Domingo, 23 de Agosto de 2009

Os EUA procuram controlar a América do Sul com a instalação de bases militares

(...)

el presidente Chávez aseguró que la instalación de las 7 bases militares en Colombia, le permitirá a Estados Unidos, el control de los principales recursos naturales de Suramérica.

Explicó que estas bases militares yanquis instaladas en Colombia, especialmente la de Palanquero, le permite a Estados Unidos tener bajo vigilancia y relativo control a través de "su gran poderío científico, tecnológico, militar y de inteligencia, al pulmón de Suramérica".

Primero, en el Orinoco, la reserva de petróleo más grande la reserva del mundo.

Segundo, en el corazón de Brasil, la Amazonía.

Tercero, en la triple frontera, compartido por Argentina, Brasil, Paraguay, Uruguay, el Acuífero Guaraní, la más grande reserva de agua dulce en el planeta.

(...)

Colombia y Estados Unidos, pretende hacer creer al mundo, que esta instalación militar es inofensiva, a juicio del presidente Chávez, esto es "una verdadera amenaza, sumamente peligroso. La burguesía bogotana, siempre ha apuñalado a Colombia", expresó.

(...)

"No derrotarán la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur), ni la Alianza Bolivariana para los pueblos de Nuestra América (ALBA), no podrán con nosotros. Aquí estamos dispuestos a tener patria", aseveró.

El presidente Chávez hizo un llamado al pueblo colombiano a levantar la bandera de la dignidad, y a los pueblos vecinos a estar alerta ante "esta amenaza que pretende establecer el gobierno imperialista".

A localização da base de Palanquero que, provavelmente, substituirá a base de Manta da qual o Equador recusou renovar a autorização de utilização aos EUA.

 

Chávez também fala em Paraguaná (onde se localiza a maior refinaria de petróleo do mundo):

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    

Adenda em 24/08  às 10h55m: 

                      

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publicado por António Vilarigues às 12:04
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Segunda-feira, 4 de Maio de 2009

Como se fabrica uma notícia

    A comunicação social nos nossos dias reproduz como nunca a ideologia dominante. Seja na TV, na rádio ou nos jornais. A forma como a generalidade da comunicação social cobriu as recentes eleições na África do Sul são um bom espelho do que afirmamos.

Apetece perguntar: quais seriam as notícias publicadas pelos media ditos de referência se num qualquer país da Europa ou da América do Norte (em relação à América Central e à América do Sul o caso já muda de figura…), um partido político ganhasse as eleições com 65,9 por cento dos votos? E se houvesse uma participação eleitoral da ordem dos 77,3 por cento?

Imaginemos França, Inglaterra, Alemanha ou Canadá. Cantar-se-iam loas à democracia e aos candidatos eleitos. Falar-se-ia de legitimidade democrática e do bom funcionamento do sistema. Escrever-se-ia sobre uma liderança política legitimada de forma indiscutível. E não venham dizer que isto é especulação. Os exemplos nas últimas dezenas de anos abundam e aí estão para o provar.

Mas sobre a África do Sul não. O essencial, a vitória do ANC com dois terços dos votos expressos (11650748 em cerca de 23 milhões de votantes inscritos), 264 deputados em 400, triunfo em 8 das 9 províncias, 126 representantes em 184 no Conselho Nacional das Províncias (Câmara Baixa do Parlamento) é sistematicamente desvalorizado. O acessório, o não ter alcançado os dois terços dos deputados eleitos (faltaram escassos 3 lugares), é promovido à categoria de quase derrota do ANC.

Significativamente é em vão que procuramos uma notícia que nos informe que em quase todos os países Europeus e da América do Norte com 65,9 por cento dos votos qualquer partido teria muito mais que dois terços dos deputados. Portugal incluído. E isto graças a sistemas eleitorais muito «democráticos» onde, por exemplo, o partido trabalhista de Tony Blair com menos do que 50 por cento dos votos obteve sucessivas maiorias absolutas bastante folgadas.

É também em vão que procuramos uma análise objectiva do novo Presidente da África do Sul Jacob Zuma. E era fácil. Bastava transcrever o que sobre ele disse e escreveu Nelson Mandela ao manifestar-lhe o seu apoio. Tal como são quase nulas as notícias que referem que ficou claramente provado que os processos por corrupção (que abrangeram também dirigentes do Partido Comunista) foram desencadeados com fins políticos por ministros do governo de Thabo Mbeki (que saíram do ANC e fundaram um novo partido). Que elementos dos órgãos de segurança do Estado e do aparelho judicial tudo fizeram para manipular factos e provas. Que a comunicação social dominante na África do Sul tentou de múltiplas formas desacreditar Jacob Zuma e a nova liderança do ANC.

