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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Elis Regina canta Vinicius de Moraes / Edu Lobo: Arrastão

ARRASTÃO

                    

Ê, tem jangada no mar
Ê, iê, iê
Ê, hoje tem arrastão
Ê, todo mundo pescar
Chega de sombra, João
J'ouviu

Olha o arrastão entrando no mar sem fim
Ê, meu irmão, me traz Yemanjá prá mim

Minha Santa Bárbara, me abençoai
Quero me casar com Janaína

Ê, puxa bem devagar
Ê, iê, iê
Ê, já vem vindo o arrastão
Ê, é a Rainha do Mar
Vem, vem na rede João
Pra mim

Valha-me Deus, Nosso Senhor do Bonfim
Nunca, jamais, se viu tanto peixe assim

Minha Santa Bárbara, me abençoai
Quero me casar com Janaína

Ê, tem jangada no mar
Ê, iê, iê
Ê, hoje tem arrastão
Ê, todo mundo pescar
Chega de sombra, João
J'ouviu

Olha o arrastão entrando no mar sem fim
Ê, meu irmão, me traz Yemanjá prá mim
Olha o arrastão entrando no mar sem fim
Ê, meu irmão, me traz Yemanjá prá mim

Composição: Edu Lobo, Vinicius de Moraes

Interpretação: Elis Regina, Jair Rodrigues

Para ver e ouvir Elis Regina a cantar «Arrastão» de Vinicius de Moraes e Edu Lobo:


Excerto de uma Minissérie de Gilberto Braga que retratou um período da ditadura militar no Brasil (1964 à 1979).

E, em 1965, numa época de efervescência política e cultural, surge Elis Regina no I Festival de Música Popular Brasileira. Sua interpretação de 'Arrastão' (Vinicius de Moraes e Edu Lobo) entrou para a história e não poderia ter ficado de fora da série.

Arrastão vence o I Festival de Música da TV Excelsior e Elis Regina arrebata o prêmio de melhor cantora.

                                                            

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

Jair Rodrigues canta Geraldo Vandré: Disparada

                                                                                             

Em plena ditadura militar, nota-se a presença em força da polícia. Não eram espectadores... São de notar também as reacções do público sublinhando a letra da canção - um espectáculo dentro do espectáculo. No fim, sobem ao palco Chico Buarque e Nara Leão. Muitas outras figuras conhecidas aparecem neste vídeo histórico.

                               

Disparada

                              

Geraldo Vandré

                                           

Prepare o seu coração
Prás coisas
Que eu vou contar
Eu venho lá do sertão
Eu venho lá do sertão
Eu venho lá do sertão
E posso não lhe agradar...

Aprendi a dizer não
Ver a morte sem chorar
E a morte, o destino, tudo
A morte e o destino, tudo
Estava fora do lugar
Eu vivo prá consertar...

Na boiada já fui boi
Mas um dia me montei
Não por um motivo meu
Ou de quem comigo houvesse
Que qualquer querer tivesse
Porém por necessidade
Do dono de uma boiada
Cujo vaqueiro morreu...

Boiadeiro muito tempo
Laço firme e braço forte
Muito gado, muita gente
Pela vida segurei
Seguia como num sonho
E boiadeiro era um rei...

Mas o mundo foi rodando
Nas patas do meu cavalo
E nos sonhos
Que fui sonhando
As visões se clareando
As visões se clareando
Até que um dia acordei...

Então não pude seguir
Valente em lugar tenente
E dono de gado e gente
Porque gado a gente marca
Tange, ferra, engorda e mata
Mas com gente é diferente...

Se você não concordar
Não posso me desculpar
Não canto prá enganar
Vou pegar minha viola
Vou deixar você de lado
Vou cantar noutro lugar

Na boiada já fui boi
Boiadeiro já fui rei
Não por mim nem por ninguém
Que junto comigo houvesse
Que quisesse ou que pudesse
Por qualquer coisa de seu
Por qualquer coisa de seu
Querer ir mais longe
Do que eu...

Mas o mundo foi rodando
Nas patas do meu cavalo
E já que um dia montei
Agora sou cavaleiro
Laço firme e braço forte
Num reino que não tem rei

                                          

Composição: Geraldo Vandré e Theo de Barros

                                                                          

                                                                               

Letras de Músicas de Geraldo Vandré


Letras de Músicas de Jair Rodrigues     

                              

                                                                                          

Para ver e ouvir Jair Rodrigues a interpretar a canção «Disparada» de Geraldo Vandré no II Festival de Música Brasileira em 1966 clicar AQUI      

                          

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