TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Terça-feira, 27 de Março de 2018
Deputado do PCP, Miguel Tiago, visita estabelecimentos de saúde de Viseu

Sao Pedro Sul 2018-03-36.jpg Do Centro de Saúde de Mangualde, ao SUB de S. Pedro do Sul, passando pelo Hospital de S. Teotónio e pela Extensão de Saúde de Santa Cruz da Trapa, a visita de Miguel Tiago permitiu verificar no terreno, a degradação progressiva das instalações, dos equipamentos médicos e do material, a carência generalizada de pessoal médico, de enfermagem e auxiliar, a sobrecarga horária e de serviço dos profissionais da saúde, com evidente prejuízo das populações e do prestígio do SNS.

AQUI

 


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Quarta-feira, 14 de Março de 2018
João Ferreira na Iniciativa do 97º Aniversário do PCP em Viseu

97 anversario.jpg

«Também no Distrito de Viseu, onde o preconceito anticomunista tem força, alimentado por séculos de obscurantismo atávico, os militantes comunistas e os seus aliados, dão um forte contributo para a elevação da qualidade de vida dos que persistem em aqui viver e trabalhar, reforçando cada vez mais o seu número, a sua organização e capacidade de intervenção, contributo indispensável para tornar realidade o sonho milenar da humanidade, de Marx, Engels, Lenine, Álvaro Cunhal e milhões de outros seres humanos, de construção em Portugal de uma sociedade de abundância, sem explorados nem exploradores, a sociedade socialista e comunista.»

 


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Quinta-feira, 8 de Março de 2018
Deputado do PCP de visita ao concelho de Tondela

Visita Bombeiros Tondela 2018-03-06.jpg

Miguel Viegas, deputado do PCP no Parlamento Europeu, esteve ontem de visita ao concelho de Tondela. Depois de reunir com a Junta da União de Freguesias de Mouraz e Vila Nova de Rainha, a delegação do PCP reuniu com a direção e o comando dos Bombeiros Voluntários de Tondela. O dia terminou com uma visita à empresa Pinto Valouro.

A resposta aos incêndios que assolaram a região no ano passado e a prevenção estrutural da floresta foram os temas dominantes, sem deixar de considerar questões específicas dos bombeiros cuja atuação abrange igualmente outras áreas importantes como a prestação de serviços de emergência médica e o transporte de doentes.

 


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Terça-feira, 6 de Março de 2018
Deputado do PCP, Miguel Tiago, contactou C.T. da PSA/Peugeot-Citroën

PSA MAngualde_r 2018-03-05.jpg

No quadro da Campanha «Valorizar os Trabalhadores. Mais Força ao PCP», o deputado do PCP na Assembleia da República, Miguel Tiago, cumpriu hoje, Segunda-feira, dia 5 de Março, um conjunto de reuniões e contactos, em que estiveram em destaque os direitos dos trabalhadores da PSA/Peugeot-Citroën, sediada em Mangualde.

O deputado do PCP esteve, primeiro, na mudança de turno das 15 horas, distribuindo o documento nacional do PCP alusivo à Campanha em curso, período em que teve oportunidade de contactar os trabalhadores e ouvir os seus protestos contra o assédio moral na linha de produção e a discriminação protagonizada pelo Grupo PSA aos trabalhadores do Centro de Produção de Mangualde, relativamente aos prémios, em relação aos seus colegas franceses e espanhóis, entre outras.

Seguiu-se uma reunião com a Comissão de Trabalhadores do Centro de Produção de Mangualde da PSA/Peugeot-Citroën, que informou a delegação do PCP das suas preocupações com os brutais ritmos de trabalho impostos aos operários da produção, sobre a utilização indiscriminada e ilegal da “bolsa de horas” (trabalho ao sábados e mais uma hora no turno da tarde, até à meia noite), consideradas duas das razões fundamentais do aumento exponencial da produção e dos lucros do Grupo PSA. 

(...)

Durante a manhã, o deputado reuniu com a Comissão Executiva da União de Sindicatos de Viseu, que deu conta da sua preocupação com a intensificação do trabalho precário no Distrito, mas também com o êxito da luta em muitas empresas, que tem levado à conquista de aumentos salariais e do subsídio de refeição, como é exemplo a AVON, em Tondela.

