TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Sábado, 25 de Novembro de 2017
25 de Novembro – Dia Internacional para a eliminação da violência sobre as mulheres

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5. O êxito no combate às diversas formas de violência exige que todas elas sejam reconhecidas como tal. Ela expressa-se pela violência doméstica, pela violência sobre as mulheres na prostituição, pela violência nos locais de trabalho marcada por relações laborais assentes na exploração, na desregulação dos horários de trabalho, na repressão, que representam uma violência física e psicológica sobre os trabalhadores com incidências particularmente penosas para as trabalhadoras enquanto trabalhadoras, cidadãs e mães.

Um êxito que é indissociável de uma política para o País que dê prioridade ao combate às injustiças e desigualdades, designadamente as que atingem mulheres das classes trabalhadoras e populares: pela efectivação dos direitos das mulheres na lei e na vida, garantindo o direito ao trabalho com direitos como garante da sua autonomia económica; pela sua autonomia social, com acesso à habitação, à saúde, à segurança social, a uma rede pública de equipamentos e serviços de apoio à criança e à juventude, aos idosos, às pessoas com deficiência e às vítimas de violência; pela concretização da participação em igualdade em todas as esferas da vida colectiva.

 

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Seminário

«Prostituição: uma grave forma de violência e exploração»

(20 Outubro 2017, Lisboa)

 


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Terça-feira, 30 de Agosto de 2016
A questão dos refugiados na Europa: factos, teorias e necessidades prementes

Mapa campos refugiados e de detenção

Campos de refugiados e de detenção de imigrantes irregulares espalhados pela Europa e região do Mediterrâneo sul

 

O fluxo de refugiados e deslocados, hoje já sem as muitas capas e noticiários que encheu até Março deste ano, tem uma dimensão que é muitas vezes negligenciada pelos órgãos que fabricam opinião e notícia. Falar sobre e compreender esse fenómeno implica uma percepção de dimensão e escala.

 

Ao mesmo tempo que os EUA, a NATO e a UE aumentam os seus orçamentos e capacidades militares, diminuem significativamente as verbas para o apoio humanitário. No caso do ACNUR falamos de uma redução de 53% do financiamento para o ano de 2016. Uma realidade que acompanha a redução dos padrões da resposta humanitária. Para lá do deficiente apoio financeiro, as deficientes, precárias e degradantes condições de acolhimento, de alojamento, sanitárias, médicas ou alimentares, nos autênticos campos de concentração que a UE promoveu na Turquia e em solo europeu, são recorrentemente denunciadas. Os refugiados em campos gregos são hoje vítimas da máfia, do tráfico de drogas, de seres humanos e prostituição, também de menores. Uma realidade que promove a exploração mais atroz, sujeitando os que sobreviveram ao sofrimento imposto pela guerra, a perseguições, a meses de rumo incerto, apenas a mais sofrimento no local onde poderiam ser protegidos.

Exploração que é de Estado também. Ou que dizer da criação de empregos que, a Alemanha primeiro e agora a Áustria, criaram direccionados aos refugiados, pagos a… um euro à hora. Expressões da face mais negra do capitalismo e da União Europeia.

 

Lampedusa 2013

«Até se criou um organismo, o Frontex. O orçamento do Frontex, apesar de ter sido aumentado depois do início de funções, espelha bem a hipocrisia da União Europeia. A agência funciona em dois pisos sem condições num arranha-céus de Varsóvia.

A contrastar com esta realidade, desenvolveu-se, dentro do Frontex, um dispositivo chamado Eurosur que concentra a maior parte do investimento em drones, helicópteros e satélites, destinados a rastrear pessoas que tentam migrar para escapar da “opressão” e da “miséria” (agressão e grandes carências, digo eu) no seu país de origem.»

 

Mapa Crise Migratória Europeia_2015

«A Provedora da Justiça da União Europeia abriu uma investigação sobre os impactos nos direitos humanos do acordo com a Turquia para travar a entrada de migrantes.»

 

Estes deslocados não são números. São pessoas. Como nós. São eles. Podíamos ser nós.

 

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Domingo, 28 de Agosto de 2016
28 de Agosto de 1963 – Marcha sobre Washington

28 Agosto 1963 – Marcha sobre Washington

Mais de 250 mil pessoas, oriundas de todas as partes do país, concentraram-se em Washington para exigir trabalho, liberdade, justiça social e o fim da segregação racial contra a população negra dos EUA.

Organizada, entre outros, pelo activista dos direitos humanos e pacifista Martin Luther King, a manifestação foi determinante para a aprovação das leis de direitos civis e direito de voto, em 1964 e 1965.

Foi nesta impressionante manifestação de massas que Luther King fez o discurso com a frase que ficou célebre em todo o mundo: «I Have a Dream!» (Eu tenho um sonho!).

Distinguido em 1964 com o Prémio Nobel da Paz, Martin Luther King foi assassinado em 4 de Abril de 1968, em Memphis, Tennessee.

Mais de meio século depois da Marcha, o racismo nos EUA está longe de ter sido erradicado.

