Sábado, 22 de Outubro de 2016

Colômbia

mapa colombia5

 

As questões da História estão no centro da luta ideológica entre o capital e o trabalho, entre as forças do progresso social e da paz e as forças da reacção e da guerra.

Rever a História, tergiversar e falsificar processos e acontecimentos marcantes, apagar, diminuir e caluniar a resistência e a luta libertadora dos trabalhadores e dos povos é o modo de estar e o dia a dia da classe dominante.

A luta pela verdade histórica é uma componente fundamental da luta contra o grande capital e o imperialismo no plano mundial e em cada uma das frentes em que esta luta se desdobra em todos os continentes, da Síria ao Brasil, da Península da Coreia à África Austral, da Ucrânia à Venezuela bolivariana.

 

Veja-se o caso concreto da Colômbia onde após mais de quatro anos de negociações em Havana entre o governo colombiano e as Forças Armadas Revolucionárias Colombianas – Exército do Povo se chegou a um Acordo de paz que, após meio século de guerra e de corajosas lutas populares, num processo original em que se combinaram criativamente todas as formas de luta, abriu ao povo colombiano a perspectiva de uma paz com justiça social. É certo que contra este Acordo se mobilizaram poderosas forças da reacção e da tenebrosa oligarquia colombiana e que, num plebiscito com enorme abstenção, o Acordo não recolheu, por margem mínima, a maioria dos votos expressos. Mas é uma evidência que o povo colombiano quer a paz e a prová-lo estão as grandes demonstrações populares que em todo o país reclamam a sua implementação.

Neste quadro de aguda luta política, a atribuição do Prémio Nobel da Paz ao presidente José Manuel Santos vem objectivamente valorizar os esforços de paz e contrariar as forças da guerra que, recorrendo ao terrorismo de Estado e aos bandos paramilitares fascistas, sempre procuraram o esmagamento puro e simples da guerrilha revolucionária e que, em conluio com os EUA, aplicaram o «Plano Colômbia», assassinaram milhares de sindicalistas e membros da União Patriótica, alimentaram os sinistros negócios dos mais célebres cartéis da droga do mundo. Foi assim que as próprias FARC-EP interpretaram publicamente um prémio que ostensivamente as descrimina e que encerra um grau de ambiguidade que não podemos deixar de assinalar, pois facilita a revisão da história do conflito colombiano, das suas raízes socioeconómicas e políticas, dos responsáveis por tanta morte e sofrimento, daqueles que efectivamente lutaram, não pela paz dos cemitérios, mas por uma paz com justiça social. É preciso não esquecer que foram os latifundiários (que agora saem a perder com o compromisso que o Acordo de Paz significa) e o poder político que desencadearam a violência terrorista contra os camponeses espoliados das suas terras. A autodefesa camponesa e as FARC-EP surgiram como resposta à violência reaccionária que, numa espiral sem fim, encheu as prisões e os cemitérios de combatentes contra a ditadura, numa luta heróica pela democracia, o progresso, a justiça social e a soberania nacional em que os comunistas, estreitamente ligados ao povo, tiveram e têm o mérito principal.

Quando a reacção procura subverter e liquidar o processo de paz, os comunistas portugueses defendem a verdade histórica, rejeitam a tentativa de criminalização da resistência, reiteram a sua solidariedade com os comunistas, os revolucionários e o povo colombianos na sua luta pela conquista da paz com justiça social.

(sublinhados meus)

AQUI

 

Juan Manuel Santos-Rodrigo Londoño

 

 Para Ler:

 NOTA: Os artigos estão ordenados de forma ascendente

 

Marcha pela Paz Colômbia1 2016-10

 

 Publicado neste blog:

 

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Domingo, 24 de Julho de 2016

24 de Julho de 1783 – Nasce Simón Bolívar

Simón Bolívar Av

Militar, revolucionário e estadista venezuelano, Simón Bolívar, «O Libertador», é um dos vultos maiores da história latino-americana.

Nascido numa família da aristocracia colonial, Bolívar cedo abraçou a causa de independência e unidade dos povos da América Latina.

As muitas batalhas que travou, a fundação da Grande Colômbia (federação que abrangia os actuais territórios da Colômbia, Venezuela, Panamá e Equador) e sobretudo as suas ideias políticas granjearam-lhe inimigos nas oligarquias locais.