Mas encontramos coisas ridículas como o «facto» de Zuma ter sido condenado a dez anos de prisão, não pela sua actividade no ANC, mas «por tentar deixar o país clandestinamente, aos 21 anos». Curiosamente, ou talvez não, a mais objectiva análise vem de onde menos se poderia esperar. De um inimigo de ontem: Roelof “Pik” Botha.

O mesmo para as propostas políticas do ANC geralmente arrumadas na categoria de «populistas». E porquê? Porque põem uma muito grande ênfase na prioridade à resolução dos problemas das camadas trabalhadoras e da população mais desfavorecida do país. Prioridade no combate à pobreza e ao desemprego. Promessas que tudo indica serem para cumprir, esse é o problema para certos poderes, e não para ficar no papel.

Mas nada disto nos surpreende. Basta ler o que Eduardo Galeano (o tal do livro oferecido por Chavez a Obama) sobre o processo na Venezuela. Onde recorda que nunca em parte alguma do mundo um presidente eleito se submeteu a meio do mandato a uma consulta eleitoral revocatória. E Hugo Chavez fê-lo. Mas toda (quase) a comunicação social dominante escondeu este «simples» facto.

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

                                                                                   

In jornal "Público" - Edição de 1 de Maio de 2009

                                                                                          

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Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

As eleições na Venezuela: victória do projecto bolivariano

    «El PSUV de Hugo Chavez se impone por mayoría en 17 de los 22 estados de Venezuela mejorando resultados, un millón de votos más de los obtenidos en el referendo de diciembre pasado que perdió el presidente.

PSUV obtuvo unos cinco millones 300 mil votos y oposición cuatro millones, 300 mil por debajo de lo alcanzado en anteriores comicios

 

  

  

                               

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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

Fernando Lugo canta com Hugo Chavez - CAMBIA TODO CAMBIA

    Na tomada de posse de Fernando Lugo:

Para uma interpretação menos desafinada (...) ver e ouvir Mercedes SosaTodo cambia
                
Todo cambia

Cambia lo superficial,
cambia también lo profundo;
cambia el modo de pensar,
cambia todo en este mundo.

Cambia el clima con los años…
cambia el pastor su rebaño,
y así como todo cambia
que yo cambie no es extraño.

Cambia el mas fino brillante
de mano en mano su brillo,
cambia el nido el pajarillo,
cambia el sentir un amante.

Cambia el rumbo el caminante
aunque esto le cause daño,
y así como todo cambia
que yo cambie no es extraño.

Cambia todo cambia,
cambia todo cambia…
Cambia todo cambia,
cambia todo cambia.

Cambia el Sol en su carrera
cuando la noche subsiste.
Cambia la planta y se viste
de verde en la primavera.

Cambia el pelaje la fiera.
Cambia el cabello el anciano,
y así como todo cambia
que yo cambie no es extraño.

Pero no cambia mi amor
por mas lejos que me encuentre
ni el recuerdo ni el dolor
de mi pueblo y de mi gente.

Lo que cambió ayer
tendrá que cambiar mañana,
así como cambio yo
en esta tierra lejana.

(Estribillo)

Pero no cambia mi amor…

                                                  
Autor: Julio Numhauser
Popularmente cantada por
Mercedes Sosa
                       

 

Vídeos tomada de posse de Fernando Lugo como Presidente da República do Paraguai:

                                                                  

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Terça-feira, 3 de Junho de 2008

Fábrica de notícias, manipulação de consciências

Texto de José Paulo Gascão

   Sob o título «Relatório da Interpol sobre os computadores de número 2 das FARC exaspera Hugo Chávez», o «Público» do passado dia 17 de Maio (sábado) publicou uma longa notícia, onde afirma que «A Interpol anunciou quinta-feira o resultado da análise aos computadores de Raul Reyes, o segundo comandante das FARC, morto em Março por tropas colombianas no Equador: ninguém corrompeu, garantiu, os dados guardados». Depois do sub-título «Media manipulados?», continua com uma citação de El País anterior ao Relatório da Interpol: «com base em fontes próximas dos investigadores Chávez (…) teria dado armas e dinheiro à guerrilha colombiana…»! O noticiário da RTP seguiu nesta peugada.
Mas o que conclui o relatório, sobre o que verdadeiramente importava?

