TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Terça-feira, 13 de Março de 2018
Estava a URSS preparada para a guerra?

Soldado Bandeira URSS Reichstag Berlin 1945

Serguei Matvéievitch Chtemenko (1907-1976), membro do PCUS desde 1930, ano em que conclui a Escola Militar de Artilharia de Sebastopol.

Exerce funções no Estado-Maior General desde 1940, tornando-se chefe da Direcção de Operações em 1943.

Em Novembro desse ano acompanha Stáline à conferência de Teerão.

No Verão de 1944 coordena as acções das diferentes frentes.

Após a guerra torna-se chefe do Estado-Maior General, primeiro vice-ministro da Defesa da URSS (1950-1952) e candidato do CC (1952-1957).

Em 1968 é nomeado chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Unificadas dos Estados Signatários do Pacto de Varsóvia.

O texto é um extracto do livro O Estado-Maior General nos Anos da Guerra, em dois volumes, que teve duas edições (1968 e 1975), no qual Chtemenko reúne as suas memórias sobre aquele período.

 


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publicado por António Vilarigues às 20:05
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Terça-feira, 15 de Novembro de 2016
Não temos outra escolha senão a vitória

Bashar al Assad

O discurso de Bachar al-Assad proferido no Parlamento sírio no passado dia 7 de Junho de 2016 é um documento que revela a dimensão do político, do homem e do patriota que o profere.

 

«(...)

Uma vez que seu “plano terrorista” falhou apesar de toda a destruição e massacres perpetrados, adquiriram a convicção que o essencial do seu “plano político” ainda poderia materializar-se pelo ataque à Constituição.

Na verdade, o seu plano inicial consistia em fazer de forma que o terrorismo dominasse completamente o país concedendo-lhe uma pertença qualidade de “moderação”, e depois ‘legitimidade’, decidida evidentemente pelo estrangeiro, que instalaria um caos absoluto impondo como única saída uma Constituição étnica e confessional transformando um povo ligado à sua terra natal em grupos rivais anexados às suas seitas e apelando à intervenção estrangeira contra os seus compatriotas.

O que vos digo é evidente. Se olharmos para o nosso Este e para o nosso Oeste, as experiências confessionais falam por elas próprias. Não há nenhuma necessidade de reavaliar a questão depois de decénios de experiências equivalentes na nossa região.

(...)

É portanto evidente que não participamos em negociações para aceitar tais propostas. Foi por isso que redigimos o “documento de princípios” com o objetivo de evitar que uma das partes acrescente o que bem lhe parecer. Estes princípios, vou citá-los rapidamente:

Soberania e unidade de a Síria com a rejeição de qualquer interferência externa. Rejeição do terrorismo.

Apoio à reconciliação.

Preservação das instituições.

Levantamento do embargo.

Reconstrução.

Controlo das fronteiras.

Alguns outros princípios contidos na Constituição atual e nas precedentes como diversidade cultural, liberdades do cidadão, independência do poder judiciário, etc.

(...)

O terrorismo económico, o terrorismo dos engenhos armadilhados, os massacres e todos os tipos de projéteis têm a mesma raiz. É a razão pela qual eu vos garanto que a nossa guerra contra o terrorismo prosseguirá, não porque amemos as guerras – foram eles que a impuseram a nós – mas porque o derramamento de sangue não vai parar enquanto não desenraizarmos o terrorismo em todo o lado onde se encontre qualquer que seja a máscara que use.

(...)

A derrota do terrorismo é inevitável, desde que Estados como o Irão, a Rússia e a China apoiem o povo sírio, se mantenham do lado da justiça e defendam os oprimidos contra os opressores. Agradecemos-lhes por isso…

Agradecemos-lhes por isto e pela constância de seu contínuo apoio. São Estados que respeitam os princípios e que procuram defender os direitos dos povos, incluindo escolher seu próprio destino.(...)»

Mapa Sudoeste Asiático

 

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publicado por António Vilarigues às 19:11
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Quarta-feira, 14 de Setembro de 2016
Porque se morre em Alcochete numa guerra que não há?

formacao_comandos

Investigue-se até às ultimas consequências, doa a quem doer.

 

Falam assim os que falam em nome deste povo. Os mesmos que sem pestanejar nos mandam para as guerras que há, ao arrepio da Constituição da República Portuguesa(CRP) que juraram cumprir e fazer cumprir. Os mesmos que calam o envolvimento do nosso país em estratégias agressivas e de destruição de nações inteiras com o único objectivo de partilhar umas migalhas do festim para os senhores do Mundo que se apropriam das riquezas naturais desses países.

