TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Terça-feira, 13 de Março de 2018
Estava a URSS preparada para a guerra?

Soldado Bandeira URSS Reichstag Berlin 1945

Serguei Matvéievitch Chtemenko (1907-1976), membro do PCUS desde 1930, ano em que conclui a Escola Militar de Artilharia de Sebastopol.

Exerce funções no Estado-Maior General desde 1940, tornando-se chefe da Direcção de Operações em 1943.

Em Novembro desse ano acompanha Stáline à conferência de Teerão.

No Verão de 1944 coordena as acções das diferentes frentes.

Após a guerra torna-se chefe do Estado-Maior General, primeiro vice-ministro da Defesa da URSS (1950-1952) e candidato do CC (1952-1957).

Em 1968 é nomeado chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Unificadas dos Estados Signatários do Pacto de Varsóvia.

O texto é um extracto do livro O Estado-Maior General nos Anos da Guerra, em dois volumes, que teve duas edições (1968 e 1975), no qual Chtemenko reúne as suas memórias sobre aquele período.

 


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publicado por António Vilarigues às 20:05
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Domingo, 30 de Outubro de 2016
Marinheiros insubmissos

Revolta marinheiros 1936-09-08

A história do movimento comunista está repleta de derrotas cujo exemplo e ensinamentos se constituíram como sementes de novos combates, vitoriosos.

Nos seus 95 anos de história, cerca de metade dos quais na situação de clandestinidade imposta pelo fascismo, o PCP conta com vários destes casos.

 

A revolta dos marinheiros de 8 de Setembro de 1936 é um deles: não venceu – e na verdade não podia ter vencido – mas o exemplo de heroísmo e generosidade dos jovens marinheiros cavou fundo na consciência de várias gerações de militantes comunistas e resistentes antifascistas. Ao mesmo tempo, a avaliação dos erros cometidos (que a direcção do PCP previra ainda antes da revolta, cuja eclosão procurou desencorajar por não estar enquadrada num amplo movimento de massas) permitiu ao Partido acumular experiência, factor indispensável ao seu desenvolvimento enquanto força política revolucionária.

Para compreender a origem da revolta e os motivos dos seus protagonistas é preciso compreender o panorama nacional e internacional que então se vivia e ter presente o prestígio de que o Partido gozava entre os marinheiros e os esforços da ditadura para lhe pôr fim: na sequência da reorganização do Partido iniciada em 1929 sob direcção de Bento Gonçalves foi criada três anos depois a Organização Revolucionária da Armada (ORA), que congregava as diferentes células do PCP na Marinha de Guerra e editava O Marinheiro Vermelho, órgão partidário clandestino de grande tiragem cuja influência se estendia a muitas embarcações militares – e muito para além delas. Rapidamente a ORA se tornaria na maior organização do Partido, chegando a ter perto de 20 por cento do total de militantes comunistas.

Ler texto integral

 


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Sexta-feira, 10 de Junho de 2016
Comandante Ramiro Correia

ACR Ramiro Correia

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Domingo, 13 de Dezembro de 2015
Pedro Lauret: «A Marinha de Guerra Portuguesa – do Fim da II Guerra Mundial ao 25 de Abril de 1974»

ACR Marinha Guerra Pt

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publicado por António Vilarigues às 18:25
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Terça-feira, 13 de Agosto de 2013
A acção do Governo na área da Defesa Nacional e Forças Armadas

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O PCP considera que a Defesa Nacional, mais do que os cortes cegos e a desgastante política de reestruturação permanente a que os governos do PS e do PSD/CDS têm sujeitado as Forças Armadas e os militares nestes últimos anos, necessita de um pensamento estratégico subordinado ao interesse nacional, que projecte o necessário redimensionamento e racionalização da estrutura militar num quadro de evolução progressiva, sem sobressaltos no plano funcional e operacional, sem cortes geracionais abruptos no que respeita ao enquadramento legal da Condição Militar. Portugal não pode continuar sujeito aos calendários políticos das grandes potências da NATO e de outras agências a ela ligadas directa ou indirectamente.

