TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Sábado, 5 de Novembro de 2016
Livros no Aljube: apresentação de «Vidas na Clandestinidade», de Cristina Nogueira

Vidas na Clandestinidade

A URAP organiza em parceria com o Museu do Aljube uma iniciativa de apresentação do livro «Vidas na Clandestinidade», de Cristina Nogueira, com a presença da autora e com apresentação de Paula Godinho.

A sessão terá lugar no dia 11 de Novembro, às 18h, nas instalações do Museu.

 

Vidas na Clandestinidade (Cristina Nogueira)

«Procuramos neste livro caracterizar a clandestinidade comunista, enquanto contexto de vida e de luta, e descobrir as normas de conduta, regras, códigos éticos e morais, e até a linguagem particular que os clandestinos assumiam. Pretendemos assim equacionar a cultura própria que emana da clandestinidade comunista, caracterizando não tanto a organização partidária numa perspectiva macro-estrutural, mas lançando um olhar para o quotidiano da vida clandestina, usando como fonte privilegiada de informação as vozes daqueles que permaneceram clandestinos e que nos forneceram as suas narrativas biográficas.

A ideia de que é necessário dar a conhecer testemunhos das vítimas do fascismo, e que é fundamental para a construção da nossa identidade e da nossa memória colectiva esse conhecimento é o motivo primeiro que está na origem desta publicação. A ideia de que é importante legar para as gerações vindouras as memórias das vítimas do regime fascista e a sua versão dos factos, e que é necessário combater a ideia de que a ditadura foi inevitável, necessária ou até benéfica, construindo uma memória colectiva da resistência e da oposição, foi possivelmente a principal razão para que os ex-clandestinos aceitassem colaborar na investigação que realizámos

Cristina Nogueira

 

In Edições «Avante!»

 


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Quarta-feira, 8 de Junho de 2011
Apresentação do livro «Vidas na Clandestinidade» de Cristina Nogueira

    Vidas na Clandestinidade (Cristina Nogueira)

«Procuramos neste livro caracterizar a clandestinidade comunista, enquanto contexto de vida e de luta, e descobrir as normas de conduta, regras, códigos éticos e morais, e até a linguagem particular que os clandestinos assumiam. Pretendemos assim equacionar a cultura própria que emana da clandestinidade comunista, caracterizando não tanto a organização partidária numa perspectiva macro-estrutural, mas lançando um olhar para o quotidiano da vida clandestina, usando como fonte privilegiada de informação as vozes daqueles que permaneceram clandestinos e que nos forneceram as suas narrativas biográficas.

A ideia de que é necessário dar a conhecer testemunhos das vítimas do fascismo, e que é fundamental para a construção da nossa identidade e da nossa memória colectiva esse conhecimento é o motivo primeiro que está na origem desta publicação. A ideia de que é importante legar para as gerações vindouras as memórias das vítimas do regime fascista e a sua versão dos factos, e que é necessário combater a ideia de que a ditadura foi inevitável, necessária ou até benéfica, construindo uma memória colectiva da resistência e da oposição, foi possivelmente a principal razão para que os ex-clandestinos aceitassem colaborar na investigação que realizámos

Cristina Nogueira

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In Edições «Avante!»

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A Editorial Avante! convida-a(o) a estar presente na Apresentação do livro " Vidas na Clandestinidade" da autoria de Cristina Nogueira, que tem lugar no dia 16 de Junho, pelas 18,30h., no Centro de Trabalho Vitória, em Lisboa.

A obra será apresentada por José Casanova

«Este trabalho agora editado tem por base uma pequena parte de uma dissertação, defendida na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto»
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Quarta-feira, 2 de Março de 2011
Hitler: ascensão irresistível? (Ensaios sobre o fascismo)

     Hitler: ascensão irresistível? - Ensaios sobre o fascismo (Kurt Gossweiler)

Quando se assinalam 60 anos sobre o início da II Guerra Mundial, um livro essencial para a percepção das circunstâncias em que surgiu o fascismo e das razões por que ele conseguiu enganar um tão grande número de seguidores na Alemanha.

In Edições «Avante!»

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Quarta-feira, 31 de Março de 2010
Leitura Obrigatória (CXCVIII)

Engrenagem (Soeiro Pereira Gomes)

É em Engrenagem que o estudo da evolução da consciência social dentro das condições determinadas de trabalho, de relações de produção e de luta de classes, adquire proporções e uma profundidade nunca atingidas na literatura portuguesa. Aí a obra de Pereira Gomes é radicalmente revolucionária, veio abrir novos caminhos. É como se um laboratório (mas laboratório da vida) submetesse à experiência a consciência social de pessoas que, de súbito, entram num ambiente de trabalho que inteiramente desconheciam – o das relações de produção industriais.