No entanto esses mesmos são os que assistem, em silêncio, à destruição do sistema de saúde militar, não se importando de envolver o nosso país em acções contrárias aos princípios estabelecidos no nº1 do Artigo 7º da CRP “da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados...” deixando sem suporte aqueles que, em cumprimento desses desígnios, põem em risco a própria vida.

FFAA Portugal1

Investigue-se, mas investiguem-se a sério os porquês de tudo isto, até às últimas consequências e doa a quem doer.

 

Não é a CRP a Lei Fundamental da República Portuguesa?

No nº2 do Artigo 7º não está escritoPortugal preconiza a abolição do imperialismo, do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração nas relações entre os povos, bem como o desarmamento geral, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança colectiva, com vista à criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos.”?

Quem decide aumentar o envolvimento de Portugal na NATO, com participação activa na sua estratégia de agressão, domínio e exploração de outros povos, ao serviço do imperialismo norte-americano e seus aliados europeus, não está em flagrante incumprimento da Lei Fundamental?

E, não deixemos também de investigar o envolvimento do nosso país na ameaça a países com os quais mantemos relações diplomáticas e de crescente interesse mútuo, em particular no cerco à Federação Russa através do chamado “escudo anti-míssil” e da força de intervenção rápida (equipada e treinada para intervir em cenários de guerra de elevada intensidade), recentemente criados.

E, aqui não podemos deixar de, mais uma vez, alertar para o perigoso caminho que nos estão a impor. A Federação Russa é uma grande potência nuclear tal como os EUA. Entrar neste jogo como alvo é ainda mais perigoso.

Uma última palavra para a família dos soldados vítimas do rigor da instrução militar a que foram sujeitos: O nosso respeito sem limites por todos os que põem as suas vidas ao serviço da Pátria que tanto amamos.

(sublinhados meus)

Associação Conquistas da Revolução 2016-09-12

 


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Quarta-feira, 31 de Agosto de 2016
A realidade alemã...

Mapa Alemanha1

 

Salário mínimo teve efeitos benéficos

A introdução do salário mínimo na Alemanha, há um ano, teve efeitos positivos para os trabalhadores e não provocou despedimentos em massa como previram alguns economistas.

Um estudo publicado dia 17 pelo Instituto IAB, com base numa sondagem a 16 mil empresas, revela que menos de cinco por cento dos empregadores reduziram postos de trabalho. E se os preços de alguns serviços como o táxi ou o cabeleireiro sofreram aumentos, o efeito sobre a inflação foi marginal.

 

Alemães obrigados a constituir reservas

O governo alemão previa discutir, no passado dia 24, em conselho de ministros, um «projecto de defesa civil» que obriga a população a manter reservas de alimentos e de água suficientes para vários dias.

A proposta, revelada pelo jornal Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung, destina-se a preparar a população para «uma ocorrência que possa ameaçar a sua existência».

Para além da constituição de reservas de víveres, os cidadãos serão ainda chamados a dar um maior apoio às forças armadas.

Segundo a estação de rádio francesa RFI, o plano de defesa civil não está relacionado com os atentados terroristas de fim de Julho, mas sim com outras potenciais ameaças, nomeadamente da Rússia.

A mesma fonte recorda que a NATO pediu aos seus membros, em Julho, que reforçassem a estratégia de defesa civil.

Entretanto, nas últimas semanas, o governo alemão subiu o nível de alerta e aprovou um aumento de verbas alocadas às forças da ordem.

As novas orientações neste domínio apontam para que o país assuma um papel militar mais importante na arena internacional. As forças armadas verão os seus efectivos aumentados e receberão novos investimentos.

 

Bundesbank quer reformas aos 69 anos

O banco central da Alemanha defende uma nova subida da idade da reforma para os 69 anos e o aumento das contribuições para 24 por centro do salário bruto.

No seu último boletim mensal, publicado na semana passada, o Bundesbank considera «inevitáveis» novos ajustamentos de modo aliviar o Estado dos encargos decorrentes do envelhecimento da população e garantir a viabilidade do sistema público de pensões.

As últimas alterações no sistema de pensões de reforma já prevêem o aumento da idade mínima dos 65 para os 67 anos até 2030, bem como o aumento das contribuições dos actuais 18,7 por cento para 22 por cento, repartidos em partes iguais entre trabalhador e patrão.

No entanto estas medidas são vistas como insuficientes pela instituição que pretende abrir o debate sobre o prolongamento da vida laboral.

