisco e os comunistas

Papa Francisco_12_May_2013

Em entrevista ao jornal “La Repubblica”, o papa Francisco comparou os comunistas aos cristãos e defendeu que os movimentos cívicos devem entrar na política.

 

O papa Francisco disse que os comunistas "pensam como os cristãos", numa entrevista publicada esta sexta-feira pelo jornal italiano "La Repubblica".

"São os comunistas que pensam como os cristãos. Cristo falou de uma sociedade em que os pobres, os débeis e os excluídos é que decidem. Não os demagogos, os Barrabás, mas o povo, os pobres, tenham fé em Deus ou não, mas são eles que temos de ajudar a obter a igualdade e a liberdade", afirmou o papa, na entrevista.

Francisco disse esperar, por isso, que os movimentos cívicos entrem na política.

"Não na politiquice, nas lutas de poder, no egoísmo, na demagogia, no dinheiro, mas na alta política, criativa e de grandes visões", salientou.

AQUI e AQUI

 

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Sábado, 5 de Novembro de 2016

Luís Veiga Leitão: Manhã

Luis Veiga Leitao3

 

Manhã

Bom dia. Diz-me um guarda.

Eu não ouço...apenas olho

das chaves o grande molho

parindo um riso na farda.

 

Vómito insuportável de ironia

Bom dia, porquê bom dia?

 

Olhe, senhor guarda

(no fundo a minha boca rugia)

aqui é noite, ninguém mora,

deite esse bom dia lá fora

porque lá fora é que é dia!

Luís Veiga Leitão

 

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Sexta-feira, 4 de Novembro de 2016

José Gomes Ferreira: Todos os punhais

Jose Gomes Ferreira_caricatura

 
Desenho de Fernando Campos (o sítio dos desenhos)

 

Todos os punhais

Todos os punhais que fulgem nos gritos,

Todas as fomes que doem no pão

Todo o suor que luz nas estrelas

Todas as lanças nos dedos da reza,

Todos os soluços para ressuscitar os filhos mortos,

Todos os desejos nos alçapões do frio,

Todas as jóias nos pescoços dos espelhos rachados

Todos os assassinos que andaram aos colo das mães,

Todos os atestados de pobreza com lágrimas de carimbo,

Todos os murmúrios do sol no quarto ao lado à hora da morte…

 

Tudo, tudo, tudo

Se condensou de repente

Numa nuvem negra de milhões de lágrimas

A humilharem-me de ternura

– eu que quero ser alheio, duro, indiferente…

 

…. Enquanto os outros dançam, cantam, bebem,

vivem, amam, riem, suam

neste pobre planeta

magoado das pedras e dos homens

onde cresceu por acaso o meu coração no musgo

aberto para a consciência absurda

deste remorso sem sentido.

José Gomes Ferreira

 

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Domingo, 30 de Outubro de 2016

Marinheiros insubmissos

Revolta marinheiros 1936-09-08

A história do movimento comunista está repleta de derrotas cujo exemplo e ensinamentos se constituíram como sementes de novos combates, vitoriosos.

Nos seus 95 anos de história, cerca de metade dos quais na situação de clandestinidade imposta pelo fascismo, o PCP conta com vários destes casos.

 

A revolta dos marinheiros de 8 de Setembro de 1936 é um deles: não venceu – e na verdade não podia ter vencido – mas o exemplo de heroísmo e generosidade dos jovens marinheiros cavou fundo na consciência de várias gerações de militantes comunistas e resistentes antifascistas. Ao mesmo tempo, a avaliação dos erros cometidos (que a direcção do PCP previra ainda antes da revolta, cuja eclosão procurou desencorajar por não estar enquadrada num amplo movimento de massas) permitiu ao Partido acumular experiência, factor indispensável ao seu desenvolvimento enquanto força política revolucionária.

Para compreender a origem da revolta e os motivos dos seus protagonistas é preciso compreender o panorama nacional e internacional que então se vivia e ter presente o prestígio de que o Partido gozava entre os marinheiros e os esforços da ditadura para lhe pôr fim: na sequência da reorganização do Partido iniciada em 1929 sob direcção de Bento Gonçalves foi criada três anos depois a Organização Revolucionária da Armada (ORA), que congregava as diferentes células do PCP na Marinha de Guerra e editava O Marinheiro Vermelho, órgão partidário clandestino de grande tiragem cuja influência se estendia a muitas embarcações militares – e muito para além delas. Rapidamente a ORA se tornaria na maior organização do Partido, chegando a ter perto de 20 por cento do total de militantes comunistas.

Ler texto integral

 

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Sexta-feira, 21 de Outubro de 2016

Fascismo americano, as raízes de uma nação sob deus

EUA madison-square-garden-1939-1

Reunião no Madison Square Garden da organização Americana Nazi em 1939

 

Realizadas as Convenções dos Partidos Republicano e Democrata, somente restam na corrida para a Casa Branca dois candidatos importantes: Hillary Clinton e Donald Trump, qual deles o mais reacionário e perigoso para a humanidade.

