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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

De AÇO e de SONHO

ACR_iniciat_deACOedeSONHO

Clicar na imagem para ampliar

 

A Associação Conquistas da Revolução e o Teatro Extremo apresentam De AÇO e de SONHO, dia 16 de Junho, pelas 21 horas, na Casa do Alentejo.

A entrada é livre.

 

Seja Alentejano por 3 dias!

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O Alentejo não é um lugar. Um sítio. O Alentejo é um estado de alma. O Alentejo é uma região com uma identidade própria e um riquíssimo e diversificado património histórico, cultural e ambiental, onde cada recanto é uma surpresa, uma descoberta, permitindo o desfrute da tranquilidade de cada momento, onde o tempo ainda tem tempo.

O Alentejo tem uma beleza natural única, onde o branco, das casas caiadas, se cruza com a água, os campos de cultivo, a vinha, o montado e um céu azul, sem fim. 

O Alentejo é a riqueza dos aromas e o prazer da sua cozinha, que teve raízes na sobrevivência, com predominância do azeite, das ervas e do pão, onde os vinhos, os queijos e os enchidos completam uma vivência perfeita.

O Alentejo é o “Cante” alentejano, que define “o povo alentejano como sendo o mais «musical» da gente portuguesa” (Lopes-Graça: “A Canção Popular Portuguesa”).

O Alentejo é um povo afetuoso e hospitaleiro, de carácter, de trabalho e de luta, que nos franqueia as portas das suas memórias, do seu dia-a-dia.
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Michel Giacometti - o corso que descobriu e amou Portugal - no «Avante!»

80.º aniversário do nascimento de Michel Giacometti - O corso que descobriu Portugal

por Leandro Martins

Michel Giacometti nasceu em Ajaccio, Córsega, em Janeiro de 1929 e veio a falecer em Faro, em Novembro de 1990. Nesses 61 anos que durou a sua vida – tão breve para os seus amigos que profusamente criou, manteve e deixou em Portugal – mais de metade viveu-os no nosso País, numa permanente aventura de descoberta. Continuar a ler

O camarada Michel

por Leandro Martins

Ao longo deste trabalho com que o Avante! comemora o 80.º aniversário de Michel Giacometti, fui dando conta, lendo aqui e ali algumas referências à vida e à obra do etnólogo, que alguns divulgadores-biógrafos, como tantas vezes acontece quando estão em causa personalidades que se distinguiram, tiveram «dificuldades» em admitir que se tratava de um comunista, membro do PCP. Continuar a ler

Datas para evocar o francês corso que mais amou Portugal

por Valdemar Santos

«PCP recordou “percursos coincidentes” de Giacometti», assim titulava O Setubalense, de 17 de Junho de 1996, a notícia sobre a sessão que a Comissão Concelhia de Setúbal do Partido levara a cabo uma semana antes sobre «o homem que, desde os finais da década de 50, percorrera Portugal captando a voz do povo.» Iniciativa que tivera lugar «no espaço do PCP onde não poucas vezes se via a sua figura», «o Centro de Trabalho onde hoje se ergue o Edifício Arrábida» e que ali mesmo levara, curiosamente, os dois docentes do ISCTE que esta noite, com José Casanova, regressam de novo à capital sadina sob a égide, permita-se o termo, deste número do Avante!: Luísa Tiago Oliveira e Jorge Freitas Branco, autores da obra “Ao Encontro do Povo”. Continuar a ler

Publicado neste Blogue:

                                     

Michel Giacometti: 8 de Janeiro de 1929-24 de Novembro de 1990

Michel Giacometti: 8 de Janeiro de 1929 (Ajaccio, Córsega) - 24 de Novembro de 1990 (Hospital Distrital de Faro)

Vídeos:

Michel Giacometti, nascido na Córsega, licenciado em Letras de Etnografia, lança a âncora em Portugal em 1959. Por cá relaciona-se com o maestro Fernando Lopes Graça, que lhe transmite preciosas informações sobre o património musicólogo português e encoraja-o a realizar as suas primeiras projecções, ao norte do País.
Michel Giacometti descobriu Peroguarda através de António Reis, cineasta e poeta portuense.

