Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2017

23 de Janeiro de 1898 – Nasce Sergei Eisenstein

Sergei Eisenstein

Revolucionário, professor, escritor, cineasta, encenador, realizador, Sergei Mikhailovich Eisenstein é um dos maiores e mais inovadores cineastas de todos os tempos e o cineasta por excelência da revolução soviética.

Nascido em Riga, na Letónia, Eisenstein (1898-1948) desenvolveu novas técnicas na forma de filmagem que mantêm toda a actualidade e são motivo de estudo em todo o mundo.

No seu primeiro filme, «A Greve», sobre a revolução fracassada de 1905, a última sequência é inesquecível: mostra em paralelo um massacre de bovinos e o de trabalhadores pela polícia.

Segue-se o «Couraçado Potemkin», um estrondoso sucesso internacional que permanece um clássico do cinema.

Após um breve interregno nos EUA, onde roda «Que viva o México!», Eisenstein regressa à URSS e realiza mais duas obras-primas: Alexander Nevsky e Ivan o Terrível.

Este último, uma trilogia inacabada devido à súbita morte de Eisenstein, de ataque cardíaco, é um verdadeiro hino à nação russa.

AQUI

 

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 00:03
link do post | comentar | favorito
Domingo, 17 de Novembro de 2013

«The act of Killing», um extraordinário documento

-

Um realizador norte-americano empreendeu a tarefa de documentar a chacina anti-comunista levada a cabo na Indonésia em 1965. O monstruoso massacre de um milhão de homens e mulheres, encorajado e saudado pelo imperialismo, surge reencenado por um dos seus principais perpetradores, pessoalmente responsável por mais de mil mortes. O filme foi estreado em Espanha a 30 de Agosto. Esperemos que venha a ser visto em Portugal.

-

-

Um realizador de cinema pede a um assassino que recrie, em filme, as torturas e crimes que cometeu na vida real. Este, encantado com a oferta, dispõe-se a isso com entusiamo e diligência. O resultado da experiência é uma alucinação cinematográfica que adquire proporções épicas quando se descobre que o criminoso é um dos líderes mais sanguinários dos esquadrões da morte na Indonésia, bandos de carniceiros que, em 1965, acabaram com a vida de um milhão de pessoas em menos de um ano. «The Act of Killing», de Joshua Oppenheimer, é a consequência desse assustador delírio de fama dos genocidas indonésios que, no entanto, hoje vivem como heróis no seu país. O filme estreou em 30 de Agosto em Espanha.

Werner Herzog, um dos realizadores mais talentosos do cinema documental, revelou publicamente o seu assombro perante The Act of Killing. «Não vi um filme tão poderoso, surreal e aterrador em pelo menos uma década», disse, acertando em cheio nos cinco adjectivos e na ordem com que os empregou. Tão impressionante, tão demente é a história deste filme, que a primeira reacção perante o mesmo é de surpresa. Uma espécie de estupefacção que se transforma em perturbação e confusão, antes de se transformar em espanto e, finalmente, em algo muito parecido com a angústia física.

Ler texto integral

-

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 08:21
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Terça-feira, 31 de Agosto de 2010

«Perante as novas ameaças ao Atlântico Norte», Augusto Santos Silva vai mandar espiões para... o Afeganistão! (2)

Para quem não notou, neste texto faz-se referência a dois filmes.

-

O primeiro, é o novo filme de Oliver Stone, "A sul da fronteira".

-

O segundo, é o filme de Stanley Kubrick "Dr. Estranhoamor" (Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb - 1964).

-

Foi colocada a ligação para a cena final Dr. Strangelove cujo texto é:

[last lines]

Dr. Strangelove: Sir! I have a plan!

[standing up from his wheelchair]

Dr. Strangelove: Mein Führer! I can walk!

-

Quem quiser ver o filme todo pode começar aqui:

(continua)

-

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

_

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 12:03
link do post | comentar | favorito
Domingo, 4 de Abril de 2010

Dersu Uzala / Дерсу Узала

Fime Dersu Uzala (original russo com legendas em inglês):





adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

_

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 00:09
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Código do Trabalho: Tempos modernos

Josetxo Ezcurra, Rebelión de 30 de Janeiro

                                          

- Já estou farto de ouvir falar da maldita reforma laboral!... E se para variar fizéssemos uma boa reforma empresarial?

Chaplin, sempre actual:

Para Ver o filme completo:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 12:08
link do post | comentar | favorito

Chico Buarque: Roda Viva

Roda-viva
                  
Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu
A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mais eis que chega a roda-viva
E carrega o destino pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
A gente vai contra a corrente
Até não poder resistir
No volta do barco é que sente
O quanto deixou de cumprir
Faz tempo que a gente cultiva
A mais linda roseira que há
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a roseira pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
A roda da saia, a mulata
Não quer mais rodar, não senhor
Não posso fazer serenata
A roda de samba acabou
A gente toma a iniciativa
Viola na rua, a cantar
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a viola pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
O samba, a viola, a roseira
Um dia a fogueira queimou
Foi tudo ilusão passageira
Que a brisa primeira levou
No peito a saudade cativa
Faz força pro tempo parar
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a saudade pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração

Para ver e ouvir Chico Buarque interpretar a canção «Roda Viva»:

Para Ler:

                                                            

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 08:03
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Akira Kurosawa: Dersu Uzala

     Dersu Uzala (1975). Um poema de Akira Kurosawa sobre a amizade, a solidariedade, a paz, o amor à natureza, o valor do conhecimento (incluindo a sabedoria "tradicional", das pessoas "simples") e o envelhecimento. Uma obra prima.

