Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2019

Ingredientes de uma campanha sem escrúpulos

Sondagens

 

Ingredientes de uma campanha sem escrúpulos
Mentira. Manipulação. Insídia

 

 

A operação de difamação contra o PCP assume contornos persecutórios intoleráveis. Para procurar sustentar conclusões previamente definidas não se tem olhado a meios.

Escusado seria invocar aqui o manancial de violações grosseiras de critérios e princípios deontológicos a que os jornalistas estão obrigados.

Fiquemos apenas pelo cortejo de MENTIRAS. A densidade e presença da mentira, da mais boçal à mais ornada, não permite esgotar aqui o seu elenco.

 

Mentem, descaradamente

 

comunicação social

Fiquemos apenas pelo cortejo de MENTIRAS.

A dimensão da empreitada não conduzirá entretanto a que, com prejuízo de muitas outras, aqui se registem algumas das que as peças diversas editadas em alguns órgãos de Comunicação Social com destaque para a TVI que assumiu como critério editorial a mentira, a manipulação e difamação.

Ficam a sobrar todas aquelas que, orladas pela insinuação mais ou menos subtil, conduzem quem as recepciona a não dar conta da mentira que lhe subjaz.

 

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 18:24
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Sábado, 9 de Fevereiro de 2019

A operação lançada contra o PCP é um caso de estudo

Manipulação-Informativa

Seguidores da teoria deGoebbels, por aí vagueiam os que continuam a confiar que a mentira repetida pode, à força de ser mediatizada, passar a verdade. Partidários do mesmo anti-comunismo vêem, nas pisadas daquele, fonte de inspiração. Sem Reichtags à mão, enquanto motor de provocação, socorrem-se do que podem.

Confundindo carteira profissional com função de jornalismo, atirando a pedra e escondendo a mão com a cobardia própria dos que se julgando com as armas todas se podem mover a seu bel prazer, acreditando que têm por segura a total impunidade, aí estão mentindo, caluniando e difamando. Assumindo o papel de peões de brega de interesses que não confessam.

A operação lançada contra o PCP é um caso de estudo sobre até onde pode ser levada a manipulação de factos, a pergunta insidiosa que transporta a acusação feita verdade, o histerismo inquisitivo para se desmentir o que foi inventado, a instrumentalização de ligações familiares, a montagem de fragmentos desconexos para que se encaixem no puzzle difamatório previamente concebido, a censura de depoimentos recolhidos para suportar a mentira montada.

Não confundimos jornalismo nem jornalistas com a acção desqualificada, sem escrúpulos e mercenária das últimas semanas, circunscrita em número de agentes, embora com a força da amplificação mediática que lhe deu suporte.

A assertiva citação atribuída a Bernard Shaw quanto ao que esperar de uma luta com um porco não atinge nem se dirige aos jornalistas. Só quem chafurda na mentira e na calúnia nela se reverá.

Tocados onde mais lhes dói, os interesses monopolistas (incluindo os da comunicação social) soltaram os cães.

Cá estamos para os enfrentar e prosseguir a nossa intervenção em defesa dos interesses dos trabalhadores e do povo, combatendo exploração e empobrecimento.

Sem nos deixarmos intimidar.

Sublinhados meus

Manipulação Televisão

 

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publicado por António Vilarigues às 10:59
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Terça-feira, 5 de Fevereiro de 2019

O grande capital e a direita reaccionária não perdoam ao PCP

antonio filipe 2019.jpg

Quanto mais se agudiza a crise do capitalismo e se acentuam as suas contradições, mais aumenta a agressividade contra aqueles que coerentemente se lhe opõem.

Quando se torna evidente a crise das soluções governativas demoliberais ensaiadas pelo capitalismo e cresce o mal-estar social ditado pelo aumento da exploração e pela acentuação das desigualdades, o poder económico solta os cães de fila e faz sair do armário toda a sorte de forças reaccionárias e fascistas destinadas a combater por todos os meios as forças democráticas que não se resignam perante a exploração e as injustiças e que lutam por transformações políticas, económicas e sociais de carácter progressista.

Quando vemos, em vários países e continentes, o poder económico promover a tomada do poder político por forças fascistas e demagogos reaccionários, e olhamos para o nosso país, para os avanços que, embora limitados, o nosso povo conquistou, pela sua luta e pela acção determinante do PCP, percebemos que o grande capital não nos perdoa.

