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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

A crise do sistema capitalista - entre a depressão e a guerra

     Tendo o actual episódio de crise manifestações próprias decorrentes do grau de desenvolvimento das forças produtivas, do crescimento exponencial do capital fictício, da luta de classes e das marcas da conjuntura, o que é de sublinhar é que faz parte de uma crise em contínuo. Não só dos episódios de crise recorrentes do sistema desde o final dos anos 60, que marcam um longo ciclo de estagnação de crescimento do produto e de desaceleração do ritmo de acumulação de capital, como da própria Grande Depressão, que marca a «entrada» em crise do sistema capitalista na sua fase imperialista. Uma crise de rentabilidade reflexo da baixa secular das taxas de lucro, mantida em suspenso artificialmente pelas baixas taxas de juro que marcaram os anos 90 e sobretudo os primeiros anos do século XXI.

      

A crise e a contradição insanável do sistema capitalista

Texto de Pedro Carvalho

    

(...)

A crise é um momento de destruição de capital, de uma massa das forças produtivas como afirmava Marx no Manifesto, onde o sistema procura um equilíbrio que permita retomar o processo de valorização do capital. A crise é por isso inerente ao modo de produção capitalista, meio pelo qual se resolvem os bloqueios à realização da mais-valia, que provocam interrupções cíclicas no processo de acumulação de capital. A crise traz sempre consigo a transformação nas relações sociais de produção. Mas contraditoriamente, na resposta à crise o capital sai sempre mais concentrado e centralizado, aumentado por todas as vias a taxa de exploração do trabalho.

(...)

(sublinhados meus)

                                         

Pensamento de 13 de Março de 2009

    [reafirmamos]

Que é possível e necessário, perante o agudizar da situação social, o imediato reforço da rede pública de protecção social e das funções sociais do Estado, nomeadamente com a revisão do valor e acessibilidade ao subsídio de desemprego e o reforço do investimento público em creches e lares da terceira idade directamente pelo Estado.

                              

Jerónimo de Sousa

                                

Putin e a «tempestade perfeita»

    (...) Apenas quero lembrar-vos que, apenas há um ano, os delegados americanos, falando desta tribuna, destacaram a profunda estabilidade e as perspectivas optimistas da economia norte-americana. Hoje, os bancos de investimento, o orgulho de Wall Street, praticamente deixaram de existir. Em apenas 12 meses registaram perdas que ultrapassam os lucros obtidos nos últimos 25 anos. Só este exemplo reflecte a situação real melhor que qualquer crítica. (...)

                              

Notícias AQUI e AQUI                                                                                      

Pensamento de 11 de Março de 2009

    [reafirmamos]

Que é possível a adopção de uma política de promoção de emprego assente no alargamento da actividade económica, na dinamização do emprego público, num plano nacional de combate à precariedade e na redução do horário de trabalho.

                              

Jerónimo de Sousa

                                

Pensamento de 9 de Março de 2009

    [reafirmamos]

Que é possível uma política de defesa dos sectores produtivos e da produção nacional, com prioridade para os sectores mais vulneráveis à crise e para aqueles que se inserem no aproveitamento das potencialidades de desenvolvimento nacional.

                              

Jerónimo de Sousa

                                

Pensamento de 7 de Março de 2009

    [reafirmamos]

Que é possível face à crise a adopção de uma nova política de crédito que responda às necessidades do desenvolvimento da economia real, das pequenas e médias empresas, mas também das famílias endividadas com a compra de casa.

                              

Jerónimo de Sousa

                                

Pensamento de 5 de Março de 2009

    [reafirmamos]

Que é possível pôr em marcha uma justa distribuição do rendimento nacional com o aumento dos rendimentos do trabalho e dar um novo e necessário impulso à reanimação da procura interna e da produção nacional, juntamente com medidas de apoio às pequenas e médias empresas e com um forte aumento do investimento público de qualidade.

                              

Jerónimo de Sousa

                                

Pensamento de 3 de Março de 2009

    [reafirmamos]
Que há políticas e propostas alternativas para combater a crise e promover o desenvolvimento do país, nomeadamente com o reforço do papel e intervenção do Estado em sectores e áreas estratégicas. Com a assunção pelo Estado de uma posição dominante e determinante no sector financeiro e o assumir do Estado do controlo de grandes empresas dos sectores estratégicos, particularmente na energia, nas comunicações e nos transportes colocando-os ao serviço do Povo e do país.

                              

Jerónimo de Sousa

                                

Pensamento de 1 de Março de 2009

    Da nossa parte, da parte do PCP, reafirmamos que os trabalhadores e o povo português não estão condenados a viver assim, que Portugal tem futuro, que, com uma ruptura com a política de direita, com a luta e o reforço do PCP, é possível uma vida melhor.

                              

Jerónimo de Sousa

                                

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