Bolívar libertou os escravos, restituiu as terras aos índios, instituiu a educação gratuita, criou hospitais, asilos e creches, protegeu a produção nacional da livre concorrência, incentivou a indústria e o comércio, nacionalizou as minas e decretou o monopólio estatal das riquezas do subsolo, defendeu a soberania nacional.

A Igreja excomungou-o, os inimigos chamaram-lhe «caudilho dos descamisados», «tirano libertador de escravos».

Vencido pela aliança dos que se opunham ao «ideal bolivariano», Simón Bolívar morreu três anos depois da eclosão, em 1827, das guerras civis que levaram ao desmembramento da Grande Colômbia.

Quase 200 anos depois, o projecto revolucionário bolivariano permanece vivo em toda a América Latina.

AQUI

 

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Terça-feira, 29 de Julho de 2014

Solidariedade com os comunistas e as forças democráticas ucranianas

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As notícias que chegam da Ucrânia confirmam o acerto da avaliação do PCP sobre os acontecimentos que conduziram ao golpe de Estado de 21-22 de Fevereiro e evidenciam um quadro de constante e crescente repressão e violação das liberdades e direitos civis fundamentais, resultante desse golpe, fomentado e patrocinado pelos EUA, UE e NATO, com a participação determinante de forças ucranianas de assumido cariz fascista e neonazi.

Neste plano, assinala-se a extraordinária gravidade da campanha protagonizada pelo poder ilegítimo contra as forças democráticas, em particular contra o Partido Comunista da Ucrânia (PCU). Registando inúmeros actos de intimidação e violência – incluindo agressões físicas e o assassinato brutal de dirigentes e militantes comunistas – esta campanha tem como objectivo declarado a ilegalização do PCU.

Simultaneamente, deve sublinhar-se que o lançamento pelo governo de Kiev da criminosa operação militar que há mais de três meses assola a região ucraniana do Donbass – operação em que participam activamente batalhões neofascistas enquadrados no comando militar e operacional de Kiev - tem já um saldo de muitos milhares de vítimas civis e refugiados. Esta campanha militar é expressão da natureza anti-democrática e profundamente reaccionária do actual poder golpista e fantoche de Kiev. É igualmente reveladora das ameaças e sérios perigos para a paz e a segurança internacionais que advêm da aposta dos círculos mais agressivos do imperialismo na política do intervencionismo e da guerra. Ganham acrescido fundamento as inquietações quanto ao caminhar para um conflito militar de grandes proporções, envolvendo as principais potências nucleares do planeta, com evidentes consequências dramáticas para a Humanidade.

Nestas circunstâncias, o PCP:

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publicado por António Vilarigues às 09:48
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Domingo, 4 de Maio de 2014

A hora é de muita dor e solidariedade

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A hora é de muita dor e solidariedade

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«Sexta-feira à noite, em Odessa, Ucrânia, foram massacradas 38 pessoas que se refugiavam da fúria nazi do Praviy Séktor e de outras ordas ao serviço do governo de Kiev. Estas pessoas, a maior parte delas de organizações de esquerda, como o Partido Comunista Ucrâniano ou o Borotba, foram cercadas no interior da Casa Sindical de Odessa e pouco depois o edifício foi incendiado, ficando estas pessoas a arder lá dentro

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Terça-feira, 25 de Fevereiro de 2014

Autêntico golpe de estado dos sectores mais reaccionários da oligarquia ucraniana

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Perante a recente e dramática evolução da situação na Ucrânia, o PCP expressa a sua condenação pelo autêntico golpe de estado levado a cabo pelos sectores mais reaccionários da oligarquia ucraniana com o apoio do imperialismo, após meses de desestabilização e de escalada de violência, desencadeadas após o anúncio da suspensão da assinatura do acordo de associação com a União Europeia em Novembro passado.

Os acontecimentos evidenciam a instrumentalização por parte das potências imperialistas da NATO – concertadas com as classes dominantes na Ucrânia – do profundo descontentamento acumulado entre os trabalhadores e amplas camadas da população, resultante do desastre social e económico da restauração do capitalismo na Ucrânia nas últimas duas décadas.

