Sexta-feira, 24 de Junho de 2011

O grande capital financeiro está a pôr-se a salvo: Rivalidades

A crise dos centros mundiais do capitalismo agrava-se rapidamente. O desastre que se avizinha, e a incapacidade do imperialismo o evitar, acirra todas as contradições e rivalidades, num «jogo do empurra» de consequências imprevisíveis.

(...)

É este o verdadeiro objectivo dos «planos de resgate» da Troika. Resgate para a banca, afundamento para os povos e os países. É para aqui que vai o dinheiro dos nossos salários e reformas. O grande capital financeiro está a pôr-se a salvo, antes do inevitável colapso que gerou. Hoje, lutar é a única alternativa ao desastre para o qual o capitalismo «triunfante» nos conduziu. Ou o capital financeiro, ou os povos. Há cada vez menos alternativas de compromisso.

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Sábado, 3 de Abril de 2010

Ditosa pátria que tais filhos tem!

«Der Nebenjob-Diplomat habe im Sommer 2002 sogar ein direktes Gespräch zwischen einem Ferrostaal Vorstand und dem damaligen portugiesischen Premierminister José Manuel Barroso vermittelt. Insgesamt soll der Honorarkonsul für seine "zielführende Assistenz" letztlich gut 1,6 Millionen Euro kassiert haben
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Não entende o que aqui está escrito? Também não interessa... O artigo do "Der Spiegel" é Korruptionsverdacht: Ferrostaal soll Schmiergeld-Geschäfte für ... Viu a primeira palavra? Korruption. Em português é parecida...

O «Público» explica:
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Nome de Durão Barroso envolvido no negócio dos submarinos por investigação alemã
Depois do antigo ministro da Defesa Paulo Portas, agora é o nome do então primeiro-ministro que surge no negócio dos submarinos, segundo a Der Spiegel. A revista alemã Der Spiegel deu ontem conta de uma investigação judicial alemã ao contrato de entrega de dois submarinos a Portugal que envolve o nome de Durão Barroso em actos ilícitos. (...)
Segundo a revista, a investigação revela que um cônsul honorário português teria alegadamente conseguido arranjar uma reunião para a empresa concorrente ao negócio, a Ferrostaal, com o então primeiro-ministro Durão Barroso, durante o Verão de 2002.
A administração da empresa alemã terá ficado de tal forma impressionada com a "influência" do cônsul que o contratou em Janeiro de 2003 como consultor, tendo este chegado a receber mais de milhão e meio de euros, o que poderia constituir uma violação dos seus deveres de diplomata.
De acordo com o relatório de investigação citado pela Der Spiegel, os subornos alegadamente pagos incluiriam ainda um contra-almirante português, que terá recebido um milhão de euros, num acordo de consultoria. A investigação chegou ainda a uma firma de advogados portuguesa, que, além de poder ter ajudado o contrato a pender para a Ferrostaal, terá também sido paga para "apagar o rasto de dinheiro" usado para subornar "decisores no Governo português e na Marinha". (...)

Enfim... Barroso, Portas, um contra-almirante, uma firma de advogados. Ditosa pátria que tais filhos tem!...
Há ainda «um cônsul honorário português» (em Munique, Alemanha, o senhor Jurgen Adolff), que terá chegado «a receber mais de milhão e meio de euros, o que poderia constituir uma violação dos seus deveres de diplomataPoderia?!!! ...
A propósito de cônsul. Não sobraram uns trocados para "reconstruir a Casa do Cônsul Aristides de Sousa Mendes", em Cabanas de Viriato, Carregal do Sal que está abandonada e em ruínas? Não sobraram, pois não? É a crise...
Um Homem Bom. Aristides de Sousa Mendes
Publicado no «Avante!»:
adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

Quem disse que «os alemães têm de aprender a matar»? E não é que «aprenderam»?

    

Não, não foi Adolf Hitler! Podia ter sido, mas não foi o Grande Ditador

A verdade é que não se sabe ao certo quem disse a frase. Ou melhor, não se sabe ao certo o nome da(s) pessoa(s) que disse(ram) a frase "The Germans Have to Learn How to Kill".

Segundo "Der Spiegel" a frase foi dita por altos comandos estado-unidenses e canadianos a propósito do comportamento dos alemães no Afeganistão: 

«Just how strong the pressure is becoming became evident to Karsten Voigt, Merkel's coordinator of German-American relations, on a recent visit to the United States. After initially commending Voigt for Germany's role in Afghanistan, his US counterparts quickly came to the point. They accused the Germans of "focusing on reconstruction and securing the peace, but leaving the dirty work up to us." And then someone uttered a sentence that Voigt is unlikely to forget anytime soon. "The Germans have to learn how to kill" -- a clear reference to the Taliban enemy.

(...)