O descongelamento de carreiras, a progressão e a luta pela reposição remuneratória de acordo com a lei, são motivos que estão a mobilizar os trabalhadores em funções públicas para a manifestação que irá ter lugar em Março, como a luta dos trabalhadores da hotelaria por aumentos salariais e vínculos efectivos para postos de trabalho permanentes.

(Continuar a ler)

 


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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2016
Autarca do Sátão nega que ETAR esteja abandonada...

ETAR_Satao_Riodemoinhos2

Clicar nas imagens para ampliar

 

Face a esta tomada de posição do Partido Ecologista «Os Verdes», a resposta na comunicação social por parte da autarquia foi:

«O presidente da Câmara de Sátão está surpreendido com o pedido de esclarecimento do Partido Ecologista 'Os Verdes' ao Ministério do Ambiente, a propósito do suposto estado de degradação da ETAR de Rio de Moinhos. Alexandre Vaz diz que, desde Setembro, altura em que uma delegação do Partido Ecologista terá estado no local, não foi questionado por ninguém sobre o estado do equipamento e nega que este se encontre ao abandono, como constataram os responsáveis daquele partidoAQUI.

As imagens que se seguem são esclarecedoras...

ETAR_Satao_Riodemoinhos4

Estes tanques deviam servir para depositar as lamas filtradas na ETAR, posteriormente retiradas em viatura própria. Como se pode visualizar há meses e meses que não são utilizados. Acresce que o caminho de acesso está ocupado lateralmente por vegetação e mal dá para passar um automóvel.

ETAR_Satao_Riodemoinhos3

ETAR_Satao_Riodemoinhos5

ETAR_Satao_Riodemoinhos1

Três imagens que demonstram, sem margem para dúvidas, a qualidade do funcionamento e da manutenção da ETAR, mais conhecida pelos habitantes da freguesia como «fábrica da bolacha» (vá-se lá saber porquê...).

Lixo_ETAR_Satao_Riodemoinhos1

Depósito de lixo logo à entrada da ETAR. Há de tudo como na boutique: desde pensos higiénicos a preservativos...

 

O presidente da Câmara Municipal tem razão: a ETAR de Rio de Moinhos está a funcionar!!!

Entra merda e sai merda (para o rio Coja)...

NOTA: se for necessário há mais 50 fotografias a provar o que afirmamos.

 


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Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2016
Marcelo, o malabarista, e o serviço militar

Marcelo Rebelo de Sousa2_caricatura

Desenho de Fernando Campos (o sítio dos desenhos)

 

«Marcelo referiu que a [sua] prestação do serviço militar foi adiada para prestação de provas académicas e que, posteriormente, se deu o 25 de abril.»

(19 de Janeiro de 2016, no debate na RTP)

De facto, posteriormente, deu-se o 25 de Abril... e deu-se o 1º de Maio, deu-se Agosto, deu-se o Natal e deram-se muitas outras coisas, mas o que nós queremos saber é o seguinte: tendo o serviço militar continuado a ser obrigatório, onde e quando Marcelo Rebelo de Sousa o prestou, e, se não o prestou, por que razão não o prestou. Sabe, Marcelo, depois de se ter dado o 25 de Abril, continuaram a ir soldados para as colónias (e aí morreram alguns)...

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

 


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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2015
Vale tudo, a mentira, a manipulação, a mistificação (6)

Luís Montenegro_caricatura

Desenho de Fernando Campos (o sítio dos desenhos)

 

Luís Montenegro, na sua entrevista ao «Diário de Notícias» de 19 de Dezembro, afirmou, perentório, que  o governo PSD/CDS em Junho de 2011 herdou um País com “(...) com os cofres absolutamente vazios, escancarados, sem um tostão para pagar salários no mês seguinte”.

Longe de mim desmentir o Presidente do Grupo Parlamentar do PSD!

FACTO:

Segundo o Ministério das Finanças, em 2011, as receitas dos impostos e contribuições foram superiores à soma das despesas com Pessoal das Administrações Públicas mais despesas com pensões e outras prestações (inclui saúde), em +4.229,6 milhões €.

FACTO:

Em 2012 esse excedente subiu para +4.454,1 milhões €. E não consideramos todas das Administrações Públicas. Ainda existem "Outras receitas" que, em 2012, foram mais 9.606,2 milhões €.

FACTO:

O governo do PS/Sócrates (coadjuvado por PSD e CDS-PP), alegando a eminência da bancarrota do País, pediram o «empréstimo» à troika (Comissão Europeia, BCE, FMI) em Abril de 2011.

