TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Terça-feira, 27 de Março de 2018
Deputado do PCP, Miguel Tiago, visita estabelecimentos de saúde de Viseu

Sao Pedro Sul 2018-03-36.jpg Do Centro de Saúde de Mangualde, ao SUB de S. Pedro do Sul, passando pelo Hospital de S. Teotónio e pela Extensão de Saúde de Santa Cruz da Trapa, a visita de Miguel Tiago permitiu verificar no terreno, a degradação progressiva das instalações, dos equipamentos médicos e do material, a carência generalizada de pessoal médico, de enfermagem e auxiliar, a sobrecarga horária e de serviço dos profissionais da saúde, com evidente prejuízo das populações e do prestígio do SNS.

AQUI

 


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Terça-feira, 13 de Março de 2018
DOSSIER: Plano de Emergência para o Serviço Nacional de Saúde

Dossier SNS 2018-03-09.jpg

«Consciente de que a situação do SNS necessita de respostas imediatas, de que exige a ruptura com a política de direita e a adopção de uma política alternativa, o PCP apresenta hoje um Plano de Emergência para o Serviço Nacional de Saúde.

O plano que propomos contempla:

  • o reforço de investimento para a requalificação e construção de centros de saúde e hospitais, substituição e renovação de equipamentos e alargamento de valências nos cuidados de saúde primários;
  • a contratação de profissionais de todas as categorias dando-lhes condições de trabalho, repondo direitos e valorizando as carreiras;
  • atribuir médico de família e enfermeiros de família a todos os utentes;
  • reduzir os tempos de espera para consultas e cirurgias;
  • reverter as PPP e assegurar a gestão pública dos hospitais actualmente em gestão PPP, revogar as taxas moderadoras e garantir o transporte de doentes não urgentes.

São propostas para defender e reforçar o SNS, garantir os direitos dos utentes e dos profissionais.»

(...)

Carla Cruz na Assembleia de República

 

 


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Sexta-feira, 10 de Novembro de 2017
Penalva do Castelo: A Nossa luta obtém uma primeira Vitória!

Penalva-médicos-de-familia1

 

Mais de duas mil assinaturas recolhidas em defesa das nossas reivindicações sobre o Centro de Saúde.

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Distrito de Viseu (CUSPSDV), Núcleo de Penalva do Castelo, entregou no passado dia 7 de Novembro o abaixo-assinado em Viseu.

Nesse dia, em reunião com a Comissão de Utentes, o Director Executivo do ACES Dão Lafões, Dr. Luís Botelho foi-nos transmitido o seguinte:

  • O Centro de Saúde de Penalva do Castelo tem direito a um quadro de 5 clínicos;
  • Desde 30 de Outubro foi colocado um médico com horário partilhado (28h/semana em Penalva do Castelo e 12h/semana em São Pedro do Sul), que permanecerá até 31 de Dezembro;
  • Dentro de 7 a 10 dias será colocada uma nova médica permanente;
  • Em Janeiro de 2018 será colocado um clínico permanente, completando-se assim o quadro médico do Centro de Saúde.

Significa isto que, fruto da nossa luta expressa no abaixo-assinado obtivemos uma primeira vitória. Estaremos atentos ao cumprimento integral dos compromissos assumidos. E dispostos à luta se os mesmos forem esquecidos.

Provou-se mais uma vez que: «Quem luta pode ganhar ou perder, mas quem não luta perde sempre».

VALE A PENA LUTAR!

Penalva do Castelo, 8 de Novembro de 2017

Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde de Viseu (núcleo de Penalva do Castelo)

 

Nota: Durante o dia de ontem a Comissão de Utentes recebeu do director executivo do Aces Dão Lafões a seguinte informação:

«Adianto que, em resultado de recentes desenvolvimentos do concurso de mobilidade “geográfica”, a vaga a que me referi como vindo a ser ocupada em janeiro/2018 será ocupada ainda durante o ano em curso.»

 


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Quarta-feira, 11 de Outubro de 2017
Centro de Saúde - Dirigentes do ACES Dão Lafões, não honram compromisso

Penalva-médicos-de-familia1

 

Nos últimos 10 anos, dirigentes e responsáveis do ACeS Dão Lafões assumiram repetidamente dois compromissos. Quer perante a Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde, quer perante deputados do PCP, quer perante a população de Penalva do Castelo.

