Sexta-feira, 11 de Novembro de 2016

O Papa Francisco e os comunistas

Papa Francisco_12_May_2013

Em entrevista ao jornal “La Repubblica”, o papa Francisco comparou os comunistas aos cristãos e defendeu que os movimentos cívicos devem entrar na política.

 

O papa Francisco disse que os comunistas "pensam como os cristãos", numa entrevista publicada esta sexta-feira pelo jornal italiano "La Repubblica".

"São os comunistas que pensam como os cristãos. Cristo falou de uma sociedade em que os pobres, os débeis e os excluídos é que decidem. Não os demagogos, os Barrabás, mas o povo, os pobres, tenham fé em Deus ou não, mas são eles que temos de ajudar a obter a igualdade e a liberdade", afirmou o papa, na entrevista.

Francisco disse esperar, por isso, que os movimentos cívicos entrem na política.

"Não na politiquice, nas lutas de poder, no egoísmo, na demagogia, no dinheiro, mas na alta política, criativa e de grandes visões", salientou.

AQUI e AQUI

 

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Sábado, 11 de Abril de 2015

O Partido, os católicos e a Igreja – questões de actualidade

vaticano3.jpg

Em 24 de Março, uma delegação do Partido, que integrou o Secretário-geral, encontrou-se com o Cardeal D. Manuel Clemente. O encontro visou a troca de opiniões sobre a situação do País e resultou de uma convergência de vontades e acerto de agendas.

O encontro foi positivo. Jerónimo de Sousa situou-o nas «... relações normais e institucionais com a Igreja ...», lembrou que «... não há um partido de católicos, todos os partidos têm católicos nas suas fileiras ...», valorizou «... a convergência de opiniões em relação à necessidade de alterar o rumo desta política, que produz e reproduz tanta injustiça epobreza e, com as naturais diferenças que existem entre o Partidoe a hierarquia católica, foi possível encontrarpontos de vista comuns, formas de intervenção, a valorização do sentimento de confiança e esperança numa mudança de rumo, o valor da solidariedade, particularmente com os que menos têm e menos podem ...(e) a identificação do quea Igreja e o Partidoprocuramum País melhor, com mais justiça social, com menos pobreza e desemprego, não ficando apenas na contemplação dos problemas, mas com intervenção concreta juntodos cidadãos ….».

Estes são elementos importantes, no quadro da orientação geral do Partido para a construção de uma política e de uma alternativa patriótica e de esquerda, vinculada aos valores de Abril. Por isso, não se estranha a sua ocultação pelos media dominantes, nem as mistificações que traduzem o «incómodo» com o eventual crescimento da influência do PCP entre trabalhadores e sectores católicos. Para uns o PCP entrou na «caça ao voto», para outros deixou cair a «denuncia da opção capitalista da hierarquia». Mas a verdade é que essas questões estão discutidas há muito, em posições que são a base da nossa intervenção.

Em 1943, no auge da barbárie nazi-fascista, Álvaro Cunhal escreveu: «... a Igreja... tem apoiadoas atrocidades fascistaspor isso combatemos… (a sua política) e os sacerdotes fascistas... Mas não os combatemos pela actividade religiosa… (mas) sim pela actividade contra o povo e o País…». E «... não esquecemos que muitos ... são inimigos da Alemanha nazi … (e que) centenas de milhares de trabalhadores... são... influenciados pelo catolicismo, não podemos separar-nos dos nossos irmãos, operários e camponeses católicos..., ou (os) atraímos… para a luta contra o fascismo, ou deixamos que… se constituam em (sua) reserva… não fazemos a «guerra à religião» e não pretendemos atingir a liberdade de crença e de prática de culto…. Estendemos lealmente a mão aos católicos... para que participem no movimento nacional contra o fascismo...».

