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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Kamov, um poço sem fundo...

Avião C-130H

Importaria saber o porquê de a Força Aérea, a partir dos anos 90, ter deixado de operar no combate aos fogos florestais!

 

«A aquisição e a gestão dos meios aéreos destinados ao apoio no combate aos incêndios têm-se mostrado um poço sem fundo de problemas, envolto numa nebulosa que tarda em nos mostrar a verdadeira realidade de todo este problema.

(...)

É tempo de se fazer contas, de se gerir convenientemente o dinheiro dos contribuintes e, antes de comprarem ou alugarem meios aéreos, ponderar a aquisição desses meios para que a FAP os possa gerir, criando sinergias e poupanças ao nível da manutenção das aeronaves e da formação de pilotos.»

 

Mais um crime!

E, como a esperança é a última coisa a morrer, talvez um dia venhamos a saber quem são os verdadeiros responsáveis por tudo isto e quais foram os custos.

 

Diagnóstico de um desastre anunciado: O Pavilhão Multiusos

Pavilhão Multiusos LamegoPassados sete anos sobre a aprovação do projecto de construção do Pavilhão Multiusos, este continua a não estar em condições de utilização, tais são as deficiências de construção e deterioração de várias zonas e materiais.

Não pode constituir justificativo para os sucessivos desastres, as características de um terreno, anteriormente dedicado ao cultivo e situado junto a uma ribeira. Impunha-se previamente, como em qualquer outra obra, um competente estudo das condições geológicas. Há muito que a construção de grandes edifícios sobre solos pantanosos deixou de constituir uma impossibilidade. Pelo menos desde 1893, com as soluções utilizadas em Chicago. Não podemos esquecer a Baixa Pombalina na cidade de Lisboa, e muito menos a sua estação de metropolitano dos Restauradores, que flutuam sobre um imenso lençol de água. Só uma terrível incúria ou uma grande incompetência podem ter motivado o “afundamento” das estruturas. A verdade é que este projecto devorador de verbas e comprometedor dos recursos camarários para longos anos, arrisca-se a ser velho quando tiver licença de utilização.

Ler texto integral

 

Privados são 53 vezes (!!!) mais caros

Estradas_de Portugal.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O secretário de Estado dos Transportes admitiu que a manutenção das estradas fica muito mais barata sendo feita pelo Estado do que nos contratos das parcerias público-privadas.

Em declarações à Lusa, dia 15, em Almada, Sérgio Monteiro referiu o caso da parceria do Baixo Tejo, que previa um custo de 160 mil euros por ano por quilómetro, revelando que a Estradas de Portugal faz o mesmo trabalho por apenas três mil euros, uma diferença de 53 vezes.

Nas PPP, as grandes reparações estavam previstas para intervalos entre oito e dez anos. Ora, segundo os dados estatísticos da Estradas de Portugal, relativos a mais de dez mil quilómetros de rede, as grandes reparações são feitas com intervalos que rondam os 18 anos. Isto significa que, «por cada intervalo de 18 anos, o Estado pagava duas grandes reparações», quando uma seria suficiente.

 

Estamos esclarecidos...

 

Os negócios em torno do reequipamento militar

    Na sequência do escandaloso negócio da aquisição dos helicópteros EH101 à Augusta-Westland não contemplar a sua manutenção e face à recente assinatura do contrato entre o Governo e a mesma empresa para a manutenção dos referidos helicópteros, o PCP:

1. Denuncia o facto de, ao contrário do que se procura fazer crer, a assinatura deste contrato de manutenção não ter contrapartidas (as contrapartidas, que aliás não estão a ser cumpridas, resultam do contrato de aquisição) e os custos, na ordem dos 15 milhões de euros/ano, serem superiores ao que tem sido divulgado. Aliás, seria interessante saber quais seriam os custos se a Força Aérea tivesse sido envolvida no processo de manutenção, que tem vindo a fazer e para o qual revelou ter competência técnica.

2. Exige do Governo esclarecimentos quanto ao concreto das contrapartidas e também pelo facto de não terem sido accionados os mecanismos para que o Estado fosse ressarcido, pela Augusta-Westland, dos prejuízos causados em função da inoperacionalidade, quase total, da milionária frota dos EH101, bem como dos custos da reactivação dos helicópteros PUMA, que nesta altura já deverão rondar os 200 milhões de euros.

