Segunda-feira, 23 de Março de 2015

1.300 milhões de €uros...

BCE_Sede1

O novo covil do BCE

 

O orçamento inicial era de 500 milhões de €uros. Acabou por custar mais do dobro...

 

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publicado por António Vilarigues às 06:52
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Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2014

Luxo não tem crise

Montecarlo

O sector do luxo está em plena expansão na Europa e também em Portugal.

De acordo com um relatório da empresa de consultadoria Frontier Economics, encomendado por uma associação europeia do sector, o número de trabalhadores na indústria de automóveis de alta gama, vinhos e vestuário de marcas de luxo aumentou 11 por cento entre 2010 e 2013, para um total de 1,1 milhões.

Estes artigos tiveram uma particular procura na Ásia e sobretudo na China. No entanto, segundo o Financial Times, de dia 9, a expansão do luxo na Europa contrasta com os restantes sectores da economia. Entre 2010 e 2013, as vendas cresceram quase 28 por cento, para 547 mil milhões de euros.

Essa tendência é igualmente verificável em Portugal, onde o número de lojas de artigos de luxo continua a aumentar, nomeadamente em Lisboa. E só não abrem mais estabelecimentos porque não existe oferta de instalações adequadas, segundo declarou ao Dinheiro Vivo uma responsável da imobiliária Cushman & Wakefield.

 

O sol quando nasce é para todos. Mais para uns...

 

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publicado por António Vilarigues às 08:03
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Quarta-feira, 3 de Agosto de 2011

Notícias da Islândia

Notícias da Islândia

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publicado por António Vilarigues às 00:09
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Sexta-feira, 22 de Abril de 2011

A Crise do Sistema Capitalista: Orçamento/Títulos do Tesouro/Dólar, as três crises americanas

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publicado por António Vilarigues às 00:09
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Quinta-feira, 14 de Abril de 2011

O exemplo que vem da Islândia

(...) uma sugestão aos partidos e personalidades que apoiam a vinda do FMI: Perguntem ao povo, promovam um referendo tal como na ISLÂNDIA para se saber se concorda com o não pagamento de pelo menos os juros agiotas que titulam os empréstimos destes últimos meses. Se está ou não de acordo com a Renegociação da dívida, exigindo alongamento dos prazos diminuição das taxas de juro e anulação de uma parte...

 

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publicado por António Vilarigues às 12:07
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Terça-feira, 22 de Setembro de 2009

A «saída» da crise

    Anda muita gente atarefada em vender a ideia que o pior da crise financeira, económica e social já passou. Coincidência das coincidências esta mensagem é quase avassaladora nos países a viverem processos eleitorais, como na Alemanha ou em Portugal.

Quais as provas? A saída da recessão técnica em alguns países é um sinal seguro, dizem. Depois, escrevem, há alguns «danos colaterais», como essa coisa menor de o desemprego continuar a subir. Mas enfim, não se pode ter tudo…

Curioso é o facto de os mesmos, economistas e políticos, que foram incapazes de prever a crise, as suas causas e os seus efeitos, a sua forma e o seu conteúdo, surgirem agora, quais pitonisas, a prever o seu fim para breve.

Mas será assim?

Todos os indicadores apontam para uma não criação de emprego líquido nos meses mais próximos – segundo o «Financial Times» nas economias desenvolvidas, o índice de desemprego ultrapassará os 10% em 2010. Por outro lado, o consumo não dá sinais de reactivação. A crise social atinge mesmo os países ditos mais ricos. A crise económica generaliza-se a múltiplos sectores: da indústria automóvel à aeronáutica, dos transportes aéreos ao turismo, e por aí fora. Assiste-se a uma quebra do consumo mundial de energia, em particular de combustíveis. Mas também na energia eléctrica, sector onde em 2009 se prevê uma queda de 3,5%, a primeira vez que tal sucede desde 1945.

O sistema financeiro mundial apesar das medidas adoptadas continua totalmente arruinado. «As entidades bancárias tradicionais enfrentam perdas potenciais derivadas de empréstimos e activos no valor de biliões de dólares, para além de sofrer uma grave falta de capitalização.», escreve-se no citado jornal.

A realidade, a dura realidade, como sempre impõe-se à propaganda do fim da crise e da superação dos actuais problemas. A realidade é que nem sequer as tão propagandeadas e claramente insuficientes medidas de regulação foram adoptadas. Continua o livre curso das actividades especulativas do grande capital financeiro. Recorde-se, por exemplo, a propaganda feita em torno do fim dos off-shores e veja-se a realidade actual. Nem um, para amostra, foi encerrado. Ao contrário, sucedem-se as notícias, como em Portugal, da canalização de milhares de milhões de Euros para os paraísos fiscais.

A realidade é que não se alterou nada na economia mundial. A acumulação prossegue. A exploração aumenta. A pobreza e o desemprego alastram. É esta a dura realidade daqueles que sentem na pele os efeitos da crise do sistema capitalista. Pode-se mesmo afirmar que o sistema não se regenera, reproduz-se.

E quem paga a crise?

Não certamente, os financeiros de Wall Street e das bolsas mundiais (incluindo a portuguesa). Esses, duma forma clara, procuram criar uma nova «bolha» especulativa de lucros. A novidade é que o fazem não com dinheiros privados, mas sim com dinheiros públicos. Milhares de milhões de euros ou dólares provenientes dos impostos pagos por toda a sociedade. Dinheiros que os governos puseram de uma forma compulsiva ao serviço de um novo ciclo de rentabilidade capitalista. Não certamente o grupo restrito de multinacionais e multimilionários que multiplica a uma escala inimaginável os seus activos empresariais e as suas fortunas pessoais.

Quem paga a crise são aqueles, a esmagadora maioria das pessoas, a quem o processo inflacionário e de recessão gera fome, pobreza e desvalorização acentuada do poder de compra. São os sectores mais desprotegidos que sofrem na pele os chamados «ajustes» de uma crise social de efeitos imprevisíveis com despedimentos massivos.

Vivemos tempos em que se colocam grandes opções. Tempos que exigem corajosas decisões. Existem, ou não, políticas e modelos de desenvolvimento verdadeiramente alternativos? Há, ou não, forças disponíveis para encontrar os caminhos da sua concretização?

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

                                                                                                                                          

In jornal "Público" - Edição de 20 de Setembro de 2009

                                                                                          

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publicado por António Vilarigues às 00:03
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Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

Mapa de Portugal versão "Financial Times"

   Eu sei que a notícia tem barbas. E que é como estar a bater no ceguinho. Mas o que é que querem. Este mapa de Portugal (???) publicado em duas páginas do jornal de referência (???) de seu nome «Financial Times», edição de 13 de Outubro de 2007, faz-me rir a bom rir sempre que o vejo.

Para quem tenha dúvidas aqui fica uma alternativa, mais perto da realidade, proposta por este blog...

                                   

                               

Obrigado ao "Financial Times". Em época de crise é sempre bom ter quem nos faça rir...

                                                              

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publicado por António Vilarigues às 14:14
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