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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Há 70 anos (27/01/1945): Soviéticos libertaram «Fábrica da Morte»

 

Em Auschwitz chegou-se a aniquilar 6 mil seres humanos por dia

 

Publicado neste blog:

 

27 de Janeiro de 1945: Soviéticos libertaram «Fábrica da Morte»

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Em Auschwitz chegou-se a aniquilar 6 mil seres humanos por dia

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Publicado neste blog:

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A Libertação de Auschwitz

A 27 de Janeiro de 1945 o Exército Vermelho libertou Auschwitz, o maior e mais conhecido campo de extermínio nazi. Coube à União Soviética, país que, com mais de 20 milhões de mortos, sofreu como nenhum outro os efeitos cruéis da agressão da Alemanha hitleriana, libertar a humanidade de um dos mais terríveis centros do terror, símbolo extremo da opressão e da irracionalidade de um sistema que de forma inequívoca demonstrou não haver limites para a barbárie quando a existência humana é submetida à lei do lucro.

Em Auschwitz tudo era financiado pelo Deutsche Bank, cuja direcção se encontrava representada na IG FarbeBayer, empresa beneficiária do trabalho escravo e fornecedora do Zyklon B, o gás da morte com que os prisioneiros considerados inaptos para trabalhar eram asfixiados. Também as contas dos SS, da Gestapo e da firma Topf, construtora dos crematórios, estavam sob o controlo daquele império financeiro. Não existe praticamente nenhum grande banco ou monopólio alemão que não tenha enriquecido com o nazismo e a escravidão dos prisioneiros dos campos de concentração. Siemens, Krupp, Opel, BMW, VW, Daimler, IG Farbe, Alianz, Flick, Deutsche, Dresdner e Commerz Bank, são apenas os nomes mais sonantes de dinastias do mundo empresarial e da finança cujo poder foi consolidado pelo terror do regime hitleriano. Só entre 1939 e 1944 o volume de negócios do Deutsche Bank aumentou de 4,2 para 11,4 mil milhões de «Reichsmark».

(sublinhados meus)

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Comemoremos os 65 anos da Vitória!

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Haja Memória: A solução final

    Os barracões Auschwitz, o maior entre os mais de mil campos de concentração.

Quando o Exército Vermelho soviético libertou o campo, em 27 de Janeiro de 1945, encontraram gigantescas montanhas com cerca de:

  • 850 mil vestidos
  • 350 mil fatos de homem
  • Milhares de pares de sapatos
  • Montanhas de roupas de crianças
  • Oito toneladas de cabelos humanos que seriam utilizados como enchimento de travesseiros
  • Foram libertados 7.650 presos, que mal podiam andar
  • Alguns dias antes os alemães tiveram o cuidado de dinamitar as instalações de extermínio e de queimar quase todos os arquivos. 
Haja Memória!
                       

Haja Memória: O trabalho vos libertará

    “Arbeit macht frei”, (O trabalho vos libertará), era a cínica divisa escrita no portão de entrada destes campos. Coube aos membros do Partido Comunista Alemão a triste honra de os inaugurar em 1934. Os comunistas alemães eram em 1933 mais de meio milhão. Alcançaram nas eleições 5,4 milhões de votos. A 8 de Maio de 1945 restavam pouco mais de mil.

Aos comunistas, tal como refere o texto (muitas vezes erradamente atribuído a Brecht) do pastor luterano alemão Martin Niemöller, seguiram-se os socialistas, os sociais-democratas, os democratas-cristãos, os sem partido.

No total existiram cerca de 1 000 destes campos. Significativamente 99% ficavam a Leste de Berlim.

A historiografia oficial ignora, ou quase, estes factos...

              

Haja Memória!

                   

Haja Memória: O Extermínio

    Mais de 13 milhões de pessoas perderam a vida sob o jugo Nazi da Alemanha de Hitler entre 1934 e 1945 em prisões e campos de concentração especialmente preparados para matar:

  • Cerca de 6 milhões de judeus
  • Cerca de 4,5 milhões de soviéticos (raramente referidos na historiografia oficial)
  • Cerca de 2,5 milhões de comunistas, socialistas, sociais-democratas, democratas-cristãos e sem partido de vários países da Europa ocupada
  • Cerca de 200 mil ciganos
  • Cerca de 75 mil alemães considerados «doentes incuráveis»
                                                 

Haja Memória!

                                                                                         

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