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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Agitação marítima em ...Viseu!!!

Agitação Marítima em Viseu 2020-03-01.jpg

Quando ainda era criança ensinaram-me que «só não se engana quem não trabalha».

Erros todos nós cometemos. Uns engraçados. Outros nem tanto.

Mas lá que este, cometido às 00h38m50s, do dia 2 de Março, segunda-feira, do ano 2020,  na RTP3, merece destaque, merece....

 

Para ver e ouvir a partir dos 38m50s

 

A manipulação mediática dos acontecimentos vista por 3 autores

Manipulação-Informativa

 

Todos os dias milhões de portugueses vêem os telejornais e outros serviços noticiosos da TV e da rádio, lêem jornais ou vão «saber novidades» à Internet.

Os media – falamos principalmente da televisão – são a única forma de conhecerem (e, para muitos, também aprenderem) o que, fora do seu circulo próximo, se passa no país e no mundo.

E, no entanto, que real conhecimento tem a generalidade dos portugueses desse mundo que está por detrás e «fabrica» e «produz» as imagens, os sons e as palavras que nos informam e nos ensinam, decisivamente influenciando as formas de conhecer e de pensar a realidade, mas também de tomar decisões e agir?

 

(...)

Torna-se cada vez mais necessário:

   - Desenvolver a compreensão dos mecanismos de produção da informação, na linha daquilo que no plano pedagógico se chama «educação para os media», e que no pós-25 de Abril foi objecto no ensino oficial de interessantes experiências, que urge recuperar, alargar e aprofundar (Luís Lobo referiu-se já oportunamente ao tema nesta coluna).

   - Criar associações de telespectadores, ouvintes e leitores, movimentos de opinião, observatórios e clubes de discussão dos media, a nível local, regional, nacional.

   - Incluir a temática dos media nas iniciativas dos movimentos associativo, popular e sindical, não só no plano da denúncia e do protesto, quando for caso disso, mas também na perspectiva do esclarecimento, recorrendo aos contributos de quem possa ajudar a «desvendar», por exemplo, como se constrói um telejornal, um noticiário, uma primeira página, ou a desmontar o modo como determinado acontecimento surge na comunicação social de forma que condiz com a realidade ou, pelo contrário, desfigurado, amputado do que verdadeiramente significativo aconteceu.

   - Dedicar a cada vez mais necessária atenção à Internet, focando os pontos potencialmente negativos mas sem esquecer as potencialidades enquanto forma de conhecimento, intervenção, participação, informação e mobilização.

   - Valorizar, debater e defender o lugar do Serviço Público: RTP - Rádio e Televisão de Portugal e Agência Lusa.

   - Conhecer a diversidade e contextos de trabalho dos profissionais da comunicação social, sem esquecer as questões básicas relativas à propriedade dos media e à sua estreita relação com o funcionamento do sistema capitalista.

Ler texto integral

 

comunicação social2

«Ponha-se à disposição do sujeito um jornal dito de referência (ou um canal televisivo, ou radiofónico), e temos mais uma peça (porque já houve outras)… do «jornalismo-uberismo».

Embora, perante as enormidades ditas e escritas sobre o assunto, não se esteja longe de um «jornalismo-fascismo»…»

 

«No Jornalismo, alguns géneros gozam de uma certa liberdade e o pendor subjectivo, para não dizer o deslize para a parcialidade, parece ser bem tolerado pelos leitores.

Mas talvez seja útil reflectir sobre se estes «elevadores» não deveriam baixar um pouco o tom sentencioso e subir um pouco mais no rigor das apreciações.»

 

Com soc portugal

 

A comunicação social é produto e reflexo da sociedade, mas é também um seu poderoso instrumento e forte alicerce.

 

24 de Julho de 2005 – Nasce a Telesul

Telesul

A Nova Televisão do Sul (Telesur, em castelhano) iniciou as suas transmissões no dia de aniversário de nascimento de Simón Bolívar sob o lema «Nuestro Norte es el Sur» (Nosso Norte é o Sul).

Criada por iniciativa do presidente Hugo Chávez, da Venezuela, em parceria com os governos de Cuba, Argentina e Uruguai, a estação nasce para dar resposta a «uma evidente necessidade latino-ameircana: contar com um canal que permita a todos os habitantes desta vasta região difundir seus próprios valores, divulgar sua própria imagem, debater suas próprias ideias e transmitir seus próprios conteúdos, livre e equitativamente».