O grande capital e a direita reaccionária não perdoam ao PCP, ter sido determinante para afastar o PSD e o CDS do Governo, ter desmontado a farsa das supostas eleições para Primeiro-Ministro, ter aberto o caminho à reposição de direitos e rendimentos que tinham sido roubados ao povo português, ter demonstrado que não há direitos perdidos para todo o sempre.

O grande capital não perdoa ao PCP a coerência das suas posições em defesa dos direitos dos trabalhadores e do povo, na afirmação do direito do povo português a decidir soberanamente do seu destino, na luta por uma política patriótica e de esquerda que liberte o nosso país das garras do subdesenvolvimento imposto pela União Europeia e garanta os direitos económicos, sociais e culturais do nosso povo.

Os ataques torpes, quase doentios, de que o PCP e os seus dirigentes têm sido alvo nos últimos tempos, são bem a demonstração de que o grande capital vê no PCP o maior obstáculo político à sua dominação e não se conforma com a influência do PCP na vida nacional.

Estas campanhas, cirurgicamente coordenadas e calendarizadas, não nos intimidam. Mas não podem deixar de nos indignar, porque, como diz o povo, “quem não se sente não é filho de boa gente”.

Não podemos deixar de nos indignar com o silenciamento das posições do PCP pela comunicação social ligada ou subserviente ao poder económico, com a marginalização ostensiva do PCP nos programas de comentário político nas televisões e nas rádios, com o apagamento do PCP nas colunas de opinião da imprensa escrita, e com o lançamento de campanhas mediáticas insidiosas contra o PCP, persecutórias dos seus dirigentes e militantes, assentes na desonestidade, na deturpação e na calúnia.

Num país democrático, é um dever cívico e legal da comunicação social, e particularmente dos serviços públicos de rádio e de televisão, promover o debate político plural sem discriminação das forças políticas socialmente representativas.

E no entanto, a par da marginalização e do silenciamento do PCP, assistimos à promoção de concepções fascizantes, racistas, xenófobas e homofóbicas através da comunicação social e das redes sociais. Um nazi condenado por crimes de sangue é convidado de honra da TVI. Os reaccionários mais trogloditas desfilam como comentadores de serviço em espaços nobres das televisões e nas colunas dos jornais. Circulam as mais despudoradas falsificações através das redes sociais, prontamente amplificadas por uma comunicação social ávida de audiências e sensacionalismo.

Assistimos à apologia da criminalização da política, à difusão da mentira de que os políticos são todos iguais, a um falso discurso anti-corrupção, a um falso moralismo sem autoridade moral, à criação artificial de um ambiente social de medo, de instabilidade, de contestação inorgânica, propício à aceitação de medidas autoritárias, à liquidação dos princípios do regime democrático e à promoção dos mais desqualificados arrivistas e reaccionários.

É muito sintomático que aqueles que até 2015 pregavam aos quatro ventos a inevitabilidade da austeridade e achavam virtuosos os cortes de salários e de direitos, sejam os mesmos que agora, perante avanços sociais positivos ainda que tímidos, descubram a sua vocação reivindicativa e exijam hoje como sendo para ontem, aquilo que ontem rejeitavam para sempre.

Mas, camaradas e amigos, aqui reafirmamos que os reaccionários e demagogos não nos intimidam. O PCP transporta consigo um honroso património de luta quase centenária pela liberdade, pela democracia, pelos direitos dos trabalhadores e do povo. O reforço do PCP e da CDU nas próximas batalhas eleitorais é decisivo para evitar retrocessos e para dar mais força a quem luta pelos avanços que são necessários para a afirmação da soberania e do desenvolvimento do nosso país. Travaremos essas batalhas com confiança, porque, como bem dizemos, avançar é preciso.

Sublinhados meus

 

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 19:29
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Domingo, 3 de Fevereiro de 2019

Está visto: os comunistas são feios, porcos e maus!

TVI logo.jpg

É neste quadro complexo que devemos olhar para o silenciamento, os ataques e as provocações ao Partido e para a animação de preconceitos anticomunistas, seja aproveitando factos ou inventando-os. Atingir o Partido é atingir a principal força da resistência e da defesa dos valores de Abril, da liberdade e da democracia.

