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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

As últimas palavras do último discurso de Martin Luther King

24h antes de ser assassinado por James Earl Ray

Martin Luther King.jpg

Discurso de Memphis, 3 de Março de 1968

As últimas palavras do último discurso de Martin Luther King:

(...)
Well, I don't know what will happen now. We've got some difficult days ahead. But it doesn't matter with me now. Because I've been to the mountaintop. And I don't mind. Like anybody, I would like to live a long life. Longevity has its place. But I'm not concerned about that now. I just want to do God's will. And He's allowed me to go up to the mountain. And I've looked over. And I've seen the promised land. I may not get there with you. But I want you to know tonight, that we, as a people will get to the promised land. And I'm happy, tonight. I'm not worried about anything. I'm not fearing any man. Mine eyes have seen the glory of the coming of the Lord.

Bem, eu não sei o que acontecerá agora. Teremos alguns dias difíceis. Mas, para mim, isso não importa. Porque eu estive no cimo da montanha. E não me importo. Como todos, gostaria de ter uma vida longa. Por que não? Mas não estou preocupado com isso agora. Só quero fazer a vontade de Deus. E Ele permitiu que eu subisse a montanha. E eu vi lá de cima. E vi a terra prometida. Talvez não vos acompanhe até lá. Mas, quero que saibam esta noite que nós, como povo, chegaremos à terra prometida. E estou feliz esta noite. Nada me preocupa. Não temo nenhum homem. Os meus olhos viram a glória da chegada do Senhor. 

 

James Earl Ray_1.jpg

James Earl Ray

Para ouvir na íntegra o discurso de Martin Luther King, de 3 de Março de 1968, em Memphis clicar AQUI e para ler (em inglês) clicar AQUI.

 

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Presidente Trump fez 19.127 alegações falsas ou enganosas em 1.226 dias

Arre, porra que é demais!!!

Mentiroso Trump 2020-06-02.png

cartoon de Milt Priggee

 

      - Como podes dizer que ele está mentindo?

     - Os seus lábios estão-se movendo.   

 

«As mentiras contadas pelo Presidente aumentaram em seriedade e volume, segundo o Post: uma média de seis por dia em 2017 chegou a quase dezasseis por dia em 2018, que depois aumentou para mais de vinte e dois por dia em 2019 - e isto foi antes deste louco 2020 do julgamento de impeachment, da pandemia, da crise económica e da campanha de reeleição de Trump.

O uso do Twitter pelo presidente foi metastizado, juntamente com as declarações falsas que ele publica no seu feed; agora está enviando, todos os dias, uma média de quase quatro vezes mais tweets enganosos do que durante seu primeiro ano no cargo.»

 

Para Ler:

 

Dor, raiva, fúria atingem os EUA*

Minneapolis_Minnesota_EUA_George FloyJulio Cortez_

Um manifestante empunha uma bandeira nacional invertida, um sinal de grande aflição e pedido de ajuda, perto de um edifício em chamas, em Minneapolis, estado do Minnesota, EUA, durante os protestos pela morte de George Floyd

Mapa racismo-eua-dia7 2020-05-01.jpg

Mapa de dia 1 de Junho

Mapa Manifestações George Floyd mais 100 pessoas

Mapa dia 2 de Junho cidades com manifestações com mais de 100 participantes.

Minneapolis – Saint Paul está marcado a vermelho.

 

Protestos indignados contra a morte do afro-americano Georges Floyd, ocorrida na sequência de uma detenção policial violenta, prosseguem em várias cidades norte-americanas.

Duas pessoas morreram durante os confrontos nas manifestações em Cicero, Chicago.

Foram detidas 5.600 pessoas desde o início das manifestações (dados de 2 de Junho).

Polícia e guarda nacional estão nas ruas em mais de 140 cidades dos USA. Na «democrática» New York carros da polícia carregam sobre os manifestantes.

Jornalistas da CNN são presos em directo. Outros são atingido, de propósito, por balas de borracha e gás lacrimógeneo.

O presidente Donald Trump apela à repressão e à violência e ameaça com os militares.