A Telesul não tem fins lucrativos.

AQUI

 

Polícia anti-terrorista francesa pede destruição das provas de Nice (???!!!...)

requisicao_judiciaria_urgente

Ler último parágrafo

Clicar na imagem para ampliar

 

A Sub-Direcção Anti-Terrorista francesa pediu às autoridades de Nice [La Ville refuse d'effacer les images de vidéosurveillance du 14-Juillet] que eliminassem os registos do ataque recente das câmaras de vigilância que o filmaram. AQUI

(...)

O pedido da destruição da prova visual é suspeito, para dizer o mínimo. A única razão óbvia para o pedido é a supressão de provas (suppression of evidence).

(...)

Todas as vezes que vir retenção de provas, a sua destruição e pedidos de destruição de provas como a polícia anti-terrorista francesa está a exigir das autoridades civis de Nice, a conclusão mais segura é que a prova é condenatória para a narrativa oficial.

(...)

Em defesa da RT, responsáveis estado-unidenses acusaram-na de ser uma "organização terrorista" e ameaçaram-na de suspender a sua difusão a menos que o serviço de media fosse mais cauteloso.

AQUI

 

Haja uma alma caridosa que me explique por que carga de água é que a polícia anti-terrorista francesa faz este pedido e com que fundamento a Administração Obama coloca uma estação de televisão na lista das «organizações terroristas»?

 

Para trás de nós não ficou apenas o PCUS

Estátua Vera Mukhina3

 

Tudo o que foi dito não é, naturalmente, mais um «bota-abaixo» do socialismo, do PCUS, etc.

Mas também é excessiva a presunção política, a certeza de que supostamente não foi a estrutura socialista que sofreu um fiasco mas, sim os diversos desvios no seu seio e as pessoas que protagonizaram esses desvios.

Seguramente que hoje isto também está fora de propósito.

São precisamente esses desvios que estão hoje na crista da onda, quanto ao socialismo como tal nem vê-lo.

Isto aconteceu porque os desviacionistas, e juntamente com eles o inimigo externo, infiltraram-se através de fissuras reais, fracturas e pontos de ruptura abertos no desenvolvimento socialista, em resultado da não resolução ao longo de muito tempo de contradições internas objectivas do regime socialista.

 

Nova lei da rolha

Censura1.jpg

A discriminação e o silenciamento, como temos vindo a denunciar, são a norma com que a imprensa tem tratado o PCP e a CDU. O período de campanha eleitoral, enquadrado em lei, era até hoje excepção. A recente aprovação do projecto-de-lei que revoga o quadro legal que vigora, substituindo-o por um novo regime jurídico que pretende regular a cobertura jornalística em período eleitoral, vem alterar substancialmente esta realidade. PS, PSD e CDS, promotores do novo regime jurídico, dão assim corpo a uma ambicionada pretensão dos grupos económicos detentores dos principais órgãos de comunicação social e asseguram, em benefício próprio, a «legitimação» para um afunilamento e empobrecimento da pluralidade na vida política.

 

Matemática aprisionada

«Isto é Matemática» é um programa promovido pela Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM), exibido na SIC desde Outubro de 2012, com o apoio do COMPETE, da Agência Ciência Viva, do QREN e do FEDER. Além destes financiamentos, tem tido outro tipo de patrocínios, sendo constante, desde o início, o da «Lacoste». O apresentador tem aparecido, de uma forma ostensiva, com roupa e, segundo creio, outros «adereços» desta marca.

(...)

Tudo isto me faz lembrar algumas cenas do bem conhecido filme «O Padrinho, II». Passam-se no Nevada e envolvem um senador corrupto e a família Corleone. Na primeira cena, no meio de uma festa, o senador anuncia ostensivamente que tem na sua posse um cheque, dado pelos Corleone, para a universidade local. Na cena seguinte, em ambiente privado, o senador exige uma exorbitância para as licenças de jogo nos casinos de que os Corleone pretendem apoderar-se. O chefe da família nega e diz que nada pagará. Finalmente, uns tempos depois, o senador é apanhado pela teia mafiosa ao acordar num dos hotéis dos Corleone ao lado de uma prostituta morta… Conto isto para formular a seguinte pergunta: o leitor gostaria de estudar, trabalhar ou, de alguma forma, fazer parte de uma instituição científica que recebesse financiamentos da máfia?