  1. Nenhum médico seria autorizado a sair, a menos que estivesse garantida a sua substituição;
  2. Estaria fora de causa alterar os horários das urgências.

Infelizmente NENHUM destes compromissos foi cumprido.

Assim:

  1. Continuamos a ter utentes sem médico de família.
  2. O horário de atendimento foi reduzido.
  3. O Serviço de Atendimento Complementar foi extinto.

Com a saída de 2 médicos nos últimos 2 meses e com as férias de um terceiro, a partir da próxima semana, na prática, haverá apenas 2 médicos - quando deveriam ser cinco - a assegurar todo o serviço!

Hoje já há receitas de medicamentos para doenças crónicas por passar.

Esta situação é absolutamente insustentável, inadmissível e desrespeitadora do direito à saúde!

Os dirigentes do ACeS Dão Lafões e da Administração Regional de Saúde do Centro tiveram conhecimento prévio, com pelo menos 60 dias de antecedência, dos pedidos de saída dos dois clínicos.

Os utentes do Centro de Saúde, esses, foram apanhados de surpresa. A população de Penalva do Castelo merece mais respeito.

O que é que a Câmara está a fazer? Sabendo da situação, não se conhece nenhuma posição pública. E como quem cala, consente, ficamos ainda mais preocupados.

Estas políticas põem em causa o espirito e o objectivo central do Serviço Nacional de Saúde: prestar cuidados de saúde de proximidade, com qualidade e eficiência a todos os utentes.

É urgente e imperioso que os responsáveis pela manutenção deste estado de coisas assumam as suas responsabilidades. E sejam penalizados pelos seus actos.

A saúde dos utentes do Centro de Saúde de Penalva do Castelo não pode andar ao sabor de erros de burocráticos e de gestão.

De imediato será lançado um abaixo-assinado com as nossas exigências. 

Basta de políticas que só querem poupar dinheiro!

Queremos ser tratados como cidadãos de primeira!

Há que repor desde já o normal funcionamento do Centro de Saúde!

 

Penalva do Castelo, 11 de Outubro de 2017

Comissão Concelhia de Penalva do Castelo do Partido Comunista Português

AQUI

 

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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2015
Cresce o número de portugueses sem acesso aos cuidados de saúde

CUSPS Almada Seixal1

CUSPS Almada Seixal2

 Clicar nas imagens para ampliar 

 


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Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2015
SNS: A drenagem dos recursos do Estado para os bolsos do grande capital

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De facto, segundo informações vindas a público, enquanto os serviços públicos de saúde vão sendo sangrados dos necessários recursos e condições:

  • No último ano, foram abatidas 689 camas nos serviços públicos de saúde;
  • Os serviços de saúde privados revelam já uma capacidade de internamento igual a cerca de metade da que existe no Serviço Nacional de Saúde (mais de 9000 camas);
  • Por ano, internam 200 000 doentes, fazem 13 por cento das urgências (cerca de um milhão) e 30 por cento das consultas (mais de cinco milhões) de todo o País, facturando à volta de 1,5 mil milhões de euros;
  • Segundo a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada estima-se que o sector privado conte já com 150 unidades de saúde com categoria de hospital (50 dos quais com serviço de internamento);
  • Entre os maiores grupos de saúde do País está a José Mello Saúde, com 1430 camas, a ES Saúde com 1179, a Lusíadas Saúde com 740 e o Grupo Trofa Saúde com mais de 500 camas, que, esta semana, abriu mais um hospital privado – o Hospital Privado de Gaia, com 100 camas, 73 consultórios e 35 salas de exames e tratamentos.

Para o grande capital, os lucros; para os trabalhadores e o povo, os custos.

Custos que também significam inacessibilidade, falta de assistência e morte.

 


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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2014
É necessário garantir o funcionamento do Posto Médico de Tendais!

SNSaúde.jpg

Apesar das reclamações da população, os responsáveis médicos locais e regionais recusaram até hoje substituir o médico entretanto reformado e não permitem que o Posto Médico funcione com um médico pago pela Junta de Freguesia!

 


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publicado por António Vilarigues às 10:28
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Domingo, 12 de Outubro de 2014
Processo de privatização da saúde

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A saúde transformou-se num grande negócio para os privados que hoje já são responsáveis por cerca de 50% das unidades de saúde em Portugal.

