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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Há 70 anos (27/01/1945): Soviéticos libertaram «Fábrica da Morte»

 

Em Auschwitz chegou-se a aniquilar 6 mil seres humanos por dia

 

Publicado neste blog:

 

Da «Europa connosco» à «Mais Europa!»

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As gerações que não viveram o 25 de Abril não sabem que no início da fundação da CEE [Comunidade Económica Europeia], a qual se transformaria mais tarde na UE [União Europeia], os partidos socialistas e social-democratas apregoavam a «Europa do trabalhadores» e até uma «Europa socialista». Mário Soares que em 1976 para ganhar as eleições inventou o lema da «Europa connosco» proclamava que o Partido Socialista era contra a «Europa dos trusts» e pela «Europa dos trabalhadores». Dizia ser contra «a aproximação de Portugal às Comunidades Europeias numa perspectiva puramente capitalista» a qual «não correspondia aos interesses do povo português» e se afastava «dos imperativos de uma verdadeira independência nacional condicionando a transformação da sociedade portuguesa a caminho do socialismo». Este palavreado não impediu o dirigente do PS e o seu partido, uma vez no governo, de se transformarem em aplicados constructores da Europa dos monopólios e em ardentes coveiros da soberania nacional.

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Alemanha, o passado e o presente

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Há mais de vinte anos que o grande capital alemão anda a rever a História, a criminalizar as vítimas da opressão nazi e as forças que mais lhe resistiram, como a URSS, os comunistas e o movimento operário. Durante 45 anos, a Alemanha Federal esteve sob controlo dos seus aliados militares. Os laços, que sempre ligaram o capital monopolista ao regime hitleriano, derrotado em 1945, estão bem visíveis não só nas dinastias de industriais e banqueiros que transitaram do nazismo para a República Federal mas também no elevado número de altos dirigentes do Estado que fizeram carreira em ambos os regimes. Recordar algumas dessas figuras mais significativas é importante para se compreender a nova vaga de ataques aos direitos dos trabalhadores e de desrespeito pela soberania dos povos desencadeada por Berlim desde a chamada «unificação».

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27 de Janeiro de 1945: Soviéticos libertaram «Fábrica da Morte»

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Em Auschwitz chegou-se a aniquilar 6 mil seres humanos por dia

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Israel é um Estado criado pela violência em nome de uma religião

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Em Setembro o povo palestiniano vai tentar que a Assembleia Geral das Nações Unidas acolha o Estado Soberano e Independente da Palestina como membro de pleno direito da ONU. Depois de longas dezenas de anos de cumplicidade das potências da NATO com a ocupação militar israelita, o povo palestiniano vai procurar dar um passo importante para a concretização das suas mais profundas aspirações de paz, liberdade e respeito pelos seus legítimos direitos nacionais. A estratégia sionista até agora conduzida por Telavive e o imperialismo superou em desumanidade não só tudo o que já se conhecia do regime fascista do apartheid, mas introduziu terríveis elementos de opressão inaceitáveis num mundo que se pretende civilizado, promovendo numerosas tentativas para dividir e acicatardivergências entre os dirigentes e movimentos palestinianos; enxameando a Palestina de colonatos ilegais; extorquindo as melhores terras aráveis, fontes e reservatórios de água; demolindo e abatendo sistematicamente casas e plantações árabes e deportando comunidades inteiras.

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Uma Quadrilha Internacional

«A agressão contra a Líbia já está a avançar para uma guerra aberta de ocupação»

«A agressão dos EUA/NATO/UE à Líbia é o principal obstáculo à paz neste país»

«Os EUA vão enviar para a Líbia aviões não-tripulados»
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A Libertação de Auschwitz

A 27 de Janeiro de 1945 o Exército Vermelho libertou Auschwitz, o maior e mais conhecido campo de extermínio nazi. Coube à União Soviética, país que, com mais de 20 milhões de mortos, sofreu como nenhum outro os efeitos cruéis da agressão da Alemanha hitleriana, libertar a humanidade de um dos mais terríveis centros do terror, símbolo extremo da opressão e da irracionalidade de um sistema que de forma inequívoca demonstrou não haver limites para a barbárie quando a existência humana é submetida à lei do lucro.

Em Auschwitz tudo era financiado pelo Deutsche Bank, cuja direcção se encontrava representada na IG FarbeBayer, empresa beneficiária do trabalho escravo e fornecedora do Zyklon B, o gás da morte com que os prisioneiros considerados inaptos para trabalhar eram asfixiados. Também as contas dos SS, da Gestapo e da firma Topf, construtora dos crematórios, estavam sob o controlo daquele império financeiro. Não existe praticamente nenhum grande banco ou monopólio alemão que não tenha enriquecido com o nazismo e a escravidão dos prisioneiros dos campos de concentração. Siemens, Krupp, Opel, BMW, VW, Daimler, IG Farbe, Alianz, Flick, Deutsche, Dresdner e Commerz Bank, são apenas os nomes mais sonantes de dinastias do mundo empresarial e da finança cujo poder foi consolidado pelo terror do regime hitleriano. Só entre 1939 e 1944 o volume de negócios do Deutsche Bank aumentou de 4,2 para 11,4 mil milhões de «Reichsmark».

(sublinhados meus)

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Israel quer a guerra

A decisão de construir mais colonatos ilegais em Jerusalém Leste pelo actual governo israelita de Benjamin Netanyahu, prosseguindo assim a orientação dos governos anteriores, confirma a disposição de Telavive de intensificar a política de opressão do povo palestiniano, de desprezo pelo direito internacional e de provocação aos povos do Médio Oriente. Sentindo-se apoiado pelo imperialismo, apesar de algumas declarações de circunstância, o regime israelita está a criar uma situação cada vez mais perigosa para a paz mundial marcada por uma doutrina de Estado profundamente racista e terrorista. A colonização e limpeza étnica dos territórios palestinianos ilegalmente ocupados, o estrangulamento da faixa de Gaza e o massacre da população árabe na chamada operação «chumbo fundido» situam-se na continuidade dos massacres de Sabra e Schatila, de Jenin e de outras atrocidades cometidas pelos governos e as tropas israelitas.

(sublinhados meus)

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