TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Domingo, 13 de Dezembro de 2015
Pedro Lauret: «A Marinha de Guerra Portuguesa – do Fim da II Guerra Mundial ao 25 de Abril de 1974»

ACR Marinha Guerra Pt

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Quinta-feira, 19 de Junho de 2008
Portugal 2-3 Alemanha

                                                                    

PORTUGAL, PORTUGAL, PORTUGAL

                                                                                     


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Domingo, 15 de Junho de 2008
Suiça 2-0 Portugal

                                                                                                      

 

                                                                    

PORTUGAL, PORTUGAL, PORTUGAL              

                                                                        


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Quarta-feira, 11 de Junho de 2008
República Checa 1-3 Portugal

                                                                                                      

 

                                                                    

PORTUGAL, PORTUGAL, PORTUGAL              

                                                                        


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Sábado, 7 de Junho de 2008
Portugal 2-0 Turquia

                                                                                                      

 

                                                                    

PORTUGAL, PORTUGAL, PORTUGAL              

                                                                        


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Terça-feira, 11 de Março de 2008
Faleceu Rogério Ribeiro

    Faleceu Rogério Fernando da Silva Ribeiro destacado professor e artista plástico. Abraçou desde jovem a luta antifascista pela liberdade e a democracia. Em nota, o Secretariado do Comité Central do PCP evoca Rogério Ribeiro como «uma das figuras maiores da arte portuguesa, (...) ao legado da sua imensa obra plástica junta-se (...) o do combatente político pelas causas da emancipação humana, o do resistente e dirigente comunista».

                                      

Ler Texto Integral

                                                        

Ver AQUI seis serigrafias de Rogério Ribeiro para o romance «Até amanhã, camaradas» de Manuel Tiago

                       


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Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2008
Funeral de Luiz Pacheco

    José Casanova, da Comissão Política do PCP, fez uma breve intervenção no funeral de Luiz Pacheco em que lembrou o autor como «espírito livre e independente, personalidade lúcida e irreverente. Escritor e personalidade singular, soube reconhecer no PCP o partido dos trabalhadores, com tudo o que isso significa, e fez dele o seu partido

          

Ler Texto Integral

              


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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008
Na morte de Luiz Pacheco (1925-2008)
    Editor e escritor, Luiz Pacheco assegurou um lugar na  história da literatura portuguesa. Enquanto editor, deve-se-lhe a publicação de obras de vários autores importantes, de Mário Cesariny a outros surrealistas e a Herberto Helder. Enquanto escritor a sua obra, em grande parte ainda dispersa - foi autor, entre outros títulos, de "Comunidade", "O libertino passeia por Braga, a idolátrica, o seu esplendor", “O Teodolito", "Exercícios de estilo" e "Memorando, mirabolando" - dá testemunho de uma prosa depurada e segura, ágil e capaz de recriar a palavra oral e popular, e o calão.
Luiz Pacheco é um autor em que vida e obra se confundem e se ampliam mutuamente, em que a ficção, a crítica literária e a crítica da mundanidade literária se respondem e ecoam um fundo insistente e desassombradamente autobiográfico. Autor satírico, a sua obra combina a ironia e a subversão das convenções do moralismo conservador e hipócrita, com a capacidade de revelar o rosto agredido do ser humano, entre a opressão e o sofrimento da miséria e a alegria insurrecta.
Espírito livre e independente, personalidade lúcida e irreverente, Luiz Pacheco soube reconhecer no PCP o partido dos trabalhadores, o partido consequente, longa e tenazmente fiel aos seus princípios e objectivos, o seu Partido. Assim, em finais de década de oitenta, tornou-se por sua iniciativa militante do PCP - qualidade que manteve até morrer.
A Comissão Nacional do PCP para a Área da Cultura lamenta profundamente a morte de Luiz Pacheco e a perda que ela significa para a Cultura Portuguesa e manifesta aos seus familiares sentidas condolências.
(sublinhados meus)
                  
In Nota da
Comissão Nacional do PCP para a Área da Cultura
                    

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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007
Leitura Obrigatória (LII)

        Salazar: Biografia da Ditadura (Pedro Ramos de Almeida)

Um livro de análise histórica construído numa base cronológica, e servido por dezenas e dezenas de páginas de índices onomástico e analítico. Indispensável.

