TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Segunda-feira, 12 de Março de 2018
Acordo unitário estrutural PSUV-PCV (26 de fevereiro de 2018)

Acuerdo-psuv-pcv-2018-02-26.jpg

Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV)-Partido Comunista da Venezuela (PCV)

 

O PSUV e o PCV denunciam, perante o mundo, que o imperialismo – através do governo dos EUA e com a subordinada cumplicidade de governos da América Latina e da extrema direita venezuelana –, insiste em criar um expediente artificial em organizações multilaterais contra o nosso país, para tentar justificar uma intervenção internacional, com a possibilidade real de os governos direitistas da Colômbia, do Brasil ou da Guiana criarem uma provocação nas fronteiras.

Ler o texto integral do Acordo

Mapa Venezuela_agresion

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Domingo, 19 de Abril de 2015
Jornada mundial de solidariedade com a Venezuela

venezuela 2015

Jornada mundial de solidariedade com a Venezuela

 

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Segunda-feira, 9 de Março de 2015
Venezuela – operação Jericó: Nome bíblico para uma provocação

mapa venezuela.jpg

A nova tentativa de golpe de Estado na Venezuela – abortada pelas autoridades bolivarianas –com o nome de código Jericó, envolve conhecidas figuras da reacção e tem o patrocínio dos EUA.

Escudo Venezuela.png

«Milhares de pessoas manifestaram-se, sábado, 28, em Caracas, contra nova tentativa de golpe de Estado, protagonizada pela direita venezuelana com o patrocínio dos EUA. No acto, também convocado para assinalar o 26.º aniversário do «Caracazo», o presidente da Venezuela apelou à unidade popular em defesa da paz e da pátria e para derrotar a guerra económica e mediática em curso, revelando não descurar que o imperialismo continuará a promover as condições e os meios da ofensiva antibolivariana.»

 

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Quarta-feira, 23 de Abril de 2014
Conspiração internacional contra a Venezuela

«A Venezuela não enfrenta um golpe interno mas sim uma conspiração internacional cujos contornos estão cada dia mais claros.»

«Antes, em artigo publicado no New York Times, Maduro já havia denunciado e desmontado a manipulação mediática dos acontecimentos na Venezuela. No texto, o presidente venezuelano voltou a responsabilizar os grupos fascistas financiados pelos EUA pela maioria das mais de três dezenas e meia de mortes registadas nas últimas oito semanas, bem como pela violência e destruição desencadeada contra edifícios administrativos, sedes de partidos, meios de transportes, unidades de saúde, universidades e escolas, instalações de órgãos de comunicação social, centros de distribuição de alimentos, etc.»
«"Sem precedente no país o incêndio de uma universidade: a Unefa. O incêndio da sua biblioteca traz uma imagem dantesca, desoladora. Fizeram-no em nome da ‘Venezuela decente’, da ‘sociedade civil’, dos ‘estudantes pacíficos’. O terror pretende subsistir na memória como uma tatuagem a fogo sobre a pele. Como disse o poeta alemão Henrique Heine: Ali onde se começam a queimar os livros, termina-se a queimar as pessoas."»

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Terça-feira, 25 de Março de 2014
Venezuela: Indicadores da esperança
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● Desde 1998, 1,5 milhões de venezuelanos aprenderam a ler ao abrigo da Missão Robinson I. O analfabetismo foi erradicado, segundo a UNESCO, em 2005, e o número de crianças escolarizadas aumentou de 6 para 13 milhões (93,2 por cento). A missão Robinson II elevou a frequência do ensino secundário de 53,6 por cento para mais de 73 por cento, e as missões Ribas e Sucre permitiram que mais um milhão e 400 mil jovens frequentassem universidades, algumas das quais criadas de raíz.

