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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Exposição 190º Aniversário do Nascimento de Marx

  1. Cartaz Apresentação

  2. Introdução

  3. Passagem para o Materialismo e o Comunismo

  4. Passagem para o Materialismo e o Comunismo

  5. Passagem para o Materialismo e o Comunismo

  6. Manifesto Partido Comunista

  7. Da Liga dos Comunistas...

  8. ... à Internacional

  9. O Capital

  10. A Comuna de Paris

  11. Lénine sobre Marx e Engels

  12. O PCP e a divulgação do Marxismo

O Manifesto - 160 anos de um documento actual

Texto de Sérgio Ribeiro

    O Manifesto do Partido Comunista é «dos mais significativos documentos programáticos do comunismo fundado em bases científicas, que contém uma exposição coerente das bases da grande doutrina de Marx e Engels.». Este tributo nos 160 anos da sua apresentação confina-se a bordejar dois temas, após uma observação geral introdutória.


Observação introdutória

Ler o Manifesto é rever «matéria dada», encontrando sempre algo novo que ajuda a entender o que se passa hoje e aqui, e dá «armas» para a resposta a situações que se confrontam. Sublinhe-se que tal não acontece por conter «receitas», «fatos feitos» para os factos. Entre as suas virtudes, avisa que é documento que «satisfaz uma encomenda» e cumpre a tarefa de redigir, para publicação, um «programa teórico e prático pormenorizado do Partido» (prefácio à edição alemã de 1872).
                                                    
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Anotações acerca do materialismo histórico

Texto de Eduardo Chitas

    Na convicção de que é possível expor abreviadamente o que não é simples nem breve, apresento a seguir um conjunto limitado de questões e temas marcantes do âmbito do materialismo histórico, ou concepção materialista da história.

Leia-se, contudo, neste mesmo número de «O Militante», o passo de Engels sobre o que «o filisteu entende por materialismo», tanto mais que hoje, como há cento e vinte anos (esse texto data de 1888), não pouca gente continua activamente interessada na difamação do materialismo e do seu significado.
1. Em filosofia, em ciência (e, por extensão, na esfera ideológica em geral), o materialismo constitui desde há milhares de anos uma das duas linhas fundamentais do pensamento humano. A outra, como se sabe, é constituída pelo idealismo. Embora com variantes, com diversos nomes e até com disfarces ao longo do tempo, admite-se que o materialismo, como maneira filosófica de pensar, só recebeu o seu nome actual na Inglaterra da segunda metade do século XVII, em meio cultural adverso, entre os platónicos de Cambridge. Estes combatiam, em parte, o racionalismo de Descartes e, principalmente, o grande materialista inglês Thomas Hobbes. Desde então, a palavra e o conceito entraram rapidamente na circulação internacional e alargaram-se à luta entre concepções do mundo até aos nossos dias.

                                             

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Manifesto do Partido Comunista - O marxismo e o movimento operário português

Texto de Domingos Abrantes

   O Manifesto do Partido Comunista de Marx e Engels, escrito por incumbência do II Congresso da Liga dos Comunistas – a primeira organização internacional dos trabalhadores –, tornou-se no primeiro documento programático do movimento operário revolucionário, no qual foram expostos os princípios fundamentais do socialismo científico e desenvolvidos os objectivos e a táctica da luta pela transformação do mundo, princípios para a elaboração dos quais Marx deu contribuição determinante.

O Manifesto produziu uma autêntica revolução no pensamento socialista, marcando a passagem da fase do socialismo utópico para o socialismo científico.
Com a demonstração de que a classe operária, formada historicamente pelo desenvolvimento capitalista, não era apenas uma classe sofredora, esmagada pela exploração, mas que se tornara na força motora da luta pela construção da nova sociedade liberta da exploração do homem pelo homem – Lénine considerou a clarificação do papel do proletariado como criador da sociedade socialista como o mais importante na doutrina de Marx – deu-se início ao grande movimento revolucionário – o movimento comunista – que não se limitou só a anunciar ao mundo os seus objectivos, mas traçou o caminho para os alcançar. A fusão entre a teoria e a prática torna-se uma peculiaridade dos autores do Manifesto e da teoria marxista.
(sublinhados meus)
                                                                                    
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Actualidade do Manifesto

Texto de José Barata Moura

     1. Introdução

O Manifesto do Partido Comunista foi publicado pela primeira vez em Londres na segunda metade de Fevereiro de 1848, sob os auspícios de uma associação cultural operária que funcionava na órbita da Liga dos Comunistas.

Com toda a probabilidade, Marx foi o redactor do escrito. No entanto, em termos substanciais, trata-se de uma obra conjunta de Marx e de Engels, que vinha a ser pensada e preparada desde 1847.

