Poupança cai para mínimos históricos
A taxa de poupança das famílias voltou a cair em 2015, para 4,2 por cento do rendimento disponível, o valor mais baixo desde pelo menos 1999, primeiro ano para o qual há registo estatístico.
De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística publicados dia 24, a taxa de poupança manteve «a tendência decrescente», apesar do ligeiro aumento do rendimento disponível em 0,5 por cento em 2015.
Défice de 2015 acima do previsto
Crise provocou aumento dos suicídios
O orçamento inicial era de 500 milhões de €uros. Acabou por custar mais do dobro...
Enquanto o País se afundava na crise económica e social, saíam de Portugal, em lucros, dividendos e juros, 198.000 milhões de euros entre 1996 e 2014.
A dívida das administrações públicas fixou-se em 128,7 por cento do PIB em 2014, acima do verificado em 2013 e da meta fixada pelo Governo para o ano passado.
Segundo números do Banco de Portugal, divulgados dia 23, a dívida pública alcançou os 224 477 milhões de euros em Dezembro de 2014, um aumento face ao final de 2013, quando atingiu os 219 225 milhões de euros.
Excluindo os depósitos da administração central, a dívida fixou-se em 206 971 milhões de euros em Dezembro do ano passado, contra os 201 245 milhões de euros registados em 2013.
O que nos vale é que Portugal não é a Grécia...
Por cada dia que passa o Estado português paga cerca de 21 milhões de euros de juros da dívida.
Em cada semana são 147 milhões.
Por mês são 630 milhões.
Em cada ano são 7.665 milhões de euros.
Viva o luxo! Para estes não há austeridade...
Venderam-nos durante anos a União Europeia como um paraíso económico.
O que temos hoje? Regressão económica, alienação do património do Estado, entrega ao grande capital e ao capital estrangeiro de sectores de importância estratégica para o país, défices estruturais insustentáveis, uma dívida impagável que só nos últimos três anos aumentou em 51 mil milhões de Euros.
Andaram durante anos a anunciar Portugal no pelotão da frente, a acenar com a cenoura da participação no clube dos ricos da Europa.
O que temos hoje? Divergência acentuada relativamente aos países mais ricos da Europa.
Fizeram-se lindos discursos sobre a coesão social e a solidariedade e o que nos mostra a realidade? Um País com os salários mais baixos da zona Euro, um ataque brutal aos direitos laborais e sociais do nosso povo, quase 3 milhões de cidadãos empurrados para a pobreza, degradação e enceramento de serviços públicos, milhão e meio de desempregados.
É esta a amarga realidade que dá, de facto, razão ao PCP e à CDU!
Uma realidade que nos coloca uma exigência ainda maior para inverter este rumo, para efectivar uma real mudança da situação em que nos encontramos.
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Temos a verdade do nosso lado!
Somos uma força que no tempo certo alertou para a natureza e para as consequências das linhas orientadoras da política de direita e da integração capitalista.
Uma força que quando confrontada com a campanha do celestial processo de integração na CEE/UE chamou a atenção para a destruição do nosso sector produtivo e do endividamento que dele iria resultar.
Uma força que antes da entrada de Portugal no Euro chamou a atenção para o projecto de domínio dos mais fortes sobre os mais fracos que ele significaria.
Uma força e um Partido que, quando quase todos se congratulavam com a assinatura do Tratado de Lisboa, afirmou que ele iria acentuar ainda mais a concentração de poder económico e político num directório de potências liderado pela Alemanha e a políticas de autêntica colonização económica e política.
Somos o Partido que alertou para a gravidade da assinatura do chamado Tratado Orçamental, aprovado nas costas e às escondidas do povo, alertando para o reforçado colete-de-forças que este significaria para Portugal e para o seu desenvolvimento.
A realidade aí está a dar razão ao PCP e à CDU.
Fruto destes anos de política de direita e de 28 anos de integração capitalista Portugal vive hoje um dos períodos mais negros da sua existência.
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