● A
revolução bolivariana criou um sistema público de saúde, mais de 7800 centros de saúde equipados, e o total de médicos por habitante disparou 300 por cento. A missão Bairro Adentro levou a assistência médica e medicamentosa às favelas e às localidades mais desfavorecidas, realizando mais de meio milhão de consultas. 17 milhões de venezuelanos foram atendidos por médicos desde 1998, 1,7 milhões de vidas foram salvas e a taxa de mortalidade infantil reduziu-se em 49 por cento. A esperança média de vida passou dos 72 para os 74 anos.

● A taxa de pobreza passou de 42,8 por cento para 26,5 por cento. A desnutrição infantil reduziu-se 40 por cento desde 1999 e a pobreza extrema caiu de 16,6 por cento para 7 por cento. Cinco milhões de crianças recebem alimentação gratuita nas escolas. A FAO reconhece que a Venezuela foi o país da América Latina e do Caríbe que mais contribuiu para a erradicação da fome. O índice GINI da Venezuela, que mede a desigualdade, é o mais baixo da região.

● Em 1998, somente 387 mil reformados tinham direito a pensão. Hoje são 2,1 milhões, incluindo aqueles que nunca trabalharam, a quem é paga uma prestação igual a 60 por cento do Salário Mínimo Nacional. Mães solteiras e cidadãos com incapacidades recebem um subsídio social nunca inferior a 70 por cento do SMN.

● A taxa de desemprego passou de 15,2 para 6,4 por cento. Foram criados 4 milhões de postos de trabalho. A jornada laboral passou para 36 horas semanais sem perda de remuneração e a liberdade de acção sindical e reivindicativa é uma realidade. O salário mínimo subiu mais de 2000 por cento e o número de trabalhadores que o auferem passou de 65 para 21 por cento.

● Desde 1999 foram construídas mais de 700 mil casas e entregues mais de 3 milhões de hectares de terras a camponeses e membros de comunidades originárias. A Venezuela produzia 51 por cento dos alimentos que consumia, taxa que actualmente se situa nos 71 por cento. O consumo das famílias aumentou em 81 por cento desde 1999, e o de carne, em particular, cresceu 75 por cento. A Missão Alimentação criou uma cadeia de distribuição com 22 mil postos (Mercal, Casas de Alimentação e Rede PDVAL), que vendem géneros a preços subvencionados até 30 por cento.
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Alguém tomou conhecimento destes dados pela comunicação social dominante?...

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Sexta-feira, 21 de Março de 2014
Venezuela: Nova derrota da extrema-direita

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No momento em que escrevemos estas linhas, com risco da própria vida, ouvimos o assobio assassino das balas sobre a cabeça. Vidros estilhaçados saltam por todos os lados, convertidos em milhares de projecteis mortais. E com um bocadinho de imaginação até é possível sentir o trovejar dos canhões não muito longe, ali ao pé da serra. A terra treme. Caracas é um caos. Caracas? Não. A Venezuela! O país arde de Norte a Sul. De Este a Oeste. Estamos à beira da guerra civil!...

Quem se limitar a ver a situação da Venezuela através dos meios de comunicação da burguesia não pode senão acreditar a pés juntos no que acabamos de escrever, que é, diga-se já, uma colossal peta. Uma intrujice que a direita trata de impingir ao mundo – não esqueçamos que 82 jornais da América Latina se confabularam para publicar uma página diária contra o governo bolivariano – para justificar uma intervenção militar que ponha ponto final ao processo revolucionário, na certeza de que ele é a coluna vertebral do grande movimento nacionalista latino-americano que está a pôr termo ao domínio colonial de Washington sobre todo o subcontinente. Washington, enquanto instrumento político e militar ao serviço das grandes multinacionais, está como sempre disposto a tudo, incluindo uma guerra civil, tal como podemos ver hoje, por exemplo na Síria, onde as contas lhe estão a sair furadas mas com uma enorme destruição das infra-estruturas do país.

