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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Na maioria das assembleias de voto do distrito de Viseu mesas eleitorais sem garantia de pluralidade e isenção

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Afixadas as listas com os nomes dos elementos que irão constituir as Mesas que presidirão ao acto eleitoral para a Eleição do Presidente da República, a realizar a 24 de Janeiro, foi possível constatar que, na maioria dos Concelhos, na composição das Mesas não foi observado o princípio da “imparcialidade e pluralidade” que a CNE recomenda.

Conhecendo a particularidade da Lei conferir aos presidentes de câmara a prerrogativa de nomear as mesas, a candidatura de Edgar Silva no Distrito de Viseu, enviou a cada um dos 24 presidentes dos executivos municipais, uma carta onde se disponibilizava para colaborar no processo de constituição das mesas. Só a Câmara Municipal de São João da Pesqueira respondeu positivamente à nossa proposta. A Câmara de Viseu informou, através dos serviços, que remeteu o processo de nomeação para os presidentes de junta de freguesia e a Câmara de Carregal do Sal, enviou um email arrogante, reafirmando “o poder exclusivo de nomeação” conferido ao respectivo Presidente da Câmara.

Destaquemos contudo, por honrosas e excepcionais, as atitudes de presidentes de câmara que optaram por reconduzir as mesas que estiveram em exercício nas passadas eleições para a Assembleia da República ou chamaram para a constituição das mesmas os representantes das candidaturas, como aconteceu nos município de Armamar (em parte), Castro Daire, Cinfães, Lamego, Nelas, Penalva do Castelo, Sátão, Resende e nas mesas da sede do concelho de Vila Nova de Paiva, abrindo com este gesto os critérios de pluralidade aceites sem contestação por todas as candidaturas presentes no terreno e respeitando os pareceres da CNE (Comissão Nacional de Eleições), que tem recomendado que as mesas sejam constituídas tendo em conta a pluralidade das candidaturas concorrentes, integrando nas mesas, sempre que isso seja possível, representantes de cada uma delas. Aliás, princípio que é praticado em todas as outras eleições.

No conjunto de atitudes sectárias e arrogantes perpetradas noutros municípios, não podemos deixar de lamentar a incompreensível postura do Presidente da Câmara de São Pedro do Sul, que se arvora um democrata de convicções e defensor de princípios de equidade, que nomeou todas as mesas sem ter em conta a candidatura de Edgar Silva, banindo injustificadamente da constituição de algumas delas pessoas que durante anos exerceram a função com pedagogia, espirito de serviço público e absoluta isenção e competência.

Tudo até seria aceitável, se a verificação dos nomes propostos não revelasse que a maioria das mesas foi constituída por pessoas “afectas” ao partido que detém o poder na Câmara Municipal.

Comportamento igualmente prepotente e anti-democrático, assumiram os presidentes de câmara de Oliveira de Frades e Vouzela.

Em Viseu, fazendo como Pilatos, o Presidente da Câmara delegou a tarefa de constituição das mesas nos Presidentes de Junta de Freguesia, com a recomendação de “respeitarem todas as candidaturas”, como foi respondido a uma interpelação nossa.

Ora, se a intenção era “respeitar todas as candidaturas”, porque não tomou o Presidente da Câmara (ou alguém por ele) a iniciativa de convocar os mandatários das candidaturas, como seria curial, para em comum definirem os critérios de constituição das mesas? Não o fez porque, objectivamente, sabia constituir esta “descentralização” para as juntas, o alibi perfeito para não ser acusado da descarada discriminação de que foi alvo a candidatura de Edgar Silva.

A situação é tão bizarra e anacrónica que, das 7 freguesias do concelho de Viseu (em 25) que contactaram a candidatura de Edgar Silva para que lhes indicássemos nomes para a constituição das mesas, apenas 3 tiveram em conta esses nomes. Todas as outras ignoraram as propostas feitas, optando por nomeações de pessoas, em muitos casos exclusivamente ligadas à candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa.

