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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Nacionalizem esta dívida!

De acordo com o apuramento feito pela CGTP-IN, a dívida aos trabalhadores que perderam os postos de trabalho em resultado do encerramento das empresas já ultrapassa os 255 milhões de euros. Afecta mais de 22 mil trabalhadores e envolve 970 empresas. Na realidade, o número de trabalhadores prejudicados e os montantes em dívida serão mais elevados, dado que esta estimativa que envolve 15 distritos (alguns dos quais com informação incompleta) não integra a situação dos Açores, Beja, Bragança, Portalegre e Vila Real.

Muitos dos casos incluídos no levantamento divulgado pela CGTP-IN ocorreram nos anos de «crise» mais recentes, mas cerca de um terço arrastam-se há muitos anos.

No documento distribuído aos jornalistas e publicado no sítio na Internet da central, são referidos alguns:

  • 1986 (67 trabalhadores da Fapril, em Aveiro, têm a receber 780 mil euros)
  • 1987 (81 trabalhadores da Casal, no mesmo distrito, esperam créditos superiores a um milhão de euros)
  • 1989 (327 trabalhadores da Fiação e Tecidos Santo Tirso reclamam mais de 1,7 milhões de euros)
  • Agosto de 2001 (no processo da Molin, em Vila Nova de Gaia, foram vendidos todos os activos e na conta bancária da massa falida estão depositados quase 6 milhões de euros, desde Março de 2006; os trabalhadores não recebem os créditos, pouco superiores a um milhão de euros, devido a recursos que ainda não foram decididos)

.

O Governo admite colocar mais 500 milhões de euros no buraco financeiro do BPN, mas nada faz para que os trabalhadores das empresas encerradas ou falidas recebam os seus créditos.

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