Formaram-se 4 grandes grupos, com mais de 20.000 trabalhadores neste momento.

 

José de Mello Saúde

24 unidades, entre as quais 5 hospitais (2 PPP) e 14 clínicas.

 

BES/Saúde

18 unidades, entre as quais 8 hospitais (1 PPP) e 10 clínicas.

 

HPP, agora privado e a chamar-se Lusíadas Saúde   

9 unidades, entre as quais 6 hospitais (uma PPP) e três clinicas

 

Trofa Saúde      

7 unidades, entre as quais 6 hospitais e um Instituto de Radiologia.

 

São mais de 60 unidades, uma facturação de 1 500 milhões de euros/ano, 83% do mercado.

 


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Sábado, 11 de Outubro de 2014
Uma das linhas de ataque que maiores prejuízos podem trazer ao SNS

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Entre 2010 e 2013 (4 anos), reformaram-se 2 103 médicos, sendo que:

  • 1 050 são de Medicina Geral e Familiar,
  • 25 de Saúde Pública
  • 1 028 da área hospitalar.

 


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Terça-feira, 23 de Setembro de 2014
SNS: Números que falam por si

  Números que revelam bem as potencialidades do Serviço Nacional de Saúde, bem como a dimensão do ataque a que tem vindo a ser sujeito:

  • 1 600 000 utentes sem médico de família;
  • entre 2007 e 2012, a despesa pública com a saúde diminuiu 8,6 por cento, enquanto a despesa das famílias aumentou 13,9 por cento. As famílias portuguesas gastam hoje 5,2 por cento do seu orçamento familiar com a saúde, enquanto a média nos países da OCDE é de 3,2 por cento.
  • as famílias suportam de forma directa cerca de 30 por cento das despesas com saúde;
  • os quatro grandes grupos privados de saúde (BES Saúde, José de Mello Saúde, Lusíadas Saúde e Trofa Saúde) controlam 83 por cento do chamado «mercado de saúde», que representa qualquer coisa como 1500 milhões de euros/ano, e mais de metade das unidades de saúde do País, das quais 23 são hospitais;
  • parte substancial das receitas destes grupos são garantidas pelo Estado, através do regime convencional, das PPP ou de subsistemas como a ADSE. No caso do BES/Saúde, atinge os 50 por cento;
  • nos últimos quatro anos, os cortes no sector atingiram os 1667 milhões de euros. Anulando-se o efeito do aumento dos preços, isto significa uma redução real de 2398 milhões.

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Quarta-feira, 4 de Setembro de 2013
S.N.S.: Os números não enganam

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Os números não enganam.

  • Em 2012 a quebra de atendimentos nas urgências dos hospitais públicos foi superior a 500 mil.

  • Enquanto que nos hospitais privados, no mesmo período, a previsão, segundo o Presidente da Associação dos Hospitais Privados, era de um aumento de 250 mil atendimentos face aos mais de 1,7 milhões realizados em 2011.

Esta é que é a verdadeira razão das reestruturações em curso na saúde.

Transferir para os grandes grupos monopolistas da saúde a prestação de cuidados com o respectivo financiamento público.

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publicado por António Vilarigues às 15:57
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Uma política de saúde que despreza os portugueses e serve os grandes negócios

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A saúde dos trabalhadores está debaixo de fogo. À revelia da Constituição da República Portuguesa e contra os evidentes êxitos e qualidades do Serviço Nacional de Saúde, o actual governo, como os anteriores, tudo tem feito para, de forma contínua e sistemática, destruir os recursos afectos à prestação de cuidados de saúde e pôr em causa a saúde dos trabalhadores e do povo.

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publicado por António Vilarigues às 12:24
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Sexta-feira, 12 de Julho de 2013
Miguel Tiago em Penalva do Castelo

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publicado por António Vilarigues às 09:22
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Sexta-feira, 5 de Abril de 2013
O Governo e os dirigentes da ARS Centro não têm vergonha na cara?
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A Comissão de Utentes dos Serviços de Saúde de Penalva do Castelo teve conhecimento em Novembro, pela comunicação social, que a Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro ia celebrar novo contrato com o médico Ivan Colesnic para que se mantivesse como médico de família no Centro de Saúde de Penalva do Castelo.

Seria uma boa notícia a demonstrar que a luta neste caso dos penalvenses valeu e vale a pena e dá frutos para manter os direitos sociais e pela melhoria das nossas condições de vida.