Com esta tomada de posição, a Comissão de Apoio à Candidatura de Edgar Silva a Presidente da República no Distrito de Viseu, pretende alertar para o facto indesmentível de, na maioria das assembleias e secções de voto do Distrito, não estarem garantidas as condições de pluralidade das mesas, o que põe em causa de forma flagrante o princípio da imparcialidade e o da garantia de tratamento isento para todas as candidaturas.

Sem contestar o direito que a Lei confere aos presidentes de câmara nesta matéria, iremos comunicar estes factos à CNE, para que esta aja em conformidade com a gravidade da situação.

Viseu, 14 de Dezembro de 2015

O Gabinete de Imprensa

da

Candidatura de Edgar Silva à Presidência da República

Viseu: Balanço de 11 dias de campanha (10 a 20 de Setembro)

Maçãs1

 

Balanço de 11 dias de campanha (10 a 20 de Setembro)

 

«Cinfães, Penalva do Castelo, Vila Nova de Paiva, Nelas, Carregal do Sal, Oliveira de Frades, Castro Daire, Moimenta da Beira, Viseu, Vouzela, Sátão, São João da Pesqueira, Santa Comba Dão, Resende, Lamego, Mortágua, Tarouca, Tondela, Mangualde, São Pedro do Sul, foram os concelhos percorridos em acções de pré-campanha desde o dia 10 pelos candidatos a deputados da CDU pelo círculo eleitoral de Viseu. Feiras, vilas e cidades, empresas e outos locais de trabalho, foram os locais privilegiados para o contacto com as populações.

Merece particular destaque a acção dos candidatos da CDU no passado Sábado, 19 de Setembro, de entrega simbólica de uma maçã produzida em Moimenta da Beira aos frequentadores do Continente de Viseu, com o objectivo expresso de chamar a atenção para a produção agrícola de excelência do nosso Distrito. A adesão da população superou todas as expectativas e choveram elogios e apoios.»

 

Francisco Almeida VNPaiva2

Oliveira Frades5

Joao Serra-Filomena Pires CDaire

 

«Em todo o lado a mesma revolta pelo estado a que o País chegou. A mesma dúvida na possibilidade de concretizar uma verdadeira alternativa. A mesma confusão sobre o que realmente se vota a 4 de Outubro: 230 deputados ou 1º ministro. O mesmo desencanto nos «políticos» que «são todos iguais». Mas também a mesma recepção simpática e afável.

Por toda a parte o esclarecimento dos candidatos e dos militantes e activistas da CDU. Que em 4 de o voto na CDU é o voto na verdade, no trabalho, na honestidade e na competência

 

“SUB” de Moimenta da Beira sem médicos durante 7 horas

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Ontem, Segunda-feira, dia 5 de maio de 2014, entre as 8 horas da manhã e as 15 horas, o SUB (Serviço de Urgência Básica) de Moimenta da Beira, esteve sem médicos que assegurassem o normal funcionamento desta unidade de socorro médico.
Esta gravíssima e intolerável ocorrência, que não é virgem, pôs em risco vidas humanas e a assistência médica de urgência às populações dos concelhos de Penedono, S. João da Pesqueira, Tabuaço, Sernancelhe e Moimenta da Beira, que tiveram de percorre muitas dezenas de quilómetros (alguns mais de uma centena) entre as suas terras e os Hospitais de Lamego e de Vila Real, para onde tiveram de ser encaminhados os casos de urgência.

Jerónimo de Sousa em Lamego visita novo Hospital e participa em Almoço-convívio

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No sábado, 14 de Janeiro de 2012, Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP, esteve em Lamego, para participar em três importantes iniciativas.

De manhã Jerónimo de Sousa foi recebido nas instalações do Novo Hospital de Lamego pela Direcção do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro – CHTMAD. No encontro foram abordadas questões relacionadas com as valências e serviços que o Novo Hospital irá comportar.

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Em seguida o secretário-geral do PCP reuniu-se com a Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Hospital de Lamego.

