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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

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TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

1313 – Nasce Giovanni Boccaccio

Giovanni Boccaccio.jpg

Considerado o fundador da narrativa italiana, o sábio, humanista e poeta Giovanni Boccaccio considerava a arte de contar histórias como um valor fundamental da sociedade e não apenas um entretenimento.

Nascido em Paris, filho de um mercador toscano, viveu grande parte da sua vida entre Florença e Nápoles, onde estudou Direito Canónico e conviveu com as elites intelectuais napolitanas, nomeadamente as do círculo de Petrarca, por quem nutria profunda admiração.

Autor de um notável número de obras, Boccaccio é sobretudo conhecido pelo seu «Decameron», escrito entre 1348 e 1353, que o torna no primeiro grande realista da literatura universal.

A obra narra a fuga de sete mulheres e três homens de Florença, atacada pela Peste Negra, para o campo, onde durante a quarentena de 15 dias cada um tem de contar uma história.

Admirador de Dante Alighieri, Boccaccio foi autor de uma das primeiras biografias do escritor, poeta e político florentino: o «Trattatello in laude di Dante», ou «Vita di Dante».

Ao ler a obra de Dante «A Comédia», ficou tão deslumbrado que a renomeou de «A Divina Comédia», título com que seria imortalizada.

Para a posteridade ficou o texto de Boccaccio com os seus comentários sobre a obra: «Esposizioni sopra la Comedia di Dante».

AQUI

 

Volodia, gigante da literatura e revolucionário exemplar

    «Em dezenas de países, jornais, televisões e rádios dedicaram atenção especial à morte de Volodia Teitelboim, tal como revistas web na Internet. Tinha 91 anos o grande chileno desaparecido, mas durante quase toda a sua larga existência foi ignorado pelos média que saúdam agora nele um gigante da literatura contemporânea. As homenagens chegaram atrasadas.

No seu próprio país Volodia foi, até final da ditadura, quase ignorado como escritor pela grande imprensa. Tinha mais de 80 anos quando lhe atribuíram o Prémio Nacional de Literatura. O motivo do silêncio da burguesia sobre a sua obra é conhecido: o autor de Hijo del Salitre dizia haver tido ao longo da vida dois amores pouco compatíveis: uma mulher legítima, a Política, e uma amante, a Literatura. Nunca rompeu com a segunda não obstante ter sido secretário-geral e, depois, presidente do Partido Comunista do Chile. Uma estranha bigamia, quase sem precedentes na História.»

                                                     

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