 


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Domingo, 27 de Março de 2016
Pronunciamento de generais contra Hollande

Mapa França2.JPG

 

Generais franceses na reserva publicaram uma carta aberta contra o chefe de Estado, François Hollande, acusando-o de ter “capitulado” na sua actuação contra a chamada “selva de Calais”, os miseráveis campos montados por refugiados fugidos às guerras no Médio Oriente e que esperam a oportunidade de atravessar a Mancha com destino ao Reino Unido. De acordo com Le Figaro, o jornal de direita que dá letra de forma à carta, muitos outros generais, entre os cerca de mil que estão na reserva, são da mesma opinião.

 

É impressão minha ou a comunicação social dominante em Portugal (e não só) não noticiou isto...

 


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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2015
Sessão comemorativa dos 40 anos da descolonização - ALMADA

40 anos descolonização

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Domingo, 19 de Abril de 2015
Análise concreta da realidade concreta em Portugal (8)

20 Novembro 2010_paz6.jpg

As políticas dos PECs e do Pacto de Agressão traduziram-se nas privatizações e dos cortes na Administração Pública e nos serviços públicos.

No Serviço Nacional de Saúde condicionando o acesso e a prestação dos cuidados de Saúde, provocando a rutura das urgências dos hospitais.

Na escola pública aos vários níveis, incluindo o estrangulamento financeiro do ensino superior e o desinvestimento na ciência.

No ataque ao poder local, na degradação da justiça, na desconsideração das Forças Armadas e dos militares, tal como dos profissionais das forças de segurança.

Na degradação dos mais diversos serviços públicos, no ataque ao direito à habitação.

 


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Terça-feira, 13 de Agosto de 2013
A acção do Governo na área da Defesa Nacional e Forças Armadas

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O PCP considera que a Defesa Nacional, mais do que os cortes cegos e a desgastante política de reestruturação permanente a que os governos do PS e do PSD/CDS têm sujeitado as Forças Armadas e os militares nestes últimos anos, necessita de um pensamento estratégico subordinado ao interesse nacional, que projecte o necessário redimensionamento e racionalização da estrutura militar num quadro de evolução progressiva, sem sobressaltos no plano funcional e operacional, sem cortes geracionais abruptos no que respeita ao enquadramento legal da Condição Militar. Portugal não pode continuar sujeito aos calendários políticos das grandes potências da NATO e de outras agências a ela ligadas directa ou indirectamente.

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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2013
Forças Armadas: a matriz da troika e não do interesse nacional

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A reestruturação e o redimensionamento sérios das Forças Armadas estão mais uma vez adiados, face à política de cortes, mais ou menos cegos, com que a área da Defesa Nacional e das Forças Armadas está a ser confrontada. Como sempre afirmámos, não há reestruturações sérias se não forem respeitados dois pressupostos:

  • não partir da definição de um montante financeiro a cortar, para a análise da realidade e das necessidades;

  • a necessidade de envolver as estruturas existentes da Instituição nesse processo.

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Sexta-feira, 30 de Novembro de 2012
A propósito do conceito de Segurança Nacional

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O recente discurso de Passos Coelho, na sua primeira visita à GNR, suscitou em alguns sectores um salivar particular e noutros fez aumentar as preocupações. A razão prende-se com uma maior explicitação quanto ao aprofundamento da orientação visando a consagração consistente da doutrina de segurança nacional.

Um discurso em linha com tudo o que tem vindo a público com vista à elaboração do novo Conceito Estratégico de Segurança e Defesa Nacional (CESDN), com comissão nomeada para efeito onde estão Pinto Balsemão, Ângelo Correia, António Vitorino, Luís Amado, Adriano Moreira, Nuno Severiano Teixeira, Jaime Gama, Figueiredo Lopes, Leonor Beleza, Gen. Loureiro dos Santos, Almirante Vieira Matias, entre outros, e que remete, desde logo, para uma constatação: vão elaborar o novo CESDN alguns dos protagonistas que conduziram, ao longo dos anos, Portugal à situação em que se encontra e, muito particularmente, as próprias Forças Armadas. A isto, chama o Ministro Aguiar Branco de comissão alargada.

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publicado por António Vilarigues às 12:23
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Terça-feira, 12 de Junho de 2012
O aprofundamento da desorganização e da desestruturação das Forças Armadas

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Para o PCP, a marca política deste Governo na área da Defesa Nacional, neste seu primeiro ano de actividade, tem sido o aprofundamento da desorganização e da desestruturação das Forças Armadas, tendo por base a repetida tese da «insustentabilidade», com desastrosas medidas que têm conduzido a instituição militar à actual situação.

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Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2012
É a política, estúpidos*
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José Pedro Aguiar-Branco não para!

«Eu não argumento quando se pretende fazer política com as Forças Armadas», afirmou.