* Título «roubado» AQUI

 

Nguyễn Sinh Cung, «Ho Chi Minh» (19 de Maio de 1890 / 3 de Setembro de 1969)

Entre os grandes dirigentes históricos do movimento comunista internacional, Ho Chi Minh ocupa um lugar cimeiro. Nascido em 19 de Maio de 1890 – faz agora 120 [130] anos – Ho Chi Minh personificou, até à sua morte em 1969, a luta do povo vietnamita pela sua emancipação nacional e social, contra o colonialismo francês e  contra os agressores japoneses e norte-americanos.

Ainda jovem, Ho Chi Minh percorreu o mundo, trabalhando como marinheiro, padeiro, cozinheiro e outros ofícios, em países como França, Inglaterra e EUA. É no contacto com o movimento operário, em especial em França, país que então colonizava a sua Indochina natal, que Ho Chi Minh conhece os partidários de Lénine e da jovem revolução bolchevique (1), cujas posições sobre a questão nacional o marcaram profundamente. «Lénine foi o primeiro a compreender e sublinhar toda a importância do envolvimento dos povos coloniais no movimento revolucionário» (2), escreveu Ho Chi Minh em 1925. Eleito em 1920 como delegado pela Indochina  ao 18.º Congresso da SFIO (Secção Francesa da Internacional Operária), Ho Chi Minh fez parte da maioria dos delegados que, nesse Congresso de Tours, decidiram pela adesão à Terceira Internacional e pela criação do que viria a ser o Partido Comunista Francês (3). Desde então, o seu nome esteve sempre ligado à história e luta dos comunistas, tendo integrado o Comité Executivo da Internacional Comunista.

Em 1930, Ho Chi Minh participa na fundação do Partido Comunista do Vietname, que mais tarde passaria a designar-se Partido Comunista da Indochina. O seu programa em 10 pontos era encabeçado pelos objectivos de «derrotar o imperialismo francês e o feudalismo e burguesia reaccionária vietnamita» e «tornar a Indochina totalmente independente» (4). Em 1940 o Sudeste asiático é ocupado pelo Japão imperial-fascista. «No Outono de 1940, quando os fascistas japoneses invadem a Indochina para estabelecer novas bases contra os aliados, os colonialistas franceses ajoelharam-se e franquearam as portas do nosso país para acolher os japoneses. Assim, após essa data o nosso povo ficou sujeito ao duplo jugo dos franceses e japoneses» (5). O PC da Indochina e a Liga para a Independência do Vietname (conhecida pelo acrónimo Viet Minh), fundada em 1941 como frente de libertação nacional contra o colonialismo francês e a ocupação japonesa, desempenharam o papel determinante na resistência vietnamita que culminou, em Agosto de 1945, com a libertação do país e a proclamação da independência do Vietname, do qual Ho Chi Minh se torna Presidente. Mas os colonialistas franceses reocuparam o país após o fim da II Guerra Mundial, com o apoio cada vez mais explícito e importante do imperialismo norte-americano. A grande derrota militar das tropas coloniais francesas em Dien Bien Phu, em 1954, às mãos do exército de libertação nacional comandado pelo grande comunista vietnamita Vo Nguyen Giap, representou o fim dos sonhos imperiais franceses na Indochina e o princípio do envolvimento militar directo dos EUA, com a divisão do Vietname e a ocupação do Sul pelos EUA. A libertação nacional do Vietname ainda haveria de exigir mais duas décadas de luta e de terríveis sacrifícios, como resultado da barbárie do novo agressor imperialista. É desse período (Julho de 1968) o texto de Ho Chi Minh que O Militante agora reproduz.

Ho Chi Minh morreu no dia 3 de Setembro de 1969. A guerra de libertação nacional ainda haveria de durar mais cinco anos e meio. Mas, após a ofensiva do Tet, em Fevereiro de 1968, tornou-se evidente que o imperialismo norte-americano não haveria de vencer a guerra. No seu Testamento, escrito poucos meses antes de falecer, Ho Chi Minh expressou a sua certeza na vitória: «Embora a luta do nosso povo contra a agressão dos EUA e pela salvação nacional possa ter de enfrentar mais privações e sacrifícios, alcançaremos a vitória total. Isso é seguro. Quando chegar esse dia [...] visitarei os países fraternais do campo socialista e os países amigos de todo o planeta para lhes agradecer pelo seu apoio integral e pelo seu auxílio à luta patriótica do nosso povo contra a agressão dos EUA». Ho Chi Minh não chegou a ver o dia da libertação total do Vietname. Mas, tal como previra, esse dia chegou, em 30 de Abril de 1975 – há 35 [45] anos.