Para Ler:

Jornal «Avante!»:


Museu do Trabalho Michel Giacometti:
O Museu do Trabalho Michel Giacometti, fundado em 1987, reúne um importante espólio, a colecção etnográfica Michel Giacometti e peças relacionadas com os ofícios tradicionais, actividade marítima, construção naval, mundo rural e indústria conserveira.
O museu está instalado numa antiga fábrica de conservas, a Perienes, cujo edifício foi adquirido, em 1991, pela Câmara Municipal.

Quatro anos mais tarde, após várias obras de remodelação, no dia 18 de Maio de 1995, data da inauguração, o Município atribuiu-lhe o nome de Museu do Trabalho Michel Giacometti.

Este espaço, que tem por finalidade o estudo, a preservação e divulgação de técnicas e conhecimentos relacionados com o mundo do trabalho, engloba uma galeria de exposições temporárias e áreas polivalentes para animação.

No dia 11 de Maio de 2002 foi inaugurada a exposição permanente "Mercearia Liberdade – Um Património a Salvaguardar", reconstituição de um estabelecimento de Lisboa, cujo espólio foi doado pelos proprietários à Câmara Municipal de Setúbal.

Fontes: Publicação Câmara Municipal de Setúbal, 2000; Guia de Museus Costa Azul, 1996

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

José Gomes Ferreira / Fernando Lopes Graça: «Jornada»

    Com poema de José Gomes Ferreira, «Jornada» é talvez a mais conhecida das «Heróicas» de Lopes Graça. Compostas em 1945-1946, estas canções ligaram-se profundamento à actividade do MUD-Movimento de Unidade Democrática de que «Jornada» se transformou numa espécie de hino não-oficial, assim descrito aliás pela própria PIDE.   

In Festa do «Avante!» 1998 - Jornada

                                                                       

             Jornada

Não fiques para trás oh companheiro
É de aço esta fúria que nos leva
Para não te perderes no nevoeiro
Segue os nossos corações na treva.

               Refrão
Vozes ao alto, vozes ao alto
Unidos como os dedos da mão
Havemos de chegar ao fim da estrada
Ao sol desta canção.

Aqueles que se percam no caminho
Que importa? Chegarão no nosso brado
Porque nenhum de nós anda sózinho
E até mortos vão a nosso lado.
               

               Refrão

                                                  

Letra: José Gomes Ferreira e AQUI

Música: Fernando Lopes Graça e Cantar a Liberdade - Fernando Lopes Graça

 

Para ouvir na Festa Comício do PCP em 1977 a música «Jornada» de José Gomes Ferreira, com música de Fernando Lopes Graça clicar AQUI   

                                                          

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                               

Lopes Graça faria hoje 102 anos

    Há 102 anos, a 17 de Dezembro de 1906,  nascia Fernando Lopes Graça.

Acordai

            

Acordai
acordai
homens que dormis
a embalar a dor
dos silêncios vis
vinde no clamor
das almas viris
arrancar a flor
que dorme na raíz

Acordai
acordai
raios e tufões
que dormis no ar
e nas multidões
vinde incendiar
de astros e canções
as pedras do mar
o mundo e os corações

Acordai
acendei
de almas e de sóis
este mar sem cais
nem luz de faróis
e acordai depois
das lutas finais
os nossos heróis
que dormem nos covais
Acordai!

              

Música: Fernando Lopes Graça e Cantar a Liberdade - Fernando Lopes Graça

Letra: José Gomes Ferreira e AQUI

Para ouvir o «Coro da Academia de Amadores de Música» a interpretar «Acordai» de José Gomes Ferreira, com música de Fernando Lopes Graça clicar AQUI   

                                                          

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                

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