É Ministro da Defesa, mas parece que não conhece uma verdade elementar, milhares de vezes confirmada pela prática. «A guerra é a continuação da política por outros meios» (Carl von Clausewitz)

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É a política, estúpidos!

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* Em 1992 Bush (pai) parecia imbatível. Porém, Bill Clinton venceu as eleições ajudado por uma frase que ficou nos anais: «É a economia, estúpido!»

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publicado por António Vilarigues às 12:03
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Domingo, 29 de Janeiro de 2012
Uma «notícia» (???!!!...) que é um caso de estudo

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Esta notícia do Jornal das 8 da TVI do dia 13 de Agosto de 2011, sobre o aniversário da construção do chamado Muro de Berlim (a partir do minuto 46) merece ser vista e analisada. Pelas mentiras que contém. Pelo que não diz. Pela linguagem.

  • O muro não dividia dois estados: a RFA (República Federal Alemã) da RDA (República Democrática Alemã).

  • Dividia a cidade de Berlim (o que, convenhamos, não é bem a mesma coisa...), capital da RDA, bem no interior deste país, como se pode ver pelo mapa.

  • Na parte oeste da cidade, Berlim Ocidental, estavam presentes Forças Armadas dos EUA, do Reino Unido e da França.
  • Berlim Ocidental tinha, à luz do direito internacional, um estatuto especial. Era uma entidade jurídica própria: nem pertencia à RFA (cuja capital era Bona), nem à RDA.

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C-I-N-Q-U-E-N-T-A anos depois dos acontecimentos é eslarecedor verificar que a linguagem da chamada guerra-fria não desapareceu.

E a propósito: quantos espectadores da TVI sabem que a Alemanha existe como estado porque os dirigentes da União Soviética se opuseram de uma forma inflexível às propostas dos EUA, do Reino Unido e da França durante a II Guerra Mundial, visando o seu desmembramento? Mas isso será motivo para um outro post...

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publicado por António Vilarigues às 09:02
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Quarta-feira, 2 de Novembro de 2011
Golpe de estado anti-constitucional

Golpe de estado anti-constitucional

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publicado por António Vilarigues às 00:06
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Quarta-feira, 5 de Janeiro de 2011
Portugal deve procurar assegurar uma significativa capacidade de defesa própria

(...)

A independência e a soberania nacionais são valores inalienáveis, por isso Portugal deverá procurar afirmar-se como parte activa num processo de desarmamento e de reforço dos mecanismos internacionais de segurança colectiva, no sentido da dissolução da NATO e do impedimento da criação de novos blocos político-militares, rejeitando o aprisionamento do nosso País pelas políticas envolventes das grandes potências da NATO e da União Europeia.

A minha candidatura assume também a defesa da doutrina constitucional que consagra distintivamente os conceitos de Defesa Nacional e de Segurança Interna, contrariando teses que visam a fusão destes conceitos fazendo emergir o conceito de Segurança Nacional abrindo-o à participação das Forças Armadas em missões de segurança interna e a sua intervenção na área da segurança pública.

(...)

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Quinta-feira, 25 de Novembro de 2010
Quem disse que «a NATO foi concebida em espelho com o Pacto de Varsóvia»?

Para ajudar os nossos leitores aqui vai a frase completa:

«Realmente, realmente, esta organização [a NATO] devia ter acabado quando acabou o Pacto de Varsóvia. Ou seja, a NATO foi concebida em espelho com o Pacto de Varsóvia, portanto, o pacto dos países de leste, quando ainda tínhamos o chamado socialismo real. E a NATO sempre se proclamou como organização de defesa do ocidente e com um raio de acção que era o da defesa dos países do ocidente».

Para responderem à pergunta do título, não adianta procurarem através daqueles «motores de busca» muito jeitosos.

Mas, basta ir a qualquer fonte, manhosa que seja, para descobrir que o Pacto de Varsóvia foi assinado nessa cidade a 14 de Maio de 1955, e a NATO, por vezes chamada Aliança Atlântica, foi constituída em Washington a 4 de Abril de 1949.

Assim, a frase do título constitui uma grosseira falsificação histórica, sem dúvida produto da ignorância do «especialista» que é, aliás, uma pessoa conhecedora e inteligente...

E quem for muito, mas mesmo muito!, curioso pode ouvir a frase AQUI!

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Domingo, 21 de Novembro de 2010
Grande jornada de luta: povo português contra a NATO

Manifestação da campanha «Paz Sim, NATO Não»

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publicado por António Vilarigues às 00:48
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Sexta-feira, 19 de Novembro de 2010
Os "temíveis" estrangeiros barrados na fronteira: «Traziam tarjas, traziam panfletos, (...) preparavam-se para se manifestar no nosso país»...

