Domingo, 27 de Março de 2016

Pronunciamento de generais contra Hollande

Mapa França2.JPG

 

Generais franceses na reserva publicaram uma carta aberta contra o chefe de Estado, François Hollande, acusando-o de ter “capitulado” na sua actuação contra a chamada “selva de Calais”, os miseráveis campos montados por refugiados fugidos às guerras no Médio Oriente e que esperam a oportunidade de atravessar a Mancha com destino ao Reino Unido. De acordo com Le Figaro, o jornal de direita que dá letra de forma à carta, muitos outros generais, entre os cerca de mil que estão na reserva, são da mesma opinião.

 

É impressão minha ou a comunicação social dominante em Portugal (e não só) não noticiou isto...

 

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 12:17
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Segunda-feira, 29 de Junho de 2015

Como se destrói um país...

Mapa Grécia_Político_1996.jpg

A Grécia tem um exército de 109.000 soldados, dez militares para cada 1.000 habitantes, a maior percentagem de toda a União Europeia. A Espanha 2,5 e França 3,5 por cada 1.000.

Nos últimos dez anos – Nova Democracia e PASOK – despenderam em média 4% do PIB na Defesa. Em percentagem a Grécia só foi superada pelos EUA.

No mesmo período importou 12.000 milhões de euros em equipamento militar e, de 2005 e 2009, antes do resgate, foi o quinto maior importador de armas do mundo.

A Grécia tem 1.620 veículos blindados, mais que a Alemanha, França e Itália juntas, em grande parte importados da Alemanha a quem estão devendo 4.000 milhões e à França 3.000 milhões que incluem 2.000 milhões dos submarinos que inclusive têm um defeito de desenho.

Continuam com compromissos para adquirir mais material bélico, não tendo sequer dinheiro para comprar combustível...

Bandeira Grécia2.jpg

Muita gente já esqueceu, e muita outra não valorizou o golpe, mas foi Merkel, com a aquiescência dos parceiros, que em Novembro de 2011 impôs uma mudança de Governo em Itália, tirando Berlusconi, três vezes eleito, e pondo no seu lugar Mario Monti, um homem que nunca tinha ido a votos, e teve de ser feito (num domingo) senador vitalício para ocupar o lugar de primeiro-ministro. Isto aconteceu na Itália, que não é exactamente a República das Maldivas.

Foi logo a seguir (cinco dias de intervalo) ao golpe grego, quando Papandreu se viu substituído por Lucas Papademos, que vinha do BCE e também nunca tinha ido a votos. Papandreu tinha cometido a heresia de dizer em voz alta que ia propor um referendo sobre a permanência da Grécia no euro. Em 48 horas estava na rua.

No Outono de 2011 andava toda a gente distraída, e não devia, porque foram dois golpes de Estado decididos em Berlim, com a cumplicidade de Sarkozy e o beneplácito da tropa fandanga a que chamamos líderes europeus.

A opinião pública internacional assobiou para o lado.

 

Desde janeiro saíram da Grécia 30 mil milhões de euros...

 

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 19:03
link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito (1)
Segunda-feira, 23 de Abril de 2012

A Crise do Sistema Capitalista: França 2012-2014

Clicar na imagem para visualizar a ligação

-

-

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 00:01
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Segunda-feira, 26 de Março de 2012

As duas Al Qaeda

-

Em plena campanha eleitoral para a Presidência da República, com as sondagens a serem-lhe desfavoráveis, Nicolas Sarkozy parece ter descoberto na Al Qaeda o seu avatar para a vitória. Como antes dele, no outro lado do Atlântico, Bush (filho) e Obama.

É a farsa das duas Al Qaeda:

  • Uma é só «terroristas». Radicalismo islâmico (fica por explicar que esse radicalismo tem a sua origem ideológica no «fiel aliado» Arábia Saudita). Ameaças de atentados e descoberta de células sempre que tal se revela conveniente. Alguns dos chamados «politólogos» vão ao ponto de lhe chamar uma «estrutura franchisada», onde quem lhe apetece se intitula seu membro. Tudo a justificar as Novas Cruzadas do século XXI sob o manto diáfano da «guerra ao terrorismo». Invade-se o Afeganistão e o Iraque. Mais de um milhão de inocentes mortos em 10 anos é o rescaldo. Para já!