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No almoço-convívio, o Secretário-Geral do PCP afirmou que o ataque, por parte do governo, ao Serviço Nacional de Saúde é um resultado do pacto de agressão assinado entre a troika estrangeira e a nacional. O valor atingido pelo desemprego, o aumento da recessão e das desigualdades confirmam que a luta contra o pacto de agressão é um imperativo nacional.

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Jerónimo de Sousa em Lamego visita instalações do novo Hospital

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No próximo dia 14 de Janeiro de 2012, com início às 11,30 horas da manhã, Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP, vai estar em Lamego, para participar em três importantes iniciativas.

A primeira insere-se na permanente preocupação do PCP com a defesa dos serviços públicos de qualidade para as populações. Nesse âmbito e por solicitação do PCP, a Direcção do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro - CHTMAD, vai receber, pelas 11,30 horas, Jerónimo de Sousa, nas instalações do Novo Hospital de Lamego. No encontro serão abordadas questões relacionadas com as valências e serviços que o Novo Hospital irá comportar, estando prevista, no final da visita, uma declaração do Secretário-Geral do PCP, sobre a defesa do Serviço Nacional de Saúde. 

Às 12,30 horas será a vez de Jerónimo de Sousa, reunir com a Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Hospital de Lamego. A reunião decorrerá nas instalações locais do Sindicato dos Professores da Região Centro.

A terceira iniciativa será o Almoço/Convívio, que irá ter lugar no Restaurante Sécristia, em Lamego, pelas 13 horas do dia 14 e reunirá camaradas e amigos da organização norte do distrito do PCP.

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A coerência das atitudes

Para alguns, como vimos no último artigo, o valor da palavra dada é quase igual a zero. Só serve para caçar votos. É uma «gentinha» não confiável e mentirosa.

Para outros, há uma permanente coerência entre a teoria e a realidade. O que prometem cumprem. É gente para ser levada a sério.

Face à intenção do Governo de introduzir portagens nas SCUT do Grande Porto, Costa de Prata e Norte Litoral, o PCP entregou na Assembleia da República um projecto de lei. O objectivo é revogar o diploma que prevê a entrada em vigor daquela medida penalizadora da economia e das populações no próximo dia 15 de Outubro.

A iniciativa da bancada comunista foi formalizada no mesmo dia em que foi publicada a resolução do conselho de ministros que determina o pagamento de portagens naquelas vias. E que estabelece o mesmo para todas as restantes – nomeadamente a A25, A24 e A23 – a partir de 15 de Abril de 2011.

Por isso lá estiveram, ao lado das populações atingidas, na jornada nacional contra as portagens nas SCUT no passado dia 8 de Outubro. Em Viseu não foi diferente, com um grande buzinão e uma marcha lenta pela A25 até Mangualde. A chuva intensa, o vento forte e o frio que se fizeram sentir nessa tarde/noite em Viseu, não foram suficientes para calar o enorme protesto.

O Governo PS continua a promover encerramentos cegos de serviços públicos de saúde por razões puramente economicistas. O que tende a desmantelar o Serviço Nacional de Saúde e a deixar as populações rurais mais isoladas, mais fragilizadas e desprotegidas. Esta é a política responsável pela desertificação acelerada de todo o interior do país.

Desta vez a intenção do Governo é de encerrar as urgências do Centro de Saúde de São João da Pesqueira entre as 0 horas e as 8 horas da manhã. O PCP, em solidariedade com as populações, apresentou dia 6, na Assembleia da República, um requerimento ao Governo questionando-o sobre as razões que motivam este seu intento.

Por isso, de uma forma natural e coerente, uma delegação de dirigentes regionais compareceu no passado domingo, dia 10, na manifestação que reuniu centenas de pessoas. Desta forma apoiando a justa luta das gentes de São João da Pesqueira.

O PCP afirma que é necessária uma ruptura com esta política de direita e a implementação de uma política patriótica e de esquerda. Por isso, fiéis aos seus compromissos, lá estarão, sempre ao lado dos que menos podem, em todas as acções de luta programadas pelo movimento sindical e outros movimentos sociais.

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

In "Jornal do Centro" - Edição de 15 de Outubro de 2010

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