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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Os incêndios florestais e as erradas políticas agrícolas

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Mais uma vez, os incêndios florestais ameaçam a vida das populações e causam enormes prejuízos a milhares de compartes dos baldios e pequenos e médios produtores florestais.

A BALFLORA – Secretariado dos Baldios do Distrito de Viseu manifesta a sua solidariedade às populações e Assembleias de Compartes de Baldios atingidas por este flagelo e lamenta os enormes prejuízos já provocados na floresta ardida, nas casas, equipamentos, infra-estruturas agro-pecuárias e até vidas destruídas.

A BALFLORA manifesta por outro lado o seu grande reconhecimento a todos aqueles que – bombeiros e populações – não têm poupado esforços para combater ou minimizar os efeitos desta verdadeira calamidade.

A BALFLORA, não deixando de reconhecer entre as grandes causas deste flagelo o período de seca extrema que estamos a viver, chama, mais uma vez, a atenção para a responsabilidade que continua a ter nos incêndios florestais e na enorme dimensão da área já ardida a falta de uma política de efectiva prevenção dos incêndios e de protecção da floresta por parte do Governo e da Ministra da Agricultura. Politica essa, traduzida, desde logo, no corte de 150 milhões de euros para investimentos na Floresta, na recente reprogramação do PRODER e em toda uma política agrícola que reduz os rendimentos dos agricultores e produtores florestais, não promove o aproveitamento de muitos dos recursos e potencialidades dos baldios, desinveste na floresta e faz opções erradas pelas monoculturas florestais do pinheiro ou do eucalipto (erro que o Governo já admitiu repetir liberalizando o plantio do eucalipto).

A BALFLORA, as Assembleias de Compartes e o movimento associativo dos baldios, que tantas vezes têm reclamado apoios para a prevenção dos incêndios e a protecção da floresta, reclamam, agora, do Governo, um levantamento rigoroso dos prejuízos causados por esta verdadeira praga, a urgente retirada, a preços justos, da madeira ardida e a indemnização dos enormes prejuízos causados aos compartes dos baldios e a milhares de produtores florestais.

A BALFLORA, brevemente, irá convocar os Conselhos Directivos de Baldios das zonas percorridas por incêndios para um encontro tendo em vista debater e analisar os problemas causados por estes incêndios e preparar um caderno de reclamações a apresentar ao Senhor Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, a quem irá pedir uma audiência urgente para apresentação e análise destas pertinentes reclamações.

A BALFLORA

Viseu, 5 de Setembro de 2012

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CDU em Real - Entrada da Freguesia é mau cartão de visita

    Quem entra na freguesia vindo de Quintela de Azurara, encontra logo um pedaço de terreno com um aspecto de abandono e de depósito de materiais e outras coisas. Sendo uma das entradas da freguesia e da Ribeira, tem merecido por parte dos membros da Assembleia de Freguesia diversos reparos, nomeadamente do PPD/PSD.
O nosso Grupo defende que diversos espaços da freguesia deveriam ser devidamente requalificados: A Entrada da Ribeira, o Lameira, o Lg. do Eiró, o S. Marcos (a parte que é baldia onde está a sepultura medieval), entre outros. Estes espaços devidamente arranjados seriam óptimos lugares de lazer e recreio, quer para quem vive na freguesia como para quem nos visita ou passa na estrada municipal. 
Neste momento a Freguesia não dispõe de um único espaço de lazer em condições de uso, nem mesmo o Parque da Lameira! Neste parque onde é possível usar o parque infantil, é preciso ter atenção redobrada, pois os perigos espreitam por todo o lado!
A freguesia dispõe de baldios, que na ausência de Assembleia de Compartes, estão a ser geridos pela Junta de Freguesia. Estes baldios vão dando algum rendimento, que é aplicado pela Junta de Freguesia como bem entende. Porque não aplicar os rendimentos dos pinheiros e eucaliptos dos baldios da freguesia na requalificação destes espaços públicos?
Nós entendemos que tal aplicação devia ser precedida de auscultação da população, pois os baldios apesar de serem geridos pela Junta de Freguesia, são pertença das populações da Freguesia.
Uma freguesia com bons espaços de lazer atrai mais visitantes e consequentemente torna-se mais viva e potencia a economia local.
Fica aqui a sugestão!

 

                                                       

In CDU em Real

                          

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