Ler texto integral

«Gisella Rubilar Figueroa é uma das mais recentes vítimas provocadas pela extrema-direita que nunca deixou de acariciar a ideia de um golpe desde que Hugo Chávez venceu as eleições de 1998. Dezoito derrotas em dezanove processos eleitorais não são suficientes para que as forças negras do fascismo, ao serviço do imperialismo de Washington e da mais rançosa burguesia venezuelana, se convençam de que este não é o seu tempo
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Sábado, 21 de Dezembro de 2013
Venezuela: Em 14 anos de Revolução realizaram-se 19 actos eleitorais

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Neste país que a União EUropeia (UE) não aceita como uma democracia – ao contrário da Colômbia dos criminosos paramilitares – em 14 anos de Revolução realizaram-se 19 atos eleitorais, sempre ganhos pelo movimento bolivariano.
Note-se que em 40 anos de alternância entre social-democratas e democratas cristãos (a democracia que os oligarcas gostam) houve apenas 15 processos eleitorais, com a exclusão de uma massa enorme de cidadãos impedidos de votar por serem analfabetos. Este “regime”, para o “mundo livre” uma democracia, procedia á tortura, assassínio, desaparecimento de oposicionistas incluindo jovens estudantes. Não consta que cá ou em qualquer país da UE os “bons espíritos” da Internacional Socialista e dos direitos humanos se preocupassem com o que se passava.
Jimmy Carter classificou o sistema eleitoral venezuelano como o melhor dos 98 que tinha observado por todo o mundo. Para a comunicação social controlada porém, continua a ser o “regime”de Chavez ou Maduro que se esforçam por apresentar como tresloucados.

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Quinta-feira, 12 de Dezembro de 2013
Venezuela – Uma vitória notável!

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A direita reaccionária e golpista venezuelana viu na morte do presidente Chavéz, em Março deste ano, uma oportunidade para fazer reverter as conquistas que o povo venezuelano alcançou ao longo dos últimos 15 anos de transformações progressistas e revolucionárias. O capitalismo cavou fundo na sociedade venezuelana, demonstrando o quão criminoso, inumano e violento pode ser. Sentando-se em cima de imensas massas de gente pobre, sem direitos, indigente, o grande capital venezuelano e o imperialismo erigiram um sistema de poder que ainda hoje, em variados aspectos, não foi destruído. Um sistema que essas mesmas classes dominantes sempre usaram para torpedear o processo revolucionário na Venezuela.

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«As forças progressistas e revolucionárias venezuelanas triunfaram na esmagadora maioria dos municípios do país. O Partido Comunista da Venezuela (PCV) governa nove autarquias.

Embora os resultados definitivos não tenham sido ainda divulgados pelo Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela, com cerca de 98 por cento dos votos escrutinados a tendência indica que os bolivarianos venceram em mais de 250 municípios, contra 74 ganhos pela opositora Mesa de Unidade Nacional (MUD).»

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Terça-feira, 11 de Junho de 2013
Venezuela: A tentação de voltar ao passado

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A direita fascista pretende regressar a Abril de 2002. Está a repetir, incansável e perigosamente, a mesma manipulação, os mesmos argumentos, as mesmas provocações, o mesmo guião que então levou ao golpe de Estado.

Até o advogado que redigiu a impugnação global das recentes eleições presidenciais é o mesmo do decreto que levou o golpista Pedro Carmona à presidência e desde ali eliminou, por decreto, todos os poderes públicos eleitos em votação popular. A impugnação tem a mesma inconsistência argumentativa de outros desconhecimentos da vontade do povo venezuelano. Generalidades sobre generalidades e nada que documente as denúncias. Não por falta de vontade. Simplesmente por inexistência de elemento objectivos que as sustentem.

«Os resultados eleitorais (na Venezuela) estão devidamente sustentados nos instrumentos de votação tais como as actas de escrutínio, actas de encerramento e constâncias de verificação do público. (...) Tudo é realizado com a presença de testemunhas, assim como de membros de mesas e eleitores». Quem escreve tão cristalinamente é a MUD. Não se refere às eleições de 14 de Abril mas às internas de 2012, quando alguns representantes de Capriles se impuseram aos seus rivais por margens de apenas 0,2 por cento (agora não reconhecem os quase dois por cento de Maduro!). Nessas eleições, o CNE era o mesmo e as máquinas as mesmas. Tudo era igual, a única diferença foi que nessa ocasião a vitória sorriu à plutocracia caprilista, que é quem realmente manda na MUD.

