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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Operação «fake news», instrumento de censura

Facebook - AbrilAbril.jpg

Criou-se um clima nebuloso onde a verdade e a mentira se confundem deliberadamente para que surja, como único farol clarificador, a versão legítima e absoluta veiculada pelos meios mainstream, fora dos quais reinam a falsidade, a manipulação, a falta de escrúpulos.

 

Fake news, para a comunicação mainstream:

   - dizer que não existiram as «insurreições populares» na Líbia e na Síria que serviram de justificações para as invasões dos dois países;

 

   - informar que Muammar Khaddafi foi assassinado na sequência de um processo conduzido pelos serviços secretos franceses;

 

   - demonstrar que países como os Estados Unidos, a França e o Reino Unido recorrem ao terrorismo fundamentalista islâmico para concretizarem estratégias próprias no Médio Oriente;

 

   - recordar que o golpe de Estado para estabelecer a «democracia» na Ucrânia deu asas às organizações nazis para dominarem o país;

 

   - revelar provas de que o avião civil malaio que fazia o voo MH-17 pode não ter sido abatido por um míssil da Rússia;

 

   - todos os exemplos comprovativos de que a NATO se comporta como uma aliança agressiva.

 

Notas soltas sobre os comunistas e as redes sociais

bandeira_pcp oficial.jpg

  1. O Partido Comunista Português (PCP) é uma associação livre, de homens e mulheres livres, que lutam contra a exploração e a opressão capitalistas, pela democracia, pelo socialismo e o comunismo.
  2. No panorama partidário do nosso País, o PCP é o ÚNICO partido que se afirma como um partido de classe. O Partido Comunista Português é o partido da classe operária e de todos os trabalhadores.
  3. É o ÚNICO partido que defende a construção de uma nova sociedade. O PCP tem como objectivos supremos a construção em Portugal do socialismo e do comunismo que permitirão pôr fim à exploração do homem pelo homem.
  4. Para aderir basta apenas que aceite o Programa e os Estatutos, milite numa das suas organizações e o pague a sua quotização.
  5. A estrutura orgânica e o funcionamento do Partido assentam em princípios que visam assegurar simultaneamente, como características básicas, uma profunda democracia interna, uma ÚNICA orientação geral e uma ÚNICA direcção central.
  6. O comunista educado nos princípios democráticos é democrata sem esforço. É democrata porque não sabe pensar e proceder de outro modo. Porque não tem um desmedido orgulho e vaidade individual. Porque tem consciência das suas próprias limitações. Porque respeita, porque ouve, porque aprende, porque aceita que os outros podem ter razão.
  7. As REDES SOCIAIS são uma excelente ferramenta de partilha e divulgação das posições dos comunistas, bem como da sua discussão com pessoas com outro pensamento. NÃO SÃO UM ORGANISMO DO PARTIDO.
  8. As redes sociais são, porque tudo na natureza e na sociedade é dialéctico, uma extraordinária forma de os nossos adversários políticos e inimigos de classe conhecerem e influenciarem a nossa actividade.
  9. Nenhum comunista deve ter dúvidas que as centrais de comunicação e os serviços de informação monitorizam as nossas acções nas redes sociais. Para conhecimento e para acção.
  10. Cada “gosto”, cada opinião, cada desabafo, cada discussão fora dos locais próprios, são dados preciosos para conhecerem os nossos pontos fracos e fortes, para desenvolverem as acções de intriga e de desagregação.
  11. Não é por acaso que nos grupos e fóruns maioritariamente compostos por comunistas aparece sempre quem se faça passar por membro do PCP sem o ser, defendendo posições e orientações que não são as nossas.
  12. Esta é a minha opinião pessoal. É assim que eu penso e ajo. Agradeço que quem concordar partilhe e divulgue.

Fraternais saudações comunistas.

Saúde felicidades e bom trabalho.

facebook

 

O que acontece em 1 minuto na Internet (em 21016)?