FACTO:

A primeira fatia do «empréstimo» deu entrada nos cofres do Estado em Novembro do mesmo ano.

Passaram 7 meses...

FACTO:

Não consta que nesse intervalo de tempo compromissos finaceiros da administração central e da administração local tenham deixado de ser cumpridos. Nomeadamente o pagamento de salários, reformas, pensões, etc., etc., etc...

FACTO:

Afirmar, como o fazem Luís Montenegro (e com ele muitos comentadores, politólogos e analistas), que o Estado não tinha dinheiro para pagar salários e pensões é ou atrevimento da ignorância, ou a intenção de mentir descaradamente para enganar a opinião pública.

FACTO:

Os impostos e contribuições pagas todos os anos pelos portugueses são mais que suficientes para pagar aquelas despesas.

FACTO:

A razão porque se pediu o empréstimo à troika foi para pagar aos chamados «mercados», que mais não são que grandes bancos, companhias de seguros e fundos, muitos deles, especulativos e predadores.

FACTO:

Portugal pagava (em 2013) uma taxa de juro média de 3,4%, quando custava aos credores uma taxa média de 1,4% e à Alemanha apenas 0,5%.

É a solidariedade!

 

Por favor expliquem-me, muito, muito, muito devagar, como se eu fosse muito, muito, muito burro (sem ofensa para o animal...), esta matemática...

 


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Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2015
Marcelo Rebelo de Sousa: o Cavaco Silva II...

Marcelo Rebelo de Sousa2_caricatura

Desenho de Fernando Campos (o sítio dos desenhos)

 

Importa sublinhar que a candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa, beneficiando de uma promoção mediática em que falsamente se pretende apresentar como candidato «independente», alguém que tem um continuado percurso ao serviço do PSD:

(do qual foi

  • presidente,
  • ministro,
  • secretário de Estado,
  • deputado
  • e eleito autárquico),

se insere nos projectos que PSD e CDS-PP têm para, a partir daquele órgão de soberania, procurar recuperar o que em 4 de Outubro perderam.

Candidato do PSD e CDS-PP, Marcelo Rebelo de Sousa representaria na Presidência da República a continuação de uma acção, a exemplo de Cavaco Silva, ao serviço dos interesses dos grupos económicos e financeiros e que, face aos recentes desenvolvimentos da situação política nacional, se assumiria como instrumento do projecto revanchista dos sectores do grande capital.

AQUI

 


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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2015
Botas cardadas com pezinhos de lã

Comunistas Comem Criancinhas

 

Isto explica, em parte, porque é que dá tanto trabalho ter uma militância activa num Partido como o PCP.

Não são só os grandes grupos de media que distorcem, cortam e subvalorizam o que são as posições do PCP. A nível local, conseguir uma notícia em jornais propriedade de gente como esta, é uma tarefa hercúlea.

Por isso é que tenho a firme convicção de que eleger um deputado do PCP numa Assembleia de Freguesia, numa Câmara ou numa Assembleia Municipais ou na Assembleia da República, provoca mais receio nos fazedores da opinião dominante do que eleger mais cinco de outro partido qualquer. Porque sabem que não foi através deles que conseguimos, não foi pela sua simpatia ou condescendência, mas sim que cada voto é conquistado através do esclarecimento directo, olhos nos olhos.

Mas, convenhamos, há um gostinho especial em ver vermes como este a espernear:

(...)

 


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Sexta-feira, 14 de Agosto de 2015
CDU reúne com católicos

Debate católicos 2015-07-30

Promovido pela Comissão Concelhia da CDU de Viseu, realizou-se no dia 30 de Julho, em Viseu, um debate sobre a inter-relação entre os democratas e patriotas, os católicos e a Igreja, seguido com grande interesse por cerca de cinco dezenas de participantes e valorizado por múltiplas intervenções.

Pedro Nóbrega, presidente da Junta de Freguesia de Real (Penalva de Castelo), eleito pela Coligação PCP-PEV, abordou a perspectiva do quadro de intervenção de um jovem activista católico comprometido com o projecto da CDU; Sérgio Branco, leigo da Ordem Dominicana e membro do Sector Intelectual da Organização Regional de Coimbra do PCP, trouxe ao debate questões políticas e ideológicas de uma visão do mundo cristã e a sua inter-relação com o marxismo; Deolinda Machado, da Comissão Executiva da CGTP-IN e da Coordenadora Nacional da CDU, falou da experiência concreta de uma sindicalista e activista católica.