AQUI

 


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Quinta-feira, 14 de Julho de 2016
Estranhos frutos nas árvores do Sul

Nesse ano de 1936, em que Meeropol escreveu o poema «Fruta amarga», calcula-se em quase 200 o número de negros assassinados como resultado do sistema racista. Só nos primeiros seis meses de 2016, 125 negros morreram às mãos da polícia, muitos deles em circunstâncias que, de Philando e Alton, diferem apenas no local, na hora ou no número de tiros. O que nos diria hoje o poeta? O mesmo que um dia adoptou os filhos do casal de comunistas Julius e Ethel Rosenberg, executados na cadeira eléctrica?

 

Billie_Holiday5

 

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Terça-feira, 12 de Julho de 2016
Karl Marx: «O trabalho de pele branca não se pode emancipar onde o de pele negra é estigmatizado*.»

BATON-ROUGE 2016-07-09

 Ieshia Evans, mulher, negra, 28 anos, enfermeira, mãe

 

Os vídeos são de facto brutais e dizem respeito apenas ao período 2013-2016...

 

As últimas palavras do último discurso de Martin Luther King:

(...)
Well, I don't know what will happen now. We've got some difficult days ahead. But it doesn't matter with me now. Because I've been to the mountaintop. And I don't mind. Like anybody, I would like to live a long life. Longevity has its place. But I'm not concerned about that now. I just want to do God's will. And He's allowed me to go up to the mountain. And I've looked over. And I've seen the promised land. I may not get there with you. But I want you to know tonight, that we, as a people will get to the promised land. And I'm happy, tonight. I'm not worried about anything. I'm not fearing any man. Mine eyes have seen the glory of the coming of the Lord.

Bem, eu não sei o que acontecerá agora. Teremos alguns dias difíceis. Mas, para mim, isso não importa. Porque eu estive no cimo da montanha. E não me importo. Como todos, gostaria de ter uma vida longa. Por que não? Mas não estou preocupado com isso agora. Só quero fazer a vontade de Deus. E Ele permitiu que eu subisse a montanha. E eu vi lá de cima. E vi a terra prometida. Talvez não vos acompanhe até lá. Mas, quero que saibam esta noite que nós, como povo, chegaremos à terra prometida. E estou feliz esta noite. Nada me preocupa. Não temo nenhum homem. Os meus olhos viram a glória da chegada do Senhor. 

 

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* Karl Marx, «O Capital», Livro Primeiro, Tomo I, p. 344

 


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Quarta-feira, 4 de Maio de 2016
Debate dia 6 no Barreiro: «As conquistas da revolução e a erradicação da pobreza»

Clicar nas imagens para ampliar

 


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Segunda-feira, 28 de Março de 2016
Arábia Saudita - «armas (nucleares) em boas mãos»...

Mísseis1

 

A ditadura fundamentalista e terrorista da Arábia Saudita está a comprar bombas nucleares ao Paquistão, país a quem financia mais de metade do programa militar atómico; e não se escutou, até ao momento, uma única palavra dos dirigentes mundiais, usualmente tão zelosos a denunciar ocorrências que os incomodam, mesmo que algumas não passem de pretensas ocorrências.

A declaração, peremptória, foi feita em entrevista ao Rússia Today pelo analista político saudita Daham al-Anzi que é na realidade um porta-voz de Riad. Embora, graças ao prestimoso trabalho da comunicação social dominante, continue a ser um segredo para grande parte dos que habitam o planeta...

A Arábia Saudita é signatária do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, o que parece não ser um estorvo.

Já o Paquistão, pelo contrário, é um não-signatário deste tratado. Como se sabe, o regime político deste País não prima propriamente pela democracia e pelo respeito dos direitos humanos. Foi, por exemplo, o responsável número um pela implantação do regime dos talibans no vizinho Afeganistão. Mas pode ter armas e mísseis de longo alcance...

Como escreve no seu blog o jornalista português José Goulão, «Dos Estados Unidos e da União Europeia seria importante conhecer a opinião sobre o assunto. De Itália veio a versão da ministra Pinotti, segundo a qual, em matéria humanitária, o país “é enormemente credível e respeitado”. Porém, isso não chega: gostaríamos de saber se Washington e Bruxelas, Berlim, Londres e Paris, pelo menos esses, levam assim tão longe o descaramento.»

 


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Domingo, 6 de Março de 2016
43 anos enterrado vivo

Albert Woodfox

 

«Eu vi homens duros que se transformavam em bebés... enrolados nas suas camas, em posição fetal, e nunca mais diziam uma palavra; alguns não conseguiam parar de falar, mas diziam coisas sem sentido; outros gritavam o dia inteiro; houve muitos que se conseguiram suicidar; mas eles não nos querem mortos, é por isso que nos enterram vivos». É assim que Albert Woodfox descreve os 43 anos que passou em regime de solitária, numa cela de 2,7 metros por 1,8.

Libertado este domingo após 44 anos preso por razões políticas, Albert Woodfox explicou-me, numa entrevista por via electrónica, que a primeira coisa que fez quando saiu da infame prisão de Angola, na Luisiana, foi deixar flores na campa da mãe, que morreu em 1990. «Quando ela morreu, não me deixaram ir ao funeral. Mas eu prometi que ia». E foi.

Albert Woodfox, de 69 anos, era o último dos presos políticos conhecidos como «os três de Angola» ainda atrás das grades. A Penitenciária Estadual da Luisiana, também conhecida como Angola, deve o nome à antiga plantação existente nesse lugar, onde milhares de escravos angolanos eram forçados a trabalhar. Duzentos anos depois, a principal diferença é que a plantação deixou de produzir algodão e passou a produzir cana-de-açúcar. Os 6500 presos que aí trabalham, quase todos negros, não são, porém, menos escravos.