Mas, ao mesmo tempo, estranhámos e repudiámos publicamente a afirmação dos dirigentes da ARS Centro de que «O clínico ficaria ausente temporariamente até que a celebração do novo contrato fosse autorizada pelo ministério [da Saúde]». A ARS, bem como o ACES Dão Lafões III, sabiam perfeitamente que o contrato terminava a 31 de Dezembro de 2012. Mas nada fizeram para ultrapassar este espaço de tempo sem médico.

Entrámos no mês de Abril e passaram mais de 3 meses e a situação não se alterou! E perguntamos, qual seria a situação se o médico em causa tivesse ficado em casa em vez de se apresentar todos os dias ao trabalho? Seriam mais de 1.500 doentes sem consulta!!! E teríamos apenas 3 (três) clínicos para mais de 8 mil utentes. Quem pagou estes meses de trabalho? A Câmara Municipal? Mas não é da sua responsabilidade e está assim a fazer o frete ao Governo e ao Ministério da Saúde.

Sobre isto a ARS Centro nada diz. A mesma ARS que em Novembro foi veloz em tentar desvalorizar e descredibilizar a reclamação e a luta da população deste concelho em defesa do normal funcionamento do seu Centro de Saúde. Por outro lado a direcção do ACES nada sabe. Mas consta, no entanto, que o contrato está para assinar desde Janeiro no Ministério das… Finanças (!!!).

Isto tudo vindo do mesmo governo e do mesmo ministro que arranjaram em menos de 24 horas 1.500.000.000€ para acudir a um banco (Banif) que valia em bolsa 500.000.000€, mas que está há mais de três meses para rubricar um contrato com um médico. Dois pesos e duas medidas: tudo para os ricos, nada para os do costume, os pobres e desfavorecidos deste país.

A saúde dos utentes do Centro de Saúde de Penalva do Castelo não pode andar ao sabor de erros de burocráticos e de gestão. É um erro os utentes estarem sem médico de família. Por isso reafirmamos que a situação só voltará à normalidade quando voltarmos a ter o mesmo número de médicos e de enfermeiros.

 Penalva do Castelo, 04 de Abril de 2013

Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde de Penalva do Castelo

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publicado por António Vilarigues às 08:40
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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012
A incrível resposta da Administração Regional de Saúde do Centro
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Ao ouvir a resposta da ARS Centro nem queria acreditar: «O clínico deverá ficar ausente temporariamente até que a celebração do novo contrato seja autorizada pelo ministério [da Saúde]».

Mas estamos a falar de quê? De papéis ou de pessoas de carne e osso, com os seus problemas de saúde? E os utentes, enquanto esperam, que se lixem!!! É essa a lógica da ARS? E as consultas já marcadas? E...

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publicado por António Vilarigues às 08:55
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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2012
Até a Saúde nos estão a roubar! Não vamos Permitir!

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Já não bastava o aumento brutal das taxas moderadoras.

Já não bastava a diminuição do apoio ao transporte de doentes.

Já não bastava a falta de médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde, no nosso Centro de Saúde.

Já não bastava o aumento do tempo de espera para cirurgias e consultas de especialidade.

Agora o Ministério da Saúde pretende retirar-nos mais um médico, o doutor Ivan Colesnic. Médico esse que presta serviço no Centro de Saúde desde 2005, há 7 anos. O pretexto é a não renovação do contrato de avença. Sem qualquer justificação.

Em 7 anos Penalva do Castelo passou de 7 para 4 médicos. Pelos vistos ainda não estão satisfeitos! Agora pretendem reduzir para 3!!!

Num contexto que vem provar, se necessário fosse, como a desculpa da «falta de médicos» (e enfermeiros) é uma rematada aldrabice.

Quantos penalvenses vão morrer fruto destas políticas criminosas que se traduzem na falta de assistência médica e na diminuição da esperança de vida?

A população de Penalva do Castelo não aguenta mais!

Vamos defender o Serviço Nacional de Saúde, única forma de garantir o acesso de todos os portugueses aos cuidados de saúde.

Vamos manifestar junto da Direcção do ACES Dão Lafões III, junto da ARS Centro, junto do Ministério da Saúde, por todas as formas, a nossa firme oposição à saída de mais um médico do Centro de Saúde.