The Canadians have been especially clear. Of a total of 33,000 soldiers in the Canadian military, more than 2,000 are stationed in Afghanistan -- "with their backs to the wall," say the Canadians. It is high time, they added, for the Germans to abandon their bunks and learn "to kill Taliban."»

NATO Chaos Deepens in Afghanistan: "The Germans Have to Learn How to Kill"

Esta é a fonte original da notícia. Mas aqui pode ser lida a tradução:

«Numa reunião em Washington, funcionários da administração Bush, falando no contexto do Afeganistão, censuraram Karsten Voigt, representante do governo alemão para as relações germano-americanas: "Vocês concentram-se na reconstrução e na manutenção da paz, mas deixam connosco as coisas desagradáveis"… "Os alemães têm que aprender a matar".

Um oficial britânico disse a um oficial alemão na sede da NATO: "Todos os fins-de-semana enviamos para casa dois caixões metálicos, enquanto vocês alemães distribuem lápis e cobertores de lã". Bruce George, chefe da Comissão Britânica de Defesa, disse "uns bebem chá e cerveja e os outros arriscam a vida".

Um colega da NATO do Canadá observou que já era tempo de "os alemães saírem das suas camaratas e aprenderem a matar os talibãs".»

Livrar o mundo da doença do pacifismo , por William Blum

Ridding the world of the sickness of pacifism

 

E não é que os alemães «aprenderam mesmo a matar»?

«Imaginem a cena: o Afeganistão, dois camiões cisterna roubados cheios de combustível altamente inflamável, rodeados por uma multidão de afegãos desejosos de obter um bocado de graça… Qual seria a última coisa que pensaríamos fazer? Claro – deitar bombas para cima dos camiões. Pois foi o que um comandante militar alemão mandou fazer a um avião telecomandado americano no dia 4 de Setembro. Catapum!! Ficaram reduzidos a cinzas pelo menos 100 seres humanos. Este incidente gerou uma grande controvérsia na Alemanha, porque o Artigo 26 da Grundgesetz (Lei Fundamental/Constituição) da Alemanha do pós-guerra declara: "Actos que possam tender e sejam praticados com a intenção de perturbar as relações pacíficas entre nações, principalmente para preparar uma guerra de agressão, são declarados anticonstitucionais. Devem ser considerados criminosos".»

Um dos muitos feridos/queimados:


 
Uma vala comum

Ver imagens aqui e aqui.

 

Pronto, vamos lá ver a actualidade de Chaplin:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                       

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publicado por António Vilarigues às 12:04
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Terça-feira, 21 de Outubro de 2008

Os voos secretos da CIA e os campos de concentração dos EUA (BBC)

 

Jorge Machado referiu que as informações recentemente vindas a público vêm dar razão ao PCP que «tem vindo a denunciar o facto de os EUA terem recuperado um método de operações clandestinas denominado "rendições extraordinárias"». Jorge Machado referiu ainda que «o PCP não pactua com esta pouca vergonha e propõe uma medida simples (…)  ao alcance do exercício da nossa soberania nacional, que passa por interditar, com efeitos imediatos, o nosso espaço aéreo a todo e qualquer voo com origem ou destino em Guantánamo».                
                                     

Ler Texto Integral                        

    O deputado socialista José Vera Jardim argumentou que está em curso uma investigação da Procuradoria-Geral da República sobre «todas as circunstâncias» do caso e alertou para as consequências de a Assembleia aprovar o projecto do PCP.

«É um absurdo», reclamou Vera Jardim, afirmando que a resolução iria pôr em causa «os compromissos internacionais» do país com «a NATO e um aliado», dado que Guantanamo é uma base militar dos Estados Unidos, com quem o país tem um acordo.

  • Reportagem em vídeo VUELOS SECRETOS                              

«For some time now it has been an open secret that the CIA has flown terror suspects across the globe and handed them over to governments notorious for their poor human rights record. Critics see this as a ruse to outsource torture seeking to avoid legal responsability. But not all 'delicate' questioning is delegated to foreign governments. In cooperative countries so-called 'black sites' were set up where US agents had full control but due to fact that the sites were nominally under foreign jurisdiction (like Guantanamo Bay) human rights garanteed by US law were considered not applicable by the administration. Yet still the agents would assume typically governmental activities like arresting, detaining and interrogating suspects, even under foreign jurisdiction.»

Ver também:

  • CNN                                                            

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                            

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publicado por António Vilarigues às 12:08
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Segunda-feira, 6 de Outubro de 2008

Crise financeira: O que se pode obter com US$700 mil milhões

     «Claro, clarinho, para militar compreender», como gostava ironicamente de dizer Carlos Fabião.

