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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Mais uma subversão. Mais um grande negócio. A revisão constitucional do PSD

«Despartidarizar a Administração, desgovernamentalizar o País e desestatizar a sociedade» eis o projecto que o novo líder do PSD, vulgarmente conhecido pelo Rapaz do Ângelo, proclamou solenemente no último congresso do seu partido. «Temos de mexer na Constituição» afirmou Passos Coelho, porque segundo ele «o Estado não tem de ter negócios».

Quem afirma isto é um ex-administrador da Fomentinvest, participada em 15% pelo Grupo BES, a cujos quadros havia pertencido o antigo ministro da economia do PS, Manuel Pinho, grupo que, em tempos, havia apoiado a ida de um ex-líder do PSD, Durão Barroso, aos Estados Unidos a fim de tirar uma pós-graduação.

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O carro e os cornos

     «Mal o conhecia e conheço. Apenas por leituras apressadas de historietas sobre o seu comportamento atípico. Cinco dias depois, respondendo a uma falsidade que lhe era imputada por um deputado comunista, lá tornou a ser atípico, e no calor da discussão enviou-lhe um par de cornos. Fez mal. Os cornos não se enviam daquela maneira. Não sei se a Assembleia da República celebrou o contributo de Portugal para este esforço mundial, que vai dos Estados Unidos à China, para a diminuição das emissões do dióxido de carbono. Mas celebrou com forte chiadeira o par de cornos. Está certo. Conclui-se que os nossos deputados sabem muito, e ofendem-se com razão, de cornos e encornanços e pouco lhes interessa a revolução ambiental que vai modificar o País. Um dia, quando a sensatez chegar, quando a nossa frota automóvel estiver pejada de carros eléctricos sem ruído e sem emitir gases tóxicos, saber-se-á que foi um senhor chamado Manuel Pinho, o grande propulsor da nova era. Despedido com justa causa porque enviou um par de cornos a uma criatura qualquer.»

In jornal "Correio da Manhã" - Edição de 5 de Julho de 2008

                                                                                                                                                 

Mais um ex-marxista-leninista (há muitos, muitos, anos) a «explicar» porque deixou de o ser...

                                                                                                                            

Foi você que exigiu um pedido de desculpas?

    Umas vezes, uns exigem um pedido de desculpas a quem não tem culpa e outros fazem acusações graves e infundadas:

    Outras vezes, uns desatam a pedir desculpas (o que mostra que são bem educados...) e outros exigem pedidos de desculpas por um gesto que não lhes era dirigido:

    

Os portugueses não querem estes espectáculos mediáticos.

Os portugueses já não querem desculpas. Os portugueses querem uma mudança de políticas!

 

A mudança é possível porque é necessária. Com a CDU.

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

Gesto inqualificável de um Governo desorientado

   

 

A atitude exibida pelo Ministro Manuel Pinho durante o debate sobre o Estado da Nação, com um gesto que o qualifica enquanto pessoa, é sobretudo demonstrativa da desorientação do Governo e reveladora do incómodo que a firme e determinada oposição que o PCP provoca no PS.

Este gesto, a todos os títulos inaceitável, não pode contudo desviar as atenções do país sobre as matérias que estiveram em debate na Assembleia da República e da necessidade de interromper o penoso ciclo da política de direita que está na origem da crise, do desemprego, dos baixos salários, das injustiças e da corrupção que marcam a vida nacional.

 

O cheque que fez cair Manuel Pinho
Foi o questionamento do PCP em 26 de Fevereiro de 2009 que esteve na origem da demissão que hoje se verificou do Ministro da Economia

 

Adenda às 14h45m:

 

Lista dos participantes na reunião de 2009 do Grupo de Bilderberg

     Lista dos participantes na reunião de 2009 do Grupo de Bilderberg (e AQUI).

14 a 17 de Maio de 2009, Astir Palace, em Atenas, Grécia

                                                

Leitura Obrigatória (LXXXIII)

    São de leitura obrigatória os estudos de Eugénio Rosa sobre a realidade económica e social de Portugal:

                       

                          

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