Ganhou um Óscar para o melhor filme estrangeiro em 1976: ver PRÉMIOS.

Dobrado em castelhano:

 

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 12:05
link do post | comentar | favorito
Sábado, 16 de Maio de 2009

Roger & Me, um filme de Michael Moore

   

«Cuando el cineasta realizador de documentales Michael Moore hizo su primer trabajo importante, Roger and me (Roger y yo) en 1989, literalmente nadie creía en él, y no era para menos: lo que se proponía era pedir explicaciones a Roger Smith, presidente de la General Motors, por el cierre de una planta en la ciudad de Flint (ciudad natal de Moore, en el estado de Michigan) que dejó a 30.000 personas sin trabajo. Lo más flagrante era que la planta automotriz dejaba un superávit millonario.

Durante tres años Moore intentó sin éxito entrevistarse con Roger Smith pero entretanto hizo el retrato de una ciudad que alguna vez fue modelo de bienestar y entró en la miseria por una decisión de la misma compañía que la levantó. 

En Roger y yo Michael Moore denuncia el sufrimiento de miles de familias que simplemente cayeron arrolladas al paso del gran capital y saca a la luz la lógica implacable del modelo de vida estadounidense, que desprecia a los perdedores pero evita preguntarse por las razones que conducen (por ejemplo a los habitantes de Flint) desde el trabajo honrado hasta la pobreza más indigna.

La respuesta del público cerró la boca de aquellos que consideraban a Moore un soñador sin destino: Roger & Me se convirtió en el largometraje documental que más dinero ha hecho en la historia del cine y Moore siguió adelante, con el mismo entusiasmo de antes pero ahora con más medios, con sus proyectos de denuncia del lado oscuro del sueño estadounidense

 

Para Ler:

O segmento do filme a que se refere este artigo está em Roger & Me - Michael Moore - Subt Español 4/10 a partir dos 3m 35s e até aos 5m. O cartaz com a frase "Flint's attitude towards unemployment is: 'Yes, we can!!'" começa a aparecer aos 4m 16s.

 

Ver ainda:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                                                                                                                 

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 12:09
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 16 de Abril de 2009

Charlie Chaplin, 120 anos de juventude!

   

Charles Spencer Chaplin, Jr. (16 de Abril de 1889 – 25 de Dezembro de 1977)

Discurso final em 

A Jewish Barber: I'm sorry, but I don't want to be an emperor. That's not my business. I don't want to rule or conquer anyone. I should like to help everyone if possible; Jew, Gentile, black man, white. We all want to help one another. Human beings are like that. We want to live by each other's happiness, not by each other's misery. We don't want to hate and despise one another. In this world there is room for everyone, and the good earth is rich and can provide for everyone. The way of life can be free and beautiful, but we have lost the way. Greed has poisoned men's souls, has barricaded the world with hate, has goose-stepped us into misery and bloodshed. We have developed speed, but we have shut ourselves in. Machinery that gives abundance has left us in want. Our knowledge as made us cynical; our cleverness, hard and unkind. We think too much and feel too little. More than machinery, we need humanity. More than cleverness, we need kindness and gentleness. Without these qualities, life will be violent and all will be lost. The airplane and the radio have brought us closer together. The very nature of these inventions cries out for the goodness in men; cries out for universal brotherhood; for the unity of us all. Even now my voice is reaching millions throughout the world, millions of despairing men, women, and little children, victims of a system that makes men torture and imprison innocent people. To those who can hear me, I say, do not despair. The misery that is now upon us is but the passing of greed, the bitterness of men who fear the way of human progress. The hate of men will pass, and dictators die, and the power they took from the people will return to the people. And so long as men die, liberty will never perish. Soldiers! Don't give yourselves to brutes, men who despise you, enslave you; who regiment your lives, tell you what to do, what to think and what to feel! Who drill you, diet you, treat you like cattle, use you as cannon fodder. Don't give yourselves to these unnatural men - machine men with machine minds and machine hearts! You are not machines, you are not cattle, you are men! You have the love of humanity in your hearts! You don't hate! Only the unloved hate; the unloved and the unnatural. Soldiers! Don't fight for slavery! Fight for liberty! In the seventeenth chapter of St. Luke, it is written that the kingdom of God is within man, not one man nor a group of men, but in all men! In you! You, the people, have the power, the power to create machines, the power to create happiness! You, the people, have the power to make this life free and beautiful, to make this life a wonderful adventure. Then in the name of democracy, let us use that power. Let us all unite. Let us fight for a new world, a decent world that will give men a chance to work, that will give youth a future and old age a security. By the promise of these things, brutes have risen to power. But they lie! They do not fulfill that promise. They never will! Dictators free themselves but they enslave the people. Now let us fight to fulfill that promise. Let us fight to free the world! To do away with national barriers! To do away with greed, with hate and intolerance! Let us fight for a world of reason, a world where science and progress will lead to all men's happiness. Soldiers, in the name of democracy, let us all unite! Hannah, can you hear me? Wherever you are, look up Hannah! The clouds are lifting! The sun is breaking through! We are coming out of the darkness into the light! We are coming into a new world; a kindlier world, where men will rise above their hate, their greed, and brutality. Look up, Hannah! The soul of man has been given wings and at last he is beginning to fly. He is flying into the rainbow! Into the light of hope, into the future! The glorious future, that belongs to you, to me and to all of us. Look up, Hannah. Look up!

