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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

A assumpção de uma política soberana e a afirmação do primado dos interesses nacionais

Debate_politica_soberana_2014-12-05

A assumpção de uma política soberana e a afirmação do primado dos interesses nacionais

 

Jerónimo de Sousa:

«Este último debate centra-se na assumpção de uma política soberana e na afirmação do primado dos interesses nacionais. Não é por acaso que esta é a última das reflexões que levamos a cabo nesta acção nacional. Tal como a Revolução de Abril nos comprovou pela prática, e tal como a Constituição da República consagra na sua matriz, a soberania e a independência nacionais são parte integrante da democracia nas suas quatro vertentes – a económica, a social, a política e a cultural.

Defender a soberania nacional é defender o direito do povo português a determinar o seu próprio destino, é afirmar a nossa auto-determinação na definição dos caminhos do desenvolvimento económico e social do nosso País e da sua relação com os povos do mundo. É, portanto, no fundo defender a verdadeira noção e conceito de democracia. Uma democracia que tem conteúdos concretos, que não é uma palavra oca desprovida de opções de classe.»

 

Conversas com livros - José Barata-Moura

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A Editorial «Avante!» em parceria com o Grupo de Estudos Marxistas (GEM) e a Biblioteca-Museu República e Resistência, tem prazer de a(o) convidar a estar presente na apresentação deste livro que se realiza no dia 28 de Novembro, segunda-feira, às 18,30 h, na Biblioteca-Museu República e Resistência — Cidade Universitária, Rua Alberto Sousa, 10A em Lisboa.

A Sessão conta com a presença do autor e de João Fagundes do (GEM) que apresenta a obra.

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Leitura Obrigatória (C)

    Materialismo e Subjectividade - Estudos em Torno de Marx (José Barata-Moura)

Preâmbulo (extracto)

[...] Os textos que formam o presente livro foram sendo escritos, e ditos, ao longo de um decénio, entre 1983 e 1992. Corresponderam a solicitações avulsas de intervenção. São textos, se não «datados», pelo menos, seguramente «com data».

A menção franca deste circunstancialismo poderá fortificar porventura, na propensão actualística de alguns, a ideia (espero que inadequada) de que aqui apenas se reunem fragmentos revolutos e desvitalizados de uma memória que se arroga presumida perpetuação.

Entregando — aberta — ao espírito crítico do leitor a questão de ajuizar se estes escritos mereciam, ou não, pelo seu teor substantivo, a honra de um reaquecimento editorial, gostaria, no entanto, de assinalar, com humildade não afectada, que a materialização de uma pensar não deixa, muitas vezes, de se encontrar exposta às, e nas, vicissitudes da interpelação contingente. É caminhando que se faz o caminho, mesmo quando os resultados a que se aporta são, bem feitas as contas, modestos. [...]

                                     

In Edições «Avante!»

                                     

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