Augusto da Costa Dias


In Edições «Avante!»

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Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Leitura Obrigatória (CLXXIII)

Esteiros (Soeiro Pereira Gomes)   

A obra de Soeiro Pereira Gomes nasceu do seu empenhamento na luta ao lado dos trabalhadores, de todos os explorados.

Nasceu da sua militância no Partido, ao qual consagrou por completo a vida.

A beleza dessa obra, o seu rigor, a sua força mobilizadora que convidam à solidariedade e à luta os que o lêem, são fruto, em grande parte, de tal empenhamento e tal militância.

Por isso é uma obra de liberdade e libertadora.
                             
Augusto Costa Dias

                                                     

In Edições «Avante!»

                               

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Sexta-feira, 12 de Junho de 2009
Leitura Obrigatória (CLV)

     Com uma Imensa Alegria - Notas Biográficas (Joaquim Pires Jorge)

Estas são histórias da História de Joaquim Pires Jorge, dirigente do Partido Comunista Português, escritas na primeira pessoa, tal como foram contadas, ao longo de entrevistas sucessivas, a um jornalista.

São histórias da História da classe operária portuguesa que valem pelas experiências e pelas lições que encerram na vida duríssima exemplar de um revolucionário.

Joaquim Pires Jorge morreu, mas deixou a lição da sua vida.

É isto também, como dizia Pablo Neruda, o Partido: «Fizeste-me ver a claridade do mundo e como é possível a alegria. Fizeste-me indestrutível pois contigo não termino em mim próprio.»

                      

In Edições «Avante!»

                         


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Sábado, 30 de Maio de 2009
Leitura Obrigatória (CLIII)

     Contos Vermelhos e Outros Escritos (Soeiro Pereira Gomes)

Pereira Gomes teve de deixar casa e família para mergulhar na noite clandestina. Era um intelectual, mas sem verniz. A rudeza da vida na clandestinidade, as mil carências e perigos, a exigência de tarefas complexas, temperaram o militante e moldaram o dirigente.

Membro do Comité Central, a sua actividade desdobrou-se numa escala mais vasta. Mesmo assim o escritor que ele era não morreu. A sua pena debruçou-se sobre a modesta elegia dos seus companheiros de luta e deu-nos quadros de tocante humanidade. Os seus Contos Vermelhos falam dos heróis anónimos que cimentaram o Partido e não perderam a fisionomia de homens e proletários.

Dias Lourenço 

                                                     

In Edições «Avante!»

                                       

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Domingo, 26 de Abril de 2009
Leitura Obrigatória (CXLVII)

     Novos Rumos para Portugal e para a Europa (Ilda Figueiredo)

Este livro procura dar uma visão da forma como tem evoluído a União Europeia nos últimos anos desta legislatura (2004-2009), partindo da análise do processo de integração capitalista, da actividade e das intervenções no Parlamento Europeu, as quais, por sua vez, são alicerçadas no trabalho colectivo do PCP e das suas diversas organizações, das inúmeras iniciativas em Portugal, em Bruxelas e Estrasburgo, nas múltiplas visitas e contactos com as mais variadas instituições e organizações portuguesas.

Os seus objectivos centrais são: a defesa patriótica da soberania portuguesa e da produção nacional, a luta pelos direitos dos trabalhadores e do respeito pelo princípio da igualdade de direitos e de oportunidades, o desenvolvimento e o progresso social, a promoção da paz e da cooperação com os povos de todo o mundo, o aprofundamento da democracia participativa, a promoção do património, da língua e da cultura portuguesas.

                                                     

In Edições «Avante!»

                                       

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Domingo, 19 de Abril de 2009
Leitura Obrigatória (CXLIV)

     Ascensão (Vassil Bikov)

Dois guerrilheiros soviéticos, que combatem na retaguarda das tropas alemãs na Segunda Guerra Mundial, são presos pelos nazis e torturados, colocando-se-lhes a alternativa: tentar salvar a vida traindo, denunciando os seus camaradas, ou assumir inteiramente as responsabilidades da sua luta, e morrer. Colocando as duas personagens centrais de Ascensão nesta situação limite, o autor, Vassil Bikov, analisa o percurso paralelo de dois homens: um, o da degradação moral, tão profunda que termina no auto-aniquilamento físico; o outro; o caminho heróico da afirmação da dignidade humana mesmo à custa da própria vida.

Vassil Bikov é um conhecido escritor soviético.

Obras suas estão traduzidas em inúmeras línguas.

Em 1974 foi-lhe atribuído na URSS o Prémio de Estado de literatura. De Ascensão foi feito um filme que obteve em Portugal o apoio unânime da crítica.