«A prisão é uma indústria», explica Albert Woodfox. «Depois da Guerra Civil a escravatura acabou, os negros foram conquistando mais direitos e o nosso trabalho foi ficando mais caro. Em resposta, o sistema criou a indústria prisional para embaratecer a mão-de-obra negra, para desumaniza-la. É por isso que neste país um em cada três negros já esteve preso. Não se trata só do trabalho escravo dentro das prisões privadas… vai para além disso: um negro que saia da prisão está carimbado para o resto da vida como mão-de-obra barata; quando a polícia manda parar um adolescente negro a caminho da escola, a mensagem é "não levantes muito a cara, fica no teu lugar."»

Albert Woodfox4

«O meu crime foi ser militante»

Acusado de ter assassinado Brent Miller, um guarda prisional, em 1972, Albert Woodfox foi condenado a 42 anos de prisão num julgamento-farsa sem provas físicas e marcado pelo «desaparecimento» de elementos do processo. Há muito que a própria família de Brent Miller exigia a libertação de Woodfox e, no Verão passado, Teenie Rogers, a viúva de Miller, avisou que «está na hora do Estado parar de fingir que há qualquer prova de que Albert Woodfox matou o Brent».

«Eu estou inocente desse crime», diz Albert Woodfox, «mas não foi por esse crime que passei 43 anos em solitária. O meu crime foi ser militante do Partido Pantera Negra e lutar contra a segregação das prisões».

Recém-saído de uma tortura difícil de imaginar, Albert Woodfox promete dedicar-se agora a combater o uso disseminado da solitária nas prisões estado-unidenses. «É uma violação flagrante dos Direitos Humanos. Fechar um homem sozinho numa cela durante décadas é tortura e é bárbaro. A solitária chama-se solitária porque nos isola. É assim que nos quebram: isolados não somos humanos. Neste regime, só saímos da cela durante uma hora por dia. Às vezes, sentia-me esmagado. Não conseguia respirar. Suava em bica... Nos piores momentos, sentia as paredes a apertar-me a cara. Foi assim durante quatro décadas. Mas como imaginar submeter uma criança de 14 anos a esta tortura? Isso acontece muito nos EUA! Basta que um tribunal decida julgar um adolescente como um adulto. Que tipo de regime faz uma coisa destas?»

 

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Sábado, 6 de Fevereiro de 2016
No centenário da Teoria da Relatividade - Breve perfil científico e político de Einstein

Albert Einstein_1921_portrait

De Albert Einstein (1879, Ulm, Alemanha – 1955, Princeton, EUA) aquilo que todos sabem é que formulou a teoria da relatividade, que foi um dos maiores cientistas de sempre e pouco mais. Mas Einstein publicou mais de 300 artigos científicos e de 150 artigos sobre outras matérias. Relembremos apenas alguns dos seus resultados mais importantes.

Albert Einstein_1947

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Sábado, 24 de Janeiro de 2015
Palestra «Direitos Humanos e o Horror do Holocausto»

CPPC 2015-01-26

 


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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2012
25 de Novembro - Dia Internacional pela Erradicação da Violência sobre as Mulheres

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O MDM – Viseu assinala, mais uma vez, o Dia Internacional pela Erradicação da Violência sobre as Mulheres.

Denunciamos toda e qualquer acção ou omissão praticada sobre mulheres e meninas, com crueldade e de forma intensa, como uma grave violação dos Direitos Humanos.

Falamos da violência social que atinge as mulheres ao verem o seu trabalho desvalorizado, a crescente precarização, a discriminação na progressão das carreiras, o desemprego crescente, a pobreza.

Falamos da  violência  sexual, violações e assédio, mas também das formas últimas de verdadeira escravatura, como são a prostituição e o tráfico de mulheres.

Falamos de espancamentos físicos, insultos, ameaças, chantagens e pressões psicológicas, nomeadamente nas relações de intimidade. Falamos da violência que ocorre nos cenários de guerra onde as mulheres são multiplamente violentadas, com estropiamentos e mortes, com destruição de bens.

Falamos de violência laboral que nega direitos específicos, obriga a horários de trabalho profundamente desumanos.

Falamos de mulheres e meninas portadoras de deficiência a quem as políticas de austeridade retiram direitos humanos básicos.

Estando a erradicação da violência intimamente ligada à concretização da igualdade de direitos, são as mulheres das classes sociais mais desfavorecidas as que menos recursos têm para a sua própria protecção. Exigimos a coragem política para incrementar as medidas que protejam e enquadrem socialmente de forma correcta e digna a mulher vítima de violência.

Num tempo em que a austeridade cada vez mais degrada as condições de vida das mulheres portuguesas, procuramos aumentar a visibilidade desta temática que tão gravemente as atinge.

O MDM não deixará de lutar para que todos os dias sejam dias de luta pela erradicação da violência sobre as mulheres.

MDM – Viseu

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Terça-feira, 28 de Agosto de 2012
A prostituição é uma «opção de vida»?