Internet-minute-1 2016

 

Estatísticas sobre o que acontece em cada minuto de Internet:

  • 701,389 logins on Facebook

  • 69,444 hours watched on Netflix

  • 150 million emails sent

  • 1,389 Uber rides

  • 527,760 photos shared on Snapchat

  • 51,000 app downloads on Apple’s App Store

  • $203,596 in sales on Amazon.com

  • 120+ new Linkedin accounts

  • 347,222 tweets on Twitter

  • 28,194 new posts to Instagram

  • 38,052 hours of music listened to on Spotify

  • 1.04 million Vine loops

  • 2.4 million search queries on Google

  • 972,222 Tinder swipes

  • 2.78 million video views on Youtube

  • 20.8 million messages on WhatsApp

 

Internet-minute-4 2016

Mais dados de outras aplicações informáticas (e das mesmas)

 

Internet-minute-3 2016

Ainda mais dados de outras aplicações informáticas (e das mesmas)

 

Internet-minute-2 2016

Evolução 2013/2014/2015

 

Clicar nas imagens para ampliar

 

As operadoras estão a dar aos pacotes de telecomunicações sem fidelização preços bem mais caros e custos de instalação inflacionados.

Segundo valores divulgados pela DECO, os aumentos atingem os custos de instalação em todas as operadoras de um máximo de 300 euros para um máximo de 410 na Vodafone, num contexto em que os custos de activação não se alteram.

Um pacote com TV, internet e telefone fixo sem fidelização pode custar no final do ano 1921,76 euros na MEO, ou seja, mais 952 euros do que uma oferta com fidelização de 24 meses.

Na Vodafone os consumidores arriscam-se a pagar mais 770 euros e na NOS mais 633 euros.

 

Isto anda tudo ligado: alienação, comunicações, comércio, comunicação social, divertimento, economia, informação, POLÍTICA, publicidade...

 

Freguesia de Real: O Futuro da nossa Memória

«Na tarde soalheira do passado Domingo, dia 24, ocorreu o lançamento do novo livro editado pela Junta de Freguesia de Real: O Futuro da nossa memória I".

Inserida nas comemorações dos 42 anos da Revolução de 25 de Abril de 1974, a sessão decorreu com uma sala cheia com mais de meia centena de pessoas, quer da freguesia como de fora da freguesia.»

Ler texto integral

 

 

Entre Montanhas

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Uma página no facebook que merece a pena visitar

Sobre

 

Entre Montanhas é um espaço que pretende divulgar o património cultural e natural que existe na região da Beira Alta (Viseu e Guarda).
Descrição
Com esta página pretendemos mostrar alguns pontos de interesse, alguns deles que não vêm nos pontos turísticos.Também queremos mostrar as mais belas paisagens e os monumentos que temos no Interior de Portugal, rica em património, cultura, gastronomia, tradições etnográficas, artísticas etc.
Uma região que vale a pena descobrir.

Se és um amante da Fotografia e gostas de captar aquilo que de mais rico temos na nossa Região e queres partilhar o teu trabalho, enviamos as tuas fotos, com o teu nome, localidade e descrição da fotografia para:
entremontanhas@hotmail.com

 

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Tomada de posse dos novos eleitos e 1ª sessão da Assembleia de Freguesia

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Decorreu no passado dia 20 sob a presidência de Manuel Filipe Abrantes, presidente da Assembleia de Freguesia cessante, a tomada de posse dos novos eleitos da Assembleia de Freguesia de Real, no concelho de Penalva do Castelo.

Após a tomada de posse realizou-se a 1ª sessão da Assembleia de Freguesia sob a Presidência de Pedro Nóbrega, na qualidade de cabeça da lista mais votada (CDU).

O 1º ponto da Ordem de trabalhos é a nomeação dos vogais da Junta sob proposta do Presidente da Junta de Freguesia, o qual propôs uma lista composta por Paulo Lemos e António Nunes, tendo sido eleita por unanimidade (o que sucedeu pela 1ª vez, de acordo com os registos da Junta).