Tudo tem servido e tudo vai servir:

  • a distorção de posicionamentos do PCP sobre os mais variados temas, da legalização da droga à tauromaquia, do glifosato à provocação da morte antecipada;

  • as campanhas sistemáticas e alinhadas pelo departamento de Estado norte-americano sobre questões internacionais (Síria, Coreia, Angola, agora a Venezuela);

  • deturpações sobre a forma como nos posicionamos perante o Governo minoritário do PS, oscilando entre sermos os que estamos sempre prontos a puxar o tapete ao Governo ou os que se batem por migalhas.

teia-de-aranha.jpg

A estratégia da aranha...

Nos últimos dias, instalou-se um frenesim e uma disputa entre os órgãos de comunicação social, a ver qual difama o PCP de forma mais sinistra.

A calúnia é uma arma muito antiga que o capital usa.

Ainda ninguém tentou provar quantas criancinhas comemos cada um ao pequeno-almoço, mas vão-se aproximando.

As peças das últimas duas semanas procuram atacar a credibilidade do Partido, atingir a reconhecida qualidade da gestão da CDU, dar a ideia de que o Partido é igual aos outros, minar a unidade do colectivo partidário.

Para além disso, revela que há sectores que acham mesmo que os comunistas não podem trabalhar ou ter funções na administração pública, nem ter actividade empresarial. Acham mesmo que ser militante do PCP é motivo para desconfiar, excluir, usar métodos pidescos para inquirir.

Coisas destas nós já vimos nas listas negras do mccarthismo, já vivemos no fascismo, não voltaremos atrás. Estamos na primeira linha da defesa das liberdades democráticas.

O PCP não se intimida. De campanhas mentirosas, tentativas de isolamento e perseguições grotestas está a nossa história cheia. Ultrapassámos todas falando verdade aos trabalhadores e ao povo, confiando na sua força e na sua luta, reforçando o Partido, em todos os planos.

Vai ser assim desta vez também!

Sublinhados meus

AQUI

 

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publicado por António Vilarigues às 19:45
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Quarta-feira, 7 de Março de 2018

Resultados e significado das eleições presidenciais na América

lenin7

Todo o programa, toda a propaganda de Roosevelt e dos «progressistas» giram em torno da questão de como salvar o capitalismo através de… reformas burguesas.

 

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publicado por António Vilarigues às 18:55
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Quinta-feira, 6 de Julho de 2017

6 de Julho de 1871 – Morre Castro Alves

Castro Alves Av

Um dos poemas da grande obra de Pablo Neruda «Canto Geral» é dedicado ao poeta abolicionista brasileiro Castro Alves, lembrando como este soube cantar a natureza e a beleza feminina mas também fazer com que a sua voz batesse «em portas até então fechadas para que, combatendo, a liberdade entrasse».

«A tua voz uniu-se à eterna e alta voz dos homens. Cantaste bem. Cantaste como se deve cantar», escreve o poeta chileno, que assim homenageia o carácter social da poesia de Castro Alves em poemas que o popularizaram, como «O Navio Negreiro», um dos mais conhecidos da literatura brasileira, em que descreve a terrível situação dos africanos arrancados das suas terras, separados das suas famílias e tratados como animais nos navios negreiros que os levavam para o Brasil como escravos, e «Vozes d'África», ambos publicados no livro «Os Escravos».

Também conhecido como «poeta condoreiro», numa associação ao pássaro condor cujo voo atinge grandes alturas, simbolizando a liberdade, Castro Alves morreu às três e meia da tarde do dia 6 de Julho 1871, no Palacete do Sodré, junto a uma janela banhada pelo sol.

A sua poesia, imortal, continua a aquecer-nos.

AQUI

 

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publicado por António Vilarigues às 00:07
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Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2017

Cerimónia anual de Homenagem aos Tarrafalistas

URAP_tarrafal_2017.jpg

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publicado por António Vilarigues às 19:39
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Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2017

Alguns aspectos do legado teórico de Álvaro Cunhal

Álvaro Cunhal16

Álvaro Cunhal nos 1930

 

«O caminho da libertação dos trabalhadores e dos povos foi descoberto e é definido e iluminado pelo marxismo-leninismo.

O marxismo-leninismo é um sistema de teorias que explicam o mundo e indicam como transformá-lo.

Os princípios do marxismo-leninismo constituem um instrumento indispensável para a análise científica da realidade, dos novos fenómenos e da evolução social e para a definição de soluções correctas para os problemas concretos que a situação objectiva e a luta colocam às forças revolucionárias.

A assimilação crítica do património teórico existente e da experiência revolucionária universal é arma poderosa para o exame da realidade e para a resposta criativa e correcta às novas situações e aos novos fenómenos.