Penalva do Castelo, 20 de Novembro de 2012

Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde de Penalva do Castelo

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Quarta-feira, 11 de Julho de 2012
Sector da saúde: Uma política irresponsável e de desprezo pelos portugueses

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Num contexto político marcado pela subserviência face às imposições da troika internacional inscritas no Pacto de Agressão, cujas consequências no plano da saúde começam a ser dramáticas para centenas de milhares de portugueses, o governo desfere aquela que pretende ser a ofensiva decisiva contra o Serviço Nacional de Saúde e o direito constitucional à saúde para os portugueses, independentemente das suas condições sócio-económicas.

A desvalorização profissional e social dos profissionais de saúde, com particular destaque para os médicos e enfermeiros, que conheceu novo desenvolvimento com o lançamento de concursos para a contratação de serviços médicos, de enfermagem e de outros profissionais, em que o critério decisivo é o valor do custo/hora mais baixo, não é apenas o resultado de uma estratégia economicista, é fundamentalmente o resultado de uma opção que visa destruir o Serviço Nacional de Saúde.

Ler Texto Integral

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Quinta-feira, 12 de Abril de 2012
A saúde é um direito – Não é um negócio!

A saúde é um direito – Não é um negócio!

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publicado por António Vilarigues às 18:05
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Do processo de destruição do Serviço Nacional de Saúde
  • Menos 60.000 cirurgias realizadas em 2011 face a 2010;

  • Alargamento das listas e aumento do tempo de espera para consultas da especialidade;

  • Aumento brutal das taxas moderadoras;

  • Cortes nos apoio ao transporte de doentes não urgentes;

  • Aumento do custo de muitos medicamentos por via de um processo de descomparticipação, nomeadamente para doentes crónicos e uma estratégia de encerramento de serviços de proximidade;

  • Mais de um milhão de portugueses sem médico e enfermeiro de família.

  • Se considerarmos o ano de 2009, ano de referência da última conta satélite publicada, as famílias portugueses pagaram em média, incluindo os seguros de saúde, 30% do total da despesa em saúde, cerca de 1266 euros/ano. Nesta altura os ingleses pagavam 10% e os franceses 7%.

  • Para as PPP na saúde, em apenas 4 hospitais - Braga; Cascais; Loures e Vila Franca -, o país assumiu encargos de cerca de 2500 milhões de euros.

  • Uma linha de favorecimento dos privados que representam já na estrutura de prestação de serviços de saúde 52% e em que os grandes grupos privados de saúde facturaram mais de mil milhões de euros em 2011.

  • Uma política de saúde que para além de altamente restritiva – o orçamento de 2012 recua a valores de 2003 - é profundamente desumanizada como acontece, por exemplo, com a saúde mental, onde a rede estatal tem apenas 13 camas por 100 000 habitantes.

  • Uma política de cortes cegos no plano orçamental, como aconteceu no último Orçamento do Estado para 2012, em que decidiram reduzir em 700 milhões de euros as transferências para o SNS.

  • Dizem que o novo cálculo para a isenção do pagamento de taxas moderadoras iria isentar cerca de 5 milhões de utentes, mas terminado o prazo dado inicialmente os pedidos de isenção apenas abrangia um pouco mais de um milhão de portugueses.

  • Passam o tempo a falar na redução do preço dos medicamentos, mas não dizem aos portugueses qual a razão porque continuam a pagar mais nas farmácias por menos medicamentos. Mais cerca de 4% em 2011 do que tinham pago em 2010.

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Sexta-feira, 6 de Abril de 2012
Penalva do Castelo: Até a saúde nos estão a roubar, não vamos permitir!

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Pelo segundo fim-de-semana seguido e pelo terceiro dia, os utentes do Centro de Saúde de Penalva do Castelo depararam-se com as portas encerradas. O pretexto invocado é o da falta de médicos.

Não houve qualquer aviso prévio, nem do ACES Dão Lafões III, nem da Administração Regional de Saúde do Centro. População e autarcas foram apanhados de surpresa.

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Distrito de Viseu (CUSPSDV), Núcleo de Penalva do Castelo, manifesta o seu mais veemente protesto e frontal oposição estes encerramentos.

Esta situação é absolutamente inadmissível e criminosa!

