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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Os «presos políticos»

A decisão do Estado cubano de libertar cidadãos julgados, condenados e presos em Cuba teve uma grande visibilidade mediática. Mas, em vez da verdade, foram as mentiras, a ocultação de factos e as acusações gratuitas contra Cuba que marcaram o tom das notícias veiculadas pelos media dominantes. Mais uma vez, como em tantas outras, o que se pôde ler nos jornais europeus tem muito pouco de notícia e muito de operação de desinformação e intoxicação ideológica.

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Cuba – a verdade dos factos

     Alguns dos que até ao momento da sua morte nem sequer sabiam da existência de Orlando Tamayo elegem-no agora como «mártir» da «luta pela democracia». Para tal ocultam convenientemente que as condenações de Orlando Tamayo nada tiveram a ver com questões políticas. Ocultam que Tamayo era um cidadão julgado e condenado desde 1993 por sucessivos crimes previstos na Lei e na Constituição do seu País como os de violação de domicílio, de agressão grave, de posse de arma, de burla, alteração da ordem e desordem pública. Ocultam que Tamayo foi libertado sob fiança em Março de 2003 e que foi novamente preso após reincidência e que nem a lista dos chamados «presos políticos», elaborada em 2003 pela então Comissão de Direitos Humanos da ONU como elemento de ataque contra Cuba, incluía o seu nome. Orlando Tamayo não era um preso político, reivindicou para si essa condição em função da acumulação de penas, e os grupúsculos da chamada «oposição» cubana viram na instrumentalização dessa sua opção uma oportunidade para recuperar da sua descredibilização, avançando com medidas como a da canalização de verbas da fundação cubano-americana para a sua família.

                                                                                                          

Levantem o bloqueio e veremos para onde vai Cuba

    Recentemente indicado como representante diplomático de Cuba em Portugal, Eduardo Lerner concedeu uma entrevista ao Avante! na qual falou dos laços solidários entre os dois povos e da actualidade na ilha socialista e na América Latina.

                                    

Não seria melhor aplicar-lhe a eutanásia?

Ver neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

O bloqueio a Cuba e os efeitos da lei Helms-Burton

In El Bloqueo

- Sim, sabemos que este açúcar é brasileiro mas detectámos que as limas com que afiaram os machetes que cortaram a cana que o produziu contêm 1% de níquel cubano!... Por isso aplicaremos a lei Helms-Burton, okey?

Para Ler:

Ver neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

O bloqueio e o roubo das marcas e patentes cubanas

In El Bloqueo

- Não pensas participar no assalto ao banco?

- Lamento, mas agora estou num negócio do governo, dedico-me ao roubo de marcas e patentes cubanas!

Para Ler:

Ver neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

O bloqueio dos charutos cubanos, a saúde nos EUA e o F.B.I.

In El Bloqueo

- Você padece de um enfisema pulmonar, mas não é para agora entrar em pânico!

- Isso é o que você pensa! E se o F.B.I. descobre que eu obtive-o fumando puros cubanos? Hã?

Ver neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

O bloqueio do rum cubano e os acidentes nos EUA

In El Bloqueo

- Mas não fique assim, homem! Por conduzir bêbado vão aplicar-lhe uma boa multa, mas não deve passar disso!

- Quando descobrirem que apanhei a bebedeira encharcando-me com rum cubano, tenho a certeza de que vão ficar raivosos, buaaaaa!

Ver neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     

É impossível bloquear a dignidade cubana

In El Bloqueo

Senhor presidente, bloqueámos a economia, as finanças e o comércio a Cuba, mas temo que seja impossível fazer o mesmo com a dignidade cubana!

Ver neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

O paradoxo EUA/Cuba

In El Bloqueo

Que paradoxo! A nossa «grande democracia» bloqueia-lhe o acesso à Universidade por ser pobre, e Cuba, bloqueada, oferece-lhe a possibilidade de ser médico!

Ver neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

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