                                                                                                         

In Edições «Avante!»   

                                          


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Segunda-feira, 13 de Abril de 2009
Leitura Obrigatória (CXLII)

      Crianças Emergem da Sombra (Maria Luísa Costa Dias)

Escritos com uma grande ternura e uma aguda sensibilidade, os contos de Crianças Emergem da Sombra constituem, no seu conjunto, uma revelação sobre a vida dos militantes clandestinos. 

Para abordar o seu tema, Maria Luísa Costa Dias escolheu o ângulo mais dramático dessas terríveis existências – a vida das crianças que acompanhavam os seus pais na clandestinidade.

Na transparência dos seus sentimentos infantis, a violência repressiva fascista ressalta em toda a sua brutalidade.

Maria Luísa da Costa Dias, ela própria uma heroína da Resistência – 22 anos de clandestinidade – transmite-nos, com Crianças Emergem da Sombra, um testemunho de esperança caldeado no sofrimento e na luta.

                                                                                                         

In Edições «Avante!»   

                                          


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Segunda-feira, 2 de Março de 2009
Leitura Obrigatória (CXXXVII)

XVIIICongresso do PCP - Por Abril, pelo Socialismo um Partido mais forte

Através da leitura dos documentos, entre eles a Resolução Política do XVIII Congresso, pode conhecer-se o carácter das posições do PCP, o seu papel ímpar no plano nacional e internacional, as razões da força dos seus ideais e valores e a actualidade do seu projecto de liberdade, democracia e socialismo para Portugal.

                                                     

In Edições «Avante!»

                                                                                         


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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009
Leitura Obrigatória (CXXXVI)

     Escrito na Cela (Fernando Miguel Bernardes)

«Parece-me ser este o mérito maior da obra do escritor Fernando Miguel Bernardes: transmitir ao leitor, com especialidade ao jovem leitor, através da efabulação das vivências reais da sua experiência de resistente antifascista, os atropelos e sevícias perpetrados pelos marginais que se profissionalizaram, com o bem-haja dos governos ditatoriais de Salazar e Caetano, na repugnante função de torcionários do povo. «Porque é disto realmente que se trata no livro Escrito na Cela (Testemunho e Narrativa).

O livro de Fernando Miguel Bernardes é uma valiosa achega para o conhecimento verídico do que foi o martírio dos presos nas cadeias políticas do tempo do fascismo em Portugal.»

Alexandre Cabral

                                                                                                         

In Edições «Avante!»   

                                          


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Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009
Leitura Obrigatória (CXXXIV)

    Sem tréguas (Giovanni Pesce)

Giovanni Pesce, comunista, resistente da primeira hora, conta neste livro a história empolgante e comovente dos GAP – Grupos de Acção Patriótica – que, de armas na mão, foram um dos pontos mais altos da resistência ao ocupante nazi e aos traidores fascistas nas cidades do Norte da Itália.

Esta história é, realmente, uma história das grandes aventuras em que o homem dá o melhor de si próprio inserindo-se na luta mais geral de todo um povo, ainda que actue em pequenos grupos ou até sozinho.

O autor escreve todos os espantosos acontecimentos de que foi testemunha ou protagonista com um rigor e uma contenção que fazem deste livro também uma obra literariamente perfeita.

E recorda, muitas vezes, alguns episódios dramáticos e decisivos da Guerra de Espanha.

Em suma, este é um livro de grande riqueza humana, de uma surpreendente variedade de situações e de um profundo sentido político.

Um livro que, além de mais, prende firmemente o leitor.
                                                                                                         

In Edições «Avante!»   

                                                                                                               


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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009
Leitura Obrigatória (CXXXI)

     Um Dia e uma Noite (Jean Sanitas)

Um Dia e Uma Noite é um romance, mas um romance escrito com factos rigorosamente verídicos e com protagonistas bem reais. Pode-se dizer que é um testemunho romanceado da vida dos Franceses durante a ocupação nazi, que submergiu a França de 1939 a 1944, dos métodos da Gestapo e da coragem e tenacidade dos resistentes que nunca se deixaram vencer. 

O autor entrelaça num dia e numa noite acontecimentos autênticos que se desenrolaram num tempo bastante mais largo. Ele próprio – com dezasseis anos – viveu o calvário dos interrogatórios que tão cruamente narra, e soube encontrar a força de resistir. Entrelaça também, como que numa montagem de sequências cinematográficas, dramas e lutas que se passam em locais diferentes e que convergem para nos dar um painel exaltante da dignidade do homem quando colocado em situações extremas. É todo o friso de personagens quotidianas que perante a bestialidade nazi, se elevam à altura da grandeza do momento histórico e preservam um futuro humano. 

