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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

En un lugar de la Mancha, de cuyo nombre no quiero acordarme...

en un lugar de la mancha (cosmoscrist)

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Obama: Num lugar da mancha, de cujo nome não quero lembrar-me...

Telespectador: Obama não está a citar D. Quixote, está a falar do novo derrame de petróleo no Golfo do México...


A legenda refere-se ao início do livro de Miguel de Cervantes:

«En un lugar de la Mancha, de cuyo nombre no quiero acordarme, no hace mucho tiempo que vivía un hidalgo de los de lanza en astillero, adarga antigua, rocín flaco y galgo corredor

Notícia já do início de Setembro:
adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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BP: Do Irão (1953) ao Golfo do México (2010)

Josetxo Ezcurra, Rebelión de 5 de Agosto

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«Desde que em 20 de Abril uma das suas plataforma de exploração petrolífera explodiu no Golfo do México que a BP tem vindo a ocultar a real dimensão e os contornos do sucedido.

Esta semana, um funcionário da companhia veio confirmar que a empresa foi alertada atempadamente para a existência de falhas no equipamento mas ignorou o aviso. Simultaneamente, um documento interno da British Petroleum, divulgado por um eleito democrata na Câmara de Representantes dos EUA, calcula em quase 100 mil o total de barris de petróleo que diariamente contaminam as águas e a costa norte-americana.

Inicialmente, a BP falou em mil barris. Depois aumentou para 5 mil. Mas as estimativas da multinacional pecam sempre por defeito, referiu Ed Markey, presidente da subcomissão de energia e meio ambiente.

Entretanto, e em face da catástrofe que ameaça todos os estados norte-americanos do Golfo do México e parece, não se deter, o governo de Cuba decidiu antecipar a chegada da maré negra às costas da ilha tomando as medidas possíveis de contenção da mancha negra

Para Ler, Ver e Ouvir:

«Hace sesenta años, BP se llamaba Anglo-Iranian Oil Co. (AIOC, por sus siglas en inglés). Un gobierno iraní popular y progresista había pedido a la AIOC, un monopolio en su mayor parte de propiedad británica, que compartiera más de sus ganancias del petróleo iraní con el pueblo de Irán. La AIOC se negó, lo que provocó que Irán nacionalizara su industria petrolera. Esto no le cayó bien a Estados Unidos, por lo que la CIA organizó un golpe de Estado contra el Primer Ministro Mohammed Mossadegh. Luego de que fuera derrocado, la AIOC cambió su nombre a British Petroleum, recuperó gran parte de su monopolio y a los iraníes se les impuso la cruel dictadura del Shah de Irán, sembrando la semilla de la revolución iraní de 1979, la subsiguiente “crisis de los rehenes” y el conflicto político que atormenta a Irán hasta nuestros días

Este é o já conhecido vídeo em que se vê Frank Carlucci falar de pasta dentífrica envenenada e do assassinato de Lumumba (a partir dos 6m 18s).

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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O derrame de sangue que se prepara para o Golfo Pérsico

Pedro Méndez Suárez, Rebelión de 19 de Julho

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No jornal: «Informa a BP que o derrame de petróleo no Golfo do México será contido»

Comentário do leitor: «Em contrapartida, ninguém prevê que se possa conter o derrame de sangue que se prepara para o Golfo Pérsico!»

Publicado neste blog:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Contaminação no Golfo!... Qual Golfo?!

Pedro Méndez Suárez, Rebelión de 14 de Julho de 2010

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- Sr. Presidente, informam que no Golfo aumenta a contaminação e que já põe em perigo a espécie humana.
Obama - Liga-me à British Petroleum (BP) urgentemente!
- Não! É no Golfo Pérsico e referem-se à presença de Israel e à nossa!
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A irreprimível ambição de hegemonia absoluta obrigam doentiamente a economia mais endividada e parasitária do mundo a canalizar verbas astronómicas para a guerra. Munidos da doutrina do Ataque Imediato Global, porta-aviões e forças navais da super-potência imperialista sulcam os mares do mundo, das águas do Golfo Pérsico e costas iranianas até às cercanias da China. [Ocupação silenciosa, 14 de Julho]

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Quem pensava que a crise tinha enterrado o G8 (de facto o G7 das potências capitalistas mais poderosas do mundo com a Rússia em posição subalterna) e o G20 se tinha tornado a principal instância de articulação internacional ao serviço do imperialismo, enganou-se redondamente. Tal como o FMI e o Banco Mundial, embora profundamente desacreditados, continuam a pontificar na «governação» do sistema capitalista e a impulsionar as mais agressivas orientações macroeconómicas contra os trabalhadores e contra os povos, assim o G8 se mantém para já como instância de concertação do centro imperialista, procurando atenuar e dirimir contradições e prosseguir os interesses gerais do grande capital. Foi o que aconteceu uma vez mais na cimeira de Muskoka em 25/26 de Junho, uma cimeira relativamente discreta, indecisa e pobre de decisões quanto à crise económica, mas lançada para a frente em matéria de militarismo e intervencionismo agressivo. A escalada contra o Irão e contra a RPD da Coreia foi objecto de resoluções ameaçadoras, o que é tanto mais inquietante quando tal coincide com enormes movimentações de forças aéreo navais dos EUA (e de Israel) a caminho do Golfo Pérsico. [G8 e G20 e a crise capitalista, 8 de Julho]


Publicado neste blog:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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