  • A outra, estranho paradoxo, ou talvez não, aparece como aliada dos mesmos que a dizem combater. É assim que vemos os famigerados «terroristas» de mãos dadas com a França, a Inglaterra e os EUA na invasão da Líbia. E o mesmo na actual intervenção na Síria.

-

Alguém acredita nas chamadas «teorias da conspiração»?...

-

Publicado neste blog:

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 17:12
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Sábado, 29 de Outubro de 2011

As conclusões das recentes cimeiras da União Europeia

-

1 - As decisões assumidas nas reuniões do Conselho Europeu e na Cimeira da Zona Euro, confirmam um caminho de agravamento da exploração dos trabalhadores e dos povos, de concentração e centralização do capital com a transferência de colossais recursos públicos para os monopólios e em particular para o sector financeiro, de acentuação de uma intervenção de tipo colonial sobre os países com economias mais frágeis e dependentes, como Portugal.

2 - As conclusões destas cimeiras, o modo como foram alcançadas, a participação directa do FMI, das estruturas representativas do capital financeiro nas discussões e a sua capacidade de bloqueio e condicionamento de decisões que deveriam ser tomadas por governos de Estados soberanos, confirmam aquele que foi o principal objectivo das discussões: salvaguardar os interesses da banca e do grande capital financeiro no contexto do completo falhanço das políticas e de anteriores medidas ditas de combate à crise.

O milionário e escandaloso programa de “recapitalização do sistema bancário, construído para continuar a alimentar os gigantescos lucros do capital financeiro, a par das novas modalidades adoptadas para o reforço do Fundo Europeu de Estabilização Financeira e a sua “optimização”, representam, no essencial, uma transferência, por via directa e indirecta, de colossais montantes de dinheiros públicos para a banca. Compensam-se assim as eventuais “perdas” resultantes do previsível “corte” à dívida grega e dos buracos abertos pela especulação financeira, cujo estímulo prevalece, na medida em que é reforçada a “rectaguarda segura” do capital financeiro nas suas manobras especulativas sobre a dívida de vários países como a Itália.

3 - O PCP chama a atenção para a intensificação das orientações que conduzem ao desemprego, à recessão económica, à destruição de capacidade produtiva, ao empobrecimento de vastas camadas da população, e para um processo que visa deliberadamente transferir para os trabalhadores e os povos da Europa os custos de uma crise da qual não têm qualquer responsabilidade e da qual são as principais vítimas. São particularmente graves as medidas aprovadas visando o aceleramento e aprofundamento das chamadas “reformas estruturais” (leia-se ataque aos direitos laborais, aumento da idade da reforma, privatização de empresas, serviços públicos e de funções sociais do Estado, cortes de salários e de prestações sociais) que representam retrocessos sociais incalculáveis e conduzem a gravíssimos problemas económicos. Medidas que como a vida tem demonstrado, com os sucessivos pacotes de austeridade, estão não só a destruir as condições de vida dos povos, mas a serem um factor de aprofundamento da própria crise que dizem querer combater, como aliás a realidade portuguesa o demonstra.

Neste quadro, o convite endereçado à banca privada para que se proceda a uma “redução” da dívida grega em cerca 50% do seu valor nominal não significa qualquer reestruturação real da dívida helénica em função dos interesses do povo grego, antes demonstra o completo falhanço dos chamados “programas de ajuste” e das “políticas de austeridade” que até hoje foram conduzidas naquele país. Uma decisão que tem como contrapartida a exigência de inaceitáveis e insustentáveis sacrifícios àquele povo ao longo de muitos anos, a expropriação quase total dos seus mecanismos de decisão soberana, e o assalto pelo capital estrangeiro aos seus principais sectores estratégicos.

-

-

4 – O PCP alerta para os sérios perigos que resultam para Portugal do conjunto de decisões que visam a destruição dos direitos sociais e a expropriação aos povos da sua soberania. Desenvolvendo tudo quanto encerra o projecto federalista para a União Europeia ao serviço dos sinistros interesses dos monopólios e do directório das grandes potências, estas cimeiras decidiram graves passos, designadamente: no aprofundamento da governação económica já no “semestre europeu” de 2012; no aprofundamento do “Pacto para o Euro mais”; no anúncio do compromisso de todos os Estados membros da Zona Euro da inscrição nas legislações nacionais e/ou nas constituições da ditadura do défice; na reafirmação do visto prévio, com “recomendação” da Comissão Europeia sobre os Orçamentos de Estado; na “supervisão contínua” das execuções orçamentais, nomeadamente em Estados sujeitos a programas da troika; na “eleição” de um “Presidente da Cimeira do Euro”, entre outras.