As únicas alternativas para os utentes são os Centros de Saúde do Sátão e de Mangualde, ou as urgências do Hospital de Viseu. Percursos entre 15 a 30 Km distantes do centro da vila e sem transportes públicos.

As verdadeiras causas deste encerramento, que vai continuar, são as políticas economicistas deste Governo. Políticas de Saúde que desprezam os cidadãos. Para os bancos há dinheiro, mas para os portugueses não.

É urgente e imperioso que os responsáveis pela manutenção deste estado de coisas assumam as suas responsabilidades. E sejam penalizados pelos seus actos.

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Distrito de Viseu (CUSPSDV), Núcleo de Penalva do Castelo, está certa e segura que a população do concelho saberá dar a resposta necessária.

Desde já comparecendo na Concentração a realizar no próximo dia 14 de Abril, em Coimbra, pelas 15h00m, na Rotunda dos Hospitais da Universidade.

Penalva do Castelo, 6 de Abril de 2012

Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Distrito de Viseu (núcleo de Penalva do Castelo)

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Quarta-feira, 31 de Agosto de 2011
Importante VITÓRIA!

Mais de duas mil assinaturas recolhidas em pouco mais de 15 dias em defesa das nossas reivindicações sobre o Centro de Saúde.

Abaixo-assinado entregue em mão a 18 de Março na maior manifestação realizada em Penalva do Castelo depois do 25 de Abril.

Plenário da população onde foi aprovada por unanimidade e aclamação uma moção reafirmando as nossas reivindicações:

  • Aumento do número de médicos;
  • Reabertura do Serviço de Atendimento Permanente;
  • Melhoria dos procedimentos.

Deslocação desta Comissão, acompanhada de outros utentes, a Coimbra à Administração Regional de Saúde do Centro.

Aí foi-nos transmitido o seguinte:

  • Os quatro clínicos assumem o atendimento dos doentes que não têm médico de família, e passam a acompanhá-los como se pertencessem ao seu próprio ficheiro de utentes;
  • Os procedimentos, nomeadamente marcação de consultas e passagem de receitas serão melhorados.

Significa isto que, fruto da nossa luta expressa no abaixo-assinado, na manifestação, no plenário e na concentração em Coimbra, obtivemos uma importante vitória. Estaremos atentos ao cumprimento integral dos compromissos assumidos. E dispostos à luta se os mesmos forem esquecidos.

Provou-se mais uma vez que: «Quem luta pode ganhar ou perder, mas quem não luta perde sempre».

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VALEU A PENA LUTAR!

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Penalva do Castelo, 29 de Agosto de 2011

Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Distrito de Viseu (núcleo de Penalva do Castelo)

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Terça-feira, 19 de Julho de 2011
Plenário/Concentração em defesa do Centro de Saúde de Penalva do Castelo

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Quarta-feira, 13 de Julho de 2011
Andam a brincar connosco e com a nossa Saúde!

Foram mais de 2 000 (duas mil) as assinaturas recolhidas no abaixo-assinado contra a falta de médicos de família e outros problemas denunciados no Centro de Saúde de Penalva do Castelo. A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Distrito de Viseu (CUSPSDV), Núcleo de Penalva do Castelo, entregou no passado dia 18, de Março a petição no Centro de Saúde, durante uma concentração com mais de 300 pessoas à porta do edifício.

À petição entregue juntou-se uma moção aprovada por unanimidade na Assembleia Municipal.

Nesse dia, em reunião com a Comissão de Utentes, o Director Executivo do ACES Dão Lafões III, Dr. José Craveiro assumiu um conjunto de compromissos para com a população do nosso concelho.

Passados quase 4 meses, verifica-se que NADA, RIGOROSAMENTE NADA, foi feito.

Esta situação é absolutamente insustentável!

É urgente e imperioso que os responsáveis pela manutenção deste estado de coisas assumam os seus compromissos. A população de Penalva do Castelo merece mais respeito e não vai continuar a permitir que brinquem com ela.

É necessário:

  1. Aumento do número de médicos;
  2. Reabertura do Serviço de Atendimento Permanente;
  3. Melhoria dos procedimentos.

Vamos TODOS decidir a resposta a dar. Na próxima SEXTA-FEIRA, dia 15 de Julho, pelas 10h00m, no salão da Junta de Freguesia da Ínsua.

COMPARECE! NÃO FALTES!