No debate, dirigido por Filomena Pires, eleita na Assembleia Municipal de Viseu e membro da Direcção Regional do PCP, interveio, entre outros, o Padre José António, que destacou a importância das reflexões produzidas e defendeu uma perspectiva de acção católica próxima das pessoas concretas, das suas dificuldades e da resolução dos seus problemas. Carlos Gonçalves, da Comissão Política do Comité Central do PCP, valorizou os caminhos de aproximação e convergência entre democratas, patriotas e católicos progressistas na luta contra o fascismo, na construção do regime democrático e na luta dos dias de hoje por uma nova política e uma alternativa patriótica e de esquerda no nosso País.

 


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Sábado, 18 de Julho de 2015
Debate: os democratas e patriotas, os católicos e a igreja

Debate Católicos 2015-07-30

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Quinta-feira, 2 de Julho de 2015
CDU anuncia cabeça de lista pelo círculo eleitoral de VISEU

Francisco Almeida 2015-07-01

Culminando um profundo processo de auscultação das organizações do PCP e do PEV no Distrito de Viseu, a Comissão Coordenadora Distrital da CDU vem anunciar que escolheu Francisco Almeida como cabeça de lista da Coligação às próximas eleições legislativas.

 



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Quarta-feira, 29 de Outubro de 2014
Deputado do PCP no Parlamento Europeu visita áreas ardidas na Serra do Caramulo

ViegasCaramulo

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Terça-feira, 17 de Dezembro de 2013
Deputado do PCP Miguel Tiago visita serviços públicos em Viseu

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A escolha pela DORV do PCP dos serviços públicos de saúde e de educação para concretizar este objectivo nacional, são significativos. Dados vindos a público que compilámos sobre o distrito de Viseu, apontam para o encerramento, nos últimos anos, de cerca de três mil serviços públicos, tendo à cabeça escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico, SAPs, Extensões de Saúde, Postos Médicos, Maternidade, Unidades Cirúrgicas, etc..

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Sábado, 10 de Agosto de 2013
Carlos Abreu Amorim
Desenho de Fernando Campos (o sítio dos desenhos)

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«Carlos Abreu Amorim tornou-se conhecido como blogguer no Blasfémias, paineleiro na TV, num programa de comentadeiros do regime e por tuitar bacoradas racistas a propósito do futebol. Já foi da extrema-direita e depois foi por aí acima, sempre fiel aos seus princípios: a seguir foi do CDS, depois do partido de Manuel Monteiro (partidinho e figura que, segundo o insuspeito 31 da armada, “corporizam a estupidez e a falta de ideias em política “ e agora é do pêpêdê, essa coisa também esperta. Aí fez-se eleger deputado por Viana do Castelo.»

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Quarta-feira, 17 de Julho de 2013
Por solicitação da população, deputado Miguel Tiago visita Extensão de Saúde Lordosa-Calde e Centro de Saúde de Penalva do Castelo

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publicado por António Vilarigues às 09:44
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Quinta-feira, 11 de Julho de 2013
O «superior interesse nacional« tem um valor

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«(...)

Só nestas três operações: juros da dívida, intervenções na banca e contratos SWAP, os portugueses pagam, a cada dia que passa, qualquer coisa como 30,6 milhões de euros.

30,6 milhões de euros que saem do país por dia, escoando para uma qualquer conta de um qualquer grupo económico, ou vários.

Está explicado porque é que para Cavaco, Passos, Portas e Seguro, para PSD, PS e CDS, cada dia que passa e cada dia que aguentam a actual política é já um dia ganho.

Ou melhor, são 30,6 milhões de euros ganhos, o que equivale a 1 892 760 dias de trabalho remunerado com o Salário Mínimo Nacional, ou seja, a riqueza gerada por mais de um milhão de trabalhadores. 5 185 anos de um trabalhador português saem do nosso país.

A cada dia que passa sob esta política, sacrificam-se 5 185 anos de trabalho de um português aos altares dos mercados.

Estranho é este "superior interesse nacional".»

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Gostava de ter escrito ISTO...