Invocando a crise para a qual os próprios contribuíram, tem particular significado o lançamento de uma agenda de perigosa alteração dos Tratados, de subversão das legislações nacionais, de imposição do controlo político e económico a partir de estruturas supranacionais.

O PCP reafirma que cada passo em frente dado no rumo do federalismo representa o comprometimento da soberania, o reforço do poder dos monopólios e um passo atrás para os interesses dos povos. Menos soberania, menos democracia, menos coesão económica e social, mais perigos de guerra, eis o que se poderá esperar se este rumo for por diante.

5 - O PCP condena a atitude submissa e contrária aos interesses nacionais do governo português nesta cimeira. Um governo que, dando continuidade ao posicionamento dos governos anteriores, alinhou com tudo quanto de mais negativo aí foi decidido. Foram os interesses dos banqueiros, dos especuladores, do grande capital nacional que estiveram representados nesta cimeira pelo Governo PSD/CDS, e não os interesses dos trabalhadores, dos agricultores, dos reformados, dos pequenos empresários, ou das novas gerações.

Tem particular significado o facto de que, quando se assiste no país a uma verdadeira catástrofe económica e social, quando se exigiam medidas que dinamizassem a actividade económica e o combate ao desemprego, conste nas conclusões desta cimeira a ameaça de novas medidas de austeridade.

Exigia-se a renegociação imediata da dívida pública portuguesa nos juros, nos prazos e nos montantes. Em vez disso, o governo reafirmou o seu compromisso com o pacto de agressão que está em curso e que, se não rejeitado e derrotado, conduzirá o país para a situação em que hoje se encontra a Grécia.

Exigia-se o abandono dos prazos e metas ditadas pelo obsessivo objectivo de alcançar 3% do défice em 2013. Em vez disso o Governo reafirmou o seu acordo e cega obediência a um objectivo que implicará a imposição de mais sacrifícios e impossibilitará a recuperação económica. Se dúvidas existissem quanto à natureza da política que está a ser conduzida, bastaria olhar para a primeira e mais imediata consequência desta cimeira no nosso país: a subida em flecha da cotação dos bancos em bolsa, na medida em que foram dadas todas as garantias de que nos próximos meses serão transferidas colossais verbas dos recursos públicos para a banca.

-

-

6 - Perante a gravidade da crise do capitalismo e das contradições que se aprofundam no seio do seu principal instrumento na Europa – a União Europeia - uma vez mais as respostas encontradas não representam uma qualquer alteração das políticas que conduziram à actual situação, mas antes, o aprofundamento acelerado dos seus aspectos mais negativos e uma autêntica estratégia de retrocesso social e civilizacional na Europa.

Torna-se ainda mais claro que o processo de integração capitalista europeu não assenta em quaisquer princípios de solidariedade e de coesão económica e social e não serve os trabalhadores e os povos. Antes serve para acentuar assimetrias de desenvolvimento, para operar uma violenta ofensiva generalizada contra os direitos sociais e laborais e para acentuar os ataques à soberania dos povos e à própria democracia, aprofundando o domínio do capital monopolista – nomeadamente do capital financeiro – e das principais potências capitalistas europeias, com destaque para a Alemanha e a França.

7 - O PCP reafirma que as cimeiras agora realizadas representam um salto qualitativo na ofensiva do grande capital e do federalismo na União Europeia (com consequente reforço do poder do Directório, em particular da Alemanha) face a uma crise em evidente aprofundamento. Mais do que a cínica proclamação de estas medidas “acalmarão” os “mercados” (apresentando-se imagine-se o seu “comportamento” como o grande avaliador da correcção das medidas) a verdade é que a União Europeia, completamente enfeudada e submetida aos interesses e determinações do capital monopolista, acaba de lançar mais gasolina para o fogo que está a consumir as forças produtivas em vários países da Europa e a infernizar a vida dos povos.

O que as cimeiras realizadas demonstram, é que esta é cada vez mais uma Europa do retrocesso e da divergência económica e social. Uma União Europeia cada vez mais neoliberal, federalista e militarista, conduzida por um directório de potências hegemonizado pela Alemanha – como bem demonstrado pela suspensão dos trabalhos do Conselho em função da realização de uma sessão do Bundestag – impondo às economias mais débeis, como Portugal, acentuadas relações de domínio de tipo colonial.