Recomposta a Assembleia de Freguesia procedeu-se à eleição da mesa da Assembleia, tendo sido apresentada uma única lista que foi eleita por unanimidade: Marisa Oliveira, Presidente, Lúcia Oliveira, 1º Secretária, Manuel Liberto Almeida, 2º Secretário.

Poderá ver outras fotos AQUI

Video do evento disponivel AQUI.

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Como é possível manter um governo em que o primeiro-ministro mente?

     Num dos debates quinzenais realizados na Assembleia da República Pedro Passos Coelho mostrou-se muito indignado por Jerónimo de Sousa utilizar na sua intervenção expressões como «roubo», «agressão» e «mentira».

Este episódio, caricato na forma, revela, no seu conteúdo, os tiques autoritários e censórios dos executantes conselheiros de administração de e ao serviço dos interesses dos grupos económicos e financeiros seus mandantes.

E revela também a falta de vergonha do 1º ministro. O que se segue são um conjunto de mentiras descaradas escritas com pleno à-vontade pela personagem nas redes sociais Facebook e Twiter

24 de Março: «A pior coisa é ter um governo fraco; um governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos». Face à realidade actual só pudemos dizer que é preciso ter lata. Muita lata e descaramento.

30 de Março: «A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento». E no entanto o IVA subiu para 23%. E houve «actualizações» em todos os escalões.

1 de Abril: «Já ouvi dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disto e é um disparate». «Disparate» aplicado a milhões de portugueses…

2 de Abril: «O PSD chumbou o PEC IV porque tem que dizer basta; a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimentos». O que fez e está a fazer este governo? Precisamente o contrário!!!

2 de Maio: «Se formos governo posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português». De garantias destas está o inferno cheio. Que o digam os milhões de portugueses nessa situação.

5 de Maio: «Portugal não pode ter 700 mil desempregados». Deve ser por isso que o governo criou todas as condições para que 8 meses depois se tenha ultrapassado o número de 1 milhão de desempregados!

10 de Maio: «Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar os escalões mais altos do IRS e desonerar a classe média e baixa». Só pode estar a brincar connosco!

12 de Maio: «Escusam de vir agitar mentiras; o PSD quer que as pessoas sejam tratadas como merecem, seja na aérea pública seja na privada». O que seria se assim não fosse…

1 de Junho: «Ninguém nos verá a impor sacrifícios aos que mais precisam; os que mais têm terão de ajudar os que têm menos». E não lhe cresce o nariz com tantas aldrabices?

Estas mentiras foram levadas ao Parlamento pelo deputado comunista e vice-presidente da Assembleia da República António Filipe em Novembro de 2011.

O homem escreveu e disse. Para quem estiver interessado em mais «pérolas» do mesmo teor pode consultar na Internet o «Best of 2010-2011» de Pedro Passos Coelho.

E a saga continua. Uma das últimas é o colossal embuste de que 2013 será o início da recuperação económica e da diminuição do desemprego!

Num estudo do próprio FMI, publicado em Outubro de 2010, conclui-se que «em dois anos, uma consolidação fiscal [orçamental] equivalente a 1 por cento do PIB tende a reduzir o PIB em aproximadamente 0,5 por cento, aumenta o desemprego em cerca de 0,3 por cento, e reduz a procura interna (consumo e investimento) em aproximadamente 1 por cento». Mais claro não podia ser!

Mais. O 1º ministro, o governo, os economistas seus apoiantes e defensores que todos os dias nos bombardeiam coma teoria das «inevitabilidades», sabem perfeitamente que não há criação líquida de emprego sem um crescimento económico do PIB acima dos 3% ao ano.

Estão, ainda e sempre, a querer-nos vender gato por lebre. Isto tem de acabar! Como nos podem querer governar pessoas deste quilate, verdadeiros aldrabões encartados?