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«Um conjunto de intelectuais estado-unidenses, entre os quais o escritor Noam Chomsky e o cineasta Oliver Stone, enviou una carta à editora do diário The New York Times, Margaret Sullivan, na qual lhe pedem que analise a abordagem parcial adoptada contra a Venezuela e em especial contra o governo do líder da Revolução Bolivariana, Hugo Chávez Frías (1999-2013)

«Ventos golpistas sopram na Venezuela.
As forças derrotadas nas eleições de 14 de Abril não se conformam com a vitória de Nicolás Maduro. Insistem em manobras golpistas não obstante o Conselho Nacional Eleitoral ter procedido a uma recontagem dos votos que confirmou o resultado da eleição cuja democraticidade foi garantida por observadores internacionais, entre os quais Jimmy Carter, ex-presidente dos Estados Unidos.»

«A ofensiva imperialista contra a Venezuela corre em várias frentes, mas na frente colombiana ela pode custar a Juan Manuel Santos a perda da possibilidade de um 2º mandato, também um penoso fim do mandato actual, com uma acentuada diminuição da sua aceitação junto do mais importante eixo latino-americano, Caracas-Brasília-Buenos Aires, como na esmagadora maioria dos países da América Latina, que não aceitam bem a violação do «consenso existente à volta da necessidade da ordem democrática»

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Terça-feira, 7 de Maio de 2013
Venezuela: Conspiração fascista

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Contra todos os factos, a direita anti-bolivariana procura manter a marcha da desestabilização pós-eleitoral no país. O objectivo é derrubar o presidente escolhido pelo povo num sufrágio limpo.

«Eu não tenho dúvidas sobre o resultado emitido pelo sistema de votação porque foi efectivamente auditado, certificado e revisto na presença de testemunhas». A frase é do reitor eleitoral Vicente Díaz (ligado ao caprilismo) e foi proferida no dia 16 de Abril. Díaz considerou ainda que não pode auditar a totalidade dos boletins «porque isto é como uma prova de sangue» e «tu não necessitas de 100 por cento do sangue, basta uma amostra». A 21 de Abril, afirmava igualmente que nunca teve indícios para duvidar dos resultados das eleições e que reconhecia o presidente Nicolás Maduro.

O Movimento de Países Não-Alinhados, que inclui 120 estados de todos os continentes, reconhece a vitória eleitoral de Maduro e pede que cesse a violência da oposição. A UNASUR saudou o presidente e a Comunidade de Estados Latino-Americanos e das Caraíbas fez o mesmo, instando «todos os participantes na eleição a respeitarem os resultados oficiais emanados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE)», única autoridade na matéria. Governos como os de Peru, Chile e México, entre outros insuspeitos de apoio aos bolivarianos, reconhecem Maduro como presidente. A Espanha governada pelo PP - que apoiou o golpe de 2002 -, depois de uma vacilação inicial, aceitou o resultado eleitoral. E até o governo de Obama, que ainda não reconheceu formalmente a presidência de Maduro, estimou que «a decisão da Venezuela de enviar [o deputado] Calixto Ortega como o seu encarregado de negócios, pode ser um passo na direcção de estabelecer canais de comunicação efectivos». Obviamente, Ortega é representante do governo de Maduro, e não de outro!

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Segunda-feira, 22 de Abril de 2013
Um motorista no palácio de Miraflores

«No conjunto dos 18 processos eleitorais realizados em 14 anos de um processo progressista originalíssimo, esta é a 17.ª vitória das forças revolucionárias, mas é igualmente a mais estreita de todas elas. Conseguida num contexto particularmente difícil, a pouco mais de um mês da morte do líder máximo da revolução bolivariana, a reacção interna e externa concentrou todos os seus recursos financeiros e de manipulação mediática nesta batalha, com o objectivo de recuperar os privilégios que começou a perder – desfruta ainda de muitos deles – a partir de 1999. Todas as baterias e toda a guerra mediática que ao longo de 14 anos estiveram viradas contra Hugo Chávez, mudaram de alvo nas últimas semanas.»

