Quarta-feira, 22 de Junho de 2016

A Crise do Sistema Capitalista: a cólera dos Povos, défices democráticos, crise...

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Quarta-feira, 20 de Abril de 2016

A Crise do Sistema Capitalista: regresso das soberanias nacionais...

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Domingo, 7 de Fevereiro de 2016

A Crise do Sistema Capitalista: Alerta dólar, crise financeira, petróleo, bancos…

GEAB_101

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Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2013

100 fortunas erradicariam quatro vezes a pobreza

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Se nunca ninguém soube calcular quantos pobres são necessários para produzir um rico, como se interrogou Almeida Garrett em 1846, pelo menos hoje sabemos que 100 ricos chegam largamente para erradicar a pobreza extrema no planeta.

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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2012

Desequilíbrios comerciais regionais e mundiais geram crises e a desindustrialização

«Um aspeto importantes da realidade atual que tem sido ignorado ou subestimado por certo pensamento económico tanto de esquerda como de direita, embora por razões diferentes, é o papel que têm os desequilíbrios do comercio mundial e também na U.E. no eclodir das crises financeiras que abalam com frequência crescente países, regiões e agora o mundo, crises essas que depois se repercutem, com efeitos devastadores, a nível económico e social, contribuindo (aqueles desequilíbrios) para a desindustrialização crescente de muitos países o que agrava mais os défices nas suas contas externas

Segundo a OCDE, no período 2003-2010, os Estados Unidos e os países da U.E. acumularam, nas suas balanças comerciais, respetivamente um défice de 5.953 mil milhões de dólares e de 1.153 mil milhões de dólares, enquanto, no mesmo período, a China acumulou um saldo positivo de 1.277 mil milhões de dólares, a Federação Russa também um saldo positivo de 1.129 mil milhões de dólares, e o Brasil igualmente um saldo positivo de 260 mil milhões de dólares na sua balança comercial.»

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Quinta-feira, 22 de Março de 2012

A Crise do Sistema Capitalista: Os cinco furacões devastadores do Verão de 2012

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Quarta-feira, 13 de Abril de 2011

Em Portugal como na Irlanda: Metade do PIB para buraco financeiro

Se os irlandeses atravessam a pior crise de que há memória, podem com fundamento responsabilizar a banca privada que, só ela, já absorveu o equivalente a 45 por cento do Produto Interno Bruto em ajudas públicas.

Este pantagruélico sorvedouro de dinheiros públicos voltou a reclamar, na semana passada, novas doses maciças de capital, sob pena do descalabro. O mais recente diagnóstico do sistema bancário irlandês, divulgado no dia 31, acusou a necessidade absoluta de uma injecção de 24 mil milhões de euros para lhe manter os sinais de vida.

Somados aos 46 mil milhões já gastos pelo governo, a factura do buraco financeiro da banca privada ascende a 70 mil milhões de euros, ou seja, a 45 por cento do PIB irlandês.

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Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2011

Bancos sugam britânicos

O governo do Reino Unido já injectou cerca de 124 mil milhões de libras (147,6 mil milhões de euros) nos bancos ingleses desde o início da crise financeira em 2008.

Mas apesar deste valor astronómico já gasto, um relatório do National Audit Office, citado pela Agência Lusa (06.01), indica que os contribuintes ingleses poderão ter que pagar cerca de 512 mil milhões de libras (609 mil milhões de euros) ao longo da duração das garantias dadas pelo Estado e das intervenções do governo nos bancos.

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Segunda-feira, 6 de Abril de 2009

10 000 000 000 000

     Dez biliões de euros em 20 meses. Mais de 50 vezes o PIB de um país como Portugal. Ou 30 apartamentos com 150 metros quadrados de área cheios de notas de 500€ até ao tecto. Tal é a verba injectada pelos bancos centrais e pelos governos, SÓ NO SISTEMA FINANCEIRO, desde Agosto de 2007. Há um ano este número, a todos os títulos obsceno, era dez vezes menor. E não se vislumbra quando parará de crescer.

No entanto, apesar das injecções massivas de biliões de euros e de dólares no sistema bancário e nos mercados, a crise está longe de ser debelada. Porquê?

Desde logo, porque a crise financeira está a ser politicamente combatida por aqueles que, felizes e contentes, conviveram com as maravilhas das políticas monetaristas, ditas neoliberais, durante estes últimos trinta anos. Ora não é crível que estes estejam agora em condições de propor uma verdadeira alternativa.

Depois, porque o montante dos títulos que nada valem – os eufemisticamente chamados «activos tóxicos» – é colossal. Muito superior ao que foi estimado inicialmente. E, para não fugir à regra, os bancos continuam a mascará-lo nos seus Balanços.

Acresce que muitos destes bancos e transnacionais não têm apenas um problema de liquidez. Estão pura e simplesmente falidos. Portanto o dinheiro que aí entra em catadupas desaparece a uma velocidade vertiginosa. São um verdadeiro poço sem fundo.

Finalmente, o problema central. Esta crise resulta, por um lado, da contradição entre a sobreprodução e sobre-acumulação de meios de produção. Por outro, da contracção de mercados e níveis de consumo decorrentes das desvalorizações salariais e abismais assimetrias de rendimentos.

Durante dezenas de anos a fio temos tido o crédito a suprir a perda de poder de compra. O crédito a compensar a concentração de riqueza. A procura não foi alimentada por aumentos reais dos salários e pensões. Pelo contrário. Como o provam todos os indicadores, a distribuição do Rendimento Nacional em detrimento dos salários agravou-se nos EUA e noutros países. Em Portugal também – de 59% em 1975 a parte do trabalho passou para menos de 40% em 2007.