Não estamos perante um desabafo de almas inquietas com o curso do mundo, nem perante um protesto de indignação moral, nem perante uma rebuscada congeminação de gabinete.
Trata-se de um texto, apoiado, de clarificação estratégica, de consolidação doutrinária de uma plataforma de forças combativas, em suma, trata-se de um instrumento em que a compreensão do passado e o debate crítico do presente se abrem a uma necessária perspectiva de luta que os vincula a um futuro (que é também afazer) de realização.

(sublinhados meus)

                                      
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Karl Marx

    Nunca é demais insistir na célebre máxima de Lénine, «sem teoria revolucionária não há movimento revolucionário». Haverá «movimento» sem dúvida, porque essa é essência da vida e das sociedades. Haverá resistência, indignação, protesto, revolta. Haverá sonho, aspiração, utopia.

Haverá espontaneidade generosa e heróica mas inconsequente. Haverá avanços temporários e reformas mas sem pôr em causa o sistema, sem erradicar as raízes da exploração, da opressão e da guerra. E luta de classes haverá sempre. O que não haverá é movimento consciente apontado à transformação revolucionária da sociedade.
Como órgão do PCP, partido cuja teoria inspiradora foi fundada por Marx, O Militante não podia deixar de assinalar o 190.º aniversário do nascimento de Marx e o 160.º aniversário do Manifesto do Partido Comunista, «este pequeno livrinho – que no dizer de Léninevale por tomos inteiros: ele inspira e anima o proletariado organizado e combatente do mundo civilizado».
Com a publicação de um destacável sobre Marx, desdobrado pelas suas edições de Maio e Julho, O Militante procura estimular o estudo de uma obra que, desvendando as leis do desenvolvimento histórico e fundamentando o papel do proletariado como coveiro do capitalismo, deu fundamento científico à luta e ao projecto dos comunistas.
Em tempos de violenta (contra)ofensiva do capital contra os trabalhadores e contra os povos, quando ao movimento comunista e revolucionário está imposta uma batalha de vida ou de morte no plano das ideias, mais importante se torna evocar a vida e a obra do genial fundador (com Engels) do comunismo científico e mostrar que, apesar das extraordinárias mudanças que o mundo conheceu, os princípios e as teses centrais do Manifesto mantêm uma impressionante actualidade, 160 anos depois.
(sublinhados meus)

                                              

In revista "O Militante" nº 294 - Edição Maio/Junho 2008

                               

Apontamentos sobre a «Actualidade do Manifesto»

Texto de José Barata Moura

    «Não estamos perante um desabafo de almas inquietas com o curso do mundo, nem perante um protesto de indignação moral, nem perante uma rebuscada congeminação de gabinete. Trata-se de um texto, apoiado, de clarificação estratégica, de consolidação doutrinária de uma plataforma de forças combativas, em suma, trata-se de um instrumento em que a compreensão do passado e o debate crítico do presente se abrem a uma necessária perspectiva de luta que os vínculos a um futuro de realização.
O Manifesto começou por ser actual, e actuante, porque foi capaz de surpreender dinâmicas sociais profundas que trabalhavam o tempo em que foi composto. Fala de um modo estruturante de produzir e de reproduzir o viver económico e social que, transformadamente, persiste na sua matriz e lógicas fundamentais – e para cujas contradições e assimetrias, crises e misérias importa preparar, e lutar por estabelecer, uma base de sustentação nova, nas condições e à altura das exigência do tempo, que, removendo e superando a exigência, recoloque a humanidade em caminho de desenvolvimento qualificante.
O Manifesto põe nuclearmente em evidência a dimensão da luta de classes na modelação do acontecer histórico, e das grandes transformações que presidem à sua organização.
Esta dinâmica de luta é particularmente perceptível nos momentos de confrontação social aguda e de revolucionamento – que, por exemplo, conhecemos, em Portugal, durante o fascismo e com o 25 de Abril. Mas ela não deixa de estar presente, e actuante, nas formas que lhe são apropriadas, ao longo dos segmentos do processo histórico – mesmo se marcadas por modalidades diferenciadas de “contra-revolução”, de pretensa “estabilização democrática”, ou de espicaçado afã regressivo a receituários liberalistas crus.»

                                                   

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Nos 160 anos do Manifesto do Partido Comunista: 10 teses actuais

    «Em 1848, dois dos mais destacados dirigentes da Liga dos Comunistas – Marx e Engels – iriam redigir um documento programático que iria marcar para sempre todo o movimento dos trabalhadores e das organizações socialistas e comunistas: o Manifesto do Partido Comunista. Passados 160 anos a teoria marxista continua a ser o mais valioso instrumento teórico-político que os trabalhadores e as classes populares têm ao seu dispor para fazer frente ao domínio do capital. Assim, com este artigo procurar-se-á chamar a atenção para uma série de ensinamentos do Manifesto que mantêm uma actualidade e um vigor a (re)lembrar e a incorporar na luta quotidiana dos comunistas e dos revolucionários

                              

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