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Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2013
Conclusões do Encontro Distrital de Viseu da CDU

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publicado por António Vilarigues às 09:03
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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2013
Encontro CDU Distrito de Viseu: 24 Fevereiro, 9.30h, Junta de Freguesia de Armamar

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Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2013
CP: a sem vergonhice de Helder Amaral

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Estava eu a experimentar a técnica do meu amigo Rui Silva de o Companheiro Vasco, eis senão quando deparo com este post que, diga-se, gostaria de ter escrito:

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Um dos representantes dos interesses das elites nacionais e internacionais na Assembleia da República disse ontem [13 de Fevereiro] no plenário que o problema do país é «ter pessoas que apenas trabalhem 70 dias em 365». Referia-se, desenvergonhadamente, aos trabalhadores da CP.

Qualquer pessoa medianamente inteligente e informada sabe que nem os trabalhadores trabalham 365 dias por ano (ou desconhece o direito ao descanso semanal, a férias, a licenças de maternidade/paternidade, a dias de apoio à família, etc...), nem os trabalhadores da CP trabalharam apenas 70. Qualquer pessoa medianamente inteligente e informada sabe que os trabalhadores da CP não estiveram em greve 295 dias de 2012.  Qualquer pessoa medianamente inteligente e informada sabe que o que se passou foi a existência de pré-avisos de greve cobrindo os tais 295 dias, e que na esmagadora maioria dos ditos se referiam apenas a horas extraordinárias e não a dias completos de trabalho. O deputado em causa, que me parece medianamente inteligente e informado, sabe-o. O que lhe falta não é nem inteligência nem informação. Siga.

A mentira tem perna curta e esta gente está de cabeça perdida, disparando sempre na direcção dos menos poderosos. «Perdido por 100, perdido por 1000», «que se lixem as eleições» porque que os que se seguirão estão a soldo do mesmo patrão. Até ao dia.

Acontece que nem de propósito divulgaram as ORTs da CP informação bem pertinente sobre a situação financeira da empresa bem como das respectivas causas. Aqui fica, à disposição de quem tiver interesse sobre o destino dos euros (cada vez mais) que pagamos pelos bilhetes e passes.

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publicado por António Vilarigues às 21:08
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Ser autarca não é cadastro

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(...)

Sejamos claros: ser autarca não é cadastro. Um cidadão não pode ser privado injustamente dos seus direitos políticos pelo facto de ter sido autarca durante doze anos, e a limitação de mandatos que está estabelecida na lei não pode ser entendida como uma punição necessária de quem presidiu a executivos autárquicos.

O PCP bate-se pelo rigor, pela honestidade e pela competência no exercício de cargos públicos, e defende a adoção de todas as medidas que previnam quaisquer fenómenos de abuso de poder, de corrupção ou de clientelismo no exercício dessas funções. Mas não se identifica com aqueles que procuram transmitir a ideia de que tais fenómenos decorrem inevitavelmente do exercício de funções autárquicas, como se não houvesse neste país milhares de cidadãos que, como autarcas, servem desinteressadamente a causa pública e que não merecem ser alvo de um permanente juízo de suspeição.

António Filipe

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Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2013
Não há alternativa à demissão do Governo e à convocação de eleições antecipadas

(...)

Não há alternativa à demissão do Governo e à convocação de eleições antecipadas.

(...)

A questão que se coloca hoje é por isso a de saber até onde vai o país deixar este Governo ir. Ele tem de ser travado e vai ser travado, mesmo com a sua maioria absoluta, mesmo com o alinhamento do Presidente da República com as suas orientações.

Os portugueses sabem que é precisa e é possível outra política.

O PCP não está perdido à procura dela. Temos ideias muito claras. É preciso rejeitar e derrotar o Pacto de agressão/memorando da troica. É preciso renegociar a dívida, recuperar para o país os instrumentos económicos e sociais que lhe permitam aumentar a produção e fomentar o crescimento e o desenvolvimento, distribuir justamente a riqueza e valorizar e repor os direitos retirados aos portugueses. É preciso renegociar já, produzir mais e distribuir melhor.

É com esta política que se recupera o país. E há forças para o fazer; são todos aqueles que não se conformam com este caminho, que não aceitam a agonia do país, que não desistem perante o ataque aos direitos. São todos aqueles que não aceitam a submissão ao directório europeu e a alienação da soberania nacional.

Contamos com todos para construir a alternativa política e a indispensável política alternativa; contem connosco para lutar por ela.