1: O que se pode fazer com US$700 mil milhões

Quanto dinheiro significa isto? Muitas pessoas ficam confusas ao verem números com mais de seis zeros. A dádiva proposta pelo governo Bush-Paulson e aprovada sexta-feira pelo Congresso dos EUA – para evitar bancarrotas em série tão grandes como a do banco Lehman Brothers – tem 11 zeros. Este montante, além de salvar banqueiros insolventes, poderia ser utilizado em muitas outras coisas. A revista Spiegel Online elaborou uma lista de possibilidades. Eis algumas delas:

2: Pagar os salários de 22 milhões de pessoas

U$700 mil milhões seriam suficientes para pagar o salário médio anual a 22 milhões de pessoas nos Estados Unidos. De acordo com o Departamento do Trabalho dos EUA, o pagamento médio por uma semana de trabalho foi de US$612 em Agosto último. 

3: Estabelecer cobertura de saúde universal   

Os EUA poderiam finalmente estabelecer seguro de saúde universal, um objectivo que até agora foi constantemente evitado pelos políticos. O governo poderia financiar até seis anos de seguro de saúde para cada um e todos os ciadadãos estado-unidenses.  

4: Comprar um sistema de comunicações para serviços médicos de emergência 

Washington poderia comprar um sistema de comunicações uniforme para todos os serviços de emergência médica do país, que é urgentemente necessário, mais de 47 vezes. Estimativas estabelecem o preço de um tal sistema em torno dos US$15 mil milhões.   

5: Construir barreiras em torno de Nova Orleans   

O projecto para fortalecer as barreiras em torno de Nova Orleans poderia realmente ser pago mais de uma centena de vezes. Desde o Furacão Katrina, o governo gastou cerca de US$7 mil milhões em tais esforços.   

6: Comprar a Dinamarca – Duas vezes *   

US$700 mil milhões é suficiente para financiar as economias de países inteiros. A soma considerada pelo Congresso é mais do que o dobro do produto interno da Dinamarca, o qual em 2007 foi cerca de US$312 mil milhões. 

7: Financiar todo o orçamento nacional da Alemanha durante mais de um ano  

Projecções estabelecem o orçamento nacional da Alemanha para 2009 em €288 mil milhões, os quais, às actuais taxas de câmbio, resultam em cerca de US$420 mil milhões. Com esta soma de dinheiro seria possível financiar o país durante 1,6 anos. 

8: Combater a pobreza em África durante 10 anos  

Este montante de dinheiro poderia financiar programas da ONU para combater a fome e pobreza em África durante 10 anos. De acordo com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, o continente precisa de US$72 mil milhões por ano de ajuda ao desenvolvimento. 

9: Financiar todas as operações de inteligência dos EUA durante 15 anos 

O governo dos EUA poderia financiar todas as suas 16 agências de inteligência durante mais de 15 anos. Actualmente o custo anual somado das mesmas, incluindo 100 mil empregados, sistemas de comunicações, equipamento de reconhecimento e armas totaliza cerca de US$44 mil milhões.  

10: Lançar múltiplos "New Deals" 

Franklin Dellano Roosevelt ficaria verde de inveja. Seu "New Deal" da década de 1930, inigualável até agora como programa de crescimento, poderia ser financiado muitas vezes mais. Segundo o Wall Street Journal, os investimento de infraestrutura do programa custariam cerca de US$250 mil milhões em dólares de hoje. Estes investimentos ajudaram a construir ou renovar 8000 parques, 40 mil edifícios públicos e 71 mil escolas. 

11: Salvar a Terra (ao invés de bancos) 

Ao invés de ajudar bancos, US$700 mil milhões poderiam ser utilizados para salvar o ambiente. Esta, pelo menos, é a opinião de M. A. Sanjayan, cientista principal do grupo de protecção ambiental The Nature Conservancy. Embora os dados dos institutos de investigação variem consideravelmente quanto à quantia precisa que seria necessária para por o ambiente de novo numa base saudável, todos concordam em que US$700 mil milhões dava para um longo caminho. 

12: Permanecer no Afeganistão e no Iraque por mais sete anos 

Os números de Washington mostram quão absurdamente caras podem ser as guerras. Desde a invasão do Iraque, os EUA gastaram aproximadamente US$648 mil milhões na guerra. A níveis actuais de despesa, US$700 mil milhões seriam suficiente para travar as guerra no Iraque e no Afeganistão durante mais sete anos. 

13: Voar para a Lua, repetidamente 

A quantia também seria suficiente para financiar quatro missões diferentes de voos tripulados para a Lua. O programa "Apolo" da NASA, durante a década de 1960, custou cerca de US$164 mil milhões em dólares de hoje. O dinheiro também poderia comprar sete estações internacionais no espaço.   

* Ou comprar Portugal – três vezes. O PIB português de 2007 foi de €162.756,1 milhões, o que equivale a US$233.805 milhões à cotação actual.

Original in Der Spiegel
Tradução
AQUI

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