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Difundir a ideia de que a prostituição é uma «opção de vida» e de realização do ser humano é apostar no retrocesso social, no caminho oposto ao da igualdade de direitos entre homens e mulheres, da erradicação da violência, sobretudo, contra as mulheres. Porque são as mulheres que constituem 85 por cento das vítimas de tráfico de seres humanos e exploração sexual na Europa. Porque 73 por cento das mulheres na prostituição relataram terem sido sujeitas a agressões físicas, 68 por cento dessas mesmas mulheres sofrem de stress pós-traumático equivalente ao das vítimas de tortura e 63 por cento afirmaram ter sido violadas. Porque a prostituição, para além do carácter de violência contra as mulheres, é um dos maiores reflexos das desigualdades sociais e económicas que o capitalismo reproduziu. Porque a sociedade tem que caminhar para a abolição da violência contra as mulheres e não para a sua aceitação. Por isso, defendemos a dignidade das mulheres e não um retrocesso social secular.

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Quarta-feira, 23 de Maio de 2012
NATO, ameaça à paz mundial!

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Por iniciativa do PCP, Partidos Comunistas e Operários de todos os continentes tornaram pública uma posição comum que alerta para os grandes perigos que a NATO representa para a paz e em que se apela ao desenvolvimento da luta pela paz, contra a corrida aos armamentos, pelo fim das agressões e ingerências do imperialismo e pela dissolução da NATO.

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Domingo, 20 de Maio de 2012
Lutemos pela Paz, contra a NATO!

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A Aliança do Tratado do Atlântico Norte (NATO) realiza uma nova Cimeira em Chicago, a 20 e 21 de Maio.

A NATO é uma estrutura militar ofensiva, responsável por guerras injustas e ilegítimas, por graves violações dos direitos do homem, por autênticos crimes – na Jugoslávia, no Afeganistão, no Iraque ou na Líbia.

Sob o pretexto do «combate ao terrorismo», da não proliferação de «armas de destruição massiva» ou da dita «ingerência humanitária», a NATO tem promovido a militarização das relações internacionais, a corrida aos armamentos, a ameaça do terror nuclear, a ingerência, as agressões e ocupações militares, tornando o mundo mais inseguro e violento e comprometendo a paz mundial.

Liderada pelos EUA e tendo a União Europeia como seu «pilar europeu», a NATO tem vindo a aumentar o número de países membros e a reforçar as suas parcerias e meios, no sentido de ampliar a sua área de intervenção.

A revisão do seu conceito estratégico na sua última cimeira, realizada em Lisboa, em Novembro de 2010, definiu a intervenção em todas as regiões do mundo como objectivo da NATO e alargou o leque de pretextos a serem usados para «justificar» a sua acção belicista.

Através da NATO, os EUA e os seus aliados procuram impor pelo domínio militar o controlo de recursos naturais e de mercados e a superioridade geoestratégica – liquidando milhares de vidas humanas, destruindo países e recursos, espalhando a violência e o sofrimento; desrespeitando os direitos dos povos e as soberanias nacionais; instrumentalizando a Organização das Nações Unidas e subvertendo a sua Carta.

Num momento em que a crise tem servido de desculpa para atacar os direitos e as conquistas dos trabalhadores e dos povos, as despesas e o investimento em novas tecnologias militares não cessam de aumentar, sendo que cerca de 70% dos gastos militares no mundo são dos países membros da NATO – os grandes responsáveis pela agudização da situação económica e social são os mesmos que promovem a corrida aos armamentos, a militarização das relações internacionais e a guerra.

Portugal, membro fundador da NATO pela mão do regime fascista, tem vindo a pautar a sua política externa pela submissão a interesses alheios às aspirações e anseios de paz do povo português.

A Constituição da República Portuguesa – nascida da libertação do fascismo e do anseio do fim da guerra colonial e da paz, conquistadas após o 25 de Abril de 1974 – preconiza a resolução pacífica dos conflitos internacionais, o desarmamento, a soberania e a independência nacional, a não-agressão e a não-ingerência, a dissolução dos blocos político-militares, a abolição do imperialismo, do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração dos povos.

Contrariando a Lei Fundamental, os sucessivos governos têm vindo a comprometer Portugal com a NATO e os seus crimes, enviando tropas portuguesas para actos de agressão a outros povos. Enquanto se impõem sacrifícios ao povo português e se corta nas despesas sociais, utilizam-se milhões de euros para adaptar e dispor as Forças Armadas Portuguesas às exigências da NATO.

Na sua Cimeira de Chicago, a NATO – ao mesmo tempo que procura assegurar a sua «retirada» ordenada do atoleiro do Afeganistão –, reafirma a instalação do sistema antimíssil dos EUA na Europa e o compromisso dos países membros da NATO na manutenção e no desenvolvimento de capacidades militares e na partilha de meios e de custos da sua política belicista - o que já mereceu a aceitação do governo português.

Este é um rumo que contraria as aspirações e os direitos dos povos a um mundo de paz, de solidariedade e cooperação e que constitui a maior ameaça à paz e à segurança internacional.

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Assim, por ocasião da Cimeira da NATO em Chicago, e dando continuidade aos objectivos e aos compromissos da Campanha «Paz Sim! NATO Não!», realizada em Portugal em 2010, afirmamos:

  • A exigência da retirada imediata das forças portuguesas envolvidas em agressões da NATO, nomeadamente do Afeganistão;

  • A rejeição da instalação do sistema míssil dos EUA na Europa e de qualquer participação de Portugal neste;

  • A rejeição da escalada de guerra no Médio Oriente, nomeadamente contra a Síria e o Irão;

  • A reclamação do fim das bases militares estrangeiras e das instalações da NATO em território nacional;

  • A reclamação da dissolução da NATO;

  • A exigência do desarmamento e do fim das armas nucleares e de destruição massiva;

  • A exigência do cumprimento dos princípios da Carta das Nações Unidas e da Constituição da República Portuguesa, em respeito pela soberania e igualdade dos povos.

