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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Discurso de Salvador Allende na Universidade de Guadalajara México

Salvador Allende 1973

A 11 de Setembro de 1973, no Chile de Salvador Allende (cujo centenário do nascimento se comemora neste ano de 2008), Augusto Pinochet executava a fase final de um golpe. Golpe há muito preparado e anunciado pela comunicação social dominante como «inevitável». Golpe que desde o início foi fomentado, financiado e apoiado pela CIA, obedecendo  às ordens da Administração Nixon.

Um ano depois da sangrenta tomada do poder o então Presidente, não eleito sublinhe-se, Gerald Ford foi entrevistado pela revista «Time». Questionado sobre que lei internacional dava aos EUA o direito de tentar desestabilizar um governo constitucionalmente eleito de outro país respondeu lapidar: «Não vou pronunciar-me aqui sobre se isso é ou não permitido por leis internacionais. É um facto reconhecido, no entanto, que tanto historicamente como no presente, tais acções se aplicam no melhor interesse dos países envolvidos. O nosso governo, tal como outros governos, empreende essas acções para ajudar a boa orientação das políticas externas e para proteger a segurança nacional... A CIA tentou ajudar, no Chile, a preservação dos jornais opositores e das rádios e apoiar os partidos da oposição».

António Vilarigues in jornal "Público" - Edição de 19 de Setembro de 2008

 

 

Publicado neste blog:

 

Há 35 anos: o outro 11 de SETEMBRO! - Musica en la memoria

Vídeo - Inti Illimani y Quilapayun - Musica en la memoria, 2004(Trabajo, que recoge en 19 temas lo que fueron las intensas e historicas jornadas de musica en el Estadio Victor Jara el 20, 21 y 22 de Agosto de 2004)

L'adversaire, par Ignacio Ramonet (Le Monde diplomatique)

 

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

 

Há 35 anos: o outro 11 de SETEMBRO! - O derrube de Salvador Allende

    EL ADVERSARIO 
                         

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                      

Quilapayun - La plegaria a un labrador

                                                                                                                       
Versão dos Quilapayun da canção de Víctor Jara  «La plegaria a un labrador».
                                             
Para ver e ouvir clicar AQUI
                                                      

Quilapayun - Que dira el Santo Padre


                    

Os Quilapayun cantam o poema de Violeta Parra «Que dira el Santo Padre».
                                                                  
Te recuerdo Amanda

                             

Estribillo

                 
Te recuerdo Amanda,

la calle mojada,

corriendo a la fábrica

donde trabajaba Manuel.

La sonrisa ancha, la lluvia en el pelo,

no importaba nada, ibas a encontrarte con él,

con él, con él, con él, con él.

                                
Son cinco minutos.

La vida es eterna en cinco minutos.

Suena la sirena de vuelta al trabajo,

y tú caminando, lo iluminas todo.

Los cinco minutos te hacen florecer.

                 
Estribillo

                        
La sonrisa ancha, la lluvia en el pelo,

no importaba nada, ibas a encontrarte con él,

con él, con él, con él, con él.

                                      
Que partió a la sierra.

Que nunca hizo daño. Que partió a la sierra,

y en cinco minutus quedó destrozado.

Suena la sirena, de vuelta al trabajo.

Muchos no volvieron, tampoco Manuel.

                 
Estribillo.

                                              

Las Canciones de Víctor Jara

                                

Para ver e ouvir clicar AQUI e AQUI (onde cantam também «Te recuerdo Amanda»)        

El Pueblo Unido Jamas Sera Vencido (5 versões)

    Depois DESTA versão mais cinco formas diferentes de cantar a mesma música:
                      
                                     

El Pueblo Unido Jamas Sera Vencido

    Quilapayun canta "El Pueblo Unido Jamas Sera Vencido" (clicar para ver e ouvir) em Santiago, diante do Palácio presidencial de La Moneda, poucos dias antes do golpe militar fascista de Augusto Pinochet do 11 de Setembro de 1973
        
El pueblo unido jamás será vencido

(Sergio Ortega)

El pueblo unido, jamás será vencido,
el pueblo unido jamás será vencido...

De pie, cantar
que vamos a triunfar.
Avanzan ya
banderas de unidad.
Y tú vendrás
marchando junto a mí
y así verás
tu canto y tu bandera florecer.
La luz
de un rojo amanecer
anuncia ya
la vida que vendrá.

De pie, luchar
el pueblo va a triunfar.
Será mejor
la vida que vendrá
a conquistar
nuestra felicidad
y en un clamor
mil voces de combate se alzarán,
dirán
canción de libertad,
con decisión
la patria vencerá.

Y ahora el pueblo
que se alza en la lucha
con voz de gigante
gritando: ¡adelante!

El pueblo unido, jamás será vencido,
el pueblo unido jamás será vencido...

La patria está
forjando la unidad.
De norte a sur
se movilizará
desde el salar
ardiente y mineral
al bosque austral
unidos en la lucha y el trabajo
irán,
la patria cubrirán.
Su paso ya
anuncia el porvenir.

De pie, cantar
el pueblo va a triunfar.
Millones ya,
imponen la verdad,
de acero son
ardiente batallón,
sus manos van
llevando la justicia y la razón.
Mujer,
con fuego y con valor,
ya estás aquí
junto al trabajador.

Y ahora el pueblo
que se alza en la lucha
con voz de gigante
gritando: ¡adelante!

El pueblo unido, jamás será vencido,
el pueblo unido jamás será vencido...  
                    

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