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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Vladimir Ilitch Oulianov (Lénine) 22 de Abril de 1870 / 21 de Janeiro de 1924

150 anos do nascimento de Lénine

Lénine 150 anos.jpg

«(...)

Nesta data em que passam 150 anos do nascimento de Lénine mais uma vez reafirmamos o compromisso do PCP com o projecto comunista.

Um projecto que o PCP tudo fará para continuar a honrar, cumprindo as suas responsabilidades nacionais e internacionais de grande força da liberdade, da democracia, do progresso social, do socialismo.

Sim, fomos, somos e seremos comunistas, seguindo na esteira de Lénine!»

 

Lenin last underground_1917

 

Viva Cuba!

Cuba 1959-01-01

«Num momento em que se adensam as denúncias da preparação de uma guerra imperialista na América Latina contra países como a Venezuela, a Nicarágua ou mesmo Cuba; num momento em que o Brasil vive páginas negras da sua História, Cuba celebra os 60 anos da sua Revolução afirmando o seu carácter patriótico, socialista, internacionalista e verdadeiramente revolucionário. E isso é, como sempre foi, um factor de alento para a luta dos povos da América Latina e do Mundo. Que viva Cuba!»

«"Sejamos realistas, façamos o impossível." A frase é de Ernesto Che Guevara, companheiro de Fidel e de Raul assassinado na Bolívia em 1967, e resume em grande medida a gesta revolucionária cubana, que comemorou anteontem, 1 de Janeiro, 60 anos sobre a libertação de Havana e o derube da ditadura de Fulgêncio Baptista.

Seis décadas de revolução cubana confirmam desde logo que o povo unido jamais será vencido é muito mais do que uma palavra de ordem de comício; é, sim, um factor decisivo para a concretização, consolidação e defesa da revolução.(...)»

«Com a revolução, o cinema cubano exprime os anseios de libertação do imperialismo, do colonialismo e do capitalismo.»

Mercedes Martínez Valdés embaixadora.png

«Numa entrevista concedida ao Avante! a propósito dos 60 anos da Revolução Cubana, falou dos desafios que o país enfrenta, da tenacidade e heroísmo do seu povo e da solidariedade que Cuba desperta – e presta – nos quatros cantos do mundo.»

 

A questão nacional e a luta pelo socialismo na actualidade

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120 anos depois...

Tudo indica que as celebrações do 1.º de Maio foram no plano mundial uma grande jornada de festa e de luta. 120 anos depois da sua consagração como Dia Internacional do Trabalhador, o 1.º de Maio permanece como ponto de convergência e bandeira de luta contra a exploração e opressão capitalista e por uma vida melhor.

Assim aconteceu em Portugal onde por todo o país soou bem alto a oposição dos trabalhadores à ofensiva brutal contra os seus direitos e condições de vida que o PEC significa. E assim aconteceu também na América Latina, nomeadamente em Havana com a poderosa manifestação de massas que, na sequência das eleições para o poder popular, confirma a determinação do povo cubano de defender a sua revolução socialista; na Turquia, na Palestina, na Índia e em numerosos países da Ásia e África; em Espanha, França, Alemanha, Grécia e na generalidade dos países da Europa, apesar do peso do sindicalismo reformista.

Ler Texto integral

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1º Maio – Unidade do trabalho contra o PEC

1º Maio – Unidade do trabalho contra o PEC

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1º Maio – Unidade do trabalho contra o PEC

1º de Maio Mangualde

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Comemorações em:

  • Capitais de Distrito: 18 + Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores
  • Concelhos: 40
  • Localidades: 46
  • 95 Iniciativas
  • 39 Manifestações / Concentrações de Rua

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O internacionalismo de massas na resistência ao imperialismo

    Um dos aspectos fundamentais da atuação do PCdoB é a luta antiimperialista, essência de sua linha política. Mesmo quando estão na ordem do dia lutas estritamente internas - como a questão nacional, a ampliação da democracia, as melhorias sociais e os processos internos de reivindicação popular -, ainda que se analise o cenário apenas do ponto de vista brasileiro, a questão antiimperialista está presente. Isso porque não se pode conceber a questão nacional desligada de um sistema de dominação imperialista que foi montado secularmente no Brasil e cujo desmonte é uma obra que depende de medidas muito complexas resultantes de um processo revolucionário.

Ademais, a luta antiimperialista está intrinsecamente ligada ao combate cotidiano do povo brasileiro contra o sistema de dominação da grande burguesia monopolista e financeira, entrelaçadas com os potentados internacionais que tentam subjugar o país ou mantê-lo em sua órbita de poder geopolítico. Para as forças democráticas, patrióticas e populares brasileiras, isto significa que não há uma "muralha da China" a separar a questão nacional das questões democrática e social.

             

Ler Texto Integral

                              

Festa do «Avante!» 2008 - Espaço Internacional

                                                         

    A solidariedade, a cooperação e a luta dos povos de todo o mundo contra o capitalismo, a exploração, a opressão e a guerra são o fio condutor do Espaço Internacional da Festa do “Avante!”.

O Espaço Internacional é, além de um amplo espaço de convívio e de solidariedade internacionalista, uma importante mostra de como, um pouco por todo o mundo, os trabalhadores e os povos, com os partidos comunistas e progressistas, dão resposta à ofensiva do imperialismo e desbravam os caminhos da alternativa socialista. São várias dezenas as delegações estrangeiras que todos os anos se associam à Festa do “Avante!” e que a transformam assim num já tradicional ponto de encontro de encontro do movimento comunista e revolucionário internacional.

    Sendo o local por excelência onde o internacionalismo tem encontro marcado e onde a amizade extravasa fronteiras, o Espaço Internacional é uma Babel de sons, cores, imagens, odores e sabores que impressiona e marca a memória dos que o visitam pela sua multiculturalidade, fraternidade e alegria. Restaurantes; bares; venda de artesanato; músicas tradicionais, danças típicas de vários países e muitos outros atractivos permitem aos visitantes da Festa dar “a volta ao mundo” em três dias apenas e levar consigo recordações dessa “viagem”.

Mas o espaço internacional, a “cidade mundo” da Festa é também um espaço de informação e reflexão política. O Espaço onde os grandes temas da actualidade internacional são tratados num ambiente descontraído mas não poucas vezes com profundidade. Exposições políticas; debates sobre a situação internacional ou de solidariedade com povos em luta; projecção de documentários; os documentos facultados pelas dezenas de Partidos presentes no Espaço Internacional; as conversas casuais e informais com dirigentes dos vários Partidos representados, revelam testemunhos de algumas das mais importantes lutas que se travam Mundo fora e da actividade dos Partidos Comunistas e progressistas dos quatro cantos do Mundo.

    Situado tradicionalmente na praça central do Espaço Internacional o Palco da Solidariedade assume-se em cada ano como o palco onde artistas com os mais diversos percursos, estilos e nacionalidades se unem num programa em que a diversidade cultural e a solidariedade internacionalista são o fio condutor. Durante três dias, passarão por aquele palco os mais diversos estilos musicais, a danças típicas, a declamação da poesia solidária e os importantes e muito participados debates políticos.

Não sabes falar línguas? Não te preocupes, no Espaço Internacional a língua oficial é a solidariedade, a amizade e o convívio! Não tens passaporte? Não há problema, o único documento exigido para esta viagem ao Mundo do progresso social e da solidariedade internacionalista é a EP. Compra já!

                                         

                                        

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