A derrota do imperialismo norte-americano teve uma influência profunda na situação internacional. A luta do povo vietnamita, sob a direcção dos comunistas e do grande patriota Ho Chi Minh, mostrou que mesmo a mais poderosa e bem armada potência imperialista pode ser derrotada pela luta de um povo determinado a conquistar a sua libertação. Uma lição que é de grande actualidade e de enorme importância nos dias de hoje.

Notas

(1) Veja-se o artigo de Ho Chi Minh «O caminho que me levou ao Leninismo», de 1960. Para consultar (em inglês) este e os restantes textos de Ho Chi Minh aqui citados pode-se aceder ao arquivo do PC do Vietname na Internet,

(2) Em «Lénine e os povos coloniais» (1925).

(3) O seu «Discurso no Congresso de Tours» (1920).

(4) «Apelo por ocasião da fundação do Partido Comunista da Indochina» (18 Fevereiro, 1930). Saliente-se que entre os objectivos estava o de «conquistar a igualdade entre o homem e a mulher».

(5) Da «Declaração da Independência da República Democrática do Vietname» (1945).

In «Ho Chi Minh – um grande dirigente comunista», revista «O Militante» - Edição de Maio/Junho de 2010 

 

Publicado neste blog:

 

1860 – Antonio Meucci inventa o telefone

Antonio Meucci.jpg

«A vida e as realizações de Antonio Meucci devem ser reconhecidas e seu trabalho na invenção do telefone deve ser reconhecido (...) Se Meucci tivesse conseguido pagar a taxa de 10 dólares para manter a patente após 1874, nenhuma patente poderia ter sido dada a Bell».

A declaração consta de uma resolução da Câmara dos Representantes dos EUA, aprovada em 2002, que restitui ao inventor italiano Antonio Meucci o mérito pela invenção de um dispositivo de comunicação por voz, a que chamou «telettrofono», considerado como o primeiro telefone.

Nascido em Florença, Meucci emigrou para a América para escapar às acusações de conspiração por participar no movimento de unificação da Itália.

Instalado em Nova Iorque, onde em 1851 acolheu o Giuseppe Garibaldi, Meucci não dispôs de meios para registrar permanentemente a sua invenção, pelo que fez um registo temporário enquanto procurava investidores.

Um dos contactos foi com a Western Union Telegraph Company, que não se interessou pelo invento.

Em 1876, Alexander Graham Bell, que partilhara um laboratório com Meucci, registou a patente e fez um negócio lucrativo com a Western Union.

Meucci processou-o, mas morreu antes de uma deliberação e o caso foi encerrado.

Bell ficou com os louros da invenção até ao reconhecimento de Meucci.

AQUI

 

«É COVID-19, estúpidos»*

corona-virus-getty.jpg

É fácil desmontar a mentira, propalada profusamente por Trump e os escribas ao seu serviço, que a China ‘escondeu’ a doença.

Ela foi comunicada oficialmente à OMS no dia 31 de Dezembro (se tivesse sido mais tarde, seria Covid-20…), quando havia poucas dezenas de casos de uma doença ainda desconhecida (WHO Situation Report 1).

Durante dois meses, quando parecia que a epidemia se confinava à China, Irão e países vizinhos, a comunicação social entretinha-se a denegrir a China e os seus esforços de contenção e combate à epidemia.

Tudo era ‘culpa do regime’.

Falavam do «momento Chernobil de Xi Jinping» e anteviam o «colapso».

Mas a realidade é que, com medidas firmes, apoiadas em mecanismos de protecção social, a China foi capaz de conter a epidemia essencialmente numa única província, e pode bem vir a ser dos países menos afectados (em relação à sua população) pela pandemia.

Não fez as manchetes, mas no final duma notícia do New York Times (20.3.20) lê-se que «não se conhece nenhum caso, entre os 42 000 trabalhadores da saúde enviados para Wuhan, de infecção com o coronavirus. Os Estados Unidos não estão a proteger os trabalhadores da saúde com a mesma determinação: parecem estar a traí-los».

* A frase já dita e repetida «é a economia, estúpido» foi da autoria do estratega de Bill Clinton nas eleições presidenciais nos USA de 1992,  James Carville, especialista em marketing político, que gizou a estratégia ganhadora de Clinton sobre Bush Pai.

