Sexta-feira, 7 de Outubro de 2016

O Deutsche Bank e o sistema financeiro mundial

Deutsche Bank

 

O FMI afirmou que as consequências de um colapso do Deutsche Bank poderia ser pior do que a crise bancária global.

 

No entanto, poucos estão a prever que o banco vá seguir o caminho do Lehman Brothers

 

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publicado por António Vilarigues às 08:43
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Sábado, 1 de Outubro de 2016

Os sindicatos (e os sindicalistas) não são todos iguais...

Manif CGTP-IN

 

O primeiro relatório anual sobre a contratação colectiva, apresentado, dia 20 de Julho, no Ministério do Trabalho, revela que, apesar da paralisação da negociação nos últimos anos, a contratação colectiva continua a regular as condições de trabalho de quase 2,2 milhões de trabalhadores, ou seja, 89 por cento da força laboral por conta de outrem.

Até 2011, cerca de 60 por cento dos trabalhadores abrangidos por instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho viam as condições de trabalho, nomeadamente os salários, actualizadas anualmente. Agora, depois de 4 anos de governo PSD/CDS, essa actualização abrange apenas um quarto dos trabalhadores.

 

Face a estes dados analisemos 2 exemplos diametralmente opostos:

 

«Independentemente do que vier a passar-se nos próximos meses, uma coisa parerce certa:

a contratação vai renascer, porque ela é necessária à melhoria das condições de trabalho, a uma melhor distribuição da riqueza com salários mais dignos e que sejam capazes de manter no país «a geração mais qualificada» que o nosso sistema de ensino produziu, que os portugueses pagaram e que é indispensavel ao nosso desenvolvimento e bem-estar.»

 

25 Maio 2013 Lisboa_6

«Rui Riso é presidente do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas, vice-presidente da UGT e deputado eleito pelo PS. Em declarações à Lusa, o distinto dirigente sindical explica que não houve «grande sucesso na sindicalização dos trabalhadores do Deutsche Bank em Portugal, nos últimos anos», e por isso o envolvimento do sindicato a que preside não será grande.

«Uma das coisas que faz com que se verifique uma sindicalização muito forte no sector é, sem dúvida, o apoio na saúde mas como o Deutsche Bank em Portugal não é subscritor do acordo colectivo de trabalho, os trabalhadores não têm o nosso apoio em termos de saúde, tendo optado por seguros de saúde privados», continua o dirigente da UGT.

E eis como se transforma um sindicato num seguro de saúde com direito a apoio jurídico, caso surjam conflitos laborais. O papel do sindicato – a defesa dos interesses e dos direitos dos trabalhadores – transformado num negócio.»

 

De facto os sindicatos (e os sindicalistas) não são todos iguais...

 

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publicado por António Vilarigues às 18:30
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Quinta-feira, 16 de Junho de 2011

O cartel do Federal Reserve: As oito famílias

 

Os Quatro Cavaleiros da banca (Bank of America, JP Morgan Chase, Citigroup e Wells Fargo) são os donos dos Quatro Cavaleiros do Petróleo (Exxon Mobil, Royal Dutch/Shell, BP e Chevron Texaco); em sintonia com o Deutsche Bank, o BNP, o Barclays e outros monstros europeus das velhas fortunas. Mas o seu monopólio sobre a economia global não se esgota no xadrez do petróleo.

De acordo com o relatório 10-K para a SEC, os Quatro Cavaleiros da Banca estão entre os dez maiores accionistas de praticamente todas as empresas da Fortune 500.

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publicado por António Vilarigues às 12:07
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Quarta-feira, 14 de Julho de 2010

Os amigos de Hitler

Imagem de Ciudad futura

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«Los amigos de Adolf Hitler tienen mala memoria, pero la aventura nazi no hubiera sido posible sin la ayuda que de ellos recibió.

Como sus colegas Mussolini y Franco, Hitler contó con el temprano beneplácito de la Iglesia Católica.

Hugo Boss vistió su ejército.

Bertelsmann publicó las obras que instruyeron a sus oficiales.Sus aviones volaban gracias al combustible de la Standard Oil [hoy Exxon y Chevron] sus soldados viajaban en camiones y jeeps marca Ford.

Henry Ford, autor de esos vehículos y del libro El judío internacional, fue su musa inspiradora. Hitler se lo agradeció condecorándolo.

También condecoró al presidente de la IBM, la empresa que hizo posible la identificación de los judíos.

La Rockefeller Foundation financió investigaciones raciales y racistas de la medicina nazi.

Joe Kennedy, padre del presidente, era embajador de los Estados Unidos en Londres, pero más parecía embajador de Alemania. Y Prescott Bush, padre y abuelo de presidentes, fue colaborador de Fritz Thyssen, quien puso su fortuna al servicio de Hitler.

El Deutsche Bank financió la construcción del campo de concentración de Auschwitz.

El consorcio IGFarben, el gigante de la industria química alemana, que después pasó a llamarse Bayer, Basf o Hoechst, usaba como conejillos de Indias a los prisioneros de los campos, y además los usaba de mano de obra. Estos obreros esclavos producían de todo, incluyendo el gas que iba a matarlos.

Los prisioneros trabajaban también para otras empresas, como Krupp, Thyssen, Siemens, Varta, Bosch, Daimler Benz, Volkswagen y BMW, que eran la base económica de los delirios nazis.