Cena do processo de Monsieur Verdoux (parte final do filme):

The Prosecutor: Never, never in the history of jurisprudence have such terrifying deeds been brought to light. Gentlemen of the jury, you have before you a cruel and cynical monster. Look at him!
[all heads turn to face Verdoux, who turns around himself to look behind.]
The Prosecutor: Observe him, gentlemen. This man, who has brains, if he had decent instincts, could have made an honest living. And yet, he preferred to rob and murder unsuspecting women. In fact, he made a business of it. I do not ask for vengeance, but for the protection of society. For this mass killer, I demand the extreme penalty: that he be put to death on the guillotine. The State rests its case.
Judge: Monsieur Verdoux, you have been found guilty. Have you anything to say before sentence is passed upon you?
Henri Verdoux: Oui, monsieur, I have. However remiss the prosecutor has been in complimenting me, he at least admits that I have brains. Thank you, Monsieur, I have. And for thirty-five years I used them honestly. After that, nobody wanted them. So I was forced to go into business for myself. As for being a mass killer, does not the world encourage it? Is it not building weapons of destruction for the sole purpose of mass killing? Has it not blown unsuspecting women and little children to pieces? And done it very scientifically? As a mass killer, I am an amateur by comparison. However, I do not wish to lose my temper, because very shortly, I shall lose my head. Nevertheless, upon leaving this spark of earthly existence, I have this to say: I shall see you all...very soon...very soon.

   

Nos 120 anos de Chaplin dois filmes completos:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                                      

                                                                       

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 12:07
link do post | comentar | favorito
Sábado, 3 de Janeiro de 2009

Sean Penn: Encontros com Hugo Chávez e Raúl Castro

Actor and filmmaker Sean Penn talks with Raul Castro about Obama, Guantanamo and the Pentagon; and with Venezuelan President Hugo Chavez on human rights in his country and the next US administration.

El actor estadounidense dice en "The Late Show" las cosas como realmente son. Ojalá sirva para que los engañados se convezan de su error.

                                         

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                                                          

                                  

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 12:30
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim


. ver perfil

. seguir perfil

. 27 seguidores

.pesquisar

.Julho 2019

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. 23 de Janeiro de 1898 – N...

. «The act of Killing», um ...

. «Perante as novas ameaças...

. Dersu Uzala / Дерсу Узала

. Código do Trabalho: Tempo...

. Chico Buarque: Roda Viva

. Akira Kurosawa: Dersu Uza...

. Roger & Me, um filme de M...

. Charlie Chaplin, 120 anos...

. Sean Penn: Encontros com ...

.arquivos

. Julho 2019

. Fevereiro 2019

. Janeiro 2019

. Dezembro 2018

. Outubro 2018

. Julho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

.tags

. álvaro cunhal

. assembleia da república

. autarquia

. avante!

. bce

. benfica

. blog

. blogs

. câmara municipal

. capitalismo

. caricatura

. cartoon

. castendo

. cds

. cdu

. cgtp

. cgtp-in

. classes

. comunicação social

. comunismo

. comunista

. crise

. crise do sistema capitalista

. cultura

. cultural

. democracia

. desemprego

. desenvolvimento

. desporto

. dialéctica

. economia

. economista

. eleições

. emprego

. empresas

. engels

. eua

. eugénio rosa

. exploração

. fascismo

. fmi

. futebol

. governo

. governo psd/cds

. grupos económicos e financeiros

. guerra

. história

. humor

. imagens

. imperialismo

. impostos

. jerónimo de sousa

. jornal

. josé sócrates

. lénine

. liberdade

. liga

. lucros

. luta

. manifestação

. marx

. marxismo-leninismo

. música

. notícias

. parlamento europeu

. partido comunista português

. paz

. pcp

. penalva do castelo

. pensões

. poema

. poesia

. poeta

. política

. portugal

. precariedade

. ps

. psd

. recessão

. revolução

. revolucionária

. revolucionário

. rir

. salários

. saúde

. segurança social

. sexo

. sistema

. slb

. socialismo

. socialista

. sociedade

. sons

. trabalhadores

. trabalho

. troika

. união europeia

. vídeos

. viseu

. vitória

. todas as tags

.links

.Google Analytics

blogs SAPO

.subscrever feeds