O marxismo-leninismo surgiu na história como um avanço revolucionário no conhecimento da verdade sobre o mundo real — sobre a realidade natural, sobre a realidade económica e social, sobre a realidade histórica, sobre a realidade da revolução e do seu processo.

O marxismo-leninismo é uma explicação da vida e do mundo social, um instrumento de investigação e um estímulo à criatividade.

O marxismo-leninismo, na imensa riqueza do seu método dialéctico, das suas teorias e princípios, é uma poderosa arma para a análise e a investigação que permite caracterizar as situações e os novos fenómenos e encontrar para umas e outros as respostas adequadas.

É nessa análise, nessa investigação e nessas respostas postas à prova pela prática que se revela o carácter científico do marxismo-leninismo e que o PCP se afirma como um partido marxista-leninista.»

In «O Partido com Paredes de Vidro» pp. 36 e 37

 

Álvaro Cunhal desenho

 

«Na prossecução do seu objectivo de emancipação da classe operária, dos trabalhadores e do povo do jugo do capital, o PCP considera, na base das aquisições históricas do marxismo-leninismo, o sistema de alianças como uma questão essencial.

Reflectindo sobre a política de alianças escrevia Álvaro Cunhal que as alianças estratégicas tendo em vista o objectivo da revolução socialista não podem ser postas em causa por alianças tácticas relativas a um dado período histórico de um país nem muito menos estas últimas podem pretender converter-se naquelas. Mas anotava também que «as alianças “estratégicas” não devem ser invocadas como impeditivas de alianças “tácticas”», mais ou menos duradouras.»

 

 

«Uma procura que se mantém como uma constante da actividade do PCP e que atravessa as mais diversas fases da vida política nacional e se traduz numa política de unidade diversificada que se alicerça na sólida política de alianças do PCP, fundada na identidade objectiva de interesses e aspirações de todas as classes e camadas antimonopolistas, como o evidenciaram oradores que me precederam e que está presente nas análises e produção teórica de Álvaro Cunhal, de onde emana uma capacidade de perscrutar o futuro que nos continua a impressionar pela sua identificação com a realidade dos nossos dias, nomeadamente aquelas que contribuíram para a compreensão dos perigos que ameaçam Portugal como nação, em consequência da política de direita e da submissão das classes dominantes aos interesses estrangeiros.»

 

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publicado por António Vilarigues às 16:41
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Domingo, 11 de Dezembro de 2016

Lénine: «Resultados e significado das eleições presidenciais na América» de... 1912

Lenin last underground_1917

                                                             Lénine na clandestinidade 1917

 

Em todos os países burgueses, os partidos que defendem o ponto de vista do capitalismo, i.e., os partidos burgueses, formaram-se há muito tempo e são tanto mais sólidos quanto maior é a liberdade política.

Na América essa liberdade é a mais completa. E dois partidos burgueses distinguiram-se aqui por uma notável solidez e força, ao longo de todo um meio século – depois da guerra civil por causa da escravatura, em 1860-1865. O partido dos antigos proprietários de escravos é o chamado «Partido Democrático». O partido dos capitalistas, que defendia a libertação dos negros, veio a ser o «Partido Republicano».

Depois da libertação dos negros, as diferenças entre os dois partidos tornaram-se cada vez menores. A luta entre estes partidos era travada predominantemente em torno do nível mais ou menos elevado dos direitos aduaneiros. Esta luta não tinha qualquer significado relevante para as massas populares. Os dois partidos enganavam o povo, desviavam-no dos seus interesses vitais, através dos seus duelos espectaculares e vazios de conteúdo.

Este chamado «sistema de dois partidos», que reinou na América e na Inglaterra, foi um dos meios mais poderosos para impedir a formação de um partido operário independente, i.e., realmente socialista.

 

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 21:09
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Terça-feira, 15 de Novembro de 2016

Mesa Redonda sobre a Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos

cartaz_aljube_cnspp

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A URAP, em parceria com o Museu do Aljube, organiza uma Mesa Redonda sobre a Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos, de que a URAP é a herdeira.

A iniciativa realizar-se-á no dia 16 de Novembro, Quarta-feira, às 16h, nas instalações do museu.

Contará com as intervenções de Frei Bento Domingues, Levy Batista e Manuela Bernardino e será moderada por Ana Aranha.

 

publicado por António Vilarigues às 21:44
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