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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Para onde vai o dinheiro?

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Para onde vão os cortes salariais aplicados aos trabalhadores da administração pública? A riqueza produzida nas horas e dias a mais de trabalho não pago? Os aumentos no IRS, ou nas contribuições para a segurança social e para a ADSE? Para onde vão os milhões de euros roubados nas reformas e pensões? Os cortes efectuados no abono de família? Os cortes nos subsídios de desemprego? Para onde vão os aumentos nos preços das taxas moderadoras? Das portagens? Do IVA sobre a restauração? Do imposto sobre os imóveis? Das propinas? Para onde se canalizam os milhões de euros retirados ao Serviço Nacional de Saúde? À escola pública? À cultura? Ao desporto? À justiça? Às autarquias? Ao investimento público

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    Querem saber para onde vai o dinheiro?

Leiam o texto integral...

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Um episódio ridículo que deve ser levado muito a sério

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Ao que isto chegou! Pedro Passos Coelho não gosta que Jerónimo de Sousa utilize a palavra «roubo». Nem a palavra «agressão». Nem a palavra «mentira». Nem ... (o melhor é ficarmos por aqui...).

São, diz ele, palavras que não devem ser utilizadas no debate parlamentar.

É caso para dizer que se Eça de Queirós e Ramalho Ortigão fossem vivos passariam a constar do Index censório do nosso primeiro-ministro!!! Para não falar de outros vultos maiores da nossa literatura, ou das lides parlamentares, de finais do século XIX princípios do século XX. Isto para não recuarmos mais no tempo.

Este episódio caricato na forma revela, no seu conteúdo, os tiques autoritários e censórios dos executantes conselheiros de administração de e ao serviço dos interesses dos grupos económicos e financeiros seus mandantes.

Cuidado que eles andam por aí!

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Furto de centenas de metros de fios de cobre deixa populações sem telefone

Texto de José Fonseca

 

 

    O furto de várias centenas de metros de fios de cobre, na noite de sexta-feira passada, deixou sem telefone grande parte da população da freguesia de Castelo de Penalva, no município de Penalva do Castelo.
Os ladrões cortaram os cabos junto à estrada principal que liga as localidades daquela zona à sede do concelho, num espaço conhecido como Barroca do Inferno, aproveitando o facto de um pinhal ali existente permitir levar a cabo o crime longe de olhares curiosos.

Terceiro furto

Em poucos meses este é, pelo menos, o terceiro furto de fios de telefone naquela parte de Penalva do Castelo. Há cerca de 15 dias, foram os habitantes de Real que ficaram sem comunicações (telefone, Internet), depois de um roubo quase idêntico naquela freguesia. Em Maio, os serviços da Portugal Telecom (PT) também foram chamados para substituir os cabos cortados mais ou menos no mesmo sítio onde se verificou o furto da sexta-feira passada.
Laurinda e José Alves explicaram ao Diário de Viseu que este tipo de ilícito tem sido cada vez mais frequente. "Os ladrões levam os fios e depois nós temos de esperar vários dias para que venham reparar tudo", adiantou a mulher, acrescentando que a solução passa pelo uso do telemóvel.

Ninguém avisou a GNR

Contactado pelo nosso Jornal, fonte da GNR adiantou que ainda ninguém tinha avisado as autoridades daquele furto, lembrando que o facto de os militares não terem conhecimento das ocorrências torna muito difícil levar a cabo diligências no sentido de identificar os ladrões.

 

Ninguém avisou a GNR???Nem mesmo a PT a alertou???

 

In «Diário de Viseu» - Edição de 30 de Julho de 2007

 

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