Maio de 2012

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Organizações que subscreveram até o momento:
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Associação de Intervenção Democrática – ID
Associação dos Agricultores do Distrito de Lisboa
Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin
Associação Projecto Ruído
Casa do Alentejo
Colectivo Mumia Abu-Jamal
Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional
Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura Recreio e Desporto
Conselho Português para a Paz e Cooperação
Ecolojovem – Os Verdes
Frente Anti-Racista
Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra
Iniciativa Jovem
Interjovem – CGTP-IN
Juventude Comunista Portuguesa
Movimento Democrático de Mulheres
Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas
Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal
União de Resistentes Antifascistas Portugueses
União dos Sindicatos de Lisboa – CGTP/IN
Voz do Operário

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Terça-feira, 8 de Maio de 2012
Pretty Woman - A grave questão da prostituição

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Ele há temas que nos fazem vir à memória um poema pessimista de Jorge de Sena:

Neste vil mundo que nos coube em sorte/por culpa dos avós e de nós mesmos tão ocupados em esperanças de salvá-lo...

E se há temas que nos fazem dizer que o mundo está às avessas, um desses temas é sem dúvida nenhuma «a prostituição».

Com a ajuda da indústria cinematográfica cor de rosa, através do filme Pretty Woman (1), somos levados mesmo a pensar que a prostituição é uma coisa bela, romântica... E viva a liberdade de a mulher se prostituir pois que no final ela transforma-se numa nova cinderela made in mundialização neoliberal.

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Segunda-feira, 7 de Maio de 2012
Seis sindicalistas paquistaneses condenados a 590 anos de prisão (!!!)

Lei antiterrorista é arma contra os trabalhadores

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Este país é um aliado preferencial dos EUA e da NATO.

Portanto não há «violação dos direitos humanos»...

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Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010
Juan Manuel Santos: Narcotraficante de turno na Presidência da Colômbia

Com uma cara que não engana, Juan Manuel Santos é o membro destacado para a vida política activa de uma das mais poderosas famílias colombianas. Ligada à comunicação social desde a compra de El Tiempo em 1913 (o único diário colombiano de circulação nacional), a família Santos domina ainda, entre outros negócios fora da comunicação social, 4 semanários, 1 TV, 1 TV por subscrição, o serviço informativo e de entretenimento dos possuidores de telemóveis da rede da Vivemovil, 11 revistas e 8 portais de internet.

Sobrinho-neto de Eduardo Santos, presidente da Colômbia em 1938-1942, a saga de Juan Manuel Santos e da família confunde-se com a história da exploração desenfreada, da repressão e da tortura, do assassínio político, do crescimento exponencial do narcotráfico e do paramilitarismo nos últimos 80 anos da Colômbia.

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Sexta-feira, 20 de Agosto de 2010
Colômbia, notícias silenciadas: Matem à vontade, que eu pago!

Foi nisto que se converteu uma instrução secreta de Uribe datada de 2005. Agora, o Comité de Direito Humanos da ONU questiona-a porque resultou na execução extrajudicial de mais de mil inocentes. Em nome do Comité, Fabian Savioli quer saber se a «Colômbia vai abandonar os incentivos económicos (... ) e tirar conclusões dos chamadosfalsos positivos’ (...) são muito casos (...) de execuções sumárias que foram camufladas para receber uma recompensa». O governo uribista argumenta que instruções de 2008 e 2009 substituíram a de 2005. Entretanto, os mortos continuam.

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Para estas notícias divulgadas neste blog, a comunicação social dominante não tem tempo nem espaço...

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Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010
Colômbia, notícias silenciadas: A pobreza é um «crime» que se paga com a morte...

Felipe Zuleta é o autor deste documentário fundamental para conhecer alguns aspectos do drama dos «falsos positivos» e que se pode ver AQUI e AQUI. Nesse trabalho é denunciado o drama das famílias de onze jovens de Soacha que foram recrutados e abatidos pelo exército colombiano alegadamente por serem guerrilheiros. Zuleta é advogado, político e jornalista, vem da oligarquia bogotana – neto de presidente da República – e já exerceu vários cargos públicos. É igualmente um opositor a Uribe Vélez, a quem acusa de estar ligado a grupos de narcotraficantes e paramilitares e de promover a limitação das liberdades e direitos civis. Para que não se pense que Felipe Zuleta é esquerdista, acrescente-se que viveu refugiado no Canadá durante nove anos, alegadamente por ameaças das FARC. Agora está de volta em Bogotá, onde publica uma coluna no jornal El Espectador.

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Quarta-feira, 18 de Agosto de 2010
Colômbia, notícias silenciadas: Bases militares são ilegais...