Um autocarro finlandês com 35 pessoas e um automóvel com cinco activistas anti-NATO franceses foram impedidos de entrar em Portugal pela fronteira de Vilar Formoso.

«A fonte referiu que os jovens, 33 finlandeses, um estónio e um alemão, pertenciam a um grupo anti-militarista finlandês e tencionavam seguir para Lisboa, trazendo consigo «material com mensagens anti-NATO». (...) Entretanto, ouvido pela TSF, o major Almeida, oficial de dia da GNR da Guarda, frisou que este tipo de grupos são sempre encarados com «preocupação», porque nunca se sabe que atitude vão tomar

«No grupo, estavam 33 finlandeses, um alemão e um estónio. Traziam faixas e t-shirts anti-NATO. O autocarro chegou à fronteira de Vilar Formoso por volta da meia-noite. Já era esperado pelas autoridades. Sem saberem, estavam a ser seguidos pela polícia, desde Burgos

A 25 de Abril de 1974, o Movimento das Forças Armadas, coroando a longa resistência do povo português e interpretando os seus sentimentos profundos, derrubou o regime fascista.

(...)

1. Os cidadãos têm o direito de se reunir, pacificamente e sem armas, mesmo em lugares abertos ao público, sem necessidade de qualquer autorização.
2. A todos os cidadãos é reconhecido o direito de manifestação.

In Constituição da República Portuguesa

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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publicado por António Vilarigues às 12:10
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Quinta-feira, 18 de Novembro de 2010
Pela Paz, contra a NATO: Manifestação 20 de Novembro em Lisboa

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publicado por António Vilarigues às 16:02
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Quarta-feira, 17 de Novembro de 2010
Manifestação "Paz sim, NATO não"

O PCP apela aos portugueses para que, face à presença em Portugal dos principais responsáveis pela actual crise económica e social que assola todo o mundo, participem na Manifestação “Paz Sim, NATO Não”, demonstrando assim a sua determinação e combatividade na luta pela justiça social, contra a exploração e por um Mundo de paz.

1. A Cimeira da NATO que se realizará dentro de dias em Portugal resultará em novos e perigosos desenvolvimentos da situação internacional e significará novas ameaças e perigos contra os povos de todo o Mundo.

Um dos principais objectivos da Cimeira da NATO em Portugal é a consolidação do chamado “novo conceito estratégico da NATO, um extremamente perigoso salto qualitativo no papel, missão e objectivos da Organização. Com o novo conceito estratégico a NATO pretende alargar o domínio territorial da sua intervenção e projecção de forças a todo o globo; ampliar o âmbito das suas missões a questões como a energia, o ambiente, as migrações e a questões de segurança interna dos Estados; reafirmar-se como bloco militar nuclear apesar da retórica do desarmamento nuclear; desenvolver ainda mais o complexo industrial militar e a investigação militar e exigir de todos os seus membros um aumento das despesas militares; incluir nas suas missões acções de ingerência directa e ocupação sob a capa de missões de interposição e manutenção da paz e levar mais longe a instrumentalização da ONU para prosseguir os seus propósitos e aprofundar o seu papel como braço armado do imperialismo.

São ainda esperadas desta Cimeira da NATO novas decisões relativamente ao prosseguimento e intensificação dos conflitos militares, nomeadamente no Afeganistão; a reiteradas e crescentes ameaças a países soberanos como o Irão; à perspectiva do envolvimento da NATO no projecto da Administração Norte-Americana do chamado “sistema anti-missil” e ao aumento dos gastos militares de uma organização que é já responsável por dois terços dos gastos militares a nível mundial.

2. Os objectivos desta Cimeira da NATO vêm confirmar, com particular gravidade, a linha de reforço de uma Organização que, a cada passo dado, nega a sua retórica de “segurança” e “defesa da estabilidade e da paz” e se reforça como aliança agressiva, responsável por vários focos de instabilidade e tensão que caracterizam a actualidade.

Tais objectivos são indissociáveis da situação de agravamento da crise estrutural e sistémica do capitalismo que caracteriza a actualidade. São expressões de uma deriva militarista e securitária das principais potências imperialistas mundiais face às profundas contradições e limites históricos com que o sistema capitalista está confrontado, são indissociáveis dos objectivos de domínio económico e geo-estratégico do imperialismo num quadro de evidente declínio económico das principais potências capitalistas – com destaque para os EUA – e são inseparáveis das tentativas de contenção e esmagamento da resistência contra a exploração e opressão capitalistas num quadro de uma profunda ofensiva anti-social e de regressão histórica dos direitos dos trabalhadores, a nível mundial.