- -

8 - Perante as conclusões das cimeiras agora realizadas a ameaça sobre a independência e soberania nacionais e sobre os direitos dos trabalhadores e do povo português é ainda mais grave. Impõe-se por isso a intensificação da luta pela ruptura com as políticas da União Europeia e com a política de direita do governo PSD/CDS. Impõe-se por isso, e como desígnio nacional, a rejeição do pacto de agressão que conduz Portugal para o desastre. Impõe-se por isso uma política que, cumprindo e fazendo cumprir a Constituição da República, garanta um Portugal com futuro e contribua para a construção de uma outra Europa dos trabalhadores e dos povos.

(sublinhados meus)

Nota do  Secretariado do Comité Central do Partido Comunista Português

-

Notícias AQUI

-

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 14:07
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011

Durão Barroso disse, está dito!

Segundo Durão Barroso só nos últimos três anos foram disponibilizados ao sector financeiro europeu cerca de 4,6 biliões de euros – o equivalente ao PIB da França e da Alemanha em 2010 – de dinheiros públicos. Eis uma confissão da dimensão do roubo organizado que está em curso.

-

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 00:07
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010

Racismo à francesa (e não só...)

Racismo a la francesa, (Territorio Vergara)

-

- A notícia boa é que acaba de ser feita uma condenação unânime por parte de todos os países europeus...

- E a má notícia?

- É que quem condenam é a comissária Reding!

- Ai!...

-

Para Ler:

«A luxemburguesa Viviane Reding foi obrigada a corrigir declarações em que evocava deportações da II Guerra Mundial»

-
-
«Na concentração racista de 11 de Setembro em Nova Iorque discursou Geert Wilders, o chefe do terceiro maior partido na «tolerante» Holanda (15,4% dos votos em Junho passado). Também discursou o ex-embaixador dos EUA na ONU, e émulo do Dr. Estranhamor, John Bolton (BBC, 11.9.10). O (então) dirigente do Banco Central alemão e membro do SPD, Thilo Sarrazin, publicou há dias um livro a dar mais um passo na «legitimação» do racismo. No respeitável Der Spiegel (10.9.10) é possível ler colunistas a dar-lhe a mão. Na Europa, da Itália de Berlusconi à França de Sarkozy, da Holanda à Bélgica, da Alemanha ao Reino Unido, e no mediático Portugal do «arrastão», é cada vez mais frequente ouvir insinuar que a culpa de tudo é dos imigrantes, dos muçulmanos, ou dalgum outro bode expiatório. Há 80 anos, no auge da outra grande crise mundial do capitalismo, a conversa era igual, embora os alvos fossem os judeus e a «conspiração judaico-bolchevique». O racismo serviu de caldo de cultura para lançar a mais violenta e brutal resposta do capitalismo à sua crise – o nazi-fascismo e a guerra

Mais de 100 mil pessoas participaram, no sábado, 4, nas manifestações realizadas em123 cidades de França, contra a política de expulsão de ciganos do presidente Nicolas Sarkozy, convocadas pelas centrais sindicais, diversas associações e por todos os partidos da esquerda francesa. A maior acção decorreu em Paris, onde desfilaram cerca de 50 mil pessoas.

Lisboa e Porto, tal como outras cidades europeias, foram palco de manifestações de solidariedade com a população cigana e de protesto contra as medidas xenófobas do governo francês.

Estas iniciativas, que decorreram frente à embaixada de França em Lisboa e ao respectivo consulado no Porto, foram convocadas por um amplo conjunto de associações ciganas com o apoio da SOS Racismo.

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

_

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 12:07
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 9 de Abril de 2010

Presidentes no seu labirinto

(...)

Sarkozy esclareceu terça-feira que a França apoia totalmente a posição norte-americana não só no caso iraniano mas também quanto à guerra no Afeganistão.

"Não nos podemos permitir perder essa guerra. Nem por nós nem pelo povo do Afeganistão, que tem o direito a viver em liberdade", declarou o visitante, que não está inclinado a enviar mais tropas para aquele país, mas que poderá disponibilizar instrutores para o Exército ou para a polícia.

