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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Soluções para o País - uma enorme maturidade de reflexão

newsletter_encontro_nacional_pcp_2015-02-28

Soluções para o País

 

«Este é um tempo para os trabalhadores e o povo fazerem ouvir a sua voz e, com o seu apoio ao PCP e à CDU, pôr fim ao círculo vicioso da alternância sem alternativa e abrir portas a uma vida nova de progresso e desenvolvimento para os portugueses.»

 

CDU: nas autarquias como no governo

Bernardino Soares_2015-02-28

A tarefa mais importante que temos até às eleições legislativas é a de demonstrar ao povo que temos soluções para o país e de que para elas serem possíveis o PCP e a CDU têm de ter mais força e mais votos; demonstrar que outra política é possível e que os partidos não são todos iguais. Nas autarquias fazemos essa demonstração e o que fazemos nas autarquias estamos em condições de fazer no país.

Aqui em Loures muitos não acreditavam na vitória da CDU, quando nas eleições anteriores o PS atingira 48% contra 28% nossos – mas ela aconteceu. E cá estamos para concretizar uma política alternativa como em todas as autarquias da CDU.

Aqui em Loures, ao contrário do Governo que preferiu cortar nos salários e nas pensões, renegociámos uma parte significativa da nossa dívida – mais de 8 milhões de euros a pagar em dois anos em vez de em dois meses; ao contrário do Governo acabámos com os favorecimentos, renegociámos contratos, reduzimos os gabinetes e as avenças; por isso conseguimos, com mais atividade e menos 5 milhões de euros de receita, diminuir a dívida em 18,6 milhões desde o início do mandato.

Aqui em Loures, ao contrário do Governo que aplicou e mantém o enorme aumento de impostos, as taxas não aumentaram e algumas foram mesmo reduzidas, a água não aumentou e o IMI até baixou ligeiramente em 2015 e vai baixar mais um pouco em 2016.

Aqui em Loures, ao contrário do Governo, estamos a melhorar os serviços públicos, por exemplo na recolha do lixo e no abastecimento de água – que o PS degradou profundamente – ou no reforço do horário de iluminação pública.

Aqui em Loures, enquanto o Governo privatiza tudo o que pode, impedimos a privatização da água e dos resíduos dos serviços municipalizados no território de Odivelas e vamos impedir a privatização da Valorsul. Já na próxima segunda-feira, por proposta de Loures, em que se juntam todos os outros municípios participantes, vai ser provavelmente aprovada em assembleia geral a exclusão da EGF de sócio da Valorsul, por atos lesivos à sociedade, colocando um pedregulho no caminho da privatização que o Governo já dava como certa.

Aqui em Loures, ao contrário do Governo que corta na educação, investimos em obras nas escolas 1,5 milhões em 2014, com a criação de mais 4 salas de jardim de infância, a diminuição dos regimes duplos de 91 para 54 e a contratação de mais auxiliares.

Aqui em Loures queremos mais investimento e por isso aprovámos um empréstimo de 12 milhões de euros para os próximos dois anos, para aplicar em escolas, na rede viária e na reabilitação urbana. E chegaremos ao final do mandato com menos dívida de empréstimos e menos serviço da dívida bancária em cada ano. Já o Governo, apesar de cortar radicalmente no investimento, aumentou brutalmente a dívida e paga cada vez mais juros.

Aqui em Loures acordámos com os sindicatos as 35 horas, enquanto o Governo continua teimosamente a querer impor as 40 horas com prejuízo para os trabalhadores e para os serviços públicos. Ao contrário do Governo, que despede, abrimos concursos para mais de 50 trabalhadores.

Ao contrário do Governo estamos de cara levantada perante a população...

 

Quem manda nas televisões cala o PCP!...

    Nos 31 dias de Maio, a iniciativa política do PCP esteve ausente ou teve uma presença residual (foi feita apenas uma referência num dos noticiários - das 13h e das 20h - principais) durante 29 dias na SIC, 24 dias na TVI e 21 dias na RTP1.
Nos dois dias restantes na SIC, o PCP surgiu uma vez em cada noticiário. Nesta estação não houve um só noticiário em que o PCP fosse referido mais do que uma vez.
Na RTP1, houve, no máximo, três referências ao Partido num só dia e isso sucedeu duas vezes durante o mês.
Na TVI, obtido uma vez o recorde de seis notícias por dia, nunca mais foi ultrapassado o limite de duas.

                                                                           

Se isto não é censura, então o que é?