3. O PCP condena o empenhamento do Governo Português e do Presidente da República Portuguesa na realização desta Cimeira da NATO que constitui mais uma grave expressão da submissão e colaboração das autoridades portuguesas na estratégia das principais potências mundiais e um ainda maior envolvimento do País nos propósitos militaristas da NATO que constituem uma ameaça à paz e à segurança internacional. Uma postura e empenho que colide com Constituição da República Portuguesa, nomeadamente com os princípios constantes do seu artigo 7º, e com os princípios e direitos fundamentais contidos na Carta das Nações Unidas.

4. O PCP condena o envolvimento crescente da União Europeia e dos seus estados membros na autêntica cruzada da NATO de militarização das relações internacionais e de alargamento da sua intervenção a todo o Mundo. Um envolvimento patente no processo de militarização da União Europeia acelerado com a aprovação do Tratado de Lisboa e bem expresso no aumento exponencial dos gastos da UE em missões militares fora do seu território (de 30 milhões de Euros em 2002 para 300 milhões de Euros em 2009).

5. O PCP, que apoiou desde o início a construção da mais ampla unidade dos movimentos dos trabalhadores e do povo português na luta contra esta Cimeira da NATO, saúda vivamente a exemplar intervenção e esforço de mobilização que a Campanha “Paz Sim NATO Não” (que o PCP integra como organização promotora) tem vindo a desenvolver e que certamente se expressará numa ampla participação na Manifestação “Paz Sim, NATO Não” no dia 20 de Novembro, às 15h00, do Marquês de Pombal aos Restauradores, promovida e organizada por esta campanha.

O PCP denuncia as tentativas de criação de um ambiente de tensão e insegurança em torno das acções contra a NATO, associando de forma generalista e irresponsável todas as acções previstas à ideia de iniciativas passíveis de actos violentos. Tais tentativas - indissociáveis de uma profunda ofensiva ideológica contra aqueles que se pronunciam contra a Cimeira da NATO e tudo o que ela significa – terão certamente uma resposta serena e decidida com a participação de milhares de cidadãos na Manifestação “Paz Sim NATO Não”, uma manifestação popular, pacífica e combativa.

6. O PCP apela aos trabalhadores, aos jovens, aos homens e mulheres portugueses que - face à presença em Portugal dos principais responsáveis pela actual crise económica e social que assola todo o mundo, dos responsáveis pela situação de instabilidade e insegurança que caracteriza a situação internacional – participem na Manifestação “Paz Sim, NATO Não”, demonstrando assim a sua determinação e combatividade na luta pela justiça social, contra a exploração e por um Mundo de paz, cooperação e amizade entre os povos, num acto de afirmação do compromisso do povo português com os valores de Abril e da solidariedade internacionalista com os povos do Mundo vítimas da exploração e opressão do imperialismo.

(sublinhados meus)

Comissão Política do Comité Central do PCP

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Quarta-feira, 10 de Novembro de 2010
Por Abril, pela Paz, contra a NATO

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Terça-feira, 2 de Novembro de 2010
Por Abril, pela Paz, Não à NATO!

DOSSIER - Por Abril, pela Paz, Não à NATO!

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(...)

A Organização do Tratado do Atlântico Norte – OTAN (NATO na sigla em inglês) é um bloco político-militar criado a 4 de Abril de 1949 sob a estrita alçada do imperialismo norte-americano. Impregnada pela campanha anti-soviética movida pelos EUA e o contexto da chamada «Guerra Fria» após a II Guerra Mundial, a NATO é desde as suas origens uma aliança belicista de cariz reaccionário e anti-comunista.

Abarcando hoje 28 Estados-membros, a NATO desempenhou ao longo dos seus 61 anos de existência o papel de ferramenta da dominação dos EUA e dos interesses globais do grande capital. Como lembrou o PCP em 1999, na ocasião dos 50 anos da NATO, a sua fundação «teve como objectivo supremo colocar a Europa Ocidental sob a hegemonia dos EUA, impedir qualquer transformação de carácter progressista nos países signatários, dividir profundamente a Europa e combater a União Soviética e restantes países socialistas do Leste Europeu».

Apesar da profusa retórica «democrática» que a NATO tanto apregoa, a sua natureza ficou desde logo patente com a inclusão da ditadura fascista de Salazar como um dos 12 membros fundadores da NATO (EUA, Canadá, Reino-Unido, Islândia, Noruega, Dinamarca, Holanda, Bélgica, Luxemburgo, Itália, França e Portugal).

(...)

