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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Encontro Distrital de Viseu de Eleitos e Activistas da CDU

Encontro CDU 11-06-2017_3.jpg

O Encontro Distrital de Viseu de Eleitos e Activistas da CDU, reuniu no Solar dos Peixotos, mais de uma centena de participantes e procedeu à avaliação da situação do Poder Local no Distrito, da acção e intervenção da CDU e dos seus eleitos nos diversos órgãos, à troca de experiências e tomada de medidas para melhorar a ligação às populações e o apoio aos eleitos.

A constituição de uma Comissão Coordenadora Distrital da CDU, com vista à preparação das próximas eleições autárquicas, foi outra das decisões do Encontro.

(...)

 

Encontro Distrital da CDU - 11 Junho, 14:30, Solar dos Peixotos, Viseu

Cartaz 2017-06-11.jpg

Clicar na imagem para ampliar

 

(...)

Não é por acaso que a Freguesia de Real, em Penalva do Castelo, de maioria CDU, é considerada a nível nacional um exemplo ímpar, de gestão participada e democrática, com o envolvimento constante da população na elaboração e execução de cada orçamento.

O resultado está à vista: em 8 anos de exercício de poder pela CDU, o desenvolvimento da Freguesia e a melhoria das condições de vida materiais e imateriais da população não têm parado de crescer.

(...)

 

Com a Força do Povo

2015-06-06_marcha_4

 

Foram mais de 100 mil, vindos de Norte a Sul de Portugal - homens, mulheres, jovens, trabalhadores, reformados e desempregados em número suficiente para encher os Restauradores e três avenidas da Liberdade, demonstraram a força do projecto e das convicções, da verdade, da honestidade e da dignidade, que, corporizada pela CDU e ampliada numa grande campanha de esclarecimento e de massas que a Coligação e os seus activistas realizarão até às legislativas, permitem afirmar, com confiança, que Portugal tem futuro. Com a força do povo.

 

 

2015-06-06_marcha_8

2015-06-06_marcha_1

 

6 de Junho - Marcha «A FORÇA DO POVO» promovida pela CDU em Lisboa

Marcha 6 Junho 2015

 

A CDU irá promover no dia 6 de Junho, em Lisboa, a Marcha Nacional «A força do Povo - Todos à rua por um Portugal com futuro».

A marcha da convergência de todos os democratas e patriotas que afirmam a luta dos trabalhadores e do povo como elemento central para a construção da alternativa política patriótica e de esquerda, que a actual da situação económica e social do país impõe como necessidade inadiável. Uma marcha onde participarão todos aqueles que não se resignam ao rumo de declínio a que a política de direita pretende condenar o país.

 

Marca na tua agenda: dia 6 de Junho, pelas 14h30 - todos ao Marquês de Pombal!

 

O povo saiu à rua para dizer não ao Pacto de Agressão

«No final deste mês assinala-se um ano de Governo PSD\CDS. Um ano de destruição massiva de postos de trabalho e de definhamento do sector produtivo, um ano em que o desemprego real já afecta mais de 1 milhão de trabalhadores e a precariedade atinge uma dimensão insustentável, um ano de redução do poder de compra dos salários e das pensões e de carestia de vida, um ano de roubo aos subsídios de férias e Natal dos trabalhadores e reformados da Administração Pública e do SEE.
Um ano de exploração e empobrecimento, de aumento da desigualdade e da pobreza, de aumento da dependência externa e da dívida, de perda de soberania. Um ano de austeridade e sacrifícios para o povo e de abastança para as empresas do PSI/20, que só no 1º trimestre do ano, tiveram mais de 1.200 milhões de euros de lucro.
Um ano bom para os negócios do FMI, do BCE e da União Europeia, mas negro para os trabalhadores, o povo e o país. Esta é a política que, tendo falhado na Grécia, não terá sucesso em Portugal

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30 mil no Porto contra a exploração e o empobrecimento

«No final deste mês assinala-se um ano de Governo PSD\CDS. Um ano de devastação do tecido produtivo, de destruição massiva de postos de trabalho, um ano em que a taxa de desemprego já ultrapassou os 15% e se prevê que continue a aumentar, um ano de quebra dos salários nominais, de roubo aos subsídios de férias e natal dos trabalhadores e reformados da Administração Pública e do SEE.
Um ano de exploração e empobrecimento, de aumento da desigualdade, da pobreza e de definhamento económico, de aumento da dependência externa e da dívida, de perda de soberania. Um ano da política de esmola e da caridade para o povo, e de grandes negócios para o capital. Para a tróica, o Governo vai no bom caminho e esta sua política é um sucesso. Mas para os trabalhadores, o povo e o país este é o caminho para o abismo!
Esta realidade configura que não temos apenas um problema económico: temos a realidade brutal de sermos governados por dirigentes que desprezam as condições dramáticas a que hoje estão sujeitas milhões de pessoas

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