Penalva do Castelo, 8 de Junho de 2011

Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Distrito de Viseu (núcleo de Penalva do Castelo)

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Vamos TODOS participar no Plenário / Concentração da população de Penalva do Castelo

Vamos discutir e tomar medidas sobre a situação no Centro de Saúde

É já na próxima SEXTA-FEIRA, dia 15 de Julho, pelas 10h00m, no salão da Junta de Freguesia da Ínsua

COMPARECE! NÃO FALTES!

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Domingo, 20 de Março de 2011
Penalva do Castelo - Mais de 300 pessoas manifestaram-se pela melhoria dos cuidados de saúde

Foram mais de 2000 as assinaturas recolhidas no abaixo-assinado contra a falta de médicos de família e outros problemas denunciados no Centro de Saúde de Penalva do Castelo. A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Distrito de Viseu (CUSPSDV), Núcleo de Penalva do Castelo,  entregou esta sexta-feira, dia 18, a petição no Centro de Saúde, durante uma concentração com mais de 300 pessoas à porta do edifício.

À petição entregue esta sexta feira junta-se  uma moção aprovada por unanimidade na Assembleia Municipal.

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Segunda-feira, 14 de Março de 2011
Pela nossa saúde!

Excelentíssimo Sr. Presidente do ACES Dão Lafões III:

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O Centro de Saúde de Penalva do Castelo serve uma população residente de mais de 9 mil habitantes significativamente envelhecida.

Neste momento, fruto da saída de vários médicos, mais de 30 por cento da população está sem médico de família. Os actuais recusaram-se a fazer horas extraordinárias.

O horário de atendimento foi reduzido. O Serviço de Atendimento Permanente foi extinto, sendo os doentes urgentes encaminhados para o Hospital de Viseu. O que implica deslocações de, no mínimo, 30Km a, nas freguesias mais distantes, 50Km ou mais.

As queixas avolumam-se, com pessoas à espera de consulta há mais de um mês. Com medicamentos para doenças crónicas por passar, o que é insuportável e inadmissível. Com desmarcações sucessivas de consultas. Com dificuldades na obtenção de guias de transporte para tratamentos.

O que, sendo penalizador para todos os utentes, o é sobretudo para os mais idosos. O que se traduz em manifesto prejuízo para a qualidade do serviço prestado. E que é um sinal claro de abandono que vivamente repudiamos. Esta situação é insustentável.

É urgente e imperioso que Vossa Excelência mande tomar as medidas necessárias para evitar mais prejuízos para a população: Aumento do número de médicos; Reabertura do Serviço de Atendimento Permanente; Melhoria dos procedimentos. Correspondendo assim às legítimas preocupações dos utentes do Centro de Saúde de Penalva do Castelo.

Viseu 3 de Março de 2011
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Distrito de Viseu (núcleo de Penalva do Castelo)
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 Vamos TODOS entregar o abaixo-assinado sobre o Centro de Saúde de Penalva do Castelo!

É já na próxima SEXTA-FEIRA, dia 18 DE MARÇO, pelas 10h30m, em frente ao Centro de Saúde.

COMPARECE! NÃO FALTES!

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publicado por António Vilarigues às 14:14
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Quinta-feira, 8 de Abril de 2010
Leitura Obrigatória (CC)

São de leitura obrigatória os estudos de Eugénio Rosa sobre a realidade económica e social de Portugal:

«Temos recebido centenas de emails de trabalhadores a pedirem informações sobre as consequências das alterações que o governo pretende introduzir no Estatuto da Aposentação através da Lei do OE2010 e mesmo solicitando um conselho sobre o que devem fazer. Na impossibilidade de responder pessoalmente a cada trabalhador, decidimos reunir neste texto as perguntas e as duvidas mais frequentes e responder a elas. O objectivo é disponibilizar aos trabalhadores interessados uma informação que lhes permita tomar a decisão, que só cada um pode e deve tomar, mas de uma forma fundamentada. É a decisão de se aposentar ou não, portanto é uma decisão muito importante, que vai ter consequências graves na sua vida futura, e por isso não deve ser tomada nem de um forma apressada nem sem informação consistente. Também construímos uma folha de cálculo que qualquer trabalhador poderá utilizar para calcular a sua pensão da aposentação antes e depois da publicação da Lei do OE2010 , que está disponível em www.eugeniorosa.com na pasta "ULTIMO ESTUDO" com o nome "Folha de cálculo para calcular de uma forma rápida a pensão da aposentação".