Em suma, este livro é um documento impressionante, cheio de aventuras mais ricas de peripécias capazes de prenderem o leitor do que tanta ficção sensacionalista que por aí anda. E aventuras comprovadamente verdadeiras – que não devem ser esquecidas.

                                                                                                                                                              

In Edições «Avante!»

                                                                                             


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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008
Leitura Obrigatória (CII)

    Jornalismo e Sociedade (Fernando Correia)

[...] Uma coisa são as novas tecnologias e as suas extraordinárias potencialidades para o bem dos homens, outra coisa é o manto dissimulador e anestesiante de uma «era da informação» encarada como uma espécie de «desígnio global da humanidade», perante o qual todos os homens teriam a mesma situação e os mesmos interesses, mas que mal dissimula motivações e objectivos de natureza diversa -mercantil, política, ideológica, sem esquecer as estratégias pessoais e de grupo.[...]

                                                        

In Edições «Avante!»     

                                                                                                                                   


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Terça-feira, 26 de Agosto de 2008
Leitura Obrigatória (CI)

    A «Aldeia-Mundo» e o seu Castelo - Ensaio Contra o FMI, a OMC e o Banco Mundial (Philippe Paraire)

Até onde irá a mundialização? Há cinquenta anos que o FMI, o Banco Mundial e o GATT (hoje substituído pela Organização Mundial do Comércio) pretendem regular, a partir do coração das metrópoles imperiais, o desenvolvimento dos países pobres e as práticas comerciais do planeta inteiro.

O que se vê em toda a parte é o aumento da dívida, o recuo dos direitos sociais, conflitos étnicos, degradação do meio natural, desenvolvimento selvagem e desigualdades em único benefício de um Capital que se tornou global.

A antiga coordenação das instituições ditas de «Bretton Woods» vai-se transformando numa autoridade integrada: está-se a estabelecer, sob o nome de ajustamento estrutural, uma política comum de agressão contra os pobres do mundo inteiro e contra os trabalhadores dos países ricos. Este desvio autocrático, oficialmente apresentado como o esboço de uma administração mundial pretensamente necessária, não é aceite pelos povos que procuram preservar a sua independência. Destas lutas depende o futuro de urna nova democracia social e internacional, a única a poder trazer soluções concretas nos problemas económicos, sociopolíticos e ecológicos do século XXI.

Philippe Paraire é docente. Quando das suas muitas viagens pelos países pobres, aprofundou os seus conhecimentos sobre os problemas reais dos povos vítimas das políticas de «ajuda ao desenvolvimento» e de programas de «ajustamento». Doutorado em Filosofia e especialista em questões de ambiente e de desenvolvimento, é autor de vários artigos e obras pedagógicas e criticas sobre este tema.

                                                        

In Edições «Avante!»     

                                         


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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2008
Leitura Obrigatória (XCIX)

    O Grande Salto Atrás (Henri Alleg)

Sumário

Moscovo new look
Instantâneos

«O maior hold-up de todos os tempos»
Instantâneos

«Nostalgia? Foi nostalgia que disse?»
Instantâneos

Uma perestroika sumida nas areias
Instantâneos

As conjuras, verdadeiras e falsas por um poder em perdição
Instantâneos

Três homens embrenhados num bosque
Instantâneos

O sonho do homem do Kremlin
Instantâneos

O grande silêncio dos proletários
Instantâneos

Da «abertura» ao abismo
Instantâneos

Interrogações para hoje e para amanhã

                            

In Edições «Avante!»

                                                  


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Sábado, 28 de Junho de 2008
Leitura Obrigatória (XCIII)

    Ex-URSS: Um Novo Terceiro Mundo (Gérard Streiff)

                                                         

Gérad Streiff estava em Moscovo na altura dos trágicos acontecimentos do Verão de 1991, na qualidade de enviado especial do jornal do Partido Comunista Francês, L´Humanité. Foi correspondente deste jornal na URSS entre 1982 e 1986 e é autor do livro La Dynamique Gorbatchev (1986).
Trata-se, portanto, de uma testemunha particularmente atenta e informada, que nos comunica aqui as suas reflexões, ainda «a quente», naturalmente discutíveis, sobre acontecimentos de profundas repercussões para o mundo inteiro.
Quais os obstáculos que se colocaram à perestroika? Será fatal passar de um «socialismo burocrático» a um «capitalismo selvagem»? O evoluir da situação, em profunda e diária mutação, poderá já ter desactualizado o texto em aspectos de pormenor. Nem por isso o livro de Gérard Streiff deixa de dar úteis pistas para a reflexão necessária sobre o sentido do que se passou e está a passar na ex-URSS.

                       

In Edições «Avante!»

                            


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