Neste artigo, publicado em Setembro do ano passado na Revista Vermelho, António Santos comenta a influência que o pensamento fascista do III Reich teve na formação da ideologia predominante nos Estados Unidos.

Não perdeu atualidade.

 

Índice dos subcapítulos

 

Arca de Noé da Direita Americana

O fantasma de João Calvino

O mercado de Wall Street

A inspiração de Hitler

A primeira ameaça vermelha

A cultura do fascismo

Nazis e americanos, uma história de amor

A casa de Hitler nas montanhas

A segunda ameaça vermelha

Anti-comunismo sem comunistas

América Anti-intelectual

Actividades anti-americanas

O sonho americano

O actual reaccionarismo da direita estado-unidense é o produto cultural de dois séculos de desenvolvimento de capitalismo. Ao contrário da maioria dos Estados capitalistas desenvolvidos, os EUA nunca abandonaram uma noção de nação que incorpora elementos fascistas. Na verdade, ao longo destes 200 anos, a definição da ideologia americana, ou americanista, foi crescendo, até se transformar, hoje em dia, numa fina película super-estrutural muito semelhante ao fascismo, que filtra a percepção da realidade vivida por milhões de estado-unidenses.

Mais do que mero ersatz da histeria anti-comunista dos anos cinquenta, o nacionalismo estado-unidense mantém-se como um instrumento de luta de classes ao serviço do grande capital e um elemento unificador nacional que se estende da extrema-direita do Partido Republicano ao centro do Partido Democrata.

Na actualidade, a ideologia americanista é um pretexto para justificar o belicismo, a tortura, a espionagem e a repressão policial. Por outro lado, permite manter a opressão económica e social dos afro-americanos, fechar alternativas políticas ao capitalismo bicéfalo e, ao mesmo tempo, convencer os trabalhadores de que no «sonho americano», ao contrário de todos os outros países, é possível enriquecer trabalhando arduamente. Nesta perspectiva individualista, os trabalhadores que não enriquecem devem-se culpar unicamente a si próprios, aos seus genes, à sua inteligência, à sua falta de fé, ou à sua força de vontade, mas nunca ao seu patrão.

Publicado na Revista Vermelho em Setembro de 2015

 

Charlotte EUA 2016-09

Charlotte USA 2016

 

Sempre que nos EUA uma cidade explode de raiva, os principais órgãos de comunicação social vêm chorar as montras partidas, os caixotes de lixo injustamente incendiados, o papel higiénico roubado das lojas...

Ficasse Charlotte na Venezuela e estava pintado um bonito quadro de legítima revolta popular, contra a escassez de produtos básicos e um regime;

fosse em Cuba e já haveria Organizações Não-Governamentais a organizar concertos e campanhas pela libertação dos presos políticos durante os protestos;

fosse a Carolina do Norte a Coreia do Norte e choveriam notícias sobre a brutal ditadura que usa o exército para reprimir e matar o seu próprio povo.

Mas não sendo Charlotte na Venezuela, não veremos as fotografias de dezenas de pessoas, carregadas de papel higiénico, a sair de supermercados incendiados;

não sendo em Cuba, nunca saberemos os nomes das dezenas de pessoas presas durante os protestos,

e não sendo a Carolina do Norte a Coreia do Norte, ninguém falará em direitos humanos.

Keith Lamont Scott não foi o terceiro nem o quarto caso: de acordo com o The Guardian, Keith Lamont Scott foi o 193.º(!!!) negro a morrer às mãos da polícia nos EUA desde o início do ano.

No caso de Charlotte, o orçamento camarário para a polícia ultrapassa os 16 milhões de dólares anuais, mais do que a verba da cidade para a saúde e quase tanto como para a educação.

AQUI

 

German_American_Bund_NYWTS

 

Capitalismo, fascismo, racismo, isto anda tudo ligado (quod erat demonstrandum)

 

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Sábado, 17 de Setembro de 2016

Batalha crucial pelo futuro

Guerra Civil Espanha Avt

Assinalando os 80 anos sobre o início da Guerra Civil de Espanha, o «Avante!» evoca a firme e constante solidariedade do PCP aos trabalhadores e ao povo do país vizinho, que se prolongou muito para lá da vitória fascista.

A república espanhola, a experiência da Frente Popular e a luta contra o levantamento fascista de Julho de 1936 suscitaram a solidariedade e o apoio dos comunistas e outros antifascistas um pouco por todo o mundo, que viram desenrolar-se em terras de Espanha uma batalha decisiva entre a democracia e o fascismo, a civilização e a barbárie. As brigadas internacionais foram porventura a mais famosa e elevada expressão desta solidariedade.