 

Ataque «total» à China é o mote da estratégia eleitoral republicana

Mapa China7.gif

Ataque «total» à China é o mote da estratégia eleitoral republicana, segundo um ­memorandum interno divulgado pela imprensa, o que mostra o estado de nervosismo que infecta a direcção do partido de turno do poder de Washington.

O caudal de insanidades transformado em aluvião pretende sacudir a água do capote das responsabilidades da Administração Trump e do imperialismo norte-americano na tragédia da COVID-19 nos EUA.

Em comparação com a China, o país conta com 10 vezes mais casos de contágios e óbitos, embora o número de habitantes dos EUA represente menos de um quarto da população chinesa.

Contrastando com as cerca de 800 bases militares instaladas pelo globo, não se conhece um caso de envio pelos EUA de uma equipa médica de auxílio internacional.

Enquanto isto, a ponte aérea de equipamentos médicos da China para todo o mundo (mais de 120 países), incluindo os EUA, não cessa.

Contudo, do interior do sistema chegam vozes que refreiam o monumental bluff: segundo o CEO da Apple, «a China evoluiu para uma indústria muito avançada» em que se cruzam «a perícia do artífice, a robótica sofisticada e o mundo da ciência da computação. Esse cruzamento que é muito raro encontrar em qualquer [outro] lugar». E acrescenta: «os EUA não têm engenheiros para fazer um smartphone (...), não temos engenheiros suficientes para expandir a produção industrial dos EUA numa margem significativa

A dimensão dramática da pandemia no país e os cerca de 30 milhões de trabalhadores lançados para o desemprego no último mês e meio são também as marcas de um declínio crescentemente visível.

Se em 1960 o PIB dos EUA representava 40 por cento do produto mundial, em 2019 o seu peso reduziu-se a 15 por cento. Os efeitos deste processo na relação básica de forças no mundo são inevitáveis.

Sublinhados meus

AQUI

Covid-19 China ajuda Itália.jpg

Covid-19 China ajuda Itália

Recordemos:

  • No caso da gripe H1N1 que surgiu nos EUA e propagou-se por mais de 214 países e regiões em 2009, causando cerca de 200 mil vítimas, alguém pediu reparações aos USA?

  • Nos anos 80, a sida foi descoberta em primeiro lugar nos EUA e propagou-se pelo mundo. Alguém pediu contas aos EUA?

  • Em 2008, a derrocada do Lehman Brothers evoluíu para uma crise mundial generalizada, sem que ninguém tenha exigido à parte americana «suportar as consequências».

AQUI

 

Despesas militares atingem valor mais alto desde Guerra Fria

Guerra ao Terror_montagem

Um relatório divulgado no dia 27 de Abril pelo Instituto Internacional de Investigação para a Paz de Estocolmo (SIPRI) revela que as despesas militares mundiais atingiram, em 2019, o valor mais alto desde o final da Guerra Fria.

No ano passado os gastos militares atingiram 1.773 mil milhões de euros (quase 9 vezes o Orçamento do Estado de Portugal), o que equivale a um aumento de 3,6 por cento.

Na liderança, com o maior orçamento, estão os EUA que, em 2019, aumentaram o orçamento 5,3 pontos percentuais.

As despesas militares norte-americanas representam 38 por cento dos gastos militares mundiais.

5 esquadra_Julho_2008.jpg

 

As hienas estão atentas e já é audível o seu gargalhar*

(continuação do post anterior)

Henry Kissinger_2016-04-26_Wikp.jpg

Título de um artigo de opinião de Henry Kissinger publicado dia 3 de Abril no Wall Street Journal (em inglês só para assinantes):

«A pandemia de coronavírus alterará para sempre a ordem mundial».

O subtítulo também não é menos elucidativo:

«Os Estados Unidos devem proteger os seus cidadãos da doença a tempo de iniciar o trabalho urgente de planificar uma nova era

No seu texto o autor, agora com 96 anos, reedita e adapta as principais teses do famigerado documento de 1974 referido no post anterior.

«Despovoar», continua a ser, o conceito chave...

 

Pinochet_-_Kissinger_1976-01_Wikp.jpg

Augusto Pinochet e Henry Kissinger Janeiro de 1976

* Título gamado ao blog «As palavras são armas»

Publicado neste blog:

 

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