É assim que opina Jorge Ivan Palácio, em resposta a uma petição para declarar inconstitucional a instalação das sete bases militares de Washington. Para o jurista do Tribunal Constitucional, a sua aprovação corresponde ao parlamento (não ao governo) e pediu um período de um ano para que se cumpram os prazos constitucionais. O juiz afirma que se trata de um novo acordo militar e não a continuação de um anterior já assinado. De facto, a Sala de Consulta do Conselho de Estado já tinha afirmado a necessidade de que o acordo contasse com a aprovação do legislativo, porque as condições que o rodeavam não estavam dentro dos parâmetros do acordo de cooperação bilateral já existente. Essa não foi a opinião de Uribe Vélez, que passou descaradamente por cima da recomendação de vários advogados. O Tribunal tem até 17 de Agosto para decidir sobre a tese do magistrado.

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Terça-feira, 17 de Agosto de 2010
Colômbia, notícias silenciadas: Vala comum... tão comum que não surpreende!

No momento em que o embaixador deliquente Luis Alfonso Hoyos apresentava as tais provas «irrefutáveis» sobre o apoio de Caracas aos guerrilheiros colombianos, outra notícia, esta absolutamente verdadeira, era silenciada. Nesse mesmo dia, uma comissão internacional composta por euroedeputados e sindicalistas britânicos confirmava a existência, em Macarena, no Meta, da maior vala comum jamais vista na América Latina. Os camponeses da região falam em dois mil corpos, a revista Semana, dias depois, em «centenas de cadáveres», o governo diz que esses não são os números. Claro, uma vala comum na Colômbia não é notícia! Imaginemos como seria se o achado fosse em terras venezuelanas, bolivianas ou equatorianas!


Ao que tudo indica, este macabro acontecimento está ligado à política dos «falsos positivos» de Uribe Vélez. O sacerdote Javier Giraldo, em declarações à Semana afirma que esses mortos sem identificar correspondem a «execuções extrajudiciais». A senadora liberal Piedad Córdoba esclarece: «Aqui foi onde começou realmente a política que se conhece como falsos positivos; os assassínios a sangue-frio para reclamar recompensas, para conseguir promoções, para pedir férias...»

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Segunda-feira, 16 de Agosto de 2010
Colômbia, notícias silenciadas: Denúncia é cortina de fumo…

Ramiro Bejarano é ex-chefe da DAS, Departamento Administrativo de Segurança ou serviço secreto colombiano. Como tal, é muito o que sabe e talvez ainda mais o que esconde. Numa entrevista recentemente dada à RCN, principal rede de estações de rádio da Colômbia, afirmou que considera que a denúncia feita pelo seu governo no sentido de que os guerrilheiros se escondem na Venezuela, foi uma «cortina de fumo» para desviar a atenção das declarações de um ex-funcionário do serviço secreto que comprometem Uribe. Esse antigo membro da DAS, que agora está preso, é Fernando Tabares e durante interrogatórios realizados de 9 a 13 de Julho revelou que o presidente estava envolvido nos casos de espionagem a magistrados, políticos e jornalistas.

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Quarta-feira, 21 de Abril de 2010
Charles Tindley / Zilphia Horton / Guy Carawan / Frank Hamilton / Pete Seeger: We Shall Overcome

We Shall Overcome

-

1. We shall overcome
We shall overcome
We shall overcome some day

CHORUS: Oh, deep in my heart
I do believe
We shall overcome some day

2. We'll walk hand in hand
We'll walk hand in hand
We'll walk hand in hand some day

CHORUS

3. We shall all be free
We shall all be free
We shall all be free some day

CHORUS

4. We are not afraid
We are not afraid
We are not afraid some day

CHORUS

5. We are not alone
We are not alone
We are not alone some day

CHORUS

6. The whole wide world around
The whole wide world around
The whole wide world around some day

CHORUS

7. We shall overcome
We shall overcome
We shall overcome some day

CHORUS

Copiado AQUI

Para Ver e Ouvir «We Shall Overcome» de Charles Tindley / Zilphia Horton / Guy Carawan / Frank Hamilton / Pete Seeger:

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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publicado por António Vilarigues às 12:07
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Terça-feira, 16 de Março de 2010
Uribe, o dossier "Narco-82" e as manobras dos EUA na Colômbia

Rubén, Rebelión de 10 de Março

                                                       

- Foi difícil o Uribe soltar a presa, mas atirámos-lhe com o dossier "Narco-82", e ele logo se acalmou...

- Agora faz-nos falta um que tenha melhor Aspecto...

Nota: Uribe é o nº 82 da lista dossier "Narco-82"

                                                                         

Publicado neste blogue:

Publicado no jornal «Avante!»: 

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    


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publicado por António Vilarigues às 12:12
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Sábado, 13 de Março de 2010
Colômbia: Um sindicalizado assassinado a cada três dias

     A Central Única dos Trabalhadores da Colômbia (CUT) revela que, desde 1986, mais de 10 mil dirigentes e membros de estruturas sindicais foram alvo de atentados à vida, à liberdade e à integridade. Um a cada três dias foi morto.

No relatório «A morte não é muda», realizado pela Escola Nacional Sindical da CUT com apoio da Comissão Colombiana de Juristas e apresentado no final da semana passada, fica demonstrado que, do primeiro dia de Janeiro de 1986 até ao início de Agosto de 2009, foram assassinados 2704 trabalhadores afectos ao movimento sindical unitário e que outros 190 encontram-se desaparecidos.