Portugal foi submetido durante quase meio século a uma ditadura terrorista de classe, sob um regime político assente, no essencial, na soberania pessoal de António de Oliveira Salazar.

Uma ditadura que serviu a formação de grandes grupos financeiros, que consagrou a concentração e centralização de capitais e a expansão e aceleração do domínio monopolista; tal como atomizou e inibiu a iniciativa social das massas operárias, trabalhadoras e populares, restringiu os seus direitos económicos, sociais, cívicos, culturais e políticos e fez definhar a independência e soberania nacionais.

Um regime político autocrático baseado no contínuo esvaziamento da soberania e cidadania populares e cuja mola real – seu motor de arranque e de cruzeiro, sua base de segurança – Foi o poder pessoal do chanceler, isto é, do presidente do Conselho de Ministros: António de Oliveira Salazar. Era uma ditadura com biografia. [...]

da Introdução

  

In Edições «Avante!»

   

   

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Domingo, 4 de Novembro de 2007
Leitura Obrigatória (XLV)

    A Revolução Portuguesa O Passado e o Futuro (Álvaro Cunhal)

A presente obra de Álvaro Cunhal foi escrita por ocasião do VIII Congresso do PCP, realizado em 11/14 de Novembro de 1976, constituindo o relatório aprovado pelo Comité Central ao referido congresso.

Decorridos cerca de 31 anos da sua publicação, A Revolução Portuguesa - o Passado e o Futuro permanece — pela enormíssima quantidade de dados factuais que reúne e sistematiza, pelo rigor das análises e conclusões que faculta — uma obra inesperada de referência e de consulta para o estudo dos dois anos e meio da Revolução Portuguesa.

Não admira, pois, que as comemorações dos 20 anos do 25 de Abril tenham provocado uma renovada procura desta obra, tomando necessária uma nova edição.

  

In Edições «Avante!»

  


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Sábado, 3 de Novembro de 2007
Leitura Obrigatória (XLIV)

    Acção Revolucionária, Capitulação e Aventura (Álvaro Cunhal)

O ensaio Acção Revolucionária, Capitulação e Aventura foi escrito em 1967 e conservado até hoje na «gaveta de ensaios não publicados». Respeita a uma época em que se aprofundava a crise geral da ditadura fascista pronunciando uma situação revolucionária e confirmando o caminho que o PCP apontara da insurreição militar e popular para a conquista da liberdade e da democracia.

O ensaio editado aborda com relativo desenvolvimento os objectivos da luta antifascista que na época defendiam o PCP e as outras forças políticas e os problemas cruciais da unidade antifascista. Aborda as ilusões e tendências para o compromisso com a ditadura, nomeadamente com Marcelo Caetano e os «dissidentes do fascismo» por parte da então chamada burguesia liberal e de outros sectores da Oposição. Aborda finalmente o programa, os objectivos, as concepções, a situação e o papel do PCP na luta pelo derrubamento da ditadura e pela conquista da liberdade e a instauração de um regime democrático.

 

In Edições «Avante!»

 


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Sexta-feira, 2 de Novembro de 2007
Leitura Obrigatória (XLIII)

   A Verdade e a Mentira sobre a Revolução de Abril (Álvaro Cunhal)

Na acção política, a verdade constitiu um valor identificador de uns e mentira numa prática viciosa e sistemática de outros. Dos partidos e fora dos partidos.

Revelaram-se, na Revolução de Abril e na contra-revolução, como elementos carecterísticos de identidade de cada partido e das suas diferenças. Também dos vários sectores militares.

A novidade, sobretudo a partir do 20.º aniversário do 25 de Abril, é que, destruídas muitas das principais conquistas da Revolução e em vias de institucionalização os objectivos estratégicos contra-revolucionários os seus protagonistas abriraram-se em confissões.

Confissões individuais, abundantemente e prolixas, soltas, incompletas, parciais e dispersas. Esclarecedoras também, seja cada uma por si, seja quando, cerzidas as mil e uma peças do puzzle, se completam umas às outras.

Valiosas para a história da Revolução de Abril e da contra-revolução. Valiosas para que se conheçam e reconheçam verdades sempre afirmadas pelo PCP, então desmentidas pelas mentiras da contra-revolução.

Daí a ideia deste ensaio: A verdade e a mentira na Revolução de Abril (A contra-revolução confessa-se).

  

In Edições «Avante!»

  


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