(sublinhados meus)

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Quinta-feira, 22 de Julho de 2010
O derrame de sangue que se prepara para o Golfo Pérsico

Pedro Méndez Suárez, Rebelión de 19 de Julho

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No jornal: «Informa a BP que o derrame de petróleo no Golfo do México será contido»

Comentário do leitor: «Em contrapartida, ninguém prevê que se possa conter o derrame de sangue que se prepara para o Golfo Pérsico!»

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Sexta-feira, 16 de Julho de 2010
Contaminação no Golfo!... Qual Golfo?!

Pedro Méndez Suárez, Rebelión de 14 de Julho de 2010

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- Sr. Presidente, informam que no Golfo aumenta a contaminação e que já põe em perigo a espécie humana.
Obama - Liga-me à British Petroleum (BP) urgentemente!
- Não! É no Golfo Pérsico e referem-se à presença de Israel e à nossa!
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A irreprimível ambição de hegemonia absoluta obrigam doentiamente a economia mais endividada e parasitária do mundo a canalizar verbas astronómicas para a guerra. Munidos da doutrina do Ataque Imediato Global, porta-aviões e forças navais da super-potência imperialista sulcam os mares do mundo, das águas do Golfo Pérsico e costas iranianas até às cercanias da China. [Ocupação silenciosa, 14 de Julho]

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Quem pensava que a crise tinha enterrado o G8 (de facto o G7 das potências capitalistas mais poderosas do mundo com a Rússia em posição subalterna) e o G20 se tinha tornado a principal instância de articulação internacional ao serviço do imperialismo, enganou-se redondamente. Tal como o FMI e o Banco Mundial, embora profundamente desacreditados, continuam a pontificar na «governação» do sistema capitalista e a impulsionar as mais agressivas orientações macroeconómicas contra os trabalhadores e contra os povos, assim o G8 se mantém para já como instância de concertação do centro imperialista, procurando atenuar e dirimir contradições e prosseguir os interesses gerais do grande capital. Foi o que aconteceu uma vez mais na cimeira de Muskoka em 25/26 de Junho, uma cimeira relativamente discreta, indecisa e pobre de decisões quanto à crise económica, mas lançada para a frente em matéria de militarismo e intervencionismo agressivo. A escalada contra o Irão e contra a RPD da Coreia foi objecto de resoluções ameaçadoras, o que é tanto mais inquietante quando tal coincide com enormes movimentações de forças aéreo navais dos EUA (e de Israel) a caminho do Golfo Pérsico. [G8 e G20 e a crise capitalista, 8 de Julho]


Publicado neste blog:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Quinta-feira, 1 de Julho de 2010
A NATO não é bem-vinda a Portugal!

PAZ SIM! NATO NÃO!

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Quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009
O Senhor Ministro visitou as tropas destacadas no Ultramar tendo-lhe sido prestadas honras militares

Augusto Santos Silva, Ministro da Defesa Nacional, em Dezembro de 2009

Silva Cunha, Ministro do Ultramar e, mais tarde Ministro da Defesa Nacional, em Novembro de 1970

         

Citações que nada têm a ver com isto:

"A liberdade é algo que o País deve a Mário Soares, a Salgado Zenha, a Manuel Alegre... Não deve a Álvaro Cunhal nem a Mário Nogueira" 

Augusto Santos Silva

  • Os militares que se começam por reunir com base num problema de carreiras e vencimentos acabam por derrubar o regime com o objectivo de instaurar o regime democrático.

Qual é a motivação do vosso descontentamento?

«A base fundamental é o problema da guerra. A guerra colonial é a grande razão de ser do descontentamento e, sobretudo, o facto de o Governo não vislumbrar qualquer solução de natureza política.(...) Havia que encontrar uma solução política para a guerra, dizíamos, mas os gajos só vêem a solução militar...(...)»

Vasco Lourenço em entrevista ao jornal Público

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    


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Terça-feira, 16 de Junho de 2009
O reforço de militares portugueses no Afeganistão

    1. O PCP sublinha a realização, hoje, da reunião do Conselho de Estado para tratar da “participação de tropas portuguesas no Afeganistão”, no exacto momento em que aguarda promulgação a Lei de Defesa Nacional que retira ao Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas competências sobre “o emprego das Forças Armadas em operações militares no exterior do território nacional”.

A realização desta reunião não pode, por isso, deixar de constituir um sinal da importância que o Presidente da República atribui às suas competências nesta matéria. De facto, a nova Lei (PPL 243X) aprovada no final do mês passado na Assembleia da República, concede ao PR apenas o direito a ser informado, pelo Primeiro-Ministro, sobre o emprego de Forças Armadas portuguesas em “operações militares no exterior do território nacional”.