Conclusões do Relatório [1]

Pese o enorme esforço das conclusões (pag. 8/41 e segs.) em darem margem de manobra ao governo colombiano, o relatório conclui que:


- As autoridades colombianas entregaram como «provas» computadores portáteis (três), discos duros externos (dois), PENs (três), num total 609,6 gigabytes de dados em forma de documentos, imagens e vídeos (conclusão nº 1). No relatório dizem que estes dados correspondem a 39,5 milhões de páginas A4!
- Que as autoridades colombianas acederam a todas as provas instrumentais. (conclusão 2)
- Que as autoridades colombianas especializadas procederam correctamente, de forma a preservar o conteúdo original das provas (conclusão 2.a).
- Que entre as 7:50 horas de dia 1 de Março e as 11:45 do dia 3 de Março, momento em que as provas foram entregues ao Grupo Investigativo de Delitos Informáticos ... (DIJIN) das forças militares colombianas tiveram «acesso aos dados contidos nas citadas provas [e este] não se ajustou aos princípios internacionalmente reconhecidos para o tratamento» destas provas (conclusão 2.b).
- Não encontrou indícios que «se tenham criado, modificado ou suprimido arquivos de utilizador em nenhuma das ditas provas»! (conclusão 3).

                             
Na explicitação das conclusões, páginas 31/41 e segs., afirma-se (por razões de espaço somámos os items de cada prova) que no conjunto das provas, foram:


- «criados» 7.868 arquivos de sistema;
- «abertos» 27.901 arquivos de sistema e de utilizador;
- «modificados» 9.381 arquivos de sistema;
- «suprimidos» 2.905 arquivos de sistema;
- Que entre 7 de Março de 2009 e 16 de Outubro de 2010 (não é gralha, são estas as datas) foram criados 4.244 (quatro mil duzentos e quarenta e quatro) arquivos, dos quais 699 continham música, vídeos e imagens!


Em que ficamos?

O que a Interpol não concluiu e tinha obrigação de se pronunciar

Antes de mais, que as «provas» que lhe foram apresentadas e os documentos nelas contidos eram autênticos ou falsos.
Não se interroga como, depois de um bombardeamento arrasador que destruiu totalmente o acampamento, os 3 computadores (para que queria Reyes 3 computadores na selva equatorial?) ficaram intactos. Alguém no seu perfeito juízo acredita que no pouco tempo que durou o ataque e a aterragem dos helicópteros para recolher os cadáveres, ainda pudessem encontrar no meio dos destroços, 2 discos duros externos e 3 minúsculas PENs em perfeitas condições de utilização?
A INTERPOL tem um longo passado de suspeição e colaboração com regimes ditatoriais (ver AQUI), por isso, entre outros, foram seus presidentes Heydrich, nº 2 das SS nazis, o português Agostinho Lourenço, principal responsável da PIDE, até culminar com Jackie Selebi, obrigado a demitir-se em Fevereiro de 2008, quando se tornou pública a acusação de ter recebido 170 mil dólares para proteger o narcotraficante Glen Aglioti
Ronald K Noble, actual secretário-geral da Interpol, é um fiel funcionário do império. Apesar dos seus 51 anos, já passou pelo Departamento do Tesouro onde criou os seus serviços secretos, foi encarregado da aplicação do bloqueio a Cuba, etc…
Ao contrário do que se pretende fazer crer, a Interpol não é uma polícia internacional e nunca foi isenta. É um organismo de troca de informações, hoje dominado pelos EUA. Por isso foi presidida por um director da PIDE e não da Polícia Judiciária.
A apelo de Uribe à Interpol é feito com a certeza de que esta organização lhe iria dar alguma margem de manobra para continuar a especular sobre os pretensos documentos de Reyes. O Relatório é um repositório de confusões disfarçadas (entre quem e como acederam às «provas» na Colômbia), de promoção da sua «imparcialidade», numa demonstração de má consciência, e de omissões comprometedoras: poderiam aquelas provas ter pertencido a Raul Reyes?