Em 1946, o IV Congresso do PCP apontou: «… Lutamos contra o sectarismo e incompreensão de muitos dos nossos militantes e …antifascistas republicanos. Houve erros de intolerância em 1910 que não devem... repetir-se...». Em «O Partido Comunista, os Católicos e a Igreja», de 1947, Álvaro Cunhal escreveu: «... As convicções religiosas, por si só, não são susceptíveis de afastar os homens na realização de um programa social e político,... comunistas e católicos podem e devem unir-se em defesa dos seus anseios comuns...».

O VI Congresso, em 1965, consolidou a orientação na relação com os católicos e outros crentes. A vida comprovou a sua justeza – com o papel de padres e católicos progressistas na unidade antifascista, na Revolução, no Portugal de Abril e na sua defesa.

Em 1974, com milhares de católicos militantes do PCP, Álvaro Cunhal afirmou: «…os comunistas defendem… boas relações do Estado com a Igreja. Esta... política não se baseia em critérios de oportunidade, mas numa posição de princípio.… O mundo evolui e a Igreja Católica... mostra também indícios de... evolução positiva.... Confiamos em que os homens mais esclarecidos da Igreja… compreendam… a sinceridade (e) as profundas implicações, para o presente e para o futuro, desta posição do Partido...».

logo-pcp2.jpg

Nos dias de hoje, o PCP continua a considerar que as convicções religiosas não mudam a posição de classe de cada um, nem alteram um programa social e político progressista.

A Igreja Católica registou mudanças. Cresceu a fusão do Estado do Vaticano com o capital financeiro, que factos recentes não parecem ainda ter superado, mas avançou a secularização e emergiram novas realidades e dinâmicas. Alargou-se o fosso entre o novo diagnóstico do actual Papa, da «economia de exclusão e desigualdade», da «economia que mata» e a indefinição ou ocultação de uma resposta de facto transformadora.

Não existe uma «questão religiosa» em Portugal e o PCP intervirá para que assim continue. Mas a verdade é que há estruturas da Igreja cuja actividade serve os interesses do grande capital. Neste quadro o PCP não pode abdicar do direito de resposta, se isso for impreterível.

A Igreja deve ser respeitada na acção religiosa e ouvida com atenção no plano institucional. Nada move os comunistas contra a Igreja, não acompanhamos posições anticlericais, de génese anarco-maçónica. A experiência mostra que é positivo o relacionamento regular entre o PCP e a Igreja, apesar dos preconceitos.

Hoje, o relacionamento dos comunistas com amplos sectores sociais e de massas, sejam ou não crentes, tem de aprofundar-se, na defesa dos trabalhadores, nas instituições, na CDU, na luta por um Portugal soberano e desenvolvido.

A experiência prova que não é difícil a convergência. O humanismo, a proximidade aos pobres e oprimidos, os valores de paz, justiça e igualdade do «cristianismo primitivo», que resistiu à assimilação pelo Império Romano, e o acervo cultural dos trabalhadores e das massas católicas não estão longe dos ideais comunistas.

No caminho para uma alternativa patriótica e de esquerda há passos a consolidar, com os católicos mais próximos da «Teologia de Libertação» e da «Igreja dos Pobres», com sacerdotes e crentes que não militem na política de direita, que não manipulem a religião como «ópio do povo», que se comprometam com a sua fé por um Portugal com futuro.

AQUI

 

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publicado por António Vilarigues às 12:13
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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2014

Milhões de euros «escondidos» no Vaticano

Vaticano1.JPG

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Centenas de milhões de euros, não declarados, foram encontrados em diferentes ministérios do Vaticano, revelou, dia 5, o cardeal australiano George Pell, que dirige o novo secretariado da Economia do papa Francisco.

«Descobrimos que a situação (financeira do Vaticano) era muito mais saudável do que parecia. Porque algumas centenas de milhões de euros estavam escondidas em diversas contas sectoriais e não apareciam nos balanços».

O responsável da Economia descreveu um sistema em que cada serviço mantinha e defendia a sua independência.

«Os problemas eram mantidos em reserva. Poucos eram tentados a confiar ao mundo exterior os problemas da sua casa, o que só acontecia quando precisavam de ajuda externa», afirmou.