No entanto, chamamos atenção para o facto de que devem procurar confirmar junto da CGA para assim terem a certeza que a nossa interpretação coincide com a da CGA, e no caso de ser diferente agradecemos que nos comuniquem para edr2@netacabo.pt , para as podermos analisar.»

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publicado por António Vilarigues às 00:06
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Segunda-feira, 10 de Agosto de 2009
A informática como instrumento de manipulação

    Como os leitores mais atentos já devem ter reparado (artigo da edição de 31 de Maio "Não há erros informáticos") o info-analfabetismo de alguns dos nossos decisores fascina-me. O mais recente episódio gira em torno da polémica entre o Tribunal de Contas e o Ministério da Saúde sobre os médicos de família.

O coordenador da Unidade de Missão de Cuidados de Saúde Primários (UMCSP), Luís Pisco, afirmou peremptoriamente que «ninguém sabe certamente quantos utentes estão sem médico de família». Ao que parece, segundo ele, não existe um registo nacional de utentes, mas sim 350 bases de dados (tantas quantos os Centros de Saúde). Também não há uma lista nacional de profissionais de saúde. 

Menos de 24 horas depois, o secretário de Estado Adjunto da Saúde, Manuel Pizarro, falava NUMA «base de dados de utentes que não permite com absoluto rigor conhecer qual é o número de utentes». E defendeu que o Tribunal de Contas tinha a obrigação de ter reparado que a soma do número de utentes era superior à própria população portuguesa. Refira-se que o número de utentes – 11,3 milhões de utentes – foi fornecido por organismos do Ministério da Saúde.

Sublinhe-se que o cartão de utente do Serviço Nacional de Saúde (SNS) foi criado em 29 de Julho de 1995 pelo decreto-lei nº 198/95. Aí se atribuiu às cinco Administrações Regionais de Saúde (ARS) existentes a responsabilidade pelas bases de dados. Mais tarde foi decidido centralizar numa única base de dados os dados do cartão de utente, processo acelerado com a criação do cartão do cidadão.

Existe uma estrutura no ministério da Saúde que deveria assegurar toda esta operacionalização: O IGIF – Instituto de Gestão Informática e Financeira da Saúde – entretanto substituído pela ACSS – Administração Central do Sistema de Saúde.

Em Março de 2008 podia-se ler no sítio na Internet da ARS de Lisboa e Vale do Tejo que a limpeza de ficheiros dos Centros de Saúde apontava para um total de entre 8,7 a 8,8 milhões de utentes inscritos. Destes 1,3 a 1,4 milhões de residentes no continente não tinham cartão de utente. Calculava-se que 600 mil pessoas, não tinham médico assistente nos Centros de Saúde.

Estes são os factos (ou os dados, para utilizar linguagem de informático). Agora as questões e responda quem souber.

Como é possível, a ser verdade, que no 30º aniversário do SNS ninguém saiba quantos utentes estão sem médico de família? Como se faz a planificação (“não se pode gerir o que não se pode quantificar”)? Na base de quê andaram durante 30 anos a dizer que havia médicos a mais e que havia que restringir o acesso às faculdades de medicina? O que fez (faz) o coordenador da UMCSP, Luís Pisco, para inverter esta situação? 

Em que ficamos: quantas bases de dados do cartão de utente existem? Uma? Cinco (tantas quantas as ARS)? Trezentas e cinquenta (tantas quantos os Centros de Saúde)? Como se processa a integração dos dados do cartão de utente no cartão do cidadão se, pelos vistos, existem utentes com mais que um cartão? Como foi possível, em menos de 17 meses, passar de 8,7 a 8,8 milhões de utentes inscritos para 11,3 milhões (mais 2,5 milhões!!!)? 

Desta vez os decisores não falaram em «erros informáticos». Já é um avanço! Mas a informática foi utilizada, mais uma vez, como instrumento de manipulação da realidade. As contradições, neste caso, são tantas que quase podemos dizer que não estamos perante simples afirmações de info-analfabetos. O grau de probabilidade de alguém nos estar a mentir é muito elevado… 

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

                                                                                                                                          

In jornal "Público" - Edição de 7 de Agosto de 2009

                                                                                           


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publicado por António Vilarigues às 00:02
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