Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2016

A Crise do Sistema Capitalista: os números de Portugal (45)

Zé Povinho1

Portugueses têm falta de dinheiro

  • Mais de metade dos consumidores portugueses (51%) afirma que não paga as facturas dentro do prazo por falta de dinheiro.

  • De acordo com um estudo da consultora Intrum Justitia, divulgado dia 24 de Novembro, quase um terço dos inquiridos considera que «não tem dinheiro suficiente para ter uma vida digna».

  • O inquérito, que abrangeu 21 317 pessoas de 21 países europeus, dos quais 1010 portugueses, revelou ainda que 58 por cento dos cidadãos lusos não conseguem poupar dinheiro todos os meses, e 46 por cento acreditam que terão de ajudar financeiramente os seus filhos, mesmo quando estes saírem de casa.

  • As dificuldades financeiras levam muitos a pensar na emigração, embora o número daqueles que ponderam sair do País (17%), tenha diminuído fortemente em comparação com o ano passado (40%).

 

Procura insuficiente inquieta PME

  • Uma em cada três pequenas e médias empresas portuguesas (PME) identifica como principais riscos para o seu negócio a falta de procura e o excesso de «stocks», indica o estudo «Zurich PME: Riscos e Oportunidades em 2016», divulgado dia 24 de Novembro.

  • O inquérito, realizado pela GFK recolheu resultados semelhantes junto das PME espanholas (42%), suíças (39%), austríacas (38%) e italianas (36%).

  • Em Portugal foram inquiridas 200 empresas representativas, que empregam até 250 trabalhadores a tempo inteiro, através de entrevistas telefónicas a responsáveis pela gestão.

  • O elevado nível de concorrência ou os preços sujeitos a «dumping» constituem a segunda maior preocupação dos pequenos e médios empresários portugueses.

 

Investimento em I&D abaixo da média da UE

  • O investimento de Portugal em Investigação e Desenvolvimento (I&D) quase duplicou na última década em relação ao Produto Interno Bruto, passando de 0,76 por cento do PIB (1201 milhões de euros), em 2005, para 1,28 por cento (2289 milhões de euros), em 2015.

  • Apesar da evolução, Portugal continua muito abaixo da média europeia que é actualmente de 2,03 por cento do PIB, segundo dados do Eurostat, divulgados dia 30 de Novembro.

  • No topo da lista estão a Suécia (3,26%), a Áustria (3,07%) e a Dinamarca (3,03%), seguindo-se a Finlândia (2,9%), a Alemanha (2,87%), a Bélgica (2,45%), a França (2,23%), a Eslovénia (2,21%) e a Holanda (2,01%).

  • Em Portugal, o sector das empresas foi responsável por 47 por cento dos investimentos, logo seguido pelo Ensino Superior (46%), a administração pública (6%) e as organizações privadas sem fins lucrativos (1%).

 

Milionários são 0,6% da população

  • O número de portugueses cujo património é superior a um milhão de dólares (942 mil euros) representa uma ínfima parte da população. Ao todo são 54 mil, ou seja, 0,6 por cento dos 8,6 milhões de adultos.

  • Segundo o «Global Wealth Report» do Credit Suiss, divulgado dia 22 de Novembro, as grandes fortunas em Portugal superiores a 50 milhões de dólares (47 milhões de euros) estão nas mãos de apenas 209 pessoas e apenas três indivíduos concentram riqueza superior a mil milhões de dólares (942 milhões de euros).

  • Do lado oposto estão 84 por cento dos portugueses, cujo património é inferior a 100 mil dólares (94,2 mil euros).

  • Quase um terço (28,7%) fica abaixo dos dez mil dólares (9,42 mil euros).

 

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Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2016

Um por cento dos adultos possui 51% da riqueza mundial

csuisse_2016_1

 

Um por cento dos adultos do mundo possui 51% de toda a riqueza mundial, ao passo que a metade dos adultos da base possui apenas 1%. Na verdade, os 10% dos adultos do topo possuem 89% de toda a riqueza mundial! Este é o novo número obtido para 2016 pelo relatório anual sobre a riqueza global do Credit Suisse . A cada ano o Credit Suisse apresenta este relatório, assinado pelo Professor Tony Shorrocks, James Davies e Rodrigo Lluberas, os quais costumavam fazê-lo para a ONU. Informo sobre os resultados todos os anos e habitualmente este é um dos artigos mais populares que escrevo.

Da última vez que discuti os resultados do Credit Suisse, os 1% do topo tinham 48% da riqueza mundial . Assim, no último ano e meio, a desigualdade mundial aumentou outra vez. As fatias dos 1% e 10% do topo quanto à riqueza mundial caíram entre 2000 e 2007. Exemplo: a fatia do percentil do topo declinou de 50% para 46%. Contudo, esta tendência foi revertida após a crise financeira e as fatias do topo retornaram aos níveis observados no princípio do século.