                                                

O silenciamento em factos

    No mês de Maio a evidente exclusão do Partido dos principais noticiários da RTP, da SIC e da TVI levou a que, na semana passada, seguisse para as respectivas direcções de Informação um protesto formal. Aqui apresentamos mais alguns factos sobre o silenciamento dos comunistas no pequeno écran.
Maio foi um mês de fortíssima actividade e iniciativa política do PCP, quer na denúncia da ofensiva do Governo contra os trabalhadores e o povo português, quer na afirmação das propostas dos comunistas para resolução dos graves problemas do País. A intervenção do Partido ocorreu na Assembleia da República (foi neste mês apresentada uma moção de censura ao Governo) e no Parlamento Europeu, mas ganhou igualmente expressão na participação de Jerónimo de Sousa em várias iniciativas.
Objectivamente, trata-se de uma actividade partidária que não tem paralelo na vida política nacional. Com igual objectividade, a simples contagem das notícias em que surge o PCP, nos dois noticiários mais vistos (às 13 e às 20 horas) dos três principais canais, revela que aos telespectadores foi mostrado outro quadro, muito empobrecido.
Para esta análise, não se recorreu a mecanismos e métodos mais elaborados. Não foi levado em consideração um muito importante conjunto de dados (como a duração destas presenças televisivas, ou os traços principais do seu conteúdo), que certamente acentuariam o retrato do tratamento discriminatório.
Esta simples contagem foi suficiente para concluir que o PCP ficou completamente ausente dos noticiários das 13 e das 20 horas, durante 12 dias na RTP1, 14 dias na TVI e 22 dias na SIC. Os «dias zero» do Governo foram 6 na RTP, 5 na TVI, e 3 na SIC. Apenas houve um dia em que a TVI não falou do PSD, que teve 6 dias sem referências na RTP e 8 «dias zero» na SIC.
Os dias em que não existiu PCP nas notícias das três estações incluiram o fim-de-semana (dias 3 e 4) em que Jerónimo de Sousa esteve com emigrantes, em França e no Luxemburgo. Não foi noticiado o Encontro Nacional do PCP sobre educação (dia 31). O primeiro dia de Junho já teve a mesma marca, com todas as televisões a ignorarem o grande comício, em Guimarães, que culminou a visita do secretário-geral ao Vale do Ave.
Além do encontro sobre educação, a SIC e a TVI ignoraram por completo:

– o encontro nacional sobre os direitos das mulheres (dia 10),
– o encontro de Jerónimo de Sousa com jovens militantes do PCP, no âmbito da preparação do 18.º Congresso (dia 13),
– a homenagem a Catarina Eufémia, em Baleizão (dia 25),
– e a marcha de protesto contra o aumento custo de vida, em Queluz (dia 28).

O encontro do secretário-geral do Partido com orizicultores do Baixo Mondego, na Figueira da Foz (dia 23), passou em branco na RTP e na TVI.
No dia 1 de Maio, nos seis noticiários contados, apenas surgiu uma presença do PCP. E, realmente, os dias em que, nos dois noticiários principais, o PCP surgiu apenas uma vez (ou às 13 ou às 20 horas), preenchem mais uma boa parcela do mês: 9 dias na RTP1, 10 dias na TVI, e 7 dias na SIC. Entre estes dias incluem-se as datas em que ocorreram duas importantes assembleias de organização do PCP, no concelho de Almada (dia 11) e no distrito de Aveiro (dia 17).
Temos assim um quadro que nos diz que, nos 31 dias de Maio, a iniciativa política do PCP esteve ausente ou teve uma presença residual (foi feita apenas uma referência num dos noticiários principais) durante 29 dias na SIC, 24 dias na TVI e 21 dias na RTP1.
Nos dois dias restantes na SIC, o PCP surgiu uma vez em cada noticiário. Nesta estação não houve um só noticiário em que o PCP fosse referido mais do que uma vez.
Na RTP1, houve, no máximo, três referências ao Partido num só dia e isso sucedeu duas vezes durante o mês.
Na TVI, obtido uma vez o recorde de seis notícias por dia, nunca mais foi ultrapassado o limite de duas.
No protesto enviado aos directores de Informação, o PCP declarou que não se conforma com esta situação, expressou o protesto contra o deliberado silenciamento do Partido e exigiu que a RTP, a SIC e a TVI procedam à cobertura da actividade e intervenção do PCP na sociedade portuguesa, em igualdade de circunstâncias com as restantes forças políticas.

              

In jornal "Avante!" - Edição de 12 de Junho de 2008

                

A prova aqui está mais uma vez: Quem manda nas televisões cala o PCP!...

                                                     

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