Do total de 10 364 dirigentes sindicais e membros daquelas estruturas representativas dos trabalhadores alvo de atentados à vida, à liberdade e à integridade nos últimos 23 anos, 237 foram vítimas de atentados, 4418 receberam ameaças de morte e 1611 viram-se na contingência de abandonar as comunidades onde viviam e trabalhavam, diz a CUT.

A situação durante o mandato do actual presidente Álvaro Uribe revela uma escalada da violência. Desde que assumiu a presidência do país, 503 trabalhadores sindicalizados foram executados (mais de 18,6 por cento do total) e 3912 foram alvo da repressão, isto é, nos últimos sete anos o regime uribista acumula 37,9 por cento das agressões registadas desde meio dos anos 80.

Para quem reclama justiça, a situação também não é animadora. Os números apurados no documento evidenciam que 98,3 por cento dos casos levados a tribunal ficaram por resolver. Nos casos de tortura, invasão de domicílio e rapto e desaparecimento, a impunidade é total.

Recorde-se que no final do mês de Fevereiro, a Unidade de Justiça e Paz do Ministério Público colombiano divulgou que os paramilitares das Autodefesas Unidas da Colômbia assumiram a responsabilidade pela morte de quase 30 500 pessoas e pelo desaparecimento de cerca de 2500 opositores durante a sua existência.

(sublinhados meus)

Ler Texto Integral

                                       

Para Ler:

Para estes a comunicação social dominante não tem tempo nem espaço...

                                                                                                                                          


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Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010
O Martin Luther King que a televisão não nos mostra (2)

Transcrição:

- Financial hypocrisy of racist America

«(...) "If you respect my dollar, you must respect my person." It simply says that we will no longer spend our money where we can not get substantial jobs. [applause]»

- American sin, and Black Love

«I am a man with dignity and honor. (Go ahead) I have a rich and noble history, however painful and exploited that history has been. Yes, I was a slave through my foreparents (That’s right), and now I’m not ashamed of that. I'm ashamed of the people who were so sinful to make me a slave. (Yes sir) Yes [applause], yes, we must stand up and say, "I'm black (Yes sir), but I'm black and beautiful." (Yes) This [applause], this self-affirmation is the black man's need, made compelling (All right) by the white man's crimes against him. (Yes)»

In Where Do We Go From Here

- Negroes prevented from reaping fruits of their hard labor

«This man was a fool because he said "I" and "my" so much until he lost the capacity to say "we" and "our." (Yes) He failed to realize that he couldn’t do anything by himself. This man talked like he could build the barns by himself, like he could till the soil by himself. And he failed to realize that wealth is always a result of the commonwealth. (...)

And oh my friends, I don’t want you to forget it. No matter where you are today, somebody helped you to get there. (Yes) (...)

In a larger sense we’ve got to see this in our world today. Our white brothers must see this; they haven’t seen it up to now. The great problem facing our nation today in the area of race is that it is the black man who to a large extent produced the wealth of this nation. (All right) And the nation doesn’t have sense enough to share its wealth and its power with the very people who made it so. (All right) And I know what I’m talking about this morning. (Yes, sir) The black man made America wealthy. (Yes, sir)

(...) that’s why I tell you right now, I’m not going anywhere. They can talk, these groups, some people talking about a separate state, or go back to Africa. I love Africa, it’s our ancestral home. But I don’t know about you. My grandfather and my great-grandfather did too much to build this nation for me to be talking about getting away from it. [applause] Before the Pilgrim fathers landed at Plymouth in 1620, we were here. (Oh yeah) Before Jefferson etched across the pages of history the majestic words of the Declaration of Independence, we were here. (All right) Before the beautiful words of the "Star Spangled Banner" were written, we were here. (Yeah) For more than two centuries, our forebearers labored here without wages. They made cotton king. With their hands and with their backs and with their labor, they built the sturdy docks, the stout factories, the impressive mansions of the South. (My Lord)

Now this nation is telling us that we can’t build. Negroes are excluded almost absolutely from the building trades. It’s lily white. Why? Because these jobs pay six, seven, eight, nine and ten dollars an hour, and they don’t want Negroes to have it. [applause] And I feel that if something doesn’t happen soon, and something massive, the same indictment will come to America—"Thou fool!"»  

In Why Jesus Called A Man A Fool Sermon delivered at Mount Pisgah Missionary Baptist Church, Chicago, Illinois, on 27 August 1967.

 

- American arrogance

«(...) because nations are caught up with the drum major instinct. "I must be first." "I must be supreme." "Our nation must rule the world." (Preach it) And I am sad to say that the nation in which we live is the supreme culprit. And I'm going to continue to say it to America, because I love this country too much to see the drift that it has taken.

God didn't call America to do what she's doing in the world now. (Preach it, preach it) God didn't call America to engage in a senseless, unjust war as the war in Vietnam. And we are criminals in that war. We’ve committed more war crimes almost than any nation in the world, and I'm going to continue to say it. And we won't stop it because of our pride and our arrogance as a nation.

But God has a way of even putting nations in their place. (Amen) The God that I worship has a way of saying, "Don't play with me." (Yes) He has a way of saying, as the God of the Old Testament used to say to the Hebrews, "Don’t play with me, Israel. Don't play with me, Babylon. (Yes) Be still and know that I'm God. And if you don't stop your reckless course, I'll rise up and break the backbone of your power." (Yes) And that can happen to America. (Yes) Every now and then I go back and read Gibbons' Decline and Fall of the Roman Empire. And when I come and look at America, I say to myself, the parallels are frightening».