As crises têm sido consideradas pelos defensores e teóricos do capitalismo apenas como acidentes de percurso. Acidentes que se podem superar, afirmam, com mais e melhor regulação e supervisão. Bem como com uma intervenção mais «responsável» dos principais intervenientes no mercado. Os mesmos que ontem proclamavam «deixem o mercado trabalhar», vêm hoje fazer espantosas confissões e mesmo autocríticas.

Mas, na realidade, o que pretendem é continuar com as políticas neoliberais. É passar a factura dos custos da crise para os assalariados e para os contribuintes. Um dos resultados vai ser o aumento substancial das dívidas públicas.

Esta crise tem também demonstrado à saciedade que uma boa parte da teoria económica não tem qualquer base científica. De nada lhe valem roupagens matemáticas, modelos complexos, linguagem hermética, chancelas académicas, prémios Nobel. É tudo pura ideologia ao serviço das classes dominantes, visando a manutenção imutável do sistema.

Os dados tornados públicos apontam para um forte agravamento da crise neste primeiro semestre de 2009. Com empresas a mostrarem os seus maus resultados. Com o desemprego a subir aceleradamente. Com os sistemas de pensões por capitalização em risco de se afundarem brutalmente.

A ruptura com a actual política e a construção de uma política alternativa são o primeiro passo para uma efectiva saída da crise. Uma política alternativa é indispensável para devolver ao País uma dinâmica de desenvolvimento económico e social. É inegável a necessidade da ruptura com os eixos centrais das orientações políticas, económicas e sociais seguidas nos últimos 33 anos.

Quanto aos 10 000 000 000 000€, a educação e o decoro impedem-me de escrever o que penso…
 
Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

                                                                                                            

In jornal "Público" - Edição de 4 de Abril de 2009

                                                                                          

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publicado por António Vilarigues às 00:02
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Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008

A enorme crise financeira

    1. Exerço actividade profissional desde os 17 anos de idade. Pode-se afirmar que há 37 anos que lido com a informação, no sentido lato do termo. Diariamente estou envolvido em processos de obtenção, tratamento e difusão da informação. Procuro executá-los partindo sempre de análises concretas, abordagens multifacetadas, sistemáticas e sistémicas das diferentes variáveis envolvidas.

Pois apesar da minha vasta e longa experiência ainda hoje me fascina esta «incapacidade» (entre aspas) de muitos políticos, jornalistas, comentadores e analistas para tratar a informação elaborada pelo PCP. Perdem-se no acessório e deixam de lado o fundamental.

Exemplos ao acaso tirados das Teses para o XVIII Congresso. Situação internacional: 62 mil caracteres (6 páginas do PÚBLICO), 90 teses. São analisados temas tão polémicos como: a actual crise económica e financeira do sistema capitalista; o perigo de aventuras militares de dramáticas consequências; o processo de rearrumação de forças a nível de Estados e estruturas de cooperação internacional; a agudização da luta de classes; a actualidade do projecto dos comunistas de uma nova sociedade livre da exploração do homem pelo homem; o socialismo, como única alternativa ao capitalismo.

Situação nacional: 128 mil caracteres, 250 Teses. Temas como: a afirmação e consolidação de um bloco de poder ao serviço dos grandes grupos económicos e financeiros; a vinculação do PS à política de direita; a ofensiva dirigida para a destruição dos direitos sociais e para a concretização dos interesses do capital; o processo de reconfiguração da estrutura e papel do Estado; a reconstituição do capitalismo monopolista; a evolução da União Europeia; a exigência de ruptura com estas políticas e a construção de um novo rumo para o País.

Ou ainda temas tão «fracturantes» como a luta por uma alternativa política de esquerda; alternativa e alternância; a redução da base de apoio a estas políticas, nos planos social, político e eleitoral; etc., etc., etc..

Tudo temas com pano para mangas para «desancar» as propostas do PCP. Para as analisar criticamente. Ou para as apoiar, com ou sem ressalvas. Uma multiplicidade de cenários possíveis. Pois sobre isto tudo e muito mais o que dizem os «críticos»? Nem uma linha, nem uma palavra. Zero, nikles, pevia, népias…

2. Parafraseando o escritor norte-americano Mark Twain, as notícias sobre a crise financeira do PCP são manifestamente exageradas.

É hoje nítido e claro que a Lei de Financiamento dos Partidos foi feita para que o dinheiro dos impostos pague ao PS, PSD e CDS a actividade militante que não têm. Foi feita para penalizar gravemente os partidos que vivem sobretudo das suas receitas próprias. Foi feita para dificultar as iniciativas partidárias, em particular a Festa do «Avante!».

Já sei que é um chavão mas o PCP não é como os outros partidos. Como referiu há 27 anos um destacado dirigente do PSD, «infelizmente, há que reconhecê-lo, é o único que faz pedagogia política».

O PCP desenvolve uma actividade DIÁRIA em torno de um projecto de transformação da sociedade. Possui mais de 300 centros de trabalho por todo o país. As suas organizações, da mais pequena à maior, reúnem regularmente. Promove iniciativas locais, distritais, regionais e nacionais. Tem um jornal semanal, uma revista bimensal, um sítio nacional na Internet e vários distritais. Edita centenas de diferentes boletins informativos e panfletos, denunciando as políticas de direita e divulgando as propostas alternativas dos comunistas. Tem participação regular em congressos de outros partidos revolucionários e outros eventos internacionais. E não quer viver à custa do Estado.
 
Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

 

In jornal "Público" - Edição de 17 de Outubro de 2008

                               

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