Os media e a Central Mediática do Imperialismo

A escolha da Interpol não é inocente. Era preciso um Relatório que não concluindo o impossível (o governo não mexeu no computador antes de o entregar ao DIJIN) permitisse alguma margem de manobra a Uribe e à elaboração de notícias pelo central imperial de notícias. Depois, os media periféricos como o Público e El País cumprem o papel de divulgar no mercado o produto da fábrica de notícias.
Vivemos um tempo da informação única, onde investigar (ler o Relatório da Interpol) é perder tempo e produtividade. Vivemos um tempo em que «a informação que temos não é a que desejamos. A informação que desejamos não é a que precisamos. A informação que precisamos não está disponível» (John Peers). As «notícias» do Público e a da RTP do dia 17 de Maio, de conteúdo semelhante, são um exemplo mais de que a informação que temos não só não é a que desejamos, como é a elaborada no que podemos chamar a central de elaboração de noticias do Império e depois divulgada, urbi et orbe pelos media periféricos. Tem um pouco de verdade (há um relatório da Interpol) e muito de divulgação do que se quer fazer crer como verdade – «…ninguém corrompeu, garantiu [a Interpol], os dados guardados»!
Como disse Luís Fernando Veríssimo, vivemos um tempo em que «às vezes, a única coisa verdadeira num jornal é a data».

(sublinhados meus)


Lisboa, 24 de Maio de 2008


[1] O relatório oficial (em castelhano) está disponível AQUI     
                                          

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publicado por António Vilarigues às 00:03
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Quinta-feira, 17 de Abril de 2008

Homer Simpson censura Hugo Chavez

Texto de Manuel Gouveia

    Na Venezuela, a Comissão Nacional de Telecomunicações decidiu recomendar que a série de desenhos animados «Os Simpson» não fosse passada em horário infantil (como não o é na maioria dos países do mundo, incluindo o nosso). O Canal – privado – acatou a decisão, e colocou no horário antes ocupado pelos Simpson a série «Marés Vivas».

Umas horas depois, a Imprensa Internacional começa a noticiar «Venezuela proíbe os Simpson», depressa evolui para «Chavez proíbe os Simpson», até atingir o actual nível «Chavez proíbe Simpson e coloca 'Marés Vivas' no seu lugar».

A Comunicação Social dominada cá do burgo - acéfala caixa de repetição das mentiras e intoxicações «made in USA» - não podia deixar de amplificar a campanha. Imediatamente, esta acção se reflecte na chamada «blogoesfera», e em centenas de blogs, milhares de cidadãos melhor ou pior intencionados comentam e censuram a atitude de Chavez. E em milhões de locais da esfera real onde vivemos, milhões reproduzem e comentam esta informação. Nascem anedotas, sedimentam-se preconceitos, tiram-se conclusões.

De uma mentira torpe, de uma falsificação grosseira, a máquina conseguiu que milhões saibam que Chavez fez o que não fez, saibam que pensa o que não pensa, e concluam o que os donos da máquina querem que concluam.

Como Homer Simpson faria, sem reflectir, sem previamente criticar a informação recebida, milhões hoje censuram a Hugo Chavez um acto que não praticou, e extrapolam-no para a prática «dos comunistas».

E «factos» como este são criados e disparados às dezenas todos os dias.

Assim funciona a máquina triturante do pensamento único. Contra ela atiramos todos os dias a VERDADE. Às vezes parece um esforço inútil, mas não o é. Nesta luta, a verdade actua como a brisa do mar quando roça o casco de qualquer navio – parece que o navio segue indiferente à brisa, mas todos sabemos que é a brisa que participa na inexorável destruição do navio.

(sublinhados meus)

                  

In jornal «Avante!» - Edição de 17 de Abril de 2008

               

Quantos bloguistas vão ter a coragem de reconhecer que foram enganados?

Vai uma aposta que neste caso vai haver muita falta de ... na nossa blogosfera?

                                                    
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publicado por António Vilarigues às 16:08
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Sexta-feira, 7 de Março de 2008

Os recentes acontecimentos na América Latina

    O Partido Comunista Português condena as acções militares do regime colombiano de Álvaro Uribe que, em violação do direito internacional, da soberania e integridade territorial do Equador, resultaram no massacre de 16 guerrilheiros colombianos e no assassinato de Raúl Reyes, um dos principais comandantes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia e um dos principais protagonistas das recentes iniciativas das FARC de libertação unilateral de prisioneiros.

A “Operação Fénix”, preparada e levada a cabo com o apoio da Administração Norte-Americana, foi a forma encontrada por Álvaro Uribe e o imperialismo norte-americano para responder às várias iniciativas políticas e diplomáticas com vista à solução pacífica do conflito colombiano – com destaque para a intervenção do Presidente Hugo Chavez – e às repetidas propostas das FARC de abertura de negociações políticas.