Uma última frase: «Como é possível manter um governo em que o 1º ministro mente?». A pergunta, esclareça-se, não é minha. É de Pedro Passos Coelho quando ainda não era governante. Não podíamos estar mais de acordo!

Por isso lá estaremos a participar na Greve Geral do próximo dia 22 de Março, convocada pela CGTP-IN. Greve contra a exploração e o empobrecimento. Greve por uma mudança de política. Greve por um novo rumo para Portugal.

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

In "Jornal do Centro" - Edição de 2 de Março de 2012

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Os EUA, «Ditadura Democrática» A caminho de um estado totalitário e militar

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O Presidente Barack Obama ofereceu ao povo norte-americano no dia 31 de Dezembro um presente envenenado para 2012: a promulgaçãoa promulgação da chamada Lei da Autorização da Defesa Nacional.

O discurso que pronunciou para justificar o seu gesto foi um modelo de hipocrisia.

O Presidente declarou discordar de alguns parágrafos da lei. Sendo assim, poderia tê-la vetado, ou devolvido o texto com sugestões suas. Mas não o fez.

No dia 24 de Janeiro, o Senado vai votar um projecto, o SOPA, que autoriza a Secretaria de Justiça a criminalizar qualquer Web cujo conteúdo seja considerado ilegal ou perigoso pelo governo dos EUA. De acordo com o texto em debate, a simples colocação de um artigo numa rede social pode motivar a intervenção da Justiça de Washington.

A iniciativa foi já definida por alguns media como um terramoto político.

O pânico que provocou foi tamanho que a Netcoalitioncom, aliança que agrupa gigantes digitais como Facebook, Twitter, Google, e Yahoo, AOL e Amazon admite um «apagão colectivo» durante horas se o Congresso aprovar o projecto.

A lei, teoricamente motivada pela necessidade de combater a pirataria digital, será de aplicação mundial. Por outras palavras, se uma Web europeia, asiática ou africana publicar algo que as autoridades norte-americanas considerem «perigoso» pode ser bloqueada nos EUA por decisão da Justiça de Obama.

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«GOVERNO MILITAR DE TRAJE CIVIL»?

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Despojada da retórica que a envolve, a Lei da Autorização da Segurança Nacional, ora vigente, revoga na prática a Constituição bicentenária do país.

Afirma Obama que a «ameaça da Al Qaeda à Segurança da Pátria» justificou a iniciativa que elimina liberdades fundamentais. A partir de agora, qualquer cidadão sobre o qual pese a simples suspeita de ligações com «o terrorismo» pode ser preso por tempo ilimitado. E eventualmente submetido à tortura no âmbito de outra lei aprovada pelo Congresso.

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Comentando a decisão gravíssima do Presidente, Michel Chossudovsky lembra que ela traz à memória o decreto de Hitler para «a Protecção do Povo e do Estado» assinado pelo marechal Hindemburgo em 1933 após o incêndio do Reichstag.

A escalada de leis reaccionárias nos EUA assinala o fim do regime democrático na grande Republica.

O discurso em que Obama justificou há dias o Orçamento de Defesa, veio confirmar o crescente protagonismo do Pentágono – agora dirigido por Panetta, o ex director da CIA – na definição da estratégia de dominação planetária dos EUA. Ao esclarecer que a prioridade é agora a Ásia, o Presidente afirmou enfaticamente que os EUA são e serão a primeira potência militar do mundo. Relembrou o óbvio. O Orçamento de Defesa norte-americano supera a soma dos dez maiores que se seguem.

A degradação do regime tem-se acentuado de ano para ano. A fascizaçao das Forças Armadas nas guerras imperiais é hoje inocultável.

Observadores internacionais respeitados, alguns norte-americanos, comentando essa evolução, definem os EUA neste início do terceiro milénio como «ditadura democrática».