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publicado por António Vilarigues às 15:46
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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2012
OS PONTOS NOS ii ou O SEU A SEU DONO

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Os excertos de documentos que o Subsector das Ciências Sociais agora divulga demonstra à exaustão que o Partido Comunista Português previu e advertiu sobre as consequências da adesão à CEE. Por falar verdade, demonstrando que os interesses de quem vive do salário são antagónicos aos do grande capital, caluniam-no ou ignoram-no.

A transcrição de duas intervenções de Carlos Carvalhas e o texto de Sérgio Ribeiro, autor da primeira obra publicada Não à Moeda Única” (Ed. Avante!-1997), analisam o desastre que traria – e trouxe – ao país tal opção. Quem o sabe? Comentadores e colaboradores do poder citam somente, a contra gosto e só agora, economistas não comunistas como os únicos que denunciaram em tempo o erro da opção. De facto, por honestidade intelectual e saber profissional houve quem denunciasse a catastrófica decisão. Mas aos comunistas é proibido ter razão. Só que a vida lha dá.

A divulgação desta Newsletter, é mais uma oportunidade - nunca a perder - de divulgar as posições do PCP sobre a vida nacional e internacional.

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«A integração de Portugal na CEE significaria, pois, a médio e longo prazos, a inserção plena da economia portuguesa na estratégia de desenvolvimento das economias dominantes na CEE, isto é, a submissão da economia portuguesa à divisão internacional do trabalho, determinada pelas multinacionais em seu exclusivo benefício». (Carlos Carvalhas, Não ao Mercado Comum-Conclusões - Palácio de Cristal – Porto-1980- Ed. Avante!)

«A moeda única é um projecto ao serviço de um directório de grandes potências e de consolidação do poder das grandes transnacionais, na guerra com as transnacionais e as economias americanas e asiáticas, por uma nova divisão internacional do trabalho e pela partilha dos mercados mundiais. A moeda única é um projecto político que conduzirá a choques e a pressões a favor da construção de uma Europa federal, ao congelamento de salários, à liquidação de direitos, ao desmantelamento da segurança social e à desresponsabilização crescente das funções sociais do Estado».(Intervenção do Deputado Carlos Carvalhas na Interpelação ao governo (de Guterres) em 02 de Abril de 1997)

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Portugal aderiu às “Comunidades Europeias” em 1986.(Sérgio Ribeiro)

Estas CE eram a continuidade de uma fórmula de integração de Estados que vinha de 1957, e a que Portugal se associara em 1972, via acordo comercial, negociado por forma que defendeu interesses económicos nacionais, no que se chamou “produtos sensíveis” (conservas de peixe, concentrados de fruta, têxteis).

A adesão foi um dos elementos da contra-revolução, resumido no slogan “Europa connosco”, enquanto estratégia política de classe, sem salvaguarda de interesses nacionais como vantagens comparativas, recursos naturais e adquiridos.

Desde então, nomeadamente com a queda dos países socialistas europeus (que tinham algum efeito de constrangimento ao nível internacional da luta de classes) e Maastrich, em Portugal a política prosseguida pelos partidos com maioria parlamentar e poder executivo tem sido de submissão e obediência à estratégia “comunitária”, com aceleração do mercado interno, a criação de uma União Económica e Monetária (moeda única e BCE), a militarização e as tentativas de avançar por uma União Política, com um Estado federal (Constituição Europeia adiada/travestida em Tratado de Lisboa).

O funcionamento do capitalismo nas duas últimas décadas tem sido de demencial bangsterismo e financeirização, agravando a concentração e centralização do capital, com expressão na U.E. e a criação, nesta, de um centro inconfessado mas evidente (o rabo escondido do gato de fora…) e de uma periferia, que a explosão da crise de 2008 levou a um paroxismo sem perspectivas de remendo.

O Partido Comunista Português, escorado na sua base teórica, sempre denunciou o carácter de classe do processo de integração.

Além das posições congressuais, no início dos anos 80 realizou um Encontro Não ao Mercado Comum, de onde saiu a resolução inequívoca, com larguíssima fundamentação e a denúncia do que resultaria da adesão para a economia portuguesa e sua decorrente perificidade; fez campanha contra Maastrich e, convergente com a sua participação na frente de luta do Parlamento Europeu, bateu-se por uma coesão económica e social morigeradora das inevitáveis consequências do mercado interno, defendeu a economia produtiva, esteve (e votou!) contra a criação da moeda única, denunciando o que resultaria da sua criação tal como foi engendrada e concretizada com apoio de todas as outras forças político/partidárias. Naturalmente, por de classe serem.

