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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

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TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Nelson Évora conquista bronze

Nelson Évora Google

Nelson Évora regressou, esta quinta-feira, ao mesmo palco que em 2008 assistiu ao momento mais alto da sua carreira: o título olímpico. Desta vez, o atleta do SL Benfica garantiu a medalha de bronze, ao saltar 17,52 metros, conseguindo desta forma atingir a sua melhor marca do ano. 

Sinto-me muito bem, não podia estar mais feliz por ter ganho aqui uma medalha de bronze. Tive muitas lesões nestes últimos anos e o meu objetivo era chegar aqui e ganhar uma medalha. Tenho que agradecer a Deus por ter ganho”, disse no final da prova. 

Em Pequim, na China, depois de dois nulos que o atiravam para o quarto lugar e o afastavam do pódio, o português fechou a prova com a impressionante marca de 17,52 metros, regressando às medalhas mundiais.  

O vencedor da prova foi Christian Taylor que saltou 18,21 metros, marca muito próxima do recorde mundial (18,29 metros). Com a medalha de prata e à frente de Nelson Évora ficou o cubano Pedro Pichardo, o principal favorito à conquista do título mundial, com a marca de 17,73 metros.  

Eles colocaram o nível do triplo salto nos 18 metros e acredito que isso será bom para todos os outros atletas e para o ano será um bom ano de Jogos Olímpicos”, disse.  

Esta foi a primeira final em campeonatos do Mundo ao ar livre de Nelson Évora desde Berlim, em 2009, onde alcançou a medalha de prata.   

Não tive uma preparação muito específica mas preparei-me da melhor forma, com muita entrega. É isto que eu gosto de fazer, é esta a minha paixão e foi isso que eu demonstrei ali dentro da pista”, finalizou. 

 

Parabéns ao Nelson Évora e ao seu clube, o SL Benfica

 

Publicado neste blog:

 

Nelson Évora é Campeão Europeu!

Nelson Évora_Praga1

Com 17,21 metros no Triplo Salto, o atleta do SL Benfica sagrou-se Campeão Europeu de Pista Coberta, em Praga.

Nélson Évora conquistou esta tarde de sábado a primeira Medalha de Ouro para Portugal nos Europeus de Pista Coberta em Atletismo, a decorrer em Praga, República Checa.

Em declarações à BTV, ainda em Praga, o Campeão da Europa rejubilou com o momento e não esqueceu todos aqueles que o apoiaram nesta caminhada.

«Estou muito contente, é um espetáculo! A prova foi boa, dentro das condições da própria pista. Comecei a saltar com o coração e depois então saltei com cabeça. As coisas estão a correr bem e agora é continuar. Quero agradecer a todos os Benfiquistas e à Direcção do Clube por acreditarem neste projeto e por nunca terem desistido de mim depois do calvário das lesões que passei e por me terem apoiado sempre», afirmou.

Quanto ao que se segue, o atleta do Benfica ainda não pensa no Rio'2016, e aponta metas para o Mundial.

«Agora terei um período duro de treino para entrar na época de Ar Livre nas melhores condições. Falta muito para os Jogos Olímpicos. Tenho de ir passo a passo, pois aprendi o significado disso. Há que preparar o que está mais perto. O Mundial é o grande objetivo agora. Depois, apontarei todas as minhas atenções para os Jogos Olímpicos», concluiu.

 

Parabéns ao Nelson Évora e ao seu clube, o SL Benfica

 

Nélson Évora e Vanessa Fernandes eleitos desportistas do ano

 

SLB, SLB,SLB, GLORIOSO SLB

 

Os atletas Nélson Évora, campeão olímpico de triplo salto, e Vanessa Fernandes, medalha de prata no triatlo em Pequim2008, foram hoje distinguidos com os prémios de Desportista do Ano, atribuídos pela Confederação do Desporto de Portugal (CDP).

 

Parabéns à Vanessa Fernandes, ao Nelson Évora e ao seu clube, o SL Benfica

                     

Portugal 2-3 Benfica

                                                                                                                                   

SLB, SLB,SLB, GLORIOSO SLB

                                             

Uma brincadeira ninguém leva a mal...

                                                  

Nelson Évora triplo salto de ouro no "Ninho de Pássaro"

O recordista nacional do triplo salto, Nelson Évora, 24 anos de idade, conquistou a medalha de ouro na final disputada em Pequim, com a marca de 17,67m, a sua melhor marca do ano, conseguida ao quarto ensaio. É a primeira medalha de ouro para Portugal nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, a primeira numa disciplina técnica do atletismo e a quarta conquistada em Jogos Olímpicos da Era Moderna.

            

Parabéns ao Nelson Évora e ao seu clube, o SL Benfica                 

 

                              

Vanessa Fernandes medalha de prata no triatlo

Vanessa Fernandes, de 22 anos, conquistou hoje a medalha de prata na prova de triatlo dos Jogos Olímpicos de Pequim. A triatleta portuguesa, recordista de vitórias na Taça do Mundo e 8.ª classificada na mesma prova em Atenas, há quatro anos, ficou atrás da vencedora, Emma Snowsill, da Austrália. "Vale como se fosse ouro. É uma medalha importante e que me sabe muito bem", disse, no fim.