Los bancos suizos ganaron dinerales comprando a Hitler el oro de sus víctimas: sus alhajas y sus dientes. El oro entraba en Suiza con asombrosa facilidad, mientras la frontera estaba cerrada a cal y canto para los fugitivos de carne y hueso.

Coca-Cola inventó la Fanta para el mercado alemán en plena guerra. En ese período, también Unilever, Westinghouse y General Electric multiplicaron allí sus inversiones y sus ganancias. Cuando la guerra terminó, la empresa ITT recibió una millonaria indemnización porque los bombardeos aliados habían dañado sus fábricas en Alemania

Eduardo Galeano

In Fragmento de Espejos: una historia casi universal (ISBN: 978-84-323-1314-1); Siglo XXI Ed. (Madrid, México, Buenos Aires, 2008)

Reproduzido de Los amigos de Hitler (un texto de Eduardo Galeano)

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge
 
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publicado por António Vilarigues às 12:07
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Segunda-feira, 27 de Outubro de 2008

Números que falam e gritam

    No artigo publicado nesta mesma coluna a 18 de Abril «É mesmo uma pipa de massa» anunciava-se uma previsível treta. Os países do chamado G7 armavam-se em fortes, «exigindo» contas aos banqueiros. Mas só para daí a 100 dias. Isto depois de terem estado os 9 meses anteriores a assobiar para o lado a ver em que é que paravam as modas.

E seis meses depois o que é que temos? Qual a realidade da crise? Deixemos os números falar (e gritar) por si.

Em Abril, recorde-se, os grandes bancos centrais (Reserva Federal Americana, Banco Central Europeu, Banco de Inglaterra, Banco do Japão) tinham injectado no sistema financeiro mil milhões de milhões de dólares. Com o único objectivo de manter a economia de casino e a especulação a funcionarem.

Hoje esse número já triplicou!!! Escreve-se 3 000 000 000 000. É um 3 seguido de doze zeros. Quase 15 vezes o PIB de um país como Portugal. Ou 9 apartamentos com 150 metros quadrados de área cheios de notas de 500€ até ao tecto. Dava e sobrava para acabar com a fome e a pobreza em todo o mundo. E não pára de aumentar todos os dias, dia após dia.

A comunicação social refere que o Relógio da Dívida Nacional dos Estados Unidos já não tem dígitos suficientes para exibir o montante do défice do país. O contador digital parou em Setembro, quando a dívida chegou ao patamar dos 10 mil milhões de milhões de dólares. Este relógio está exposto numa das esquinas mais movimentadas de Manhattan, em Time Square.

As bolsas em todo o mundo mais parecem uma montanha russa. O PSI 20 da Bolsa de Lisboa valia mais de 12 mil pontos em Agosto de 2007. Hoje anda pelos 6 mil.

O impacto mundial desta crise económica e financeira do capitalismo ainda não se revelou em toda a sua extensão. Recordemos que a actual crise, com epicentro nos EUA, é um novo e mais grave episódio da crise que se arrasta desde 1994/95. Com os episódios da crise do peso mexicano, a crise «asiática» de 1997/98, a crise económica de 2001/03, e a crise do sector imobiliário norte-americano desencadeada em Agosto de 2007.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) considera que a actual crise financeira é «uma das mais significativas ameaças à economia mundial na história moderna». O seu director-geral, Juan Somavia, prevê mais 20 milhões de desempregados em 2009. Segundo as estimativas da OIT, o número de desempregados pode passar de 190 milhões, apurados no ano passado, para 210 milhões no final do próximo ano.

A população de trabalhadores pobres vivendo com menos de um dólar (0,75 euros) por dia pode aumentar em 40 milhões e a dos que vivem com dois dólares (1,5 euros) por dia em mais de 100 milhões, acrescenta a OIT. Juan Somavia salientou que estas projecções «podem revelar-se por baixo se os efeitos do actual abrandamento do crescimento económico e da ameaça de recessão não forem rapidamente combatidos».

Mais de 200 mil postos de trabalho já foram suprimidos em Wall Street e noutros centros financeiros com a falência de bancos ou fusões na sequência da crise financeira. São sempre os mesmos a pagar a factura…

A economia das sete maiores economias mundiais vai registar no próximo ano a maior contracção desde a Grande Depressão – anos de guerra excluídos – na sequência da crise de crédito que atinge empresas e consumidores, antecipa o Deutsche Bank.

Segundo o governo de José Sócrates «nós por cá (quase) todos bem». Não tarda nada regressamos à teoria do «Oásis»! Alguém acredita?
            
Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

                 

In "Jornal do Centro" - Edição de 24 de Outubro de 2008

           

Notícias AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e AQUI

                                                                        

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Terça-feira, 5 de Agosto de 2008

Nem o Deutsche Bank escapa...

    Fruto da crise financeira global o poderoso Deutsche Bank AG anunciou uma redução do valor contabilístico do seus activos em mais de 11 mil milhões de dólares. Até agora pensava-se, pelos vistos erradamente, que o gigante do sistema financeiro alemão e europeu saira incólume da crise. As perdas do Deutsche Bank ultrapassaram as do seu rival Credit Suisse Group AG, que atingiram os 8 mil milhões de dólares.
A notícia está AQUI e AQUI.

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publicado por António Vilarigues às 17:55
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