Os investigadores do Credit Suisse consideram que estas mudanças reflectem principalmente a importância relativa dos activos financeiros na carteira familiar, os quais subiram de valor desde 2008 e elevaram a riqueza de muitos dos países mais ricos, e das pessoas mais ricas, por todo o mundo. Embora a fatia dos activos financeiros caísse este ano, as fatias dos grupos de riqueza do topo continuaram a subir. No outro extremo da pirâmide global da riqueza, a metade debaixo dos adultos possuía colectivamente menos de 1% da riqueza total.

Ler texto integral

 

csuisse_2016_4

 

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Sexta-feira, 17 de Junho de 2016

Obscena riqueza

Sacrificio.jpg

A concentração da riqueza mundial assim como o seu agravamento foram confirmados num relatório divulgado dia 7 pelo Boston Consulting Group (BCG).

Segundo o texto, um por cento da população possui 47 por cento da riqueza acumulada em rendimentos, depósitos e títulos.

Os EUA são os campeões dos multimilionários, seguidos pela China; proporcionalmente ao número de habitantes o Liechtenstein e a Suíça surgem à cabeça.

Ainda assim, é na América do Norte que o BCG identifica o mais profundo fosso na desigualdade e concentração da riqueza, com os milionários norte-americanos a deterem 63 por cento do total do valor estimado das fortunas privadas.

Quanto à progressão da riqueza concentrada, o relatório do gabinete financeiro indica que em 2015 ela cresceu 5,2 por cento contra os cerca de sete por cento em 2014.

Nos paraísos fiscais o aumento foi de três por cento e o BCG considera que, apesar dos escândalos e denúncias envolvendo territórios de fraca fiscalidade e forte sigilo quanto à propriedade e proveniência do capital, aqueles deverão continuar a ser um dos destinos preferidos para salvaguardar colossais fortunas.

 

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Segunda-feira, 1 de Julho de 2013

Riqueza aumenta apesar da crise

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O relatório anual sobre a riqueza no mundo, elaborado pelas empresas Capgemini e RBC, revela que a acumulação de grandes patrimónios atingiu um novo recorde em 2012.

Segundo o estudo, divulgado dia 18, o número de grandes fortunas elevou-se para 12 milhões em todo o planeta, o que representa um aumento de 9,2 por cento em relação ao ano anterior.

Assim, apesar da recessão e da crise mundial, um milhão de pessoas juntou-se à elite de privilegiados, designados no estudo pela sigla inglesa HNWI (Hight Net Worth Individuals), que define os indivíduos que possuem activos superiores a um milhão de dólares, excluindo primeira habitação, objectos de colecção e bens de consumo duráveis.

Ao mesmo tempo, as grandes fortunas valorizaram-se em dez por cento, atingindo o valor recorde de 46,2 biliões de dólares (34,4 biliões de euros), recuperando largamente a desvalorização de 1,7 por cento sofrida em 2011.

A América do Norte é a região com mais milionários (3,73 milhões), seguida de perto pela Ásia-Pacífico que conta com 3,68 milhões de afortunados.

O estudo revela ainda que «um terço dos grandes patrimónios se preocupam sobretudo em preservar a sua riqueza, contra 26 por cento que procuram aumentá-la».

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Quarta-feira, 2 de Maio de 2012

Afinal o dinheiro não desapareceu…

     Há uma mentira que todos os dias, todos sem excepção, governo e seus defensores e apoiantes nos tentam impingir: NÃO HÁ DINHEIRO!

É FALSO! O dinheiro não desapareceu, como é óbvio. Está é a ser transferido dos bolsos dos que menos têm, para as carteiras dos mais ricos. Alguns exemplos.

Segundo o Banco de Portugal, só no período 2008-2011 foram transferidos para o exterior 74.942 milhões de euros, cerca de 43,6% do PIB.

Para as PPP na saúde, em apenas 4 hospitais – Braga, Cascais, Loures e Vila Franca - o país assumiu encargos de cerca de 2.500 milhões de euros.

A banca, depois da construção de lucros milionários alcançados com a especulação da dívida pública nacional (em 3 anos um lucro de 3.828 milhões de euros), é contemplada com mais de 12 mil milhões de euros em nome da sua recapitalização. E beneficiária de mais 35 mil milhões de euros disponibilizados a título de garantias.

Os principais bancos e centros financeiros europeus e os chamados mercados associados ao BCE e ao FMI vêem garantidos, à conta do empréstimo de 78 mil milhões de euros, um acrescento em juros e comissões superior a 35 mil milhões de euros (cerca de 20% do PIB).

Estes mais de 35 mil milhões de euros a pagar de juros pelo empréstimo da troika correspondem à estimativa de toda a receita fiscal para 2012. Daria para pagar todos os salários de trabalhadores da administração pública, seja central, local ou regional durante 4 anos.

Os 12 mil milhões de euros disponibilizados à banca, para que não tenham os accionistas - eles que receberam os lucros - que pôr dos seus capitais, são mais do que todas as pensões pagas pela segurança social aos reformados portugueses.

