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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Quem jurou fidelidade à Constituição e anda a traí-la com os Mercados?

Sim, amigos, esta é a triste verdade! A jovem Constituição, de trinta e cinco anos, está ser trocada pelos velhos Mercados, cheios de doenças transmissíveis, que dormem com quem lhes paga mais! Os mesmos «mercados» que «têm um objectivo muito claro: realizar lucros que são especulativos».

O caso vem contado aqui: Teixeira dos Santos: « Retroactividade não é um princípio absoluto».

Segundo a notícia, o homem dá as desculpas do costume:

« "É por estar em causa a economia, o emprego e o futuro de todos nós que temos que avançar com estas medidas e este é um valor que se sobrepõe ao princípio da retroactividade que é um princípio protegido na Constituição mas não é um princípio absoluto que se sobreponha ao bem público e ao carácter imprescindível e de emergência", disse

«Teixeira dos Santos argumentou que se o Governo não der "uma resposta clara" aos "desafios que os mercados colocaram", o "país paralisa porque não terá capacidade de financiamento" ou de "renovar a dívida"

A Constituição já sabia que andava a ser traída.

Lembram-se dos vôos da CIA, por exemplo?  Foram os «mercados» que os impuseram, senhor ministro?

E a ida das «nosssas» tropas para o Afeganistão? Também foram «os mercados» que as enviaram? Bem, o ex-presidente da Alemanha disse que sim - mas demitiu-se... (Por uma vez que um alto dirigente europeu diz a verdade que lhe vai na alma, mandam-no calar-se).

E o ensino e a saúde que deviam ser tendencialmente gratuitos e estão a ser tendencialmente pagos? E o direito ao trabalho?

Será que estão a esvaziar o interior (vão fechar centenas de escolas) para colocarem lá um campo de concentração onde possam meter uns quantos de nós? Quase só falta isso... Mas nunca se sabe... Vá que tal se torna necessário para « dar "uma resposta clara" aos "desafios que os mercados colocarem"»?

Não será já altura de levarem «um par de chapadas» (Teixeira dos Santos e os outros) e de casarmos a Constituição com quem nos possa fazer felizes?

Leia neste blogue tudo, mas mesmo tudo!, sobre os «mercados»

-

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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