Acossados pela repercussão das iniciativas das FARC na opinião pública mundial e junto de vários dirigentes políticos e Chefes de Estado na América Latina e na Europa, Álvaro Uribe e George W. Bush, optam mais uma vez pelo boicote ao caminho do diálogo e da paz, enveredando pela via do militarismo e da provocação e pela tentativa de introdução na América Latina das práticas de “guerra preventiva”.

O PCP chama a atenção para a ameaça à paz, à democracia e à soberania que esta provocação do regime de Uribe representa para os países vizinhos da Colômbia e alerta para as consequências que uma escalada militarista poderá ter na América Latina.

O PCP expressa a sua solidariedade ao povo, aos comunistas e a todas as forças progressistas da Colômbia que continuam a luta contra o regime fascizante de Uribe pela paz e o progresso social. Solidariza-se e associa-se a todos aqueles que na Colômbia e na América Latina se manifestam nestes dias contra a guerra, pelo respeito do direito internacional e pela solução pacífica dos conflitos. Transmite aos companheiros, aos familiares e aos amigos de Raúl Reyes as condolências dos comunistas portugueses.

(sublinhados meus)

                                   

In Nota do Secretariado do Comité Central do PCP

                              

 
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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008

Como se constrói uma mentira

    Tiago Barbosa Ribeiro não tem emenda. Mais uma vez confunde forma com conteúdo. E exagera nos adjectivos. Avaliei duma forma positiva a libertação dos reféns e daí o «boneco» do SAPO que escolhi para ilustrar este post. Aliás em coerência com esta minha posição que o Tiago escamoteia,  mas conhece perfeitamente: «Para terminar informo com todo o prazer alguns bloguers mais cínicos e mais cépticos que eu, António Nogueira de Matos Vilarigues defendo, obviamente, a libertação de Ingrid Bettancourt e todos os outros raptados pelas FARC. Mas também dos presos políticos às ordens do Governo

Mas nada do seu conteúdo o pode levar a afirmar levianamente, como o faz, que estou «esfusiante» ou em «júblilo». Pelo contrário.

No meu post estabelecem-se uma série de ligações que pretendem mostrar no campo dos direitos humanos uma realidade multifacetada da Colômbia. Violenta e mortal. Como poderia estar em «júbilo» ou «esfusiante» com a morte, a opressão e a tortura?

Significativamente Tiago Barbosa Ribeiro, ao contrário do autor deste blog, esteve praticamente calado desde Agosto/Setembro de 2007 até ontem. Nada disse sobre isto. Porquê? Ficou engasgado? Custa-lhe reconhecer os erros e dar o braço a torcer?

E muito menos sobre isto. Porquê? A opressão, a intimidação, a tortura e a morte de homens, mulheres e crianças, velhos e novos, camponeses e sindicalistas, não o impressionam? Não lhe merecem ao menos uma palavra de solidariedade? O seu fanatismo ideológico é tão profundo? E a sua ausência de sentimentos também?

Nem mesmo o facto de no post sobre o qual tão presurosamente se pronunciou haver 15 (quinze!!!) ligações para factos comprovados de violação sistemática dos direitos humanos na Colômbia o comoveu. Como não o tinha sensibilizado esta notícia do «Diário de Notícias». 

            

Estamos conversados sobre o que de facto pensa o Tiago. E sobre os seus escrúpulos também.

                

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Sábado, 12 de Janeiro de 2008

Colômbia: FARC libertam reféns em gesto humanitário

    Para ajudar a uma melhor compreensão da situação na Colômbia:

  

Mais uma vez se pergunta: onde anda o “El Niño” “colombiano”, Tiago Barbosa Ribeiro, e todos os que se indignaram com a suposta presença das FARC na Festa do «Avante!»? Os mesmos que guardaram um silêncio ensurdecedor sobre isto e isto Distraídos? 

   

Direitos Humanos na Colômbia:

               
In Partido Comunista Colombiano
                      

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publicado por António Vilarigues às 12:20
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Domingo, 2 de Dezembro de 2007

Venezuela - Informação Alternativa - Resultados do Referendo

    O outro lado da informação na Venezuela:

   

Links oficiais de sítios informativos:

Aqui

Aqui

Aqui
    

Noticiário diário da telesur no youtube:

Aqui

  

       

Em directo:

Aqui

Aqui
   

  

    
Consejo Nacional Electoral: (Para que consultem oficialmente o referendo de 2 de Dezembro e outras eleições)
Aqui

     

Porque o que se passa na Venezuela também nos diz respeito

             

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