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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2013
Forças Armadas: a matriz da troika e não do interesse nacional

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A reestruturação e o redimensionamento sérios das Forças Armadas estão mais uma vez adiados, face à política de cortes, mais ou menos cegos, com que a área da Defesa Nacional e das Forças Armadas está a ser confrontada. Como sempre afirmámos, não há reestruturações sérias se não forem respeitados dois pressupostos:

  • não partir da definição de um montante financeiro a cortar, para a análise da realidade e das necessidades;

  • a necessidade de envolver as estruturas existentes da Instituição nesse processo.

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Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010
O terrorismo cubano...

Pedro Méndez Suárez,Rebelión de 18 de Agosto

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Tio Sam: TERRORISTA!

Cubano: Será pelo terror que vocês têm à nossa independência?!

Publicado neste blog:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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publicado por António Vilarigues às 12:08
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Domingo, 15 de Agosto de 2010
A marinha dos EUA e a Costa Rica

Pedro Méndez Suárez, Rebelión de 9 de Agosto

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- Dizem que vieram consumir... perdão... combater a droga...

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«Ângelo Alves manifestou ainda a «extrema preocupação» com que o PCP acompanha os diversos focos de tensão que caracterizam a actual situação internacional. Que, lembrou, «são indissociáveis da política de ingerência e militarismo dos EUA e da NATO».

 

Entre eles, o dirigente comunista destacou, «no Extremo Oriente, as recentes manobras militares sul-coreanas e dos EUA nos mares Amarelo e do Japão»; na América Latina, as «provocações à Venezuela, a reactivação da IV Esquadra dos EUA, a instalação de inúmeras bases militares norte-americanas na Colômbia e outros países da região e as ocupações militares de facto do Haiti e da Costa Rica e o golpe de Estado nas Honduras»; e, no Médio Oriente, as «provocações israelitas na linha azul entre o Líbano e Israel», a política de terrorismo de Estado de Israel contra o povo palestiniano ou contra aqueles que com ele se solidarizam e a «extremamente perigosa» escalada contra o Irão a pretexto do alegado perigo nuclear.»

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«Foi ainda desse «sacrifício» que nasceu há 50 anos o criminoso bloqueio a Cuba e, há um ano, o golpe fascista nas Honduras e, mais recentemente, a ocupação da Costa Rica e as sucessivas provocações contra os povos que na América Latina decidiram ser donos do seu próprio destino. E por aí fora, numa sucessão de «sacrifícios» que deixa atrás de si um rasto de destruição e morte – a barbárie.»

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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publicado por António Vilarigues às 12:01
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Sábado, 14 de Agosto de 2010
A marinha dos EUA e os povos do Caribe

Pedro Méndez Suárez, Rebelión de 9 de Agosto

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- Impressionados? Não me parece... Senhor Presidente!

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Para Ler:

Publicado neste blog:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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publicado por António Vilarigues às 12:10
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Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010
Submarinos e Defesa Nacional

     Portugal tem a 3.ª maior Zona Económica Exclusiva da UE e a 11.ª no mundo tendo apresentado recentemente o seu alargamento para mais 1,2 milhões de km2 .

Como é óbvio tamanha imensidão necessita de patrulhamento aéreo e naval, a fim de preservar as nossas águas de predadores de outros países o que só pode ser feito através de navios da Marinha, os quais, com mais de quarenta anos e com limitações orçamentais que afectam a sua operacionalidade – como tem sido várias vezes denunciado por profissionais da Marinha – se revelam incapazes de cumprir com eficácia.

O bom senso e a defesa dos interesses nacionais impunham que se apetrechasse a Marinha com os meios necessários e nada foi feito; fizeram ouvidos de mercador.

(sublinhados meus)

                                  


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publicado por António Vilarigues às 12:09
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Segunda-feira, 31 de Março de 2008
As Forças Armadas e a Defesa Nacional

    O PCP considera que a reforma da política de defesa e das Forças Armadas anunciada pelo Governo representa o prosseguimento das medidas de padronização das nossas Forças Armadas com o modelo que predomina no quadro da NATO, assente numa cada vez mais estrita concepção do seu emprego em missões externas e aprofundando a sua governamentalização, com o reforço das competências do Ministério da Defesa em detrimento do papel dos diferentes Ramos e sublinha a exigência de umas Forças Armadas alicerçadas nos princípios e valores constitucionais, dignificadas e valorizadas.

              

Ler Texto Integral

                       


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publicado por António Vilarigues às 17:54
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