Oito mil milhões de euros, entre pagamentos e garantias, já estão empenhados pelo Estado, directamente ou através da Caixa Geral de Depósitos, no BPN. Esses 8 mil milhões de euros chegariam para pagar durante 4 anos a comparticipação a 100% (a gratuitidade), de todos os medicamentos receitados em ambulatório em todos os hospitais e centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

Os 450 milhões de euros já pagos no processo do BPP são aproximadamente a mesma verba retirada desde 2010, anualmente, no abono de família e no rendimento social de inserção, em conjunto.

O mesmo governo que corta nas verbas para o Serviço Nacional de Saúde, entrega 320 milhões de euros em 2012 às parcerias público-privadas na saúde. É um valor quase 14 vezes superior a todo o investimento público do Ministério da Saúde em 2012, que é só de uns míseros 23 milhões de euros.

É o roubo organizado a partir do Governo PSD/CDS!!!

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

In "Jornal do Centro" - Edição de 27 de Abril de 2012

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Sábado, 14 de Janeiro de 2012

Austeridade e a crise: O Banco de Portugal e a EDP

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(...)

(...)

(sublinhados meus)

Gostava de ter escrito isto...

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Sábado, 5 de Novembro de 2011

Número de milionários cresce nos EUA: Os ricos mais ricos

     O número de milionários nos EUA cresceu em 2011 acompanhando a tendência verificada nas últimas décadas e confirmando que, mesmo no contexto da maior crise capitalista, a grande burguesia continua a engordar o seu pecúlio.

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Quinta-feira, 23 de Dezembro de 2010

Em Espanha como em Portugal: As prendas de Natal dos milionários

Por pedir…, Desenho de Manel Fontdevila

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- ... e como este ano me portei muuuuito bem, e soube aproveitar muuuuuito bem a crise, peço para mim: UM AEOROPORTO, UMA TELEVISÂO PÚBLICA, UM SERVIÇO DE CORREIOS,...

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Nota: vestido de rei está José Blanco López (Pepe Blanco) (Desde el 6 de julio de 2008 es el vicesecretario general del Partido Socialista Obrero Español (PSOE) y desde el 17 de abril de 2009 ministro de Fomento)

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Publicado neste blog:
adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Domingo, 27 de Junho de 2010

Que sistema é este?

Folheando os jornais e revistas, vendo e ouvindo as notícias, são diários os murros que levamos na boca do estômago.

A propósito do ao Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil a Organização Mundial do Trabalho (OIT) sublinhou que a exploração do trabalho infantil, atinge cerca de 215 milhões de crianças (uma em cada sete) em todo o mundo. A OIT realça, que «esta situação não ocorre apenas nos países ditos subdesenvolvidos, é, antes, cada vez mais notada em países com economias avançadas».

Ficámos a saber que mais de mil milhões de pessoas – um em cada seis habitantes do planeta – passam fome. Dessas, morrem todos os dias dezenas de milhares, na sua maioria mulheres e crianças. Em cada seis segundos morre uma criança. À fome!

Quanto a Portugal: «A falta de comida já afecta 95 mil crianças». «O Banco Alimentar está a dar comida a 285 mil pessoas» são «dez vezes mais do que a média do ano passado» e este brutal aumento deve-se, entre outras razões, à entrada no reino da fome dos chamados «novos pobres». Ou seja, aqueles que têm emprego e salário fixo, mas cujo rendimento não chega para comer.

Mas há outra realidade. Segundo o estudo publicado dia 10 pelo Boston Consulting Group, o restrito clube dos multimilionários aumentou 14% em 2009. Apenas menos de 1% da população mundial é detentora de 38% da riqueza global. E estão nas mãos de apenas 0,1% (não, não é gralha…) da população mundial, 21% dos activos do planeta (!!!).

Em Portugal só as fortunas das QUATRO famílias portuguesas mais ricas totalizam 7,4 milhares de milhões de euros – ou seja quase metade do défice orçamental!

Donde resulta com clareza que não é por falta de capitais que o sistema capitalista mergulhou na sua mais profunda crise. O que se passou, e passa, é que quem detém esses capitais procura retornos (lucros) que a esfera produtiva não pode oferecer. E porque é que não pode? Devido à redução da procura solvente provocada por décadas de asfixia do poder de compra dos trabalhadores.

Como afirmou recentemente o secretário-geral da CGTP-IN, Carvalho da Silva, «vivemos o maior roubo organizado da história da humanidade». Assistimos a uma nova escalada na ofensiva política do Governo do PS com o apoio e a conivência do PSD e do CDS-PP. A pretexto da crise e do combate ao défice, penaliza-se a vida dos portugueses e agravam-se os problemas nacionais – o desemprego, a precariedade. Promove-se a destruição da capacidade produtiva nacional, o endividamento e empobrecimento geral do povo e o aumento da dependência de Portugal.

Por isso lá estaremos no próximo dia 8 de Julho, Dia nacional de Protesto e Luta organizado pela CGTP-IN.

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

In "Jornal do Centro" - Edição de 25 de Junho de 2010

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