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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Agitação marítima em ...Viseu!!!

Agitação Marítima em Viseu 2020-03-01.jpg

Quando ainda era criança ensinaram-me que «só não se engana quem não trabalha».

Erros todos nós cometemos. Uns engraçados. Outros nem tanto.

Mas lá que este, cometido às 00h38m50s, do dia 2 de Março, segunda-feira, do ano 2020,  na RTP3, merece destaque, merece....

 

Para ver e ouvir a partir dos 38m50s

 

Socorro!!! Tirem-me deste filme!!!

Paula Teixeira da Cruz_caricatura

Desenho de Fernando Campos (o sítio dos desenhos)

 

«No n.º 2 do artigo 57.º, além de se deixar absolutamente claro o caráter jurídico dos vínculos resultantes da contratação de acordos endoprocedimentais, configura-se uma possível projeção participativa procedimental da contradição de pretensões de particulares nas relações jurídico-administrativas multipolares ou poligonais.»

In ponto 7 do preâmbulo do novo Código do Procedimento Administrativo

 

Eu, justiçoanalfabeto me confesso: não percebi patavina, pêvea, nada...

 

O que eu aprendo (de vez em quando...)

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Graças a uma série televisiva, «Os Tudor», já tinha aprendido que uma princesa desta dinastia inglesa se tinha casado com o nosso rei D. Manuel I, que andava sempre descalço e que tinha morrido assassinado pela dita cuja.

Esta quarta-feira à noite levei com uma lição de geografia que me deixou à beira das lágrimas de tanto rir.

Em «Apanha-me se puderes», da FOX,  Cabo Verde é apresentado como um arquipélago africano com uma ilha chamada Santa Maria (???), onde um mafioso americano tem todas as autoridades subornadas e por isso serve de refúgio a criminosos de todo o mundo (sem tratado de extradição).

Mas mais. A população é toda branca, assim a atirar para o morenaço, com traços ameríndios e falam castelhano. Negros nem vê-los...

Além disso a autoridade máxima é um sheriff (sic).

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Só visto. Contado ninguém acredita. Valeu pelo desopilanço...

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Os Swapranos

Os Swapranos é uma swap opera portuguesa que está no ar há dezenas de anos. Uma swap opera, muitas vezes referida apenas por swap, é uma série dramática durante a qual se desenrolam muitas estórias, relacionadas entre si, contando a vida de múltiplas personagens. As estórias dessas séries tratam essencialmente das relações emocionais, chegando ao melodrama. O nome de swap opera vem do facto de muitos dos patrocinadores e produtores serem instituições bancárias e financeiras tais como: Citigroup, BPN, BPP, etc.

Muitos actores famosos têm feito parte do seu elenco ao longo dos anos:

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Coiso e tal

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Gostava de ter escrito ISTO:

O desemprego é o coiso. Os desempregados andam a coisar. É natural que se sintam fodidos. Os desempregados coisam nos Centros de Emprego. Não admira que os Centros de Emprego tenham má fama. Claro que passar o tempo a coisar também cansa. E, por isso, muitos desempregados acabam por deixar de procurar emprego. Já não coisam. São os inactivos. Outros, todavia, insistem. São os desempregados Viagra. O coiso deles é de longa duração. Quando os desempregados arranjam emprego, deixam de coisar. Fala-se nesse caso de coiso interruptus. O coiso interruptus pode ser provocado por políticas activas de emprego. Trata-se de métodos contracoisivos pouco eficazes. As coisas são o que são. E, mais tarde ou mais cedo, os desempregados voltam a coisar. Normalmente, os políticos não têm coisos de grande dimensão. O coiso dos políticos, quando ocorre, é um coisinho. Há logo um conhecimento ou uma influência que se move para os políticos deixarem de coisar. Apesar disso, os políticos gostam de falar do coiso. É o coisilingus. Alguns políticos pensam que podem influenciar a dimensão do coiso. Ou a penetração do coiso em determinados estratos populacionais ou regiões. Entusiasmados, os políticos vão mexendo no coiso. Tiram disso grande satisfação pessoal. Mas não provocam qualquer benefício a terceiros. Chama-se masturbação. Historicamente, as populações com menos instrução coisavam mais. Agora, os mais instruídos também coisam muito. E os jovens cada vez coisam mais. Em rigor, o coiso devia escrever-se com maiúscula para abranger ambos os géneros. Ou então dizer-se que os homens têm coiso e as mulheres têm coisa. O coiso e a coisa são diferentes. Em regra, a coisa é mais prolongada e pode repetir-se em períodos mais curtos de tempo. Periodicamente, são publicados os números do coiso. Sempre que o coiso aumenta (aqui deveria ter, naturalmente, utilizado maiúscula), gera-se grande agitação. Toda a gente quer ver o tamanho do coiso. E comentar o seu crescimento, embora ninguém tenha solução. No fundo, os comentadores nem coisam nem saem de cima. Em determinada altura, a análise sociológica reflectiu sobre o emprego. Marx teorizou sobre a coisificação do trabalho. Só no século XXI foi dado um salto qualitativo. Álvaro Santos Pereira coisificou o desemprego. Passos Coelho desenvolveu a utopia da oportunidade. Tal como o próprio Marx previra, a história repetiu-se. Como farsa.

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Azar do Rei: a prótese era Republicana!

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Estava o Rei reunido com um grande democrata (estava a receber um cheque...) e, pensando que a prótese era uma espécie de "criada" do Palácio que lhe devia obediência, faz um movimento que não devia e zás! Numa atitude escandalosamente republicana a prótese saiu do lugar.

Coitado! O que sofre um monarca!

«Fuentes de la Casa del Rey consultadas por Efe precisaron que el jefe del Estado sufrió la luxación a consecuencia de un mal movimiento después de una reunión en el Palacio de la Zarzuela con el ministro emiratí de Asuntos Exteriores, jeque Abdullah bin Zayed al Nahyan.»

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Ler, neste blogue, sobre este rapaz:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Portugal vai regressar aos mercados internacionais em Setembro de 2013 (???...)

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Em Portugal, cerca das 09:20, os juros da dívida soberana portuguesa a dois anos desciam para os 9,810 por cento (dos 9,967 por cento de quinta-feira), enquanto a cinco anos aliviavam para os 13,486 por cento (dos 13,553 por cento).

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Recorde-se que Portugal pagou a 16 de Março de 2011 (1 mês antes do «empréstimo» da tróika estrangeira!) uma taxa de 4,33%. E que Teixeira dos Santos afirmou em Outubro de 2010 que 7 por cento era um limiar incomportável para o País.

Escreveu esta semana Pedro Passos Coelho: «Portugal vai provar que os cépticos estão enganados».

Está-se mesmo a ver...

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