"A derrota seria um preço demasiado elevado para a segurança dos norte-americanos, dos franceses e dos europeus em geral. No Afeganistão estamos a lutar pela segurança mundial", acrescentou Sarkozy.

(...)

"Nous n'avons pas le droit de perdre là-bas, nous n'avons pas le droit de renoncer à défendre nos valeurs, nous n'avons pas le droit de laisser les barbares triompher car la défaite à l'autre bout du monde se paiera d'une défaite sur le territoire de la République française", a ajouté Nicolas Sarkozy. [2008]

"This is a war that we have to win," [Obama] said. "I will send at least two additional combat brigades to Afghanistan, and use this commitment to seek greater contributions - with fewer restrictions from NATO allies." [2008]

Esta acção levou António Oliveira Salazar a enviar para Angola os primeiros contingentes militares destinados a reforçar os reduzidos efectivos destacados naquela colónia. «Para Angola, depressa e em força», foi a frase proferida por Salazar, presidente do Conselho e principal figura do regime vigente em Portugal, num discurso oficial que passou à História. [1961]

_

No jogo com a morte - quem ganha?

_

"Je puis perdre, mais je gagne toujours…"

_

_
adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

_

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 12:08
link do post | comentar | favorito
Sábado, 12 de Dezembro de 2009

Sarkozy vai à guerra

    Embora datado de 28 de Agosto de 2008 este post mantém plena actualidade.

S'il faut donner son sang, allez donner le vôtre (...) Monsieur le Président...

   «Vive émotion, jeudi à la cathédrale des invalides. Nicolas Sarkozy, le visage fermé, et les cercueils des 10 soldats français morts mardi au combat, en Afghanistan. © Capture France 2»

     «Les cercueils des dix soldats tués lundi en Afghanistan, déposés devant l'autel, lors de l'office oecuménique célébré en l'église Saint-Louis. Le président Nicolas Sarkozy, la quasi-totalité des membres du gouvernement et de nombreuses personnalités politiques assistent à l'hommage rendu aux dix soldats français».

     Nicolas Sarkozy: «C'est un jour de deuil pour la nation française»

«Ce matin, aux Invalides, le président de la République a évoqué "la bravoure et la ténacité" des dix soldats français tués en Afghanistan.»

Neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 14:09
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim


. ver perfil

. seguir perfil

. 27 seguidores

.pesquisar

.Julho 2019

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. Pronunciamento de generai...

. Como se destrói um país.....

. A Crise do Sistema Capita...

. As duas Al Qaeda

. As conclusões das recente...

. Durão Barroso disse, está...

. Racismo à francesa (e não...

. Presidentes no seu labiri...

. Sarkozy vai à guerra

.arquivos

. Julho 2019

. Fevereiro 2019

. Janeiro 2019

. Dezembro 2018

. Outubro 2018

. Julho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

.tags

. álvaro cunhal

. assembleia da república

. autarquia

. avante!

. bce

. benfica

. blog

. blogs

. câmara municipal

. capitalismo

. caricatura

. cartoon

. castendo

. cds

. cdu

. cgtp

. cgtp-in

. classes

. comunicação social

. comunismo

. comunista

. crise

. crise do sistema capitalista

. cultura

. cultural

. democracia

. desemprego

. desenvolvimento

. desporto

. dialéctica

. economia

. economista

. eleições

. emprego

. empresas

. engels

. eua

. eugénio rosa

. exploração

. fascismo

. fmi

. futebol

. governo

. governo psd/cds

. grupos económicos e financeiros

. guerra

. história

. humor

. imagens

. imperialismo

. impostos

. jerónimo de sousa

. jornal

. josé sócrates

. lénine

. liberdade

. liga

. lucros

. luta

. manifestação

. marx

. marxismo-leninismo

. música

. notícias

. parlamento europeu

. partido comunista português

. paz

. pcp

. penalva do castelo

. pensões

. poema

. poesia

. poeta

. política

. portugal

. precariedade

. ps

. psd

. recessão

. revolução

. revolucionária

. revolucionário

. rir

. salários

. saúde

. segurança social

. sexo

. sistema

. slb

. socialismo

. socialista

. sociedade

. sons

. trabalhadores

. trabalho

. troika

. união europeia

. vídeos

. viseu

. vitória

. todas as tags

.links

.Google Analytics

blogs SAPO

.subscrever feeds