«A vitória de Nicolás Maduro, candidato do Grande Pólo Patriótico nas eleições presidenciais realizadas a 14 de Abril na Venezuela, tem um enorme significado e é da maior importância.

Trata-se de uma justa e legitima vitória alcançada num dos momentos mais difíceis e exigentes para a jovem Revolução Bolivariana. Após o falecimento daquele que foi o seu mais importante líder, o Comandante Hugo Chávez, as forças democráticas e patrióticas venezuelanas passaram com êxito o seu primeiro teste, dando resposta aos que pensaram que havia chegado o fim do processo bolivariano.»

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«A manipulação da informação tem na activação de preconceitos obstaculizantes da correcta compreensão de uma notícia uma arma essencial.»

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Quarta-feira, 6 de Março de 2013
Hugo Rafael Chávez Frías (28 de Julho de 1954 / 5 de Março de 2013)

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Declaración del Partido Comunista de Venezuela

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Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2013
Um povo levantado

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O que lhes [às forças reacionárias na Venezuela e ao imperialismo] dói (e tudo fazem para silenciar ou escamotear) é que a Revolução venezuelana
  • mobilize os recursos e a produção do País em prol da satisfação das necessidades do povo;

  • assegure a prestação de cuidados de saúde;
  • erradique o analfabetismo e universalize o acesso a todos os níveis de ensino;
  • promova a informação, o saber, a cultura e as expressões artísticas;
  • dê resposta progressiva ao acesso a serviços básicos fundamentais, como a electricidade, a água potável ou o saneamento básico, e a uma habitação condigna;
  • aumente o valor das reformas e o número daqueles que as recebem;
  • promova e alargue o âmbito da segurança social;
  • reduza significativamente a pobreza; assegure uma cada vez mais justa redistribuição da riqueza criada;
  • assegure direitos laborais dos trabalhadores;
  • diminua de forma expressiva o desemprego;
  • aumente consecutivamente o salário mínimo;
  • invista na produção nacional;
  • nacionalize empresas em sectores estratégicos para a concretização do plano de desenvolvimento económico e social do País;
  • diminua a dependência externa;
  • salvaguarde e afirme a sua soberania e independência nacional;
  • promova e diversifique as suas relações de amizade, de paz e solidariedade com outros países;
  • ou avance com processos de cooperação de âmbito regional com carácter anti-imperialista, como a ALBA, e processos de afirmação soberana não submetidos ao domínio dos EUA, como a CELAC.

In jornal «Avante!», edição de 17 de Janeiro de 2013

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Sábado, 13 de Outubro de 2012
Venezuela dá (outro) passo em frente!

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Um dado significativo nestas presidenciais é, ainda, o facto de o Partido Comunista da Venezuela ter mantido a tendência de subida. No total, o PCV superou os 480 mil votos, resultado muito longe dos 57 mil boletins garantidos em 2000, e um acréscimo de praticamente 150 mil votos face às presidenciais de 2006.

Clicar na imagem para ampliar

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«Alguns números esclarecedores, só para que se tenha uma ideia do que sucede a nível nacional. Diz a direita que Hugo Chávez controla a maioria dos meios de comunicação. A realidade é exactamente ao contrário. Tal como apareceu há pouco no Le Monde, dos 111 canais de televisão que se pode ver na Venezuela, 61 são privados, 37 comunitários e 13 públicos. E o que é mais importante é que, em termos de audiência, os privados superam abertamente os públicos. Se falarmos da rádio a situação é parecida. E em termos de jornais, eles estão igualmente nas mãos da direita e é bom recordar que dois dos jornais com maior circulação – El Nacional e El Universal – são tão furiosa e irracionalmente anti-bolivarianos que participaram activamente no golpe de Abril de 2002 e no desencadear da greve petrolífera do mesmo ano. Ainda ninguém respondeu pelos mortos desse golpe. Nem pelos resultados desastrosos dessa greve insurreccional – oficialmente ainda não terminou e está só «flexibilizada» – que causou à nação prejuízos na ordem de 20 mil milhões de dólares e obrigou o país a dar um salto atrás em termos de desenvolvimento económico e social, fazendo aumentar o desemprego e provocando a falência de milhares de pequenas e médias empresas.»