 

Desculpem lá, mas não percebi: «escondidos»???...

Alguém me explica?

 

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Sábado, 13 de Outubro de 2012

O Cardeal Patriarca é contra as manifestações. Mas organizou uma!...

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O Cardeal Patriarca organizou esta Manifestação de 150 mil pessoas o que nas suas próprias palavras «é perfeitamente fora da nossa constituição e da compreensão do nosso sistema democrático», contribuindo assim para a «corrosão da harmonia democrática da nossa constituição e do nosso sistema constitucional.» Segundo a Rádio Renascença «o Cardeal Patriarca considera que "não se resolve (...) indo para grandes manifestações".»

«Perante cerca de 150 mil peregrinos, 27 bispos, 390 padres, o presidente da peregrinação – que serviu também para comemorar os 50 anos da abertura do II Concílio Vaticano e a abertura nacional do «Ano da Fé» em Portugal – o cardeal-patriarca de Lisboa salientou que a Palavra de Deus “comove-nos o coração” e que a isso o Papa João Paulo II chamou “novo ardor da fé".»

Fátima: A mudança do mundo «agudizou» a emergência da mensagem do Concílio

«Perante mais uma manifestação de fé de peregrinos de múltiplos países, na homilia da eucaristia desta noite no Santuário da Cova da Iria, o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa recorreu ao tema da peregrinação - "Recebeste de graça, dai de graça" - para defender que este foi "um ensinamento de Jesus aos discípulos, a partir da sua experiência pessoal".»

Cardeal patriarca exorta católicos a porem Igreja "acima de tudo"

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«Uma multidão assistiu à missa presidida por Bento XVI no Terreiro do Paço, em Lisboa», mas o Cardeal Patriarca acha que não é «a rua» o «sítio próprio»...

Acha que os portugueses devem suportar os sacrifícios:

«Sobre a questão da austeridade, D. José Policarpo mostrou-se confiante quanto aos sacrifícios que têm sido pedidos aos portugueses.»

Mas, ele, não quer pagar o IMI:
«O presidente da Conferência Episcopal foi ainda questionado sobre a possibilidade de a Igreja passar a pagar IMI, mas respondeu que isso é um assunto regulamentado pela Concordata, que não pode ser decidida por decreto administrativo.»

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Sexta-feira, 30 de Março de 2012

Banco do Vaticano na «lista negra»

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A filial de Milão do conhecido banco norte-americano JPMorgan informou o Vaticano de que a sua conta será encerrada amanhã, 30 de Março. A notícia caiu como uma bomba, já que não é todos os dias que o JPMorgan encerra contas de importantes clientes. A razão de tão drástica medida, de acordo com o jornal espanhol Expansión, radica no que, muito polidamente, o JPMorgan designa por falhas de comunicação de informações obrigatórias segundo a lei contra a lavagem de dinheiro.

Ao que consta, o banco IOR – o banco do Vaticano – não respondeu aos pedidos de esclarecimento sobre alguns estranhos pagamentos transferidos da sua conta na filial italiana.

A coisa não é de somenos: todos os dias o saldo da conta do banco do Papa é posto a zero e os montantes transferidos para a conta que o IOR tem no JPMorgan em Frankfurt.O movimento nos últimos 18 meses ascendem a mais de 1,5 mil milhões de euros!

Segundo as notícias vindas a público, as preocupações do JPMorgan com o seu distinto cliente foram suscitadas pela Procuradoria-Geral de Roma, que há algum tempo investiga o IOR por alegadas violações da lei contra a lavagem de dinheiro. No seguimento das investigações, o banco norte-americano classificou a conta do Vaticano de «alto risco» e exigiu explicações adicionais ao IOR, que rejeitou o pedido. É caso para dizer que até (ou sobretudo?) na Santa Sé o segredo é a alma do negócio.

A não ocorrer nenhum milagre, amanhã a conta é encerrada. Resta saber para onde vai o dinheiro e qual será a resposta que a OCDE vai dar ao pedido do Vaticano para ser incluído... na «Lista Branca», ou seja na lista de países que estão na primeira linha contra a lavagem de dinheiro.