                             

Parabéns à Vanessa Fernandes e ao seu clube, o SL Benfica

                                             

Nélson Évora será o porta-bandeira em Pequim


Nélson Évora, campeão mundial de triplo salto, vai ser o porta-bandeira da delegação de Portugal no dia de apresentação, em pleno Estádio Olímpico de Pequim.

Nélson Évora, que sucede ao judoca Nuno Delgado em Atenas2004, competirá a 18 de Agosto (qualificações) e 21 (dia da final).

                                                                                   

Parabéns ao Nelson Évora e ao seu clube, o SL Benfica

                                                                           

Tibete: Ligações perigosas

Texto Hugo Janeiro

    Os vínculos entre os separatistas tibetanos e os serviços secretos dos EUA persistem ininterruptamente desde o início dos anos 50. Apenas durante um breve período sofreram ajustes de intensidade, de 1974 a 1979, após o restabelecimento das relações sino-norte-americanas, promovidas por Mao Tsé Tung e Richard Nixon, convergindo com o período de funções de Gerald Ford na Casa Branca.

Com efeito, foi durante o mandato de Ford que a «causa tibetana» menos beneficiou, uma vez que o presidente considerava infrutíferas as intentonas armadas da CIA. O interregno porém não resistiu, e logo que Jimmy Carter foi eleito, o interesse pelo Tibete reanimou-se nos conteúdos talhados pela CIA no final da década de 40.

                                        

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Tibete: Os acontecimentos de Março

Texto Hugo Janeiro

    Seguir o rasto dos acontecimentos ocorridos na capital do Tibete a 14 do mês passado obriga, como refere James Miles, correspondente da The Economist e único jornalista ocidental presente no calor dos tumultos, a romper com os rumores que alimentam Lhasa.
Informações apuradas por Miles e divulgadas num artigo publicado a 19 de Março indicam que os protestos se iniciaram logo na segunda-feira, 10 de Março, quando alguns monges de Lhasa e de mosteiros limítrofes saíram à rua para festejar a rebelião de 1959.
Jill Drew, do Washington Post, confirma a notícia num trabalho publicado no dia 27, e acrescenta que a polícia procurou impedir a manifestação no centro da cidade e deteve pelo menos 15 pessoas, mas, sustentando-se em testemunhos oculares, adianta que não se registaram agressões policiais, como começou entretanto a ser difundido.
O boato avolumou-se e, sexta-feira, 14 de Março, novo protesto do Mosteiro de Ramoche acendeu o rastilho. Nessa tarde, na principal artéria de Lhasa «uma multidão de várias dúzias de pessoas saíram enlouquecidas, algumas delas aos berros ao mesmo tempo que apedrejavam lojas de chineses de etnia han», escreve Miles na revista The Economist. As mercadorias começaram a inundar as ruas criando enormes pilhas de fogo. Dezenas de edifícios foram incendiados.
«Durante horas, as forças de segurança pouco fizeram», sublinha Miles. Só pela manhã o quarteirão tibetano, centro da acção, foi cercado pelo exército que, apesar do aparato, possibilitou que a destruição se prolongasse, para espanto do jornalista e desespero dos habitantes do bairro, à mercê dos grupos de amotinados.
Alegadamente, as autoridades terão procurado evitar os confrontos com os grupos de jovens irados e, mesmo quando começaram a patrulhar o quarteirão tibetano, ouviam-se raros disparos para o ar. «Tiros singulares, deliberados, provavelmente mais de aviso do que com a intenção de matar», assegura Miles.
Jill Drew relata uma entrevista a um turista canadiano, John Kenwood, feita depois deste chegar a Katmandu, no Nepal. Kenwood confessa ter acompanhado a multidão que gritava «free Tibet». «Fazer parte de um bando poderoso e aos uivos que forçava a polícia a meter o rabo entre as pernas» suscitava-lhe um sentimento emocionante.
Mas o entusiasmo esfumou-se na conduta violenta. De repente pararam, lembra, «parecia que se iam virar contra toda a gente. Aquilo já nada tinha a ver com a liberdade no Tibete».

No Post, outro turista, o suíço Claude Balsiger, conta ter visto um idoso chinês ser atirado ao chão e um jovem de um dos grupos esmagar-lhe a cabeça com uma pedra, isto apesar de tibetanos mais velhos procurarem impedir.
Hospitais, carros de bombeiros que corriam a apagar fogos, ambulâncias, transportes colectivos, instalações de rede eléctrica, um total de 300 prédios e mais de 200 residências ou estabelecimentos comerciais foram alvos da fúria. De acordo com o balanço feito pelo governo chinês, os apoiantes «da causa tibetana» mataram 19 pessoas e feriram 623, das quais 382 civis e 241 polícias.

                                                    

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