Ler texto integral

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Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

Manuel Zelaya regressou a Tegucigalpa, Honduras

Manuel Zelaya regressou a Tegucigalpa, Honduras, esta segunda-feira

    Brasil confirma que el presidente está en su embajada de Tegucigalpa

 

Vídeos:

 

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

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Sábado, 18 de Julho de 2009

Golpe «Made in USA»

    Nem a sofisticação dos meios ao dispor da oligarquia económica e financeira e do imperialismo; nem a impressionante barragem mediática tentando em primeira instância inverter os factos e em segunda silenciar a verdade; nem a hipocrisia e ambiguidade que marcam as posições da chamada «comunidade internacional», conseguem esconder uma realidade evidente: o golpe que teve lugar no dia 28 de Junho nas Honduras é um golpe fascista, financiado pela oligarquia e pelas multinacionais norte-americanas instaladas no país e concretizado por militares intimamente ligados à CIA e ao Pentágono. Um golpe realizado num país profundamente dependente dos EUA em termos económicos, estratégico do ponto de vista da projecção das suas forças militares no subcontinente e de onde saíram algumas das mais conhecidas operações terroristas dos EUA na região como a tristemente célebre operação dos «contras» na vizinha Nicarágua.

                                                         

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Domingo, 5 de Julho de 2009

A propósito do golpe de estado nas Honduras

    Raúl Castro denuncia as tentativas de golpes de estado contra os países que fazem parte da ALBA

(...)

Pensamos que no puede haber negociación alguna con los golpistas, ni condicionamiento o exigencia de ningún tipo al gobierno legítimo del Presidente Zelaya.

Se decide allí el conflicto entre las aspiraciones del pueblo por un futuro mejor y los intereses de sectores oligárquicos empeñados en perpetuar un orden injusto e insostenible. Es un conflicto que trasciende las fronteras de Honduras y una expresión del peligro de regreso al pasado de dictaduras militares que, con el apoyo del gobierno de los Estados Unidos, en un pasado muy reciente aterrorizaron durante décadas a los pueblos latinoamericanos, y muy especialmente a los de Centroamérica y el Caribe, pero sin ninguna exclusión prácticamente.

Recordemos los intentos más recientes: Bolivia con Evo amenazada por el separatismo. Los gobiernos amigos acudieron en su defensa, desempeñaron su papel, detuvieron esa variedad de agresión contra un país soberano y un presidente que por primera vez representa a los nacidos en este continente que más han sobrellevado sobre sus hombros la carga de la explotación (aplausos).

Antes fue con Chávez, el doble golpe, el típico golpe de Estado y al sacudir el pueblo y reponer en su lugar al presidente Chávez, el golpe petrolero que le costó miles de millones de dólares a Venezuela.

Y ahora con Zelaya en Honduras. No sé si será casualidad que los tres mencionados forman parte de la naciente ALBA, que aunque no lo digan preocupa a muchos.

Solo estos tres ejemplos demuestran que las oligarquías y las fuerzas exteriores que la acompañan tiene aún muchos resortes para frenar la historia.

Me pregunto qué harán con Correa en el Ecuador. Me temo que sea el próximo candidato y la próxima reunión del Grupo de Río sea para felicitar a Correa porque tuvo éxito en la defensa de su país y de su proceso revolucionario (aplausos).

He mencionado sólo unos pocos países, podría mencionar otros más que pertenecen al ALBA. Por eso el golpe de Estado fascista contra el Presidente Zelaya es una afrenta contra todos los pueblos y gobiernos de América Latina y del Caribe, y no puede quedar impune. Sus autores tendrán que asumir la responsabilidad por los crímenes y atropellos que han tenido lugar en esa hermana nación.

(...)

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

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Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Discurso do Presidente das Honduras, Manuel Zelaya, na ONU

   «Manuel Zelaya Presidente Constitucional de la Republica de Honduras habla ante la Organizacion de Naciones Unidas, sobre el golpe de estado perpetuado en su contra e informa que estará regresando a su país para tomar posesión del cargo que le fue otorgado legítimamente por el pueblo».

Discurso completo:


 

Venezuela Televisión (incompleto):

 

Outros vídeos da Venezuela Televisión:

Quais são as verdadeiras razões do golpe de estado nas Honduras?

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    

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publicado por António Vilarigues às 12:08
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O golpe de estado nas Honduras

    O PCP condena firmemente o golpe de estado consumado nas Honduras no domingo, 28 de Junho, visando impedir a livre expressão política do povo hondurenho e liquidar o processo democrático em curso no país. Expressa a sua solidariedade com a resistência e a crescente mobilização dos trabalhadores, das massas populares e das forças democráticas e progressistas hondurenhas pelo imediato restabelecimento da legalidade democrática naquele país da América Central.

                                                                                                           

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publicado por António Vilarigues às 00:07
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