Muitas pessoas, inclusivamente nos meios científicos, dirão, encolhendo os ombros, que tudo isto é «normal», no sentido em que é prática generalizada nestes «novos» tempos, e que não há nada a fazer. Poderá ser «normal», mas é imoral e se não pusermos um travão definitivo a estas práticas, se abdicarmos do direito de dizer «não», as novas gerações nunca perdoarão a nossa inacção.

Ler texto integral

-

Será verdade?

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Na págª 22 da edição da passada quinta-feira, dia 10 de Julho, do jornal «Correio da Manhã», deu à estampa esta notícia (?), informação (?), comentário (?), creio que da responsabilidade de Miguel Alexandre Ganhão, sub-chefe de redação do referido diário.

Lê-se e não se acredita! Esperei, esperei, esperei. Pesquisei, pesquisei, pesquisei. Nada. Nicles. Nepias. Zero. Nem uma palavra sobre o assunto.

Então o senhor Governador do Banco de Portugal, Carlos Costa de seu nome, comporta-se (de acordo com o texto acima) como um autêntico O Padrinho e a comunicação social dominante cala-se?

Ou os referidos «dossiês comprometedores» existem, ou são fruto da imaginação do jornalista (o que não é crível). Se existem, e continham matéria susceptível de «dar origem a uma série de investigações», qual a razão para o comportamento de chantagista (não encontro melhor termo) de Carlos Costa? Porque não avançaram as investigações a Ricardo Salgado? Porque...

Como cidadão exijo saber toda a verdade...

E, em sensacional exclusivo de «O CASTENDO», veja como tudo isto termina:

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O que eu aprendo (de vez em quando...)

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Graças a uma série televisiva, «Os Tudor», já tinha aprendido que uma princesa desta dinastia inglesa se tinha casado com o nosso rei D. Manuel I, que andava sempre descalço e que tinha morrido assassinado pela dita cuja.

Esta quarta-feira à noite levei com uma lição de geografia que me deixou à beira das lágrimas de tanto rir.

Em «Apanha-me se puderes», da FOX,  Cabo Verde é apresentado como um arquipélago africano com uma ilha chamada Santa Maria (???), onde um mafioso americano tem todas as autoridades subornadas e por isso serve de refúgio a criminosos de todo o mundo (sem tratado de extradição).

Mas mais. A população é toda branca, assim a atirar para o morenaço, com traços ameríndios e falam castelhano. Negros nem vê-los...

Além disso a autoridade máxima é um sheriff (sic).

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Só visto. Contado ninguém acredita. Valeu pelo desopilanço...

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A fusão da Portugal Telecom com a Oi: um novo caso CIMPOR?

«Comecemos por recordar o que aconteceu com o grupo CIMPOR, pois a memória é por vezes curta, embora a experiencia passada seja importante para prever o futuro. A CIMPOR era um dos principais grupos portugueses. Cerca de 20% da sua capacidade produtiva estava instalada em Portugal, controlando cerca de 55% do mercado interno, e 80% no estrangeiro. Com o apoio do governo de Passos Coelho, e do seu assessor para as privatizações (Antonio Borges), e contando com passividade colaborativa da CGD que logo se prontificou em vender a preço de saldo a participação que tinha na CIMPOR, e dos restantes acionistas portugueses ( o que provou mais uma vez que o capital não tem prática), o grupo brasileiro Camargo Correia, que já era acionista (detinha 32,9% do capital), lançou uma OPA sobre a CIMPOR, apoderando-se assim dela. E apesar das promessas anteriores de que ia manter a sede em Portugal, de não fazer despedimentos, de continuar a investir, o certo é que logo que se apoderou da CIMPOR procedeu ao seu desmantelamento, trocando ativos com o outro grupo brasileiro (Votorantim) e iniciando despedimentos em Portugal, sendo destruída assim a CIMPOR como existia no passado e como os portugueses a conheciam.»

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