    3. Alerta para o facto de estar em marcha mais um escandaloso negócio com os submarinos, mais um contrato de aquisição que também não contempla a manutenção. Aliás, é tempo do Governo clarificar detalhadamente qual é a real situação dos submarinos e como se efectuará o seu pagamento: pelo sistema leasing, privilegiando os lucros da banca e penalizando enormemente o erário público ou se opta por outro sistema? Existem ou não contrapartidas e quais são? Quanto vai custar a sua manutenção e qual o valor desse contrato? Neste caso, importa ainda chamar a atenção para o facto de as actuais infraestruturas de manutenção de submarinos do Alfeite (docas seca e flutuante) não terem condições para as novas unidades e exigirem ainda mais investimentos. Importará, portanto, que se saiba qual o valor global dos investimentos a realizar no Alfeite.

O PCP regista ainda que a política de contenção do Governo só se aplica afinal nalguns sectores designadamente em áreas sociais como a saúde e a educação, mas também nos salários, pensões e reformas, deixando à solta os chorudos negócios do reequipamento militar que, embora remontem ao tempo de Paulo Portas e dos governos PSD/PP, contam com o apoio e cobertura do governo PS.

(sublinhados meus)

In Nota do Gabinete de Imprensa do Partido Comunista Português

                                                                               

No Penalva o objectivo é a manutenção

Texto de Gil Peres

        O Sport Clube Penalva do Castelo prepara a nova época sem grandes sobressaltos.
Mantem-se no clube a estabilidade ao nível da equipa técnica, liderada por Carlos Agostinho, com Paulo Correia como adjunto e preparador físico, estando também garantida a "espinha dorsal" da equipa que na época passada, que alcançou o feito de disputar a fase da Promoção, tendo garantido a manutenção na II Divisão Nacional. Deverá, tudo indica nesse sentido, ser mesmo a única formação do distrito que vai em 2008/2009, competir nessa divisão (falta a homologação dos campeonatos para saber se o Nelas desce, ou não, à III divisão).
Mesmo tendo perdido João Aurélio, promissor jogador que despontou no Penalva, e que lhe valeu a chamada à selecção sub-20, e um contrato com o Nacional da Madeira da I Liga, o Penalva conseguiu manter os principais jogadores, tendo já reforçado o plantel com um misto de experiência e juventude, precavendo um campeonato que, na última época, mostrou que pode ser ingrato e penalizar os mais "distraídos".
Além de João Aurélio, são saídas confirmadas, as de Tó, Sanussi, Ruben, Alex, Sérgio, Marco e Leandro, tendo a equipa sido reforçada com nove jogadores, aos quais se juntam ainda mais dois ex-juniores. "São 12 jogadores sub-21 anos no plantel", adianta o técnico Carlos Agostinho, consciente que vai ter muito que trabalhar. A inexperiência é condicionante numa equipa de futebol, mas o Penalva soube também reforçar-se com jogadores que, pela experiência que têm, podem equilibrar a equipa. Rodrigo e Élio, ex-Sátão, ou o internacional camaronês Beaud, contratado ao Académico de Viseu, são jogadores com algum traquejo no futebol.
Quanto a objectivos, Carlos Agostinho não tem dúvidas: "Manutenção e nada mais, até porque, mais uma vez, vamos reduzir o orçamento do clube".
PENALVA DO CASTELO 2008/2009

Guarda-redes: Nuno, Bruno (ex-junior), Nuno Morais (ex-Ginásio Figueirense),
Defesas: Gamarra, Rogério, Vítor Hugo, Carvalinho, Joanico (ex-Académica de Coimbra) e Élio (ex-Sátão),
Médios: Pote, Penetra, Egipto, Tomé, Beaud (ex- Ac. Viseu), Mário Pedro (ex-Social Lamas), Gonçalo (ex-Nacional da Madeira), Bruno (ex-Repesenses), e Pemji (ex-junior)
Avançados: Paulo Listra, Tó-Jó, Belo, André Barra (ex-Ac. Viseu) e Rodrigo (ex-Sátão)
                  

In "Jornal do Centro" - Edição de 27 de Junho de 2008

                                    

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