A indispensável leitura, para já não exigir o necessário estudo, das posições do PCP – acessíveis em múltiplos documentos – confirma a justeza das previsões e prevenções, de que hoje se encontram cópias, nem se pode dizer envergonhadas…, em afirmações de personalidades e forças políticas que anatematizaram essas posições, previsões e prevenções quando atempadamente foram tomadas.

Com a agravante das actuais “revisões” se enrouparem em mantos de inevitabilidade e irreversibilidade, que não tapam as responsabilidades na actual situação, e serem negadas pela realidade e por casos de outros países, até europeus, que se referem sem a intenção de os apresentar como exemplos mas tão-só como ilustrações da negação da inevitabilidade e irreversibilidade – Noruega, Islândia, Chipre e outros.
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Inevitável é a mudança de rumo. Quanto mais tarde pior, económica e socialmente

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Sábado, 3 de Março de 2012
Como é possível manter um governo em que o primeiro-ministro mente?

     Num dos debates quinzenais realizados na Assembleia da República Pedro Passos Coelho mostrou-se muito indignado por Jerónimo de Sousa utilizar na sua intervenção expressões como «roubo», «agressão» e «mentira».

Este episódio, caricato na forma, revela, no seu conteúdo, os tiques autoritários e censórios dos executantes conselheiros de administração de e ao serviço dos interesses dos grupos económicos e financeiros seus mandantes.

E revela também a falta de vergonha do 1º ministro. O que se segue são um conjunto de mentiras descaradas escritas com pleno à-vontade pela personagem nas redes sociais Facebook e Twiter

24 de Março: «A pior coisa é ter um governo fraco; um governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos». Face à realidade actual só pudemos dizer que é preciso ter lata. Muita lata e descaramento.

30 de Março: «A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento». E no entanto o IVA subiu para 23%. E houve «actualizações» em todos os escalões.

1 de Abril: «Já ouvi dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disto e é um disparate». «Disparate» aplicado a milhões de portugueses…

2 de Abril: «O PSD chumbou o PEC IV porque tem que dizer basta; a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimentos». O que fez e está a fazer este governo? Precisamente o contrário!!!

2 de Maio: «Se formos governo posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português». De garantias destas está o inferno cheio. Que o digam os milhões de portugueses nessa situação.

5 de Maio: «Portugal não pode ter 700 mil desempregados». Deve ser por isso que o governo criou todas as condições para que 8 meses depois se tenha ultrapassado o número de 1 milhão de desempregados!

10 de Maio: «Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar os escalões mais altos do IRS e desonerar a classe média e baixa». Só pode estar a brincar connosco!

12 de Maio: «Escusam de vir agitar mentiras; o PSD quer que as pessoas sejam tratadas como merecem, seja na aérea pública seja na privada». O que seria se assim não fosse…

1 de Junho: «Ninguém nos verá a impor sacrifícios aos que mais precisam; os que mais têm terão de ajudar os que têm menos». E não lhe cresce o nariz com tantas aldrabices?

Estas mentiras foram levadas ao Parlamento pelo deputado comunista e vice-presidente da Assembleia da República António Filipe em Novembro de 2011.

O homem escreveu e disse. Para quem estiver interessado em mais «pérolas» do mesmo teor pode consultar na Internet o «Best of 2010-2011» de Pedro Passos Coelho.

E a saga continua. Uma das últimas é o colossal embuste de que 2013 será o início da recuperação económica e da diminuição do desemprego!

Num estudo do próprio FMI, publicado em Outubro de 2010, conclui-se que «em dois anos, uma consolidação fiscal [orçamental] equivalente a 1 por cento do PIB tende a reduzir o PIB em aproximadamente 0,5 por cento, aumenta o desemprego em cerca de 0,3 por cento, e reduz a procura interna (consumo e investimento) em aproximadamente 1 por cento». Mais claro não podia ser!

Mais. O 1º ministro, o governo, os economistas seus apoiantes e defensores que todos os dias nos bombardeiam coma teoria das «inevitabilidades», sabem perfeitamente que não há criação líquida de emprego sem um crescimento económico do PIB acima dos 3% ao ano.

Estão, ainda e sempre, a querer-nos vender gato por lebre. Isto tem de acabar! Como nos podem querer governar pessoas deste quilate, verdadeiros aldrabões encartados?