A nova Lei de Defesa Nacional, aprovada com os votos contra do PCP, consubstancia todo um conjunto de alterações dos poderes do Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas em matéria de Defesa Nacional e Forças Armadas que forçam a própria Constituição da República e, caso fosse promulgada, constituiria uma situação bem mais grave, em matéria de redução de poderes presidenciais, do que a que se verificou com o Estatuto da Região Autónoma dos Açores.

2. O PCP, reiterando a sua oposição ao envio de tropas para o Afeganistão, considera inaceitável não só a intenção do reforço da presença militar portuguesa como realça o facto de tal pseudo ponderação decorrer de decisões já tomadas na reunião de Ministros da Defesa da NATO.

3. O PCP, nesta ocasião, alerta o povo português para o acordo de princípio dado pelo Governo PS ao uso da Base das Lajes para treino de aviões F-22 dos Estados Unidos da América. A consumar-se, uma área equivalente a quase 4 vezes a área de Portugal ficará para o treino norte-americano.

O PCP, considerando inadmissível que tais compromissos sejam assumidos sem envolvimento da Assembleia da República, tomará as iniciativas adequadas a que tais opções governamentais sejam cabalmente esclarecidas e justificadas e reafirma que aquilo de que Portugal necessita é de uma Politica Externa e de Defesa que, partindo do primado constitucional, afirme os interesses próprios de Portugal e não uma política de submissão à NATO e aos interesses dos EUA.

(sublinhados meus)

In Nota do Gabinete de Imprensa do Partido Comunista Português

                                                                                                          


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Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008
Defesa Nacional e Forças Armadas

Rui Fernandes

    «Ao tratarmos as questões relativas à política de Defesa Nacional e Forças Armadas temos de ter presente, no plano nacional, o aprofundamento da ofensiva, nas suas diferentes expressões, em consequência da política de direita e, no plano internacional, as dinâmicas em curso.  

É da análise conjugada deste quadro que se elaboraram as Teses submetidas a debate em todo o Partido e que agora são presentes ao Congresso. 

Os últimos quatro anos foram marcados pela intensificação da ofensiva imperialista, pela multiplicação de ataques ao direito internacional e à soberania dos Estados.»
                                                

Ler Texto Integral                                

                            


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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008
Forças Armadas - O fim do Serviço Militar Obrigatório

Texto de Daniel Azevedo

      As Forças Armadas Portuguesas (FFAA) foram tendo diferentes formas de organização e diferentes objectivos ao longo dos anos. A Constituição da República Portuguesa diz-nos que «A defesa nacional tem por objectivos garantir, no respeito da ordem constitucional, das instituições democráticas e das convenções internacionais, a independência nacional, a integridade do território e a liberdade e a segurança das populações contra qualquer agressão ou ameaça externas

À semelhança das Forças Armadas, o Serviço Militar Obrigatório (SMO), que existia desde o século XIX, foi sofrendo alterações, umas que acompanharam naturalmente a mudança da sociedade, outras no sentido de acabar com o SMO. 

O fim do SMO corresponde, entre outras, à alteração – inconstitucional, diga-se – do papel que os sucessivos governos tiveram a pretensão de atribuir às Forças Armadas na sociedade – um papel de agressão a outros povos.

     

Ler Texto Integral

          


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Domingo, 27 de Julho de 2008
Notas sobre a ascensão do fascismo nos Estados Unidos

Texto de Miguel Urbano Rodrigues

    Este texto de Miguel Urbano Rodrigues foi a sua comunicação ao Fórum Unidade dos Comunistas, apresentada sábado, 19 de Julho, em Florianópolis, Brasil.   

A direita europeia, com destaque para os chamados atlantistas, defensores inflamados da OTAN e da presença das tropas dos EUA na Europa, insiste em atribuir a um sentimento de «anti americanismo» a vaga de protestos contra a estratégia de dominação mundial daquele país.

A acusação não tem fundamento. A condenação da política imperial dos EUA não envolve o seu povo. 

Em Setembro e Outubro de 2001, durante a agressão norte-americana contra o povo do Afeganistão publiquei em Portugal e na América Latina uma série de artigos em que, reflectindo sobre a chacina de Mazar-i–Charif e o saque de Kandahar, alertava para uma ameaça à humanidade que principiava a esboçar-se: a possibilidade da emergência nos EUA de um fascismo de novo tipo. Os seus contornos, ainda mal definidos, eram identificáveis na componente militar do sistema de poder da grande República e na sua ambição de impor um projecto de dominação planetária e perpétuo.

                                     

Ler Texto Integral

                                               


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publicado por António Vilarigues às 00:05
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