In Martin Luther King, Jr.,The Drum Major Instinct, 4 February 1968 Transcript of speech in A Knock at Midnight

 

- White America's disease of racism

«I must say this morning that racial injustice is still the black man’s burden and the white man’s shame.

It is an unhappy truth that racism is a way of life for the vast majority of white Americans, spoken and unspoken, acknowledged and denied, subtle and sometimes not so subtle—the disease of racism permeates and poisons a whole body politic».

- Reparations

«(...) at the same time the nation failed to do anything for the black man, though an act of Congress was giving away millions of acres of land in the West and the Midwest. Which meant that it was willing to undergird its white peasants from Europe with an economic floor.

But not only did it give the land, it built land-grant colleges to teach them how to farm. Not only that, it provided county agents to further their expertise in farming; not only that, as the years unfolded it provided low interest rates so that they could mechanize their farms. And to this day thousands of these very persons are receiving millions of dollars in federal subsidies every years not to farm. And these are so often the very people who tell Negroes that they must lift themselves by their own bootstraps».

«Now, when we come to Washington in this campaign, we are coming to get our check».

In Remaining Awake Through a Great Revolution Sermon delivered at the National Cathedral, Washington, D.C., on 31 March 1968. Congressional Record, 9 April 1968.

Publicado neste blog:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    


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publicado por António Vilarigues às 13:06
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Sábado, 2 de Janeiro de 2010
Um ano depois do início da agressão israelita - Gaza continua devastada

     Um ano depois da operação «Chumbo Fundido», os cerca de 1,5 milhões de habitantes da Faixa de Gaza permanecem encarcerados num território de pouco mais de 40 por 15 quilómetros que apresenta o nível de destruição registado aquando do fim da agressão, a 18 de Janeiro de 2009. Os prometidos 4500 milhões de dólares para a reconstrução doados pela «comunidade internacional» nunca chegaram, o bloqueio israelita em vigor desde 2007 agrava a situação de carência estrema. Oito em cada dez habitantes depende totalmente da ajuda internacional. A imensa maioria (90 por cento) sofre cortes diários de água, luz e gás.

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Domingo, 1 de Novembro de 2009
Quem disse que alguns violadores de crianças tinham tido «coragem»?

    Bem, o título está um pouco sensacionalista mas temos que nos bater pelas audiências!... Praticamos um «jornalismo» isento e moderno. E chique! 

A frase (quase) completa é:

«I think of those in ... and some of the ... who have to face these facts from their past which instinctively and quite naturally they'd rather not look at. That takes courage, and also we shouldn't forget that this account today will also overshadow all of the good that they also did». 

Quem disse esta frase não foi o Diácono Remédios.

Aqueles que seguem religiosamente este blogue, como é a obrigação de todos os bons portugueses, e nem precisam de ser do Benfica, sabem, com certeza, a resposta. Ou será que não têm lido com atenção? Vá lá, confessem... 

As melhores respostas, que têm que ser justificadas e com uma redacção a acompanhar, ganharão uma ida à Terra Santa com estadias num campo de férias nas margens do Mediterrâneo e num dos muitos hotéis especialmente preparados. Mais Informações aqui.

Solução (mas não digam a ninguém...)

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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publicado por António Vilarigues às 14:05
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Domingo, 27 de Setembro de 2009
Colômbia, a porta de entrada dos EUA na América do Sul

La cremallera de América. Antonio Medina

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     


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Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009
Os soldados dos EUA na Colômbia têm imunidade diplomática... também para violar crianças

Rúkleman Soto

                                                                                                         

Cuestionan investigación de EEUU por violación de niña en Colombia

«El gobierno de Estados Unidos hizo mínimos y errados esfuerzos para investigar a un sargento del Ejército estadounidense y a un contratista civil de nacionalidad mexicana denunciados en Colombia como sospechosos de la violación de una niña de 12 años en agosto del 2007, según una investigación de El Nuevo Herald.

Los implicados, el sargento Michael Coen y el contratista César Ruiz, fueron sacados de Colombia porque gozaban de inmunidad diplomática y hoy no afrontan ningún cargo criminal en Estados Unidos por la violación de la menor en una habitación de la base Germán Olano de la Fuerza Aérea Colombiana (FAC), en Melgar, a 100 kilómetros al occidente de Bogotá.

(...)

Basándose en testimonios y pruebas materiales, la fiscalía libró órdenes de captura contra Coen y Ruiz, pero las órdenes no fueron ejecutadas a consecuencia de la inmunidad diplomática, de acuerdo con la fiscalía regional que manejaba el caso. La investigación quedó truncada».

Las bases militares de EEUU en Colombia 

«Violaciones las ha habido y las hay a granel, y a las víctimas no las salvan ni su corta edad; así han agredido hasta niñas de 12 años. En ningún caso la justicia actuó. Han filmado pornografía, han traficado con drogas, también lo han hecho con armas para irregulares. No ha habido delito que no cometieran. Ninguno de estos delincuentes fue procesado. En algunos momentos no han faltado figuras de peso en el Estado colombiano que reclamaran esa impunidad, que no inmunidad, pero no se hallaron los oídos necesarios ni las decididas instituciones para actuar».

                                                                  

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     


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