Em Portugal, ao mesmo tempo que a ditadura de Salazar se reforçava e se assumia como um centro difusor de todo o tipo de apoios – políticos, diplomáticos, económicos e militares – às forças fascistas insurrectas, o PCP não poupou esforços em auxílio dos comunistas, republicanos e progressistas espanhóis, compreendendo que os destinos dos dois países estavam, naquele momento histórico, intimamente ligados. Muitos militantes comunistas combateram ao lado dos antifascistas espanhóis e mesmo após o fim do conflito, com a instauração do fascismo em Espanha, o PCP continuou a apoiar política e logisticamente o PCE. A disponibilização de casas clandestinas para acolher dirigentes e militantes desse partido e o apoio dado em várias passagens de fronteira foram formas concretas que esta solidariedade assumiu.

O «Avante!» foi, antes, durante e depois da Guerra Civil, um veículo privilegiado de mobilização e esclarecimento acerca do que verdadeiramente estava em causa no processo político espanhol. Num país sujeito a uma férrea censura à imprensa, era também uma das únicas fontes então existentes que permitiam seguir o desenrolar dos acontecimentos.

 

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Quarta-feira, 17 de Agosto de 2016

Indonésia: «O massacre de 500 mil pessoas declarado crime contra a humanidade meio século depois»

Mapa Indonésia

A propósito desta notícia, e de quem a publica, recorde-se que a BBC, tida como órgão de referência, deu como provado a existência do golpe. A notícia espalhou-se por todo o planeta, contribuindo para a neutralização do protesto de amplos sectores da opinião pública mundial. Um milhão de mortos depois a BBC veio reconhecer que tinha sido manipulada. Apresentou desculpas. Mas os homens, mulheres e crianças, vítimas mortais da repressão, já não podiam receber esse acto de contrição.

 

«Há meio século consumou-se uma das grandes chacinas da História.

A partir de Outubro de 1965, os militares indonésios, com o apoio activo e directo do imperialismo norte-americano, massacraram cerca de um milhão de comunistas, sindicalistas e membros dos poderosos movimentos de massas indonésios.

O genocídio indonésio é um dos mais sangrentos episódios da grande guerra de classes mundial com que o imperialismo procurou conter e derrotar o ascenso do poderoso movimento de libertação nacional e social da segunda metade do Século XX, sob o impacto da derrota do nazi-fascismo e do prestígio imenso da União Soviética e do movimento comunista internacional.»

 

«Um realizador de cinema pede a um assassino que recrie, em filme, as torturas e crimes que cometeu na vida real. Este, encantado com a oferta, dispõe-se a isso com entusiamo e diligência. O resultado da experiência é uma alucinação cinematográfica que adquire proporções épicas quando se descobre que o criminoso é um dos líderes mais sanguinários dos esquadrões da morte na Indonésia, bandos de carniceiros que, em 1965, acabaram com a vida de um milhão de pessoas em menos de um ano. «The Act of Killing», de Joshua Oppenheimer, é a consequência desse assustador delírio de fama dos genocidas indonésios que, no entanto, hoje vivem como heróis no seu país

 

O Golpe Militar de 1965

 

Em 1965, o Governo Indonésio foi derrubado pelos militares. Sukarno, o primeiro presidente da Indonésia, fundador do movimento não alinhado e líder da revolução nacional contra o colonialismo holandês, foi destituído e substituído pelo General Suharto. O Partido Comunista Indonésio (PKI), que havia apoiado firmemente o Presidente o Presidente Sukarno, que não era comunista, foi proibido de imediato. Na véspera do golpe, o PKI era o maior partido comunista do mundo fora de um país comunista.

Depois do golpe militar de 1965, qualquer pessoa poderia ser acusada de ser comunista: sindicalistas, agricultores sem terras, intelectuais, chineses… “Em menos de um ano e com a ajuda directa de certos governos ocidentais, mais de um milhão destes comunistas foram assassinados”, assegura a equipa de The Act of Killing.

Os EUA aplaudiram o massacre, que consideraram “uma grandiosa vitória sobre o comunismo”. A revista Time informava que era uma das melhores notícias para o Ocidente em anos, na Ásia”, enquanto o The New York Times escrevia: “Um raio de luz na Ásia”.

 

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Quarta-feira, 8 de Junho de 2016

Comunistas e Amigos de Viseu Visitaram Forte de Peniche

Visita Forte Peniche 5-6-2016 1

Visita Forte Peniche 5-6-2016 11

Visita Forte Peniche 5-6-2016 44

Visita Forte Peniche 5-6-2016 72

Esta visita foi uma lição de história inesquecível, a provar que a ditadura e o fascismo existiram mesmo em Portugal, apesar de todas as campanhas passadas e em curso para o negar e que existiram em Portugal patriotas e organizações políticas, com o PCP à cabeça, que, pagando um alto preço em vidas, sofrimento e privações, combateram sem tréguas, dando um contributo inigualável para a derrota do fascismo e o caminho de progresso aberto com a Revolução do 25 de Abril.

 

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publicado por António Vilarigues às 12:46
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