Chossudovsky vai mais longe, enuncia uma evidência dolorosa ao escrever que nos EUA se acentua a tendência para «um Estado totalitário militar com traje civil».

Desmontar-lhe a fachada é uma exigência para quantos identificam no imperialismo uma ameaça à própria continuidade da vida. Tarefa difícil, mas indispensável.

Significativamente, as leis fascizantes comentadas neste artigo passaram quase desapercebidas em Portugal. Os analistas de serviço da burguesia e os media ditos de referência ignoraram o tema, numa demonstração da vassalagem neocolonial da escória humana que oprime e humilha Portugal.

Vila Nova de Gaia, 6 de Janeiro de 2012

(sublinhados meus)

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A liberdade será sempre monumental

Já houve quem tivesse a sua Marinha Grande. Ou quem, a caminho da Europa, a tenha tentado sem sucesso. Nestas eleições, há quem busque o “caso” que inverta a queda e evite o desastre. Assim de modo organizado, comandado por alguns seniores da cidade, monta-se uma campanha, contra os que as suas próprias sondagens afirmam estarem mais fortes e que são a voz coerente e contrária aos mandadores do FMI. O “caso das escadas monumentais” explica-se assim. Podemos gostar ou não de murais e pinturas. Sabemos que são legais, mas admitamos que se não goste. Admitamos também que se não goste de outros exercícios de liberdade, da liberdade de expressão, de manifestação ou de pensamento, até. Mas democraticamente, respeite-se.

A Constituição da República e a legislação que regula a propaganda política (Lei 97/88, alterada pela Lei 23/2000 de 23 de Agosto) permitem a pintura de murais, estabelecendo taxativamente os locais vedados a estas pinturas. Admitamos, em jeito de exercício, que por questões de gosto ou estética, se é contra a pintura de degraus de escada com tinta de água que sairá depois de duas ou três chuvadas. Admitamos! Mas então se sempre se pintaram as monumentais, o que faz correr meia dúzia de indivíduos que dizendo-se estudantes nunca antes se manifestaram contra as propinas, Bolonha ou a redução e extinção de bolsas que estão a expulsar milhares de estudantes das escolas?

As escadas monumentais de Coimbra, com os seus 125 longos degraus, não têm 800 anos como um ignorante escreveu. Quando Salazar vandalizou a alta nos anos 40, a escadaria do liceu foi destruída e iniciou-se a construção destas escadas. Aí viveram-se momentos de resistência durante a crise académica de 69, com a polícia a cavalo a agredir os estudantes. Em 69 e em anos seguintes, os estudantes da academia pintaram vezes sem conta a escada. Provavelmente, também o fez o ministro da justiça, Alberto Martins. Com o 25 de Abril, as monumentais foram pintadas dezenas de vezes, por listas concorrentes à direcção geral da academia, pela própria DG, por listas partidárias ou por cidadãos. Podemos não gostar. Admitamos! Mas como entender agora esta reacção nunca antes vista? Não será uma campanha anticomunista, com recurso a grupelhos, mas com uma direcção que não engana ninguém? Não é bonito, é claramente ilegal, judicialmente punível e de tom salazarista, a acção organizada de perturbação de um comício em plena campanha eleitoral, insultando e vaiando os oradores. Não são estudantes que mobilizam uma provocação com apelos de combate aos “comunas”, aos sovietes, aos energúmenos e à escumalha comunista! Não foi edificante ver alguns jovens trajados de estudantes a fazerem a saudação nazi ao som do hino nacional e a alvejarem os participantes (com apelo à “tomatina anti-PC” no facebook).

Será que já nos arcos poderosos, em desespero, se recorre à provocação, ao estilo de Mussolini? O primado do arrivismo contra a liberdade. Mas a liberdade é e será sempre monumental!

In jornal «Diário as Beiras»

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Estamos esclarecidos ou ainda é preciso fazer um desenho?...

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