Uma última frase: «Como é possível manter um governo em que o 1º ministro mente?». A pergunta, esclareça-se, não é minha. É de Pedro Passos Coelho quando ainda não era governante. Não podíamos estar mais de acordo!

Por isso lá estaremos a participar na Greve Geral do próximo dia 22 de Março, convocada pela CGTP-IN. Greve contra a exploração e o empobrecimento. Greve por uma mudança de política. Greve por um novo rumo para Portugal.

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

In "Jornal do Centro" - Edição de 2 de Março de 2012

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publicado por António Vilarigues às 18:16
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Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012
António Filipe questiona o governo sobre falta de efectivos policiais em Lamego

António Filipe questiona o governo sobre falta de efectivos policiais em Lamego

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publicado por António Vilarigues às 12:12
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Terça-feira, 26 de Julho de 2011
A Cimeira dos Países da Zona Euro

Forçados pelo desastre a que foi conduzida a Grécia e para que estão a ser encaminhados outros países da Europa, designadamente Portugal e a par do risco de alastramento do incumprimento à Itália e à Espanha, a Reunião Extraordinária de Chefes de Estado e de Governo da Zona Euro de 22 de Julho tomou decisões que constituem um novo e mais grave passo no sentido da limitação da soberania dos Estados, uma resposta no sentido da garantia dos interesses do capital financeiro e das principais potências europeias, um factor de agravamento da situação do país e de limitação ao seu desenvolvimento e progresso.

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Segunda-feira, 18 de Abril de 2011
Fernando Nobre, o «Categórico»

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Veja mais enobridades neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Segunda-feira, 27 de Julho de 2009
No ninho do PS: «saem» os passarões, entram os passarinhos

 

«A actriz Inês de Medeiros, que foi mandatária da candidatura de Vital Moreira às europeias, vai ser a número três da lista de Lisboa do PS às eleições legislativas, encabeçada por Jaime Gama. Vera Jardim ocupa o segundo lugar e o sétimo é o ex-dirigente do BE e activista da LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) Miguel Vale de Almeida».

Adeptos de «causas fracturantes» vão entrar no parlamento!

Causas fracturantes como esta? 

(...)

"O que nós vamos fazer é empenharmo-nos mais no Afeganistão nas áreas que são críticas para o sucesso da missão" da NATO no país, disse o primeiro-ministro hoje à chegada a Bucareste para participar na Cimeira da Aliança Atlântica.

(...)

"Estamos muito empenhados no sucesso da operação da NATO no Afeganistão porque isso é fundamental para a credibilidade da Aliança", sublinhou o primeiro-ministro português.

(...)

    E, já agora, quem disse o que a seguir se transcreve?

«A iniciativa dos Estados Unidos e do Canadá ao promoverem o Pacto do Atlântico Norte veio dar o apoio de força indispensável a uma tal ou qual eficiência da defesa da Europa, ao mesmo tempo que se procurou reanimar a respectiva economia com os auxilios directos dos capitais e da técnica americana. Fazem-no os Estados Unidos por compreensível sentimento de solidariedade humana; fazem-no em virtude das responsabilidades na direcção política do Mundo que a grandeza do seu esforço de guerra lhes granjeou e a alteração do valor relativo das grandes potências inegavelmente lhes impôs; fazem-no ainda por bem conduzido cálculo dos seus interesses materiais e morais».

Não, não foi José Sócrates.

    Foi Salazar em 25 de Julho de 1949.

Para Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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publicado por António Vilarigues às 12:06
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Segunda-feira, 20 de Julho de 2009
As caras novas

    A propósito disto talvez, digo eu, convenha recordar isto, isto e isto.

                             


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publicado por António Vilarigues às 22:02
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Domingo, 22 de Março de 2009
Vital Moreira e PS - faces da mesma moeda

    A apresentação de Vital Moreira como candidato do PS ao Parlamento Europeu, suportada na valorização da sua qualidade de «independente» é tão falsa quanto a independência do seu trajecto político e posições políticas. Não se trata apenas, nem sobretudo, da assunção do mandato de deputado na legislatura de 1997. Mas sim da mais esclarecedora prova de enfeudamento ao PS, às suas orientações e à sua política que a sua continuada intervenção pública (testemunhada pela mais de uma centena de artigos com que foi sublinhando e subscrevendo a acção governativa ao longo destes últimos quatro anos) inequivocamente confirma. (...)

                                                         


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publicado por António Vilarigues às 00:03
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