In jornal "Avante!" - Edição de 29 de Março de 2012

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Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011

Bispos e banqueiros são velhos companheiros

Tem interesse e ajuda a compreender o que no mundo actualmente se passa, recordar em traços gerais as afinidades que sempre ligaram as hierarquias religiosas aos altos postos e ao aparelho do capitalismo político e financeiro mundial. Necessariamente numa abordagem muito superficial e só para nossa informação.

A expressão igreja começou a ser usada na antiga Grécia vários séculos antes de Cristo. Designava conselhos eleitos entre os cidadãos com a finalidade de gerirem a polis ou cidade, conceito que depois evoluiu para a noção mais sofisticada de cidade-estado ou seja, cidade que era cabeça política de um território mais vasto.

Ler Texto Integral

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Domingo, 28 de Novembro de 2010

Com preservativo ou sem ele...

Condón o sin don, desenho de Juan Carlos Contreras

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- Ouvi dizer que o Papa admite, pela primeira vez, o uso do preservativo... Não achas fantástico?

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Para Ler:

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Quarta-feira, 17 de Novembro de 2010

Este senhor estava no seu perfeito juízo?

«A greve é um direito que faz parte da vida colectiva e da nossa democracia. Obviamente que quando se paralisa a economia neste setor ou noutro tem sempre um impacto negativo e nós não precisamos agora de impactos negativos na economia»

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O autor desta «pérola» é Ministro da Economia do Governo que decretou tolerâncias de ponte aquando da recente visita do Papa e para a próxima Cimeira da Nato...

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Sexta-feira, 12 de Novembro de 2010

O papel da mulher na Igreja, a avaliar pelo que se passou em Barcelona...

Redéu amb el clero..., L'Avi

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- O clero reserva um papel primordial à mulher no seio da Igreja ... esfregar o altar!


Para Ler (o que se passou em Barcelona quando o Papa lá esteve no dia 7 de Novembro):

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Domingo, 7 de Novembro de 2010

As novas generações serão menos católicas...

Las nuevas generaciones, menos católicas, (Territorio Vergara)

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- Espanhol, lascivo, põe já o preservativo!

- Coitado... Acaba de saber que a tendência estatística em Espanha é que, dentro de poucas gerações, já quase ninguém seja católico.


Para Ler:

«Umha cidade vazia e com a hotelaria abaixo da ocupaçom de qualquer fim de semana foi a paisagem deste sábado em Compostela. Ninguém viu as 200.000 pessoas garantidas pola Junta e a Cámara Municipal. (...)»

«Desde 1980 al 2007, el número de católicos practicantes ha bajado del 33,8 al 18,7% // La religiosidad de las mujeres está 15 puntos por encima de la de los hombres.»

«No es exactamente un viaje a tierra infiel, pero la España que visitará a partir del sábado el papa Benedicto XVI ya no tiene nada que ver con el bastión católico que fue durante siglos. Todas las encuestas del Centro de Investigaciones Sociológicas (CIS) realizadas desde su visita de 2006 muestran que se ha acelerado ladesafección de los ciudadanos hacia el catolicismo y muy particularmente entre los jóvenes. La España que pisará Benedicto XVI es la menos católica de la historia.»

«Las uniones laicas superaron por primera vez el año pasado a las oficiadas ante el altar.»

E o Papa tem saudades de Franco...

«El Papa propone "reevangelizar" España ante el auge de un anticlericalismo que le recuerda el de la Segunda República. (...) Denunció el Papa la existencia en España de un "laicismo agresivo" que llegó a comparar con el "anticlericalismo fuerte y agresivo como lo vivimos en los años 30".»

«Compara el "anticlericalismo agresivo de la II República " con la España de hoy. La asistencia a los actos de Santiago fue menor de la prevista.»

Barcelona:

Leia tudo, mas mesmo tudo!, sobre as visitas do Papa neste blogue:

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publicado por António Vilarigues às 12:05
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