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Sexta-feira, 12 de Outubro de 2012
Confiança popular garante vitória sólida

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Quinta-feira, 11 de Outubro de 2012
Viva a Venezuela
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A vitória de Hugo Chávez nas eleições presidenciais venezuelanas é uma excelente – mas não inesperada – notícia. Confirma o curso da revolução bolivariana. Dá novo ímpeto aos processos progressistas na América Latina, depois dos golpes de Estado patrocinados pelos EUA nas Honduras e no Paraguai. Confirma um amigo precioso dos países e governos anti-imperialistas do planeta, alvos de guerras e operações de desestabilização e agressão pelos imperialismos norte-americano ou europeus. O meio milhão de votos no PCV reforça os motivos de alegria.

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Sábado, 17 de Dezembro de 2011
Revisitando a Venezuela
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Segunda-feira, 15 de Agosto de 2011
14.º Congresso do PC da Venezuela - empenho revolucionário

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Reunindo mais de 500 delegados e constituindo um importante marco na história recente dos comunistas venezuelanos, o 14.º congresso do PCV ocorreu numa importante fase do processo bolivariano, que precede as eleições presidenciais de 2012 e a discussão, entre as forças progressistas e revolucionárias, sobre o seu aprofundamento.

A reunião do órgão máximo do PCV culminou um amplo debate interno realizado num difícil período de resistência dos comunistas venezuelanos, no qual, além da continuada defesa do processo revolucionário e do seu empenho na construção da unidade das forças que sustentam o governo bolivariano liderado pelo presidente Hugo Chavéz, os comunistas venezuelanos se viram confrontados com a necessidade de defender a existência, a importância e o papel do Partido.

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Domingo, 14 de Março de 2010
Venezuela: Pobreza cai drasticamente

     A percentagem de pobres na Venezuela caiu para 23 por cento. Quando comparados os dados actuais com os últimos indicadores existentes antes do início do processo revolucionário bolivariano, conclui-se que, em 1996, a pobreza afectava cerca de 70 por cento da população e a pobreza extrema 40 por cento.

A estes indicadores, revelados durante um programa numa estação de televisão privada, o presidente do Instituto Nacional de Estatística, Elías Eljuri, acresceu outros que mostram que, em 2003, a pobreza ainda atingia 55 por cento da população, e a pobreza extrema um quarto dos venezuelanos. Actualmente, as estatísticas – conformes com os padrões da Comissão Económica para a América Latina e o Caribe e do Banco Mundial – mostram igualmente que o número dos que subsistem na extrema pobreza caiu para 6 por cento.

Eljuri lembrou ainda que a Venezuela é o país da América Latina com o mais baixo índice Gini, medidor da desigualdade em sentido lato. Todavia, reforçou que subsiste a apropriação de parte significativa da riqueza criada pelos 20 por cento mais ricos, e defendeu a necessidade de «uma mudança estrutural mais profunda» para alterar essa situação.

(sublinhados meus)

In jornal «Avante!» - Edição de 11 de Março de 2010

                                  


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Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008
As eleições na Venezuela: victória do projecto bolivariano

    «El PSUV de Hugo Chavez se impone por mayoría en 17 de los 22 estados de Venezuela mejorando resultados, un millón de votos más de los obtenidos en el referendo de diciembre pasado que perdió el presidente.

PSUV obtuvo unos cinco millones 300 mil votos y oposición cuatro millones